A criada gostosa da minha esposa

Já estávamos há 8 anos casados, eu e Sandra, Francisco. Morávamos numa casa enorme nos arredores da cidade, no meio do campo, uma casa que o pai dela, um empresário importante, tinha dado de presente. Os dois trabalhávamos na empresa dele. Ela tinha se formado em Administração de Empresas e trabalhava como chefe de importação, e eu era encarregado de uma seção. Nos conhecemos com 18 anos, quando comecei a trabalhar lá. Ela estava na faculdade e, durante as férias de verão, trabalhava lá porque o pai queria que ela entendesse o funcionamento da empresa. Nos aproximamos e viramos namorados. Ela era uma garota muito dominadora, igual ao pai, e eu sou bem tranquilo e bastante submisso. Tenho cabelo comprido e traços andróginos. O pai dela nunca aprovou nosso relacionamento, dizia que eu não era o cara certo pra filha dele, mas respeitou e aceitou, e nos casamos com 21 anos. De segunda a sexta, tínhamos uma diarista em casa que cuidava da limpeza e das refeições. Ela era 2 anos mais velha que a gente e já trabalhava lá há 6 anos. As coisas entre nós já não iam bem há mais de um ano, praticamente não transávamos e vivíamos discutindo, embora no final eu, submisso, sempre desse razão a ela. Por causa de uma licença médica por tendinite na mão, tive que ficar em casa. Depois de uma semana, não tinha curado. Me deram mais uma semana, e continuou sem cura. Estenderam por um mês. Marta, que era o nome da moça da limpeza, pediu uma semana de férias pra visitar os pais, que moravam fora. Sandra deu permissão e disse pra ela tirar 15 dias. E pra mim, ela disse que, como a casa estava limpa, só precisava de pequenos reparos diários, e já que eu estava em casa, não seria esforço fazer isso. Eu concordei. Eu tinha um segredo: sempre fui atraído por roupas de mulher e já tinha me travestido algumas vezes. Um dia, enquanto preparava o jantar, lembrei de uma festa à fantasia que fizemos. em casa, onde os meninos e as meninas tinham que trocar de papéis, e uma fantasia que sempre tive foi me vestir de empregada. Naquele dia, escolhi uma fantasia assim e fui ver se ainda estava onde guardei. E lá estava, junto com os sapatos de salto que tinha usado. No dia seguinte, era quinta-feira, quando minha esposa saiu. Fui ao cesto de roupa suja, peguei a calcinha e o sutiã que ela tinha usado no dia anterior, fui ao quarto onde estava guardado e me vesti ali mesmo. Saí para fazer as tarefas de casa vestido de empregada. Fiz isso todos os dias quando ela ia trabalhar. Na quarta-feira seguinte, estava passando aspirador na sala com meu uniforme de empregada, quando de repente ouvi uns aplausos atrás de mim. Era minha esposa, que tinha chegado no meio da manhã. — Isso eu não esperava, te ver fazendo as tarefas assim vestido. — O que você está fazendo aqui? Ela pegou o celular e tirou uma foto minha. — Eu estava me sentindo mal e voltei, mas isso eu nunca imaginaria. — Foi uma besteira, lembrei dessa fantasia e achei que seria divertido, já vou tirar. Ela tirou mais fotos. — Não, gostosa, você não vai tirar, continua com seu serviço. — Melhor eu tirar e depois continuo. — Você vai ficar assim, a não ser que queira que eu mande essas fotos pros nossos amigos e pro meu pai. — Tá bom, não faz isso, por favor, faço o que você quiser. — Assim que eu gosto, continua com o serviço. Um momento, esse sutiã é o que eu usei ontem. — Sim. — Então suponho que também... levanta a saia. Levantei a saia. — Já imaginava, minha calcinha suja de ontem. Continua limpando e, quando terminar, vem ao meu escritório. Terminei de aspirar o chão e fui ao escritório dela, entrei sem bater. — Já estou aqui, Sandra. — Que modos são esses? Uma empregada deve bater na porta e pedir permissão para entrar. Sai e faz direito. Totalmente humilhado pelas palavras dela, fechei a porta, bati e pedi permissão para entrar. — Pode entrar. — Entra, Sofia. — Sofia! — Sim, Sofia, um nome bonito para uma... criada, senta. Ficou me olhando por um tempo e rindo. - Francisco, faz tempo que as coisas entre a gente não funcionam, quanto tempo faz que a gente não transa? Mais de três meses, e já faz um tempo que eu pensava que o melhor era separar, então hoje vou falar com meu advogado pra preparar o divórcio, mas te ver assim me