As Aventuras da Lupita capítulo 5

As Aventuras da Lupita capítulo 5As Aventuras de Lupita capítulo 5— Mu-muito prazer, senhor… agora me dá licença, preciso descer… Ele, que não era nada bobo, o Seu Ramão percebeu que ela tava mentindo e, se enfurecendo ainda mais, ameaçou ela com um canivete que carregava no bolso — Escuta aqui, sua mentirosa, você vai ficar aqui comigo… vamos nos conhecer e você vai ver que a gente vai se divertir pra caralho… Essa explicação veio acompanhada de uma mão acariciando a perna dela por baixo do vestido curto, o cara conseguiu sentir a maciez deliciosa da pele daquela deusa, deixando os sentidos dele no limite — Hummm, mas que pernas lindas e macias você tem, boneca… quer ser minha namorada? Era desnecessário dizer o desespero total que a Lupita tava sentindo, um medo do caralho, tentando tirar aquela mão nojenta e áspera da perna dela, mas ele colocou o metal frio perto do rosto dela — Calma, meu amor, não quero estragar essa carinha linda de anjo que você tem… disse o sujeito sem coração, tentando dar um beijo nela, que foi rejeitado pela garota ao sentir o hálito nojento que saía da boca dele.— por favor, senhor… me deixa ir, eu imploro… pedia a inocente Lupe pra aquele sujeito que cada vez mais subia as mãos por baixo do vestido, a menina apertava as pernas impedindo a passagem daquela mão suja, mas isso não era a única calamidade que acontecia, pois o sujeito abriu o zíper da jaqueta dela, deixando à mostra o decote onde estavam escondidos aquele par de peitões lindos… — huuu, mas o que temos aqui, olha essas duas rainhas escondidas, hummm… o sujeito fez uma cara de total surpresa ao ver os pequenos mas apetitosos limões, e o sorriso dele parecia cada vez mais com o personagem do Seu Madruga. Lupe engolia saliva, presa do desespero, se sentia à mercê daquele canalha e sem esperança de que alguém a salvasse, e pra sua má sorte o ônibus ia devagar por causa do trânsito da área — não pode ser, isso não pode estar acontecendo comigo… pensava a pobre menina, achando que em nenhum lugar e em nenhum momento poderia estar a salvo dos sádicos e depravados, o corpo dela parecia um ímã que atraía esse tipo de cara.

O bêbado afundou o rosto nos peitões da menina, aspirando a fragrância fresca que exalavam, ato que fez Lupita aumentar o desespero — por favor, senhor, me deixa, não me toca… aquele sujeito estava muito longe de dar ouvidos a ela, enlouquecido pelas partes deliciosas da sua jovem vítima… — mas que delícia você é, gatinha, vou te levar pra minha casa e vou te fazer o amor como ninguém nunca fez, você vai ser minha mulher… ouvir as intenções sujas do Seu Madruga foi um terror pra ela, a respiração ficou mais ofegante, cheia de nervosismo e desespero. — não, por favor, eu imploro, me deixa ir, pelo que você mais ama… ver aquela carinha assustada mas linda era excitante pra Ramón, sem aguentar a vontade, ele pegou o rosto dela e roubou um beijo barulhento naqueles lábios carnudos, Lupe reagiu com força, jogando a cabeça pra trás e batendo um pouco na janela, já o vagabundo ainda sentia nos lábios ressecados a deliciosa… frescura dos lábios da menina – mas que delícia que você é, mamacita… me dá outro beijo, meu amor… disse o sujeito se aproximando de novo de Lupe, que ao tentar evitá-lo afrouxou as pernas sentindo aquela mão que ainda estava lá avançar até tocar sua parte íntima vaginal. -- AHH mas olha que puta você é, andando com a buceta de fora… foi aí que ela se arrependeu de não ter aceitado que Verónica lhe emprestasse uma roupa, claro que também não teria impedido as intenções sujas do sádico sujeito que com a maior lascívia seus dedos sujos começaram a cavucar na deliciosa intimidade da menina… -- NÃO!!! Não, por favor, ti-tire suas mãos daí, nãoooo… dizia a desesperada colegial sem nem diminuir as intenções sujas do bêbado Dom Ramón que, diante da tentativa frustrada de beijá-la, passava os lábios pela orelha direita dela prestes a ativar o lado ansioso de prazer que sempre aflorava nela. O impiedoso bêbado tirou as mãos da buceta da menina notando-as molhadas pelas deliciosas secreções que escorriam nela, com a maior morbidez levou-as ao nariz cheirando com prazer desvairado o cheiro delicioso que tinham… -- hummm mas que gostosa você está, bebota, já vai ver como na minha casinha vou engolir todos os seus sucos he he, vou te deixar seca, meu amor, hummm cheira seus sucos… Dom Ramón pegando-a pelo rosto aproximou seus dedos molhados para que a menina cheirasse seu próprio sabor, Lupita não podia acreditar como cheirava bem, era a primeira vez que sentia seus próprios sabores. Com seu lindo rosto ainda nas mãos dele, Ramón se aproximou dela estampando novamente um beijo aterrorizante na distraída Lupita que fechava os lábios para parar aquela língua invasora que cheirava mal e que lutava para entrar e se enroscar na dela… -- então você se faz de difícil, né garota, agora vai saber quem eu sou… a assustada garota entrou em pânico ao notá-lo irritado e ameaçador, Ramón com o canivete nas mãos aproximou-o dela que segurou o rosto morrendo de medo, momento em que qual é este volume? o vestido rasgando o decote que escondia as peitolas dela. Ele pôde ver como aqueles dois lindos peitos de adolescente ficaram à mostra, afundando o rosto cadavérico deles, um a um passava de mamilo em mamilo com chupadas e lambidas famintas que faziam a garota se desesperar ainda mais, que respirava ofegante sentindo o corpo começar a reagir com aquelas investidas selvagens, tentando inutilmente com as mãos delicadas afastá-lo das peitolas – por… por favor, pa-pare, não co-ontinue, nãooo… suplicava a colegial em voz baixa, tentando não chamar atenção, pois morreria de vergonha se os outros passageiros percebessem.
– hummm, gostosa, que peitolas deliciosas, hummm… uma mão foi deslizando por baixo do vestido para começar a acariciar de novo aquela intimidade cada vez mais molhada, Lupita aos poucos começava a perder o controle do corpo, aquela língua fedorenta subia dos peitos até o pescoço para descer de novo e mordiscar suavemente aqueles mamilos eretos, era um ataque intenso que ela já não aguentava mais e, recostando a cabeça na janela, começou a ofegar baixinho, mas ainda tentando se controlar… – pa-pare, não co-ontinue, pelo amor de Deeeus… pa-pareee aaahhh…
Aquele som foi excitante para o Seu Ramón, que levantou o rosto e, sem parar de esfregar a buceta dela, a viu com os olhos semicerrados, meio ofegante, aquilo era uma imagem única, uma linda garotinha com os peitos de fora e fazendo caretas de prazer graças às mãos sujas dele, ele pôde sentir as primeiras gotas de líquido pré-seminal escorrendo do pau…

CONTINUA... Este post não me deixa colocar o capítulo inteiro no busão, por isso tô fazendo em partes, muito obrigado aos leitores.

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