As Aventuras da Lupita capítulo 6

As Aventuras da Lupita capítulo 6Aqui a continuação do que aconteceu com a Lupita no ônibus.
— Ayy, bonequinha gostosa, você me deixa a ponto de explodir… A menina não respondia, só ficava mordendo os lábios, tentando evitar gemer alto por causa daquela mão nojenta que na buceta dela fazia sensações deliciosas no seu corpo traiçoeiro. Aquilo já era de enlouquecer o Ramón, e com a mão que ainda estava livre, ele abriu o zíper da calça, tirando o pau que estava desconfortável naquele lugar apertado, e pegando a Lupita pela cabeça, fez ela se abaixar na direção do pau dele. Naquele momento, a Lupe recuperou um pouco da sanidade, sentindo o cheiro desagradável que saía do pau do Seu Ramón, e para sua tortura, estava a centímetros do seu rostinho lindo.
— Vamos, princesa… chupa ele, come ele todinho… é pra você… A menina não estava disposta a cumprir esse pedido, sentia vontade de vomitar só de imaginar aquele pau fedorento dentro da boca dela… — Nãão!!! Me deixa, por favor… Pa-pare… O bêbado e nojento não estava disposto a ficar sem a vontade de que a adolescente provasse do pau dele, e com toda a força, inclinou ela mais, sentindo a ponta do pau procurando entrada entre os lábios fechados e carnudos. Era tanto desejo que, apertando um bom punhado do cabelo sedoso dela, fez ela abrir a boca por causa da dor. Foi aí que a menina sentiu aquele pau nojento e fedorento entrar dentro da boca fresca dela. O gosto que ele tinha era repugnante, ela tentava tirar ou expulsar da boca aquele pau intruso, fazendo o Ramón delirar ainda mais ao sentir ele se esfregando dentro da cavidade bucal e a língua fazendo massagens gostosas na tentativa vã de expulsá-lo… — AYYY, gostosona, isso… continua assim que você tá mandando bem, ahhhh…
A Lupe não aguentava mais, o gosto era nojento e com muito esforço conseguiu tirar ele da boca, cuspindo no chão completamente enojada. O Seu Ramón ainda segurava ela pelo cabelo, dominando. com um rosto de satisfação… — que delícia você chupa… faz de novo… a garota olhou pro rosto dele com sinais de nojo, mas com um olhar de desespero ao sentir que as pessoas que iam no ônibus paravam, algumas pra descer e outras pra subir e seguir viagem… — Por fa-favor, senhor, já chegaaaa, aqui nãoooo, por favor… aquela declaração foi excitante pro Linyera, que entendeu que aquela mulher gostosa estaria disposta a realizar seus desejos, mas num lugar mais privado. Com uma cara de satisfação, soltou o cabelo dela… Pegando-a pela cintura, sentou-a no colo dele, de costas pra ele, colocando a navalha no pescoço dela e, com a outra mão, atacando com carícias suaves na buceta deliciosa dela… — Muito bem, putinha… vai se comportar comigo ou vai se arrepender… recusa agora mesmo e eu te corto o pescoço na hora, entendeu?… A garota, cheia de terror, balançava a cabeça, já sem esperança de escapar daquele sujeito desgraçado, que, guardando a navalha, começou a apalpar os peitos dela desesperadamente, enquanto sussurrava no ouvido dela que naquela noite ia fazer dela sua, que ia encher ela de porra e que ela passaria a noite mais gostosa de toda a vida. Seu Ramón já não aguentava mais; ter nas mãos aquela colegial maravilhosa e deliciosa, dona de um corpo de deusa, era de morrer. As mãos dele nunca tinham tocado uma pele tão macia, muito menos uns peitos juvenis que, apesar da idade dela, seriam a inveja de qualquer mulher adulta. E Lupita podia sentir como os dedos do bêbado enchiam de sucos com tanta carícia; os bicos dos peitos dela estavam duríssimos, sentindo no pescoço e na orelha as palavras sujas ou intenções que Ramón dizia que faria.
— Tá bom… já não aguento mais, putinha, a gente desce aqui mesmo e vai pra debaixo de uma ponte perto daqui, é escuro e ninguém vai encher o saco. Vou te foder até o amanhecer, meu amor… — disse o nojento do bêbado, aproximando o rosto repulsivo e dando um beijo nos lábios dela. Passou a mão acariciando a vagina dela e levantando a O fecho da jaqueta escondia os seios expostos dela… — agora sim, boneca, fica quietinha que a gente vai descer, e cuidado pra não fazer merda porque eu corto teu pescoço… — ele disse com um tom malvado e cruel. Lupita, que ainda respirava ofegante, presa do medo e da excitação, ficou ao lado dele e, caminhando pra frente, se preparavam pra descer do ônibus. As bochechas lindas dela estavam coradas pelos estímulos forçados que recebeu, só agora percebia o que ia acontecer com ela, de novo à mercê de um abusador nojento e sem ninguém pra ajudar. Já imaginava com terror em algum lugar escuro, uma ponte suja, encurralada contra as paredes, sendo fodida por aquele homem horrível que, mesmo vestido, parecia magricela e doentio, pelado devia ser ainda pior.

Ela sentia a ponta do canivete na cintura, o que não dava coragem pra pedir ajuda. Quando o ônibus parou, percebeu que estava a um ponto do bairro dela. Seu Ramão deu um empurrãozinho e a obrigou a descer, e quando isso aconteceu, um monte de pivetes bagunceiros invadiu o ônibus desesperados pra subir. Lupita, já fora do ônibus, viu como aquela manada de moleques levou o assediador desesperado pra dentro. Rapidamente pensou que, finalmente, a sorte que já tinha abandonado ela há muito tempo lembrou-se dela, e começou a acelerar o passo pra escapar do captor, esbarrando num sujeito robusto. Ao levantar o rosto, viu que era um dos poucos policiais que vigiavam aquelas ruas — ei, o que foi, mocinha, cuidado por onde anda… A doce Lupita, preocupada com o vagabundo, virou pra trás pra ver se ele ainda seguia ela, vendo como ele subiu de novo no ônibus, assustado ao vê-la com um policial.

Seu Ramão não acreditava como deixou escapar das garras dele aquele monumento de guria. Ainda na bebedeira, com uma puta impotência, se lamentava que aquela horda de pivetes estragou a melhor noite de sexo que ele poderia ter tido em toda a vida miserável dele… — puta que pariu, esses moleques de merda, mas um dia… Vou encontrar ela de novo nesse coletivo… pensava, muito mortificado, voltando a se sentar nos últimos bancos onde descaradamente se masturbou, espalhando seu sêmen branco e amarelado pelos assentos. Depois que, com enorme alívio, viu o 152 se afastar dela, sentindo-se livre daquele nojento, e se desculpando com o policial, Lupita começou a caminhar em direção ao seu bairro. Naquelas ruas perigosas, a fauna masculina reconhecia o andar sensual do objeto mais desejado da vizinhança, o sonho dourado de muitos, o amor platônico de alguns e a fantasia depravada de todos. De cabeça baixa, ia meditando sobre o ocorrido no ônibus, não entendia como, apesar de ser vítima de um depravado, seu corpo reagia aos estímulos que ele dava. Nem prestava atenção nos assobios e cantadas de todo tipo que ouvia durante seu trajeto sensual.
CONTINUA… NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS, NOSSA LUPITA VAI CONTINUAR SE METENDO EM ENRRASCADAS, ONDE VAI CAIR NAS MÃOS DOS HOMENS MAIS DEPRAVADOS E SÁDICOS DO BAIRRO.

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