Relato de seguidor... De certa forma, me arrependo por não ter o perdão da minha família e ser apontado como o pior...
Meu nome é Juan Quintana, sou de Oaxaca e, por causa de trabalho e família, vim pra Cidade do México, pro bairro operário, pra ser mais específico, onde conheci a Mary Lu, minha esposa, com quem formei uma linda família com dois filhos. Tenho 49 anos e 20 anos de casado. Por questões que levaram ao fim do meu casamento, voltei pra Oaxaca. Tem uns dois meses que tô de novo em Chihuitan... Voltando no tempo, tive anos difíceis enquanto era casado, porque a gente morava na casa da minha ex-esposa com a mãe e os parentes dela. Como a casa era bem grande, vivíamos todos como família, e nas férias a gente vinha visitar a minha família. A família da minha esposa é muito querida, me trataram como um filho, já que eu contribuía pra caralho e cuidava pra cacete da minha esposa e dos meus filhos, sendo o homem da casa. Tudo tava normal até eu conhecer a Magali, a namorada do meu sobrinho. Os dois tinham 17 anos. Magali foi bem recebida pela família, porque vinha de uma família de bons valores e, como os pais dela eram de classe média, ela era uma menina mimada e privilegiada. Dava pra ver os valores da Magali de longe, ela era muito tranquila e prestativa na casa dos meus sogros, ajudando em tudo e contribuindo como mulher, coisa que minhas cunhadas e minha esposa adoravam pra caramba...
Magali é uma menina muito bonita, de pele branquinha, magrinha, cabelo preto às vezes castanho, corpo bonito, porque ela sempre estava muito arrumadinha e maquiada e, acima de tudo, muito carinhosa e respeitosa... Quanto ao tratamento entre mim e Magali, era o mais normal possível, já que eu era o único homem mais velho no meio de tantas mulheres, o que fazia com que ela fosse ainda mais respeitosa comigo, me chamando de tio Juan... Meu casamento com minha esposa foi cheio de brigas, e o principal motivo era o sexo, porque sou muito tarado, na verdade, costumo ser bem cachorro, já que minha esposa tem quadris largos, uma bunda bonita e pernas grossas...
O maior problema não era transar, mas sim que eu não me controlava. Porque toda vez que via minha esposa daquele jeito, dava vontade de levar ela pra cama ou apertar a bunda dela quando estávamos sozinhos ou escondido da família, já que moramos muita gente na casa, cada um com sua privacidade nos quartos. Não tô dizendo que não, mas algumas vezes alguma cunhada ou minha sogra me viram pegando na minha esposa, e elas fingiam que não tava acontecendo nada. O problema era a Magali, que começou a reparar nessas coisas. Um dia, numa festa, a gente viu ela e ela saiu correndo. Minha esposa reclamou comigo e ficou o dia todo envergonhada com a situação. No meu caso, até sentia vergonha, mas a vontade era maior...
Ver as bundonas da minha esposa me fazia endurecer a pica e quando a gente ficava sozinho ela não me impedia, então eu me deixava levar, metendo forte nela. E aquele rabão dela não passava despercebido, ela mordendo os lençóis ou tapando a boca. Não me gabo, mas tenho uma pica boa.
Minha esposa gosta, então eu encho a calcinha dela. A Magali sempre vi normal, nunca com maus olhos, apesar de vê-la com o uniforme da escola que ficava muito gostosa nela.
Apesar das pernas dela serem finas, longas e brancas, e da bundinha empinada que aparecia com as saias curtas, sempre tive respeito por ela ser namorada do meu sobrinho. Às vezes eu levava eles pra escola e acabava olhando demais pra Magali, principalmente quando ela ia sentada no banco do carona enquanto meu sobrinho ficava atrás no celular.
A saia da Magali sempre ficava acima do meio da coxa, deixando à mostra parte das pernas longas e finas dela. Vi várias vezes, e ela nunca percebeu, mas ver pele nova é sempre uma delícia. Uma tarde, enquanto eu fazia meus serviços de manutenção no carro e concentrado nas coisas da família, já que o Natal tava chegando e eu tava me apressando pra deixar o carro afinado, percebi a Magali conversando com uma das minhas cunhadas pela janela, pedindo algo da venda. Ainda me lembro da imagem de ver por baixo da saia dela..
Aquelas perninhas semiabertas com a calcinha branca escondendo parte da buceta e as nádegas empinadas pra mim, sendo um homem feio e sem chance com quem não fosse minha esposa, era uma exibição de puro tesão, imaginando que por aquelas pernas abertas ela já tinha transado com meu sobrinho. Fiquei olhando por cerca de um minuto, com o pau subindo, porque uma pirralha safada tinha visto mais do que devia... Imediatamente me virei ao ver meu sobrinho saindo pra vê-los descendo juntos.
