Fala aí, galera! Sei que não sou o único com esse fetiche e, sinceramente, queria compartilhar isso com mais gente e mostrar minha coleção de calcinhas usadas. É um fetiche que curto pra caramba e cada peça tem sua história. No momento, tenho 8 calcinhas diferentes, conseguidas de várias minas, e tô querendo aumentar minha coleção e conhecer mais garotas pra pegar as calcinhas ou biquínis delas.
A verdade é que lembro muito bem quando comecei a gostar de cheirar e lamber calcinhas usadas de alguma mina. Eu tinha 15 anos e estava numa casa de férias com minha família, incluindo minha prima da mesma idade. Um dia, decidiram que iam todos pra praia, e eu, fingindo que não tava bem (não curto o mar), fiquei sozinho em casa por umas horas. Como todo adolescente tarado, resolvi aproveitar aquele momento de solidão pra bater uma boa punheta, já que com tanta gente e só um banheiro era foda conseguir uma bronha tranquila. Então fiquei confortável, abri a calça e comecei a procurar um pornô que eu curtisse pra botar no talo.
Quando ia começar, percebi que não tinha nada pra me limpar depois que gozasse. Claro, podia gozar na cueca, mas ela seca e fica dura, então levantei a calça e fui no banheiro pegar um papel. Ao entrar, vi no chão um monte de roupa da minha prima (a que ela tava antes de botar o biquíni). A real é que ela é uma bagunceira, larga tudo no meio do caminho, e mais de uma vez tive que avisar ela por deixar roupa ou maquiagem jogada. Então, sem pensar, falei "quando ela voltar, vê lá" e fui direto pegar o papel.
Assim que peguei o papel, me virei pra sair e vi que debaixo do monte aparecia a tira do que parecia uma fio dental. Era uma tira branca escrito Calvin Klein, e não sei como nem por que — talvez porque eu tava muito excitado, ou por curiosidade, sei lá — resolvi me abaixar e pegar aquela calcinha. Quando a peguei, olhei estranho, estiquei, vi a tira que ia no rabo, olhei a parte da frente e virei do avesso. Aí pude ver, na área mais colada na buceta, uma mancha meio amarelada e outra branca, seca e quebradiça — não sei bem como descrever. Não lembro em que momento me ocorreu, mas aproximei a calcinha do meu rosto pra cheirar, e na hora que ela tava sobre meu nariz, meu pau ficou parecendo uma tora. Eu ia explodir. Não consegui evitar, baixei a calça e comecei a me masturbar enquanto cheirava e passava a língua nela. Lembro que foi uma das melhores punhetas da minha vida até aquele momento, e quando menos esperava, gozei em cima da roupa que minha prima tinha deixado por lá. Na hora fiquei super nervoso, precisava me livrar das provas, já que a roupa estava cheia do meu esperma. Então, nervoso, levantei a calça de novo, guardei a calcinha fio-dental no bolso, peguei a roupa e coloquei na máquina de lavar junto com umas roupas sujas que estavam no cesto. O resto da tarde-noite passou normalmente, mas eu não conseguia tirar da cabeça o cheiro daquela calcinha e o quanto tinha gostado. Comecei a ver minha prima de outro jeito, reparei naqueles peitões que ela tinha e naquele rabão, e só conseguia pensar em comer ela. Naquela mesma noite, quando fui colocar o pijama, notei que a calcinha ainda estava no meu bolso. Então, com a desculpa de tomar um banho, me mandei pro banheiro de novo. Lá, tirei toda a roupa e comecei a me masturbar cheirando a calcinha de novo. Dessa vez, tirei ela do rosto antes de gozar e enfiei meu pau no forro duplo de tecido da calcinha e gozei dentro. Tomei banho e misturei a calcinha no meio da minha roupa suja, colocando tudo em outra máquina com a roupa de praia pra não levantar suspeitas. Desde aquele momento, passei o verão inteiro roubando calcinhas da minha prima e cheirando elas pra me masturbar. Às vezes conseguia pegar elas ainda quentes e molhadas, outras vezes via que ela tinha se masturbado por causa da meleca toda que tinha. Virou meu vício. A cada dois dias (quando ela trocava), eu fuçava no cesto atrás daquela calcinha pra sentir aquele cheiro maravilhoso que me deixava louco. Esse é o começo do meu fetiche, e amanhã vou começar a contar a história de cada uma das calcinhas da foto, e pode ser que em breve tenha mais uma na coleção.