deu uma ideia. Se você não quiser que eu mostre as fotos que tirei de você, vai continuar morando aqui, mas como criada interina, já que você gosta desse papel. - Você é louca, aceito o divórcio, mas vou embora agora, e esquece o que aconteceu e apaga essas fotos. - Nada disso, Sofia, você vai fazer o que eu mandar se não quiser que eu envie as fotos. Virei o notebook e lá estavam minhas fotos num e-mail com um monte de endereços pra enviar. - Tá bom, tá bem, vou fazer o que você disser. - Sabia que a gente ia chegar a um acordo. A partir de agora, você vai dormir no quarto onde a Marta dorme quando fica, já que tem duas camas, vai se vestir sempre como hoje, vamos comprar mais uniformes pra você trocar e roupas adequadas pro seu novo papel. Na segunda, quando a Marta chegar, vou explicar tudo, ela vai ser sua superiora, você obedece ela em tudo, vou mandar ela te ensinar tudo sobre os serviços de casa, ela vai cuidar da comida e te ensinar a cozinhar porque você é péssima na cozinha, vai nos chamar de senhoras, as duas. Ficou claro? - Você é muito dura comigo, por que não esquece isso e me deixa ir? - Muito dura, você diz? Eu te amei muito até hoje, você me deixou de lado, cheguei a pensar que tinha outra, mas agora sei porque tudo aconteceu, e no fim você é viadinho. Então vai fazer tudo que eu mandar, senão vai ter consequências. - Tá bom, me desculpa. - Já tá tudo dito, agora vai preparar o almoço. Quando ficou pronto, coloquei dois talheres na mesa e chamei ela. - Senhora, o almoço tá pronto. Quando ela chegou na sala de jantar. - Por que colocou dois talheres? Não achou que ia comer comigo, né? O serviço come na cozinha, tira esses talheres. Com a Cabeça baixa, tirei os talheres e servi a comida dela, esperei igual a Marta fazia na cozinha caso ela precisasse de algo. Quando terminou, me pediu uma maçã e um café. Quando acabou: "Pode recolher a mesa, vou pro meu quarto descansar. Quando terminar na cozinha, passa pano no pó mesmo que não tenha, e esfrega o chão. Não me incomoda por nada." "Sim, senhora." Recolhi a mesa e comi antes de lavar os talheres. Durante a tarde, fiz tudo que ela tinha mandado, enquanto ficava pensando que isso era um jogo por ter me encontrado daquele jeito e que não iria além. Lá pelas 7 da tarde, ela desceu. "Prepara o jantar que vou dormir cedo." Preparei o jantar, ela jantou. "Vou tomar um banho e dormir. Amanhã às 8 quero o café da manhã pronto pra eu ir trabalhar. No banheiro, deixei minha calcinha suja pra você usar amanhã." Lavei os talheres dela e eu jantaria mais tarde, ainda era cedo. Então subi pro quarto onde ia dormir naquela noite, arrumei a cama e percebi que não tinha pijama. Fui até o quarto dela e bati na porta. "Pode entrar." "O que foi, Sofia?" "Vim pegar um pijama pra dormir." "Espera um momento que vou pegar um pra você." Uns dois minutos depois, a porta se abriu e ela me passou uma camisola rosa. "Como é que vou dormir com isso?" "É o mais adequado pra você. Ou isso, ou dorme de calcinha." Peguei de má vontade e fui pro meu quarto. "Para aí. Esses não são modos de uma empregada, não tem algo que você devia me dizer?" Me virei confuso. "O quê?" "Quando alguém te dá algo, por gratidão, o que se diz?" "Obrigado, senhora." Deixei no quarto e desci pra jantar. Depois de deixar a cozinha arrumada, fui pro meu quarto e vesti a camisola, que já tinha usado algumas vezes quando estava sozinha e gostava. Ela batia acima dos joelhos. Acordei às 7, tomei um banho e vesti a calcinha que ela tinha deixado pra mim, vermelha de renda, e desci pra preparar o café da manhã. Às 8 em ponto, Sandra desceu. "Bom dia, Sofia." "Bom dia, San... Senhora. Coloquei o café da manhã, ele comeu e foi embora. Comi o meu e subi pra arrumar a cama dele e pegar roupa pra mim, porque tinha que descer na cidade pra fazer umas compras. Quando abri a gaveta do criado-mudo pra pegar umas cuecas, só encontrei um bilhete em cima de quatro calcinhas. "Caso você pensasse em procurar suas cuecas, já levei elas, não vai mais precisar. Deixei essas 4 calcinhas que não uso pra você, e fica com as que usou ontem e as que tá usando hoje. Não deixa elas aqui, pega, não vou dividir minhas calcinhas com você." — Merda. Foi o que saiu da minha boca. Peguei elas e fui procurar