Me cumprimentando e ainda vendo as pernas dela descendo os degraus foi algo excitante pra mim, então eu esperava extravasar todo meu tesão com minha esposa. Pra mim, ver a Magali Haci foi o momento que detonou vê-la com outros olhos, ou seja, olhos de luxúria, porque aquela garota tinha uma buceta gostosa e as bundinhas dela eram uma delícia... Meu tesão naquele mês e minha calentura foram ao extremo, tanto que minha esposa percebeu, porque ela me deixava comer ela quando estávamos sozinhos e até pedia a própria rola pra mim, diante de tanto tesão que eu sentia o tempo todo. No dia 24 de dezembro, a gente se divertiu bem, a Magali veio pra festa como sempre, vestindo-se de um jeito gostoso.
Sexy e cuidando de cada parte do corpo dela, que pra mim era carne fresca na frente dos meus olhos... Meu olhar já ia pras partes mais gostosas dela, tipo as pernas e a bunda, até o rosto dela me enchia de luxúria. Tô cheio, tomando todas e com uns copos a mais, chamei minha esposa pra ir pro quarto, já que meus filhos tavam dormindo e minha Magali e meu sobrinho já fazia um tempo que eu não via, pensando que tinham saído. Então minha esposa topou meu pedido e, lá no quarto, se misturou minha excitação pela Magali, as pernas e calcinhas dela, com a bunda da minha esposa.
Mamando de verdade, sentado na frente da lua, que é o que eu mais gosto de ver — minha esposa grudada no meu pau e eu olhando pra bunda dela — comecei a ouvir vozes no corredor. Mas minha esposa não fez esforço pra parar, ela adorava chupar meu pau ultimamente. Quando ouvi "tia Mary, tia Mary" e vi a expressão da Magali abrindo a portinha, fiquei imóvel olhando pra ela, e ela me olhando de volta, parecia que a menina não tava sacando o que via: ver minha esposa pelada enquanto minha esposa soltava meu pau, cravando os olhos nela. Magali ficou uns 10 segundos olhando pro meu pau, e eu pensei que ela tinha gostado, porque não falava nada e as pernas dela se cruzaram, como se quisesse ir ao banheiro pra sair do quarto. Aquela noite foi uma delícia pra mim, porque Magali já tinha nos visto e minha esposa aproveitou a foda que eu dei nela a noite toda... Minha esposa não percebeu, mas a Magali percebeu, e ela sabia que eu tinha visto ela também. Então nos dias seguintes, ela só me chamava de "tio" e se afastava de mim. No dia 31 de dezembro foi a mesma coisa: ver a Magali de novo com uma saia jeans ainda mais curtinha, era uma delícia.
Durante a reunião, rolou uns olhares rápidos entre eu e ela, toda vez que eu olhava pra ela, ela desviava o rosto. A festa já tava velha, no fim da noite, e na hora de brindar e fazer pedidos, Magali me encarava, mas quando eu procurava o olhar dela, ela baixava ou começava a falar com meu sobrinho. Já tarde da noite, os adultos saíram pra fumar, meu sobrinho ficou na porta atendendo os amigos dele. Eu não pensei duas vezes — o álcool já tinha me dado mais confiança — e fui ver a Magali, que tava meio mal sentada no sofá enquanto todo mundo conversava.
Suas pernas abertas... Ao me sentar ao lado dela, o olhar dela era diferente, como se quisesse me penetrar com força com os olhos. Perguntei o que ela tinha visto e o que achava, as palavras dela foram: "Bem, e me sinto envergonhada". Eu sabia que aquela garota queria pelo menos ver meu pau, então sussurrei no ouvido dela para irmos para os fundos e conversar. Fomos, e sem dizer nada, liberei meu pau. Ela não dizia nada, só olhava. Peguei seu queixo e a beijei, ela respondeu. Levei a mão dela ao meu pau, e ela fez um gesto entre o beijo e começou a masturbar um pouco. Disse para ela fazer com força, então coloquei minha mão junto à dela. O que mais me matou de tesão foi que ela dizia que era grande... Maior que o do Saúl (meu sobrinho). Magali: "Sim, muito maior." Gostou? Magali: "Sim." E sem mais, abaixei ela para começar a provar.