A verdade é que lembro muito bem quando comecei a gostar de cheirar e lamber calcinhas usadas de alguma mina. Eu tinha 15 anos e estava numa casa de férias com minha família, incluindo minha prima da mesma idade. Um dia, decidiram que iam todos pra praia, e eu, fingindo que não tava bem (não curto o mar), fiquei sozinho em casa por umas horas. Como todo adolescente tarado, resolvi aproveitar aquele momento de solidão pra bater uma boa punheta, já que com tanta gente e só um banheiro era foda conseguir uma bronha tranquila. Então fiquei confortável, abri a calça e comecei a procurar um pornô que eu curtisse pra botar no talo.Quando ia começar, percebi que não tinha nada pra me limpar depois que gozasse. Claro, podia gozar na cueca, mas ela seca e fica dura, então levantei a calça e fui no banheiro pegar um papel. Ao entrar, vi no chão um monte de roupa da minha prima (a que ela tava antes de botar o biquíni). A real é que ela é uma bagunceira, larga tudo no meio do caminho, e mais de uma vez tive que avisar ela por deixar roupa ou maquiagem jogada. Então, sem pensar, falei "quando ela voltar, vê lá" e fui direto pegar o papel.
Assim que peguei o papel, me virei pra sair e vi que debaixo do monte aparecia a tira do que parecia uma fio dental. Era uma tira branca escrito Calvin Klein, e não sei como nem por que — talvez porque eu tava muito excitado, ou por curiosidade, sei lá — resolvi me abaixar e pegar aquela calcinha. Quando a peguei, olhei estranho, estiquei, vi a tira que ia no rabo, olhei a parte da frente e virei do avesso. Aí pude ver, na área mais colada na buceta, uma mancha meio amarelada e outra branca, seca e quebradiça — não sei bem como descrever. Não lembro em que momento me ocorreu, mas aproximei a calcinha do meu rosto pra cheirar, e na hora que ela tava sobre meu nariz, meu pau ficou parecendo uma tora. Eu ia explodir. Não consegui evitar, baixei a calça e comecei a me masturbar enquanto cheirava e passava a língua nela. Lembro que foi uma das melhores punhetas da minha vida até aquele momento, e quando menos esperava, gozei em cima da roupa que minha prima tinha deixado por lá. Na hora fiquei super nervoso, precisava me livrar das provas, já que a roupa estava cheia do meu esperma. Então, nervoso, levantei a calça de novo, guardei a calcinha fio-dental no bolso, peguei a roupa e coloquei na máquina de lavar junto com umas roupas sujas que estavam no cesto. O resto da tarde-noite passou normalmente, mas eu não conseguia tirar da cabeça o cheiro daquela calcinha e o quanto tinha gostado. Comecei a ver minha prima de outro jeito, reparei naqueles peitões que ela tinha e naquele rabão, e só conseguia pensar em comer ela. Naquela mesma noite, quando fui colocar o pijama, notei que a calcinha ainda estava no meu bolso. Então, com a desculpa de tomar um banho, me mandei pro banheiro de novo. Lá, tirei toda a roupa e comecei a me masturbar cheirando a calcinha de novo. Dessa vez, tirei ela do rosto antes de gozar e enfiei meu pau no forro duplo de tecido da calcinha e gozei dentro. Tomei banho e misturei a calcinha no meio da minha roupa suja, colocando tudo em outra máquina com a roupa de praia pra não levantar suspeitas. Desde aquele momento, passei o verão inteiro roubando calcinhas da minha prima e cheirando elas pra me masturbar. Às vezes conseguia pegar elas ainda quentes e molhadas, outras vezes via que ela tinha se masturbado por causa da meleca toda que tinha. Virou meu vício. A cada dois dias (quando ela trocava), eu fuçava no cesto atrás daquela calcinha pra sentir aquele cheiro maravilhoso que me deixava louco. Esse é o começo do meu fetiche, e amanhã vou começar a contar a história de cada uma das calcinhas da foto, e pode ser que em breve tenha mais uma na coleção.
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9 comentários - Mi fetiche y mi coleccion