uma calça e uma camisa no armário. Quando abri, surpresa: minha roupa tinha sumido. No lugar, tinha um monte de roupa e outro bilhete. "Como você não vai mais precisar das suas roupas, levei pra doar pra Caritas. No lugar, deixei roupas mais apropriadas pra cobrir essas lindas calcinhas: umas saias, vestidos e roupas que não uso." A filha da puta tinha escondido minha roupa. Daí a pouco, o telefone fixo tocou. — Alô? — Oi, Sofia, como tá a manhã? — O que você fez com minha roupa, cadê? — Já percebeu, né? Tá no carro, vou doar. Não vai mais precisar. — Como assim não vou precisar? Tenho que descer na cidade, preciso de roupa. — Já deixei umas coisas pra você vestir. — Você é louca, não pode fazer isso comigo. — Claro que posso. Você vai pagar por esses últimos meses que me ignorou. E se não, já sabe, tenho umas fotos lindas pra compartilhar. E chega de te revelar: faz as tarefas que te cabem e põe uma lavagem com minha roupa. E desligou na minha cara. Eu tava puto pra caralho, mas a ideia dela compartilhar as fotos me deixava aterrorizado. Comecei a fazer os serviços. Quando ela chegou no meio da tarde, eu já tava descansando na sala. — Boa tarde, Sofia, como foi o dia? — Bem, mas preciso da roupa. — A roupa já era. E se você tá preocupada com roupa, sábado a gente vai comprar umas pra você. — Você é louca, não pode fazer isso. — Claro que posso. Olha as fotos, como você sai bem. Seus amigos vão amar. — Tá bom, tá. Bem, vou fazer o que você mandar. - Assim que eu gosto, Sofia, você já devia começar a preparar o jantar, não acha? - Sim, senhora. Depois disso, chegou sexta-feira e eu estava tomando um café na cozinha quando ouvi a porta. - Boa tarde, Sofia. - Boa tarde, senhora. Quando me virei, vi ela entrar na cozinha junto com o pai dela, fiquei gelado. - Olha, pai, foi assim que eu o encontrei. - Kkkk, já sabia que você não era homem o suficiente pra minha filha. - O que ele tá fazendo aqui? - Eu tinha que explicar por que íamos nos divorciar, e além disso, trouxe sua demissão da fábrica. - O que você tá dizendo? Não quero ser demitido, quero continuar trabalhando. - Sofia, verdade, Sandra me disse que você se chama agora, vai continuar trabalhando, mas como empregada, não vai faltar serviço. - Me deixa ir, eu assino o divórcio e a demissão e desapareço. - Não, já deixei claro, e se você recusar ou se rebelar, meu pai vai te denunciar por roubo na empresa. Não tinha saída, eu tinha que ser o que ela queria, estava nas mãos dela. - E agora para de reclamar e prepara um café pra gente. Abaixei a cabeça e fui até a cafeteira preparar. - Assim que eu gosto, obediente e submissa. Eles ficaram umas duas horas até ele ir embora. Mais tarde, servi o jantar pra ela e, depois de comer, eu lavei a cozinha. - Lembra daquela loja fetichista que tem na Passeio San Juan, que às vezes a gente passava andando e parava pra olhar? Amanhã vamos comprar uns uniformes de empregada pra você. Vou dormir, às 9 quero o café da manhã. - Sim, senhora. Naquela noite, demorei pra dormir. Acordei às 8 pra preparar o café, ela desceu e comeu. - Bom, Sofia, vamos nos arrumar que temos muita coisa pra fazer hoje. - O que eu vou vestir? - Te dei umas roupas, vamos pro seu quarto ver como fica. Segui ela até meu quarto. Assim que chegamos: - Pega a roupa. Abri o armário e coloquei em cima da cama. - E as calcinhas? - Na mesinha. Vai se despindo. Ela mesma abriu a gaveta. - Vamos ver o que escolher. Esse conjunto rosa me... Gostei. Fiquei só de calcinha. — Vamos, tira essa calcinha e coloca estas. Coloquei a calcinha, depois o sutiã, enquanto ela foi pegar um enchimento pra simular peitos — duas esponjas. Ela me passou uma saia branca florida que batia acima dos joelhos e uma camiseta branca. — Não gostei de como ficou com esses sapatos pretos, tira a saia. Ela me passou uma minissaia preta que parava no meio da coxa. — Assim tá melhor, vamos ao banheiro que vou te dar uns ajustes. Senta no banquinho. Sentei e ela começou a pentear meu cabelo comprido, depois ajeitou um pouco minhas sobrancelhas e, por último, me maquiou. Quando terminou, na frente do espelho, refletia o rosto de uma mulher — o meu. — Você tá linda, Sofia. Vou me maquiar um pouco e aí estamos prontas. Quando ela terminou de se arrumar: — Vamos, que