A boca dela mal chegava na minha glande, então ela tentava dar o melhor de si, mas era em vão. Parecia que ela gostava do que fazia... Já no clima, levei ela pro porão, nos despimos e vi o corpo dela ainda em desenvolvimento, mas gostosinho, então insisti em penetrar ela. Ela pedia pra ir com cuidado, então dei um travesseiro pra ela, igual minha esposa fazia. Não hesitei em pegar ela e morder quando coloquei ela de quatro, lambendo a buceta e o cu dela, que se mexiam de tão excitada...
Comecei a penetrar ela, a primeira estocada fez o gemido abafado dela ser forte, parecia que tava sofrendo, mas não dei bola e continuei. Ela parecia querer se soltar, me dizendo: "Juan, já sai, já sai..." Mas meu tesão era maior, então eu metia com toda força, fazendo ela gozar mais de três vezes, jorrando litros. Ela perdeu o controle e pediu mais.
Meu peso caiu nas costas dela e com palmadas fiz ela soltar toda sua perversão. Oooo aaa ooo aaa assim me come aaa sim aaa. Assim, vagabunda, ooo assim, mmm que delícia você tá... Fiz ela saber que tinha visto a calcinha dela hoje e à tarde no segundo andar, o que a excitou, me dizendo que sim, tinha gostado. Sem mais, falei que sim, que me deixava louco, e bati mais forte. Magali perdeu a cabeça me perguntando se eu comia mais gostoso que minha esposa. Claro que você come mais gostoso que ela, meu amor, e eu fodo mais gostoso que meu sobrinho. Siiim, siiim, Juan, você come mais gostoso, me enche. Essa menina já estava se ajeitando e aguentando, então bati com mais força. Virei ela pra chupar meu esperma enquanto eu me masturbava com força. Magali: vai, Juan, me dá a gozada da sua esposa, agora é minha. Terminando com uma gozada abundante, dando tudo pra ela, terminamos trocando de roupa rápido, uma série de beijos. Pouco tempo depois, meu sobrinho terminou com Magali, mas ela contou tudo o que aconteceu, o que me trouxe problemas e acabei voltando pra minha cidade. Ainda lembro e penso em procurá-la, mas seria arriscado. Fico com a certeza de que dei o melhor sexo que ela já teve, provando o corpo dela. Ainda bato uma com alguma foto que ela me mandou.
É a única coisa que me restou dela, acho que é algo que acontece e, bom, rolou, minha vontade foi maior e perdi muito, mas não me arrependo, faria tudo de novo...
Meu nome é Juan Quintana, sou de Oaxaca e, por causa de trabalho e família, vim pra Cidade do México, pro bairro operário, pra ser mais específico, onde conheci a Mary Lu, minha esposa, com quem formei uma linda família com dois filhos. Tenho 49 anos e 20 anos de casado. Por questões que levaram ao fim do meu casamento, voltei pra Oaxaca. Tem uns dois meses que tô de novo em Chihuitan... Voltando no tempo, tive anos difíceis enquanto era casado, porque a gente morava na casa da minha ex-esposa com a mãe e os parentes dela. Como a casa era bem grande, vivíamos todos como família, e nas férias a gente vinha visitar a minha família. A família da minha esposa é muito querida, me trataram como um filho, já que eu contribuía pra caralho e cuidava pra cacete da minha esposa e dos meus filhos, sendo o homem da casa. Tudo tava normal até eu conhecer a Magali, a namorada do meu sobrinho. Os dois tinham 17 anos. Magali foi bem recebida pela família, porque vinha de uma família de bons valores e, como os pais dela eram de classe média, ela era uma menina mimada e privilegiada. Dava pra ver os valores da Magali de longe, ela era muito tranquila e prestativa na casa dos meus sogros, ajudando em tudo e contribuindo como mulher, coisa que minhas cunhadas e minha esposa adoravam pra caramba...
Magali é uma menina muito bonita, de pele branquinha, magrinha, cabelo preto às vezes castanho, corpo bonito, porque ela sempre estava muito arrumadinha e maquiada e, acima de tudo, muito carinhosa e respeitosa... Quanto ao tratamento entre mim e Magali, era o mais normal possível, já que eu era o único homem mais velho no meio de tantas mulheres, o que fazia com que ela fosse ainda mais respeitosa comigo, me chamando de tio Juan... Meu casamento com minha esposa foi cheio de brigas, e o principal motivo era o sexo, porque sou muito tarado, na verdade, costumo ser bem cachorro, já que minha esposa tem quadris largos, uma bunda bonita e pernas grossas...