temos que aproveitar a manhã. Aí eu me assustei. — Não posso sair assim na rua. — Pode sim, e vai ter que se acostumar. Ela me pegou pelo braço e puxou. Lá ninguém podia nos ver, mas chegar na cidade seria vergonhoso e humilhante. Subimos no carro e fomos pra cidade. Ela estacionou num estacionamento e, quando saímos na rua, minhas pernas tremiam. A rua tava cheia de gente e as mesas dos bares lotadas. Saí de cabeça baixa. Depois de alguns minutos andando, percebi que passava despercebida como qualquer outra mulher e ganhei confiança. Chegamos na loja e a Sandra parou um momento olhando a porta, como se hesitasse, mas não foi isso — ela abriu a porta e entrou, me convidando a entrar. Pensei em me virar e ir embora, mas não tinha outra opção e entrei devagar. — Boa tarde, em que posso ajudar? — Boa tarde, viemos procurar uma fantasia de empregada pra ela. Na frente da Sandra tinha uma mulher de pelo menos um metro e oitenta, vestida de preto com roupas bem justas e uns saltos altíssimos. — Veio ao lugar certo. Me chamo Ágata, prazer em tê-la aqui. — Prazer, Sandra. A vendedora deu dois beijos nela e me olhou de cima a baixo sem me cumprimentar. como se não estivesse. — e você tem alguma ideia de como quer ela? — não, é a primeira vez que venho e, se você me aconselhar, melhor. — me siga, vou te mostrar o que tenho. Então você é nova nesse mundo. — sim, faz dois dias que peguei meu marido vestido de empregada fazendo as tarefas de casa, e como nosso relacionamento já não funcionava, pensei em aproveitá-lo como empregada. — hahaha, bem feito. Eu, como especialista, te aconselho a criada francesa e que ela sempre vista cores claras: rosa, azul céu, vermelho, e acompanhada de meias e ligas. Vou te mostrar alguns. Peguei alguns e ficaram olhando. — Vamos aqui atrás, deixa ela provar e aí vemos como fica nela e você escolhe. Entramos num quarto onde me fizeram tirar a roupa e provar os trajes. Sandra escolheu um rosa e um vermelho. — Sandra, vou te dar uns conselhos. Primeiro, você precisa furar os lóbulos dela pra usar brincos. Uma jaula de castidade é obrigatória. Tenho umas que são das mais humilhantes pra ela. É uma calcinha buceta, que você coloca nela, esconde o pênis que entra numa cânula, e uma vez colocada, ela passa a ter buceta. Não precisa tirar pra ir ao banheiro, obriga ela a fazer sentada como uma mulher, e também é penetrável. Agora vou te mostrar uma. — Que curioso, tô doida pra ver. Peguei uma caixa e ficaram um tempinho conversando enquanto eu mostrava e explicava como era. — Pois eu gostei, vou levar e, se possível, ela já sai usando. — Claro que é possível. Diz pra sua criada tirar a saia e a calcinha. — Sofia, já ouviu. — Você não acha que isso tá indo longe demais? — Tudo que eu achar necessário. Você quem procurou, ou prefere ir pra cadeia? Fiquei calado, tirei a calcinha e Agatha se aproximou com aquilo na mão. — Sandra, me permite colocar nela e te ensinar direitinho como fazer? — Claro que sim. Ela fez eu passar os pés por cada lado e subiu aquilo quase até em cima. — Agora é só enfiar o pênis aqui na cânula. A ponta sai por esse buraco e simula a Clitóris e ela sobe e olha, sua empregada sissy já tem uma bucetinha bonita entre as pernas. Agora colocamos a calcinha de novo e olha como fica, não dá pra ver que tem um pau ou bolas por baixo, parece igual a qualquer outra buceta. — Adorei, não esperava por isso. — São lindos, mas precisaria acompanhar com uns peitos bonitos. Tenho vários modelos, todos ficam muito lindos, mas não sei se você tinha pensado em gastar tanto dinheiro. — Dinheiro não é problema, vamos ver esses peitos. Pegou várias caixas. — Tem de vários modelos e tamanhos, esses são duas próteses que colam no peito, esses são tipo um sutiã, e esse veste como uma camiseta e fica bem grudado no corpo, é o mais caro, mas é o que eu mais gosto. — São muito bonitos, a Sofia vai ficar muito gostosa com peitos, vamos experimentar esses dois e o sutiã. Tirei a roupa e fiquei só de calcinha, experimentaram primeiro o de sutiã e depois o que vestia pela cabeça, os dois tinham uns peitões grandes, nas duas vezes colocaram o sutiã por cima pra ver como ficava. — O que você acha, Sandra? — Ficou muito bem nela, vamos ficar com esse último, gostei mais, já pode se vestir, Sofia. Coloquei a saia e depois a camiseta, me senti muito desconfortável e totalmente humilhado. — Essa camiseta não fica boa nela, com o vestido de empregada vai ficar melhor, e sempre é melhor coisas bem justas. Vou te mostrar um vestido de vinil que é lindo. Pegou um vestido rosa. — Eu adoro vestir as sissys assim, vestidos justos e curtos que mal cobrem a bunda. Quer experimentar esse? Acho que vai servir bem, toma, deixa ela experimentar, enquanto eu procuro uns sapatos. Que número ela calça? — 39. — Vou pegar agora. Quando chegou com os sapatos, eu ainda estava vestindo o vestido com ajuda da Sandra, quando ela subiu o zíper ficou totalmente justo e na altura da bunda. — Ficou perfeito nela, Sandra. Aqui estão os sapatos. Eram rosas com um salto grosso, mas muito alto. Tiraram os que eu estava usando. colocados e me colocaram esses. - anda um pouco, Sofia. - são muito desconfortáveis. - você vai se acostumar a usar, vai começar hoje, acho que por hoje não vamos pegar mais nada. - fez uma boa compra, me dá seu telefone e a gente fica em contato, vou te dar ideias e dicas pra feminizar mais. - sim, sim, claro. - foi um prazer te conhecer, Sandra. - igualmente pra mim, vamos, Sofia, pega as sacolas e bora que ainda faltam algumas compras. - não, não, não, assim não posso sair na rua, por favor. - vamos, anda, ou quer que eu chame meu pai? Obedeci e a segui, parecia uma puta igual as que tinha por aquela área, que é zona de prostituição, então também não era o centro das atenções. Chegamos no carro, quando sentei o vestido subiu mais e a calcinha ficou à mostra, e ainda enfiada na fenda daquela buceta que tinham me colocado. Sandra me olhou e começou a rir às gargalhadas. - hahahaha hahahaha, não consigo parar de rir de te ver assim, mostrando a calcinha e marcando a fenda, é o máximo. Eu, totalmente humilhado e envergonhado, de cabeça baixa, fui me cobrir e ajeitar a calcinha. - Quieta, nem pense nisso, gosto assim como está. Se olha e me diz que você tá orgulhosa de ter uma buceta bonita, marcando a fenda. Fiquei olhando, mas sem dizer nada. - O quê, a puta comeu sua língua? Ah, desculpa, comeu a pica hahaha, quero ouvir você dizer que tá orgulhosa. - Sim, tô orgulhosa. Ela foi até um shopping, tava lotado de gente, que me olhava como eu tava vestida e não sei se percebiam que eu era um homem. A primeira parada foi na loja de lingerie, me comprou várias calcinhas e conjuntos, algumas meias e duas camisolas pra dormir. A segunda, uma loja de roupas, umas saias e um vestido. E por último, um par de sapatos de salto e tênis pra usar só no meu quarto. - Sofia, preciso ir ao banheiro. - Eu também. Ela entrou direto no feminino e eu fiquei parado na porta. - Vamos, o que você tá esperando? - É O lavabo feminino. — Claro, não ia querer entrar no masculino assim. — Não, claro. Ficamos esperando uns 5 minutos, todos ocupados, e quando foi nossa vez, ela me fez entrar com ela. Primeiro ela fez xixi. — Sua vez, preciosa. Quero ver como você faz seu primeiro xixi como mulher. Vamos, levanta o vestido, abaixa a calcinha e senta. Eu fiz, sentei. — Espera, abre um pouco as pernas, quero ver o jato saindo. Abri minhas pernas e comecei a fazer xixi, enquanto ela olhava curiosa. — Tô impressionada com esse negócio, não esperava que existisse isso. É demais e muito engraçado ver você sentada como mulher, vendo o jato saindo da sua racha. Terminei, peguei um pedaço de papel e me sequei. — E isso é a cereja do bolo: ver você secando a buceta, hahaha. Bom, vamos que ainda vou em outro lugar que me veio à cabeça agora. Saímos do shopping e paramos num estúdio de tatuagem. — Boa tarde, seria possível colocar uns brincos nela? — Boa tarde, claro que sim. Entra e senta aqui. Sentei, e em questão de 5 minutos eu tinha um brilhante em cada orelha. — Ela precisa usar isso uns dias pra curar e cicatrizar os furos. — Certo. De lá fomos direto pra casa. Assim que chegamos: — Vamos pro seu quarto arrumar isso e colocar o vestido rosa de empregada pra preparar o jantar. Vai se despindo. Tentei alcançar o zíper pra tirar o vestido, mas era impossível, não alcançava. Olhei pra Sandra e vi que ela tava me olhando rindo. — Algum problema, Sofia? — Não alcanço o zíper. — Vira que eu ajudo. Ela abaixou, tirei o vestido e fiquei de roupa íntima, parada esperando. — O que tá esperando? Sutiã e calcinha pra fora. Tirei e fiquei nua na frente dela, mas não sei por que me cobri o peito com um braço e a buceta. — Hahaha, isso eu não esperava: você se escondendo de uma mulher. Tira essas mãos daí. Em cima da cama estava tudo preparado: o vestido, a roupa íntima, Medalha de liga, tudo bem rosa. - Seu uniforme já tá pronto, mas primeiro chega aqui. Me aproximei dela, ela acariciou meu rosto e depois desceu até meus peitos, apertando e amassando eles. - Que peitos lindos você tem, parecem tão reais ao tocar, olha, toca eles também. Toquei meus peitos, e ela desceu a mão até minha buceta e começou a tocar, tocou a ponta do pau e começou a esfregar. - Que xoxota linda e macia você tem, com seu clitóris e tudo, você gosta que eu toque, sente alguma coisa? - Uma leve cócega. - Tive uma ideia, ainda é cedo pra preparar o jantar, tira a roupa de cima da cama e deita, abre suas pernas e se masturba como uma mulher. Comecei a me masturbar e ela me olhava rindo. - Olha só você, toda uma puta se dando prazer, continua, já volto. Demorou um pouco, e voltou com coisas nas mãos, não consegui ver o que era, deixou no criado-mudo e se aproximou de mim, pegou meu braço e colocou umas algemas, depois o outro braço, passou as algemas por trás das grades e algemou o outro braço, ficando preso ali. Foi até o criado-mudo e pegou mais alguma coisa, sentou na beirada da cama, deixou o que tinha pego atrás dela e começou a me acariciar, primeiro o cabelo, o rosto, os lábios, o peito, até chegar na buceta, então pegou o que estava atrás e percebi que era lubrificante, colocou um pouco na minha buceta nova e começou a lubrificar, de repente senti um dedo abrindo caminho no meu cu. - Não, isso não, por favor. - Por que não, linda? Temos que estrear sua buceta, é tão linda e eu tô ficando tão tesuda vendo como eu enfio o dedo em você. - Por favor, para. E dei um pequeno chute. - Como você ousa me dar um chute? Mas não vou dar importância, o melhor ainda vem, mas se der outro, vai pagar caro, entendeu? - Sim, desculpa. Pegou mais alguma coisa de trás e quando vi, fiquei paralisado, era o vibrador dela de 18 cm. - Olha o que tenho pra minha putinha, é lindo, né? Colocou perto do meu rosto, roçando meus lábios. - Abre essa boquinha e Chupa um pouco. Abri a boca e comecei a chupar a ponta, e ela foi empurrando devagar, enfiando na minha boca. — Que bem que você faz, sua putinha. Alguns minutos depois, ela tirou, passou lubrificante e aproximou da minha entreperna, e eu fiquei tenso. — Chegou a hora, sua vadia, de desvirgar essa bucetinha bonita. — Não, por favor. — Claro que sim, toda mulher adora sentir a vibração dentro da buceta. — Não quero, por favor, eu não tenho buceta, para. — Claro que tem buceta, é o que eu vejo. Relaxa, você está muito tensa. Começou a empurrar e foi entrando devagar, eu sentia muita dor e gritei até que ele parou de enfiar. — Não foi tão difícil, já está tudo dentro, agora é hora de brincar um pouco. Começou a meter e tirar, a dor persistia, mas foi sumindo aos poucos, e eu soltei uns gemidinhos baixos. — Parece que você está gostando, agora vamos nos divertir mais um pouco. Enfiou de novo até o fundo e de repente começou a vibrar, deixou alguns segundos assim lá dentro, e depois começou a tirar e meter enquanto eu começava a sentir prazer e soltar gemidos. — Parece que você gosta, geme que nem uma putinha, que gostoso, né? Tô adorando ver você aproveitar, me diz, você gosta? — Siiim. — Já vi, esses gemidos não enganam, e esse seu clitóris bonito tá babando toda, deixando sua buceta molhada. Eu já estava totalmente entregue ao prazer quando senti que ia gozar. — Vou gozar. — Goza, seu primeiro orgasmo feminino, solta esse fluxo vaginal, que tesão ver você gozar que nem uma mulher e ver sua buceta toda molhada. Tirou o vibrador e passou no meu rosto. — Boa menina, se comportou muito bem, acho que você vai ser uma boa raposinha. Agora se lava um pouco, se veste e começa a preparar o jantar. Me ajudou a me vestir. — Você está muito gostosa assim, toda rosa e vestida de empregada francesa. Tenho certeza de que era uma das suas fantasias. Um dia elas se realizam e mudam sua vida pra você viver