O maior problema não era transar, mas sim que eu não me controlava. Porque toda vez que via minha esposa daquele jeito, dava vontade de levar ela pra cama ou apertar a bunda dela quando estávamos sozinhos ou escondido da família, já que moramos muita gente na casa, cada um com sua privacidade nos quartos. Não tô dizendo que não, mas algumas vezes alguma cunhada ou minha sogra me viram pegando na minha esposa, e elas fingiam que não tava acontecendo nada. O problema era a Magali, que começou a reparar nessas coisas. Um dia, numa festa, a gente viu ela e ela saiu correndo. Minha esposa reclamou comigo e ficou o dia todo envergonhada com a situação. No meu caso, até sentia vergonha, mas a vontade era maior...
Ver as bundonas da minha esposa me fazia endurecer a pica e quando a gente ficava sozinho ela não me impedia, então eu me deixava levar, metendo forte nela. E aquele rabão dela não passava despercebido, ela mordendo os lençóis ou tapando a boca. Não me gabo, mas tenho uma pica boa.
Minha esposa gosta, então eu encho a calcinha dela. A Magali sempre vi normal, nunca com maus olhos, apesar de vê-la com o uniforme da escola que ficava muito gostosa nela.
Apesar das pernas dela serem finas, longas e brancas, e da bundinha empinada que aparecia com as saias curtas, sempre tive respeito por ela ser namorada do meu sobrinho. Às vezes eu levava eles pra escola e acabava olhando demais pra Magali, principalmente quando ela ia sentada no banco do carona enquanto meu sobrinho ficava atrás no celular.
A saia da Magali sempre ficava acima do meio da coxa, deixando à mostra parte das pernas longas e finas dela. Vi várias vezes, e ela nunca percebeu, mas ver pele nova é sempre uma delícia. Uma tarde, enquanto eu fazia meus serviços de manutenção no carro e concentrado nas coisas da família, já que o Natal tava chegando e eu tava me apressando pra deixar o carro afinado, percebi a Magali conversando com uma das minhas cunhadas pela janela, pedindo algo da venda. Ainda me lembro da imagem de ver por baixo da saia dela..
Aquelas perninhas semiabertas com a calcinha branca escondendo parte da buceta e as nádegas empinadas pra mim, sendo um homem feio e sem chance com quem não fosse minha esposa, era uma exibição de puro tesão, imaginando que por aquelas pernas abertas ela já tinha transado com meu sobrinho. Fiquei olhando por cerca de um minuto, com o pau subindo, porque uma pirralha safada tinha visto mais do que devia... Imediatamente me virei ao ver meu sobrinho saindo pra vê-los descendo juntos.
Me cumprimentando e ainda vendo as pernas dela descendo os degraus foi algo excitante pra mim, então eu esperava extravasar todo meu tesão com minha esposa. Pra mim, ver a Magali Haci foi o momento que detonou vê-la com outros olhos, ou seja, olhos de luxúria, porque aquela garota tinha uma buceta gostosa e as bundinhas dela eram uma delícia... Meu tesão naquele mês e minha calentura foram ao extremo, tanto que minha esposa percebeu, porque ela me deixava comer ela quando estávamos sozinhos e até pedia a própria rola pra mim, diante de tanto tesão que eu sentia o tempo todo. No dia 24 de dezembro, a gente se divertiu bem, a Magali veio pra festa como sempre, vestindo-se de um jeito gostoso.
Sexy e cuidando de cada parte do corpo dela, que pra mim era carne fresca na frente dos meus olhos... Meu olhar já ia pras partes mais gostosas dela, tipo as pernas e a bunda, até o rosto dela me enchia de luxúria. Tô cheio, tomando todas e com uns copos a mais, chamei minha esposa pra ir pro quarto, já que meus filhos tavam dormindo e minha Magali e meu sobrinho já fazia um tempo que eu não via, pensando que tinham saído. Então minha esposa topou meu pedido e, lá no quarto, se misturou minha excitação pela Magali, as pernas e calcinhas dela, com a bunda da minha esposa.
Mamando de verdade, sentado na frente da lua, que é o que eu mais gosto de ver — minha esposa grudada no meu pau e eu olhando pra bunda dela — comecei a ouvir vozes no corredor. Mas minha esposa não fez esforço pra parar, ela adorava chupar meu pau ultimamente. Quando ouvi "tia Mary, tia Mary" e vi a expressão da Magali abrindo a portinha, fiquei imóvel olhando pra ela, e ela me olhando de volta, parecia que a menina não tava sacando o que via: ver minha esposa pelada enquanto minha esposa soltava meu pau, cravando os olhos nela. Magali ficou uns 10 segundos olhando pro meu pau, e eu pensei que ela tinha gostado, porque não falava nada e as pernas dela se cruzaram, como se quisesse ir ao banheiro pra sair do quarto. Aquela noite foi uma delícia pra mim, porque Magali já tinha nos visto e minha esposa aproveitou a foda que eu dei nela a noite toda... Minha esposa não percebeu, mas a Magali percebeu, e ela sabia que eu tinha visto ela também. Então nos dias seguintes, ela só me chamava de "tio" e se afastava de mim. No dia 31 de dezembro foi a mesma coisa: ver a Magali de novo com uma saia jeans ainda mais curtinha, era uma delícia.
Durante a reunião, rolou uns olhares rápidos entre eu e ela, toda vez que eu olhava pra ela, ela desviava o rosto. A festa já tava velha, no fim da noite, e na hora de brindar e fazer pedidos, Magali me encarava, mas quando eu procurava o olhar dela, ela baixava ou começava a falar com meu sobrinho. Já tarde da noite, os adultos saíram pra fumar, meu sobrinho ficou na porta atendendo os amigos dele. Eu não pensei duas vezes — o álcool já tinha me dado mais confiança — e fui ver a Magali, que tava meio mal sentada no sofá enquanto todo mundo conversava.
Suas pernas abertas... Ao me sentar ao lado dela, o olhar dela era diferente, como se quisesse me penetrar com força com os olhos. Perguntei o que ela tinha visto e o que achava, as palavras dela foram: "Bem, e me sinto envergonhada". Eu sabia que aquela garota queria pelo menos ver meu pau, então sussurrei no ouvido dela para irmos para os fundos e conversar. Fomos, e sem dizer nada, liberei meu pau. Ela não dizia nada, só olhava. Peguei seu queixo e a beijei, ela respondeu. Levei a mão dela ao meu pau, e ela fez um gesto entre o beijo e começou a masturbar um pouco. Disse para ela fazer com força, então coloquei minha mão junto à dela. O que mais me matou de tesão foi que ela dizia que era grande... Maior que o do Saúl (meu sobrinho). Magali: "Sim, muito maior." Gostou? Magali: "Sim." E sem mais, abaixei ela para começar a provar.
A boca dela mal chegava na minha glande, então ela tentava dar o melhor de si, mas era em vão. Parecia que ela gostava do que fazia... Já no clima, levei ela pro porão, nos despimos e vi o corpo dela ainda em desenvolvimento, mas gostosinho, então insisti em penetrar ela. Ela pedia pra ir com cuidado, então dei um travesseiro pra ela, igual minha esposa fazia. Não hesitei em pegar ela e morder quando coloquei ela de quatro, lambendo a buceta e o cu dela, que se mexiam de tão excitada...
Comecei a penetrar ela, a primeira estocada fez o gemido abafado dela ser forte, parecia que tava sofrendo, mas não dei bola e continuei. Ela parecia querer se soltar, me dizendo: "Juan, já sai, já sai..." Mas meu tesão era maior, então eu metia com toda força, fazendo ela gozar mais de três vezes, jorrando litros. Ela perdeu o controle e pediu mais.
Meu peso caiu nas costas dela e com palmadas fiz ela soltar toda sua perversão. Oooo aaa ooo aaa assim me come aaa sim aaa. Assim, vagabunda, ooo assim, mmm que delícia você tá... Fiz ela saber que tinha visto a calcinha dela hoje e à tarde no segundo andar, o que a excitou, me dizendo que sim, tinha gostado. Sem mais, falei que sim, que me deixava louco, e bati mais forte. Magali perdeu a cabeça me perguntando se eu comia mais gostoso que minha esposa. Claro que você come mais gostoso que ela, meu amor, e eu fodo mais gostoso que meu sobrinho. Siiim, siiim, Juan, você come mais gostoso, me enche. Essa menina já estava se ajeitando e aguentando, então bati com mais força. Virei ela pra chupar meu esperma enquanto eu me masturbava com força. Magali: vai, Juan, me dá a gozada da sua esposa, agora é minha. Terminando com uma gozada abundante, dando tudo pra ela, terminamos trocando de roupa rápido, uma série de beijos. Pouco tempo depois, meu sobrinho terminou com Magali, mas ela contou tudo o que aconteceu, o que me trouxe problemas e acabei voltando pra minha cidade. Ainda lembro e penso em procurá-la, mas seria arriscado. Fico com a certeza de que dei o melhor sexo que ela já teve, provando o corpo dela. Ainda bato uma com alguma foto que ela me mandou.
É a única coisa que me restou dela, acho que é algo que acontece e, bom, rolou, minha vontade foi maior e perdi muito, mas não me arrependo, faria tudo de novo...
1 comentários - Anita, a gostosa do meu sobrinho