sempre dentro da sua própria fantasia. Tô certa, não tô, Sofia? Na loja, por Os nervios... não tinha percebido que o vestido era tão curto e deixava a calcinha aparecendo. — Sim, senhora. — Fico feliz por você, sua vida agora é essa, já está, vai preparar o jantar antes que seja mais tarde. Fui direto pra cozinha e comecei a cozinhar, e depois me deitei cedo com uma das minhas novas camisolas. No domingo, acordei cedo e comecei com o que agora eram minhas obrigações de empregada. Na segunda-feira, chegava a Marta, a moça que tínhamos contratado. — Amanhã a Marta vem, vou trabalhar mais tarde pra colocá-la a par e dizer o que ela deve fazer, ela será sua superior, a governanta, você obedece ela em tudo, você é só uma simples e vulgar empregada, entendeu? — Sim, senhora. Na segunda-feira de manhã, quando a Marta chegou, eu estava com a Sandra, com meu uniforme rosa esperando na sala. Da entrada, a Marta só viu a Sandra primeiro. — Bom dia, senhora Sandra. — Bom dia, Marta. Assim que chegou na porta da sala, foi quando me viu e ficou paralisada me encarando. — Que surpresa, Marta. — É, o que o senhor Francisco está fazendo vestido assim? — Agora te explico, agora ele não é mais senhor, é simplesmente a Sofia, a empregada. Sofia, serve um café pra gente enquanto explico. A Sandra começou a explicar tudo pra Marta, eu servi o café envergonhada, enquanto ficava de pé na frente delas, que estavam sentadas na mesa, ouvindo ela explicar tudo. — Então é isso, o que achou do que aconteceu? — Tô muito surpresa, não esperava encontrar isso. — Pois foi assim, e a Sofia está sob suas ordens, vai dividir o quarto com você e quero que ensine tudo pra ela, as tarefas de casa, como fazer, cozinhar, ensina ela a se maquiar. — Tá bem, senhora, mas dividir quarto não me parece certo, ele ainda é um homem. — Ele não é mais um homem, é como você e eu. Levanta a saia e abaixa um pouco a calcinha, Sofia. Envergonhada, eu fiz. — Olha, Marta, que bucetinha bonita ela tem. A Marta me olhava surpresa, de boca aberta. — Não vai dizer nada, Marta? — É que eu... Ainda não acredito nisso. — Pois é o que você tá vendo, eu vou pro trabalho e a Sofia você já pode dar as tarefas que ela tem que fazer. Sandra se despediu e foi embora. — Vamos, Sofia, a primeira coisa que você precisa fazer é o quarto da senhora, vamos. Ela foi na minha frente e entramos no quarto. — Já pode começar enquanto eu te supervisiono. Comecei a arrumar a cama sob o olhar da Marta, ela me corrigiu em alguns detalhes e depois deixei o quarto arrumado. O próximo passo foi tirar o pó, limpar o banheiro, passar aspirador, esfregar o chão, fazer uma lavagem de roupa e ajudá-la na cozinha. Ela foi corrigindo meus erros, mas falava com calma. O primeiro dia foi tranquilo, ela mandava as coisas e me corrigia, mas com suavidade. No dia seguinte, já a vi um pouco mais autoritária, e com o passar da semana foi ficando mais dura, mais dominante. Me repreendia com firmeza pelos erros que eu cometia, e na sexta-feira até me chamou de empregada inútil. Na sexta à tarde, ela foi embora — folgava nos fins de semana — e fiquei a sós com minha esposa. — Sofia, amanhã vamos de novo ver a Agatha de manhã. Você vai vestir seu vestido de vinil, com uma calcinha bonita, meia-calça, o ligueiro e aqueles saltões enormes, tudo rosinha. — Senhora, por favor, não quero, é muito vergonhoso pra mim. — Eu sei, por isso que a gente faz. Conversei com ela, ela já preparou roupas adequadas pra você e pra uma festinha que me convidou pra ir na casa dela. Custei muito a dormir pensando no dia seguinte. Acordei cedo pra preparar o café da manhã pra minha esposa, e às 11 horas a gente saiu de lá. Sandra usava uma calça justa e uma blusa, e eu com meu putivestido e bem maquiada. Em 25 minutos estávamos na porta. Agatha e minha esposa se abraçaram e começaram a conversar, enquanto eu era ignorada como qualquer objeto. — Vem, vou te mostrar o que preparei pra sua sissy. Elas me mandaram segui-las até o quarto da outra vez. — Vai se despindo, Sofia, enquanto a Agatha me mostra o que preparou pra você. Tive que... pedir ajuda pra abaixar o zíper do vestido, uma vez nua, primeiro me deram umas calcinhas brancas de renda, um sutiã, umas meias brancas que iam até o joelho, por último uma saia de colegial, com blusa e uns saltos brancos. - esse é um uniforme obrigatório pra uma sissy, o que você acha, Sandra? - muito bonito. - e agora o próximo também essencial pra elas. Me fizeram ficar nua de novo, agora me deram uma tanga vermelha de renda com meias e cinta-liga, uma minissaia vermelha na metade da bunda, um top vermelho sem sutiã e uns saltos de 12 cm. - e por último não podem faltar esses brincos de argola bem grandes, obrigatório pra uma sissy puta. - hahaha, que puta você tá parecendo. - se a gente colocar ela na porta já arruma um cliente na hora. - hahaha. - vou fechar a loja, acho que ninguém mais vem na meia hora que falta, e vamos buscar a Alejandra e comer. Saímos de lá e seguimos uma rua reta à direita, com umas putas e travestis trabalhando e algumas vestidas igual a eu mostrando metade da bunda, uns 10 minutos depois entramos num salão de beleza. - oi Alejandra, já chegamos. - oi Agatha. - te apresento a Sandra, a amiga que te falei, e essa é a Sofia, a sissy criada dela. Percebi que a Alejandra era travesti, depois de conversar um pouco fechou o salão e fomos comer, foi algo leve e em menos de uma hora e meia estávamos de volta no salão. - já chegamos, Alejandra, pode começar quando quiser a fazer uma pequena mudança de visual na Sofia. - vou vestir o avental e começar. Eu olhei pra elas com cara de surpresa. - o que vocês vão fazer comigo? - algo mais adequado pra você. Ela saiu com o avental, me fez sentar no lavatório, depois me sentou na cadeira, tapou meus olhos e começou a passar umas porcarias no meu cabelo, daí um tempo colocou uma touca, em seguida inclinou minha cabeça pra trás e colocou algo quente nas minhas sobrancelhas e deu uns puxões que doeram muito, e depois senti ela tirando alguns Os pelinhos delas... Eu ouvi um carrinho se aproximando, pegaram minha mão e começaram a trabalhar nas minhas unhas. Eu não conseguia ver o que estavam fazendo. Quando terminaram uma mão, olharam meu cabelo e disseram que já estava. Me levaram sem enxergar pro lavatório, depois de volta à cadeira e começaram a cortar meu cabelo. Quando terminaram, continuaram com a outra mão e, por último, os pés. — Já acabamos. O que acharam? Gostaram? Só falta trocar a maquiagem, mas vou fazer isso daqui a pouco, preciso de um café. — Perfeito. Já não tem mais nenhum traço de homem nela, né, Sandra? — Adorei. Me levantaram e tiraram a venda dos meus olhos. Na frente do espelho, me vi: totalmente loira, corte feminino, sobrancelhas bem finas e, por último, minhas unhas compridas pintadas de vermelho. Por causa de uma fantasia de empregada, tinha chegado a essa situação. — Agora sim é uma sissy de verdade. Quando se veem assim, tão feminizadas, ficam ainda mais submissas. Mas você vai ter que educá-la bem, Sandra. — Pode ter certeza que vai ser bem educada. — Quando você voltar pra casa hoje à noite, ela vai voltar com uma lição bem aprendida, sabendo bem qual é o lugar dela como submissa e transformada numa mulher de verdade. Tomaram café conversando animadamente por um bom tempo. — Acho que vou cuidar da Sofia agora. Me fez sentar de novo, tirou minha maquiagem e começou a me maquiar de novo. Colocou cílios postiços e uma maquiagem um pouco carregada, com lábios vermelho paixão. — Pronta, Sofia. Olhei o relógio e já tinham passado mais de 4 horas. — Sofia, paga o que você fez que a gente vai embora. Se despediram e saímos de lá até o carro da Sandra. Tive que sentar atrás. Chegamos na casa da Agatha, uma casa grande de dois andares. Quando entrei, uma garota veio nos receber, vestida de preto com um vestido curto e transparente. — Boa noite, Ama Agatha. — Boa noite, Carla. Aqui está minha amiga Sandra e a sissy dela, Sofia. — Muito prazer, senhora. — Sandra, esta é minha submissa, Carla. — Oi. — Carla, leva a Sofia e preparem o jantar juntas. Ela me levou pra cozinha e eu ajudei a preparar o jantar, e depois servimos. Servimos nossas amas e nós jantamos na cozinha. Depois do jantar, subimos para o andar de cima. Primeiro, no banheiro, ela me fez uma lavagem intestinal. Depois, entramos num quarto com um par de poltronas, uma espécie de cavalete e alguns chicotes e dildos pendurados na parede. Num canto, tinha uma escada que subia. — Sandra, vou te ensinar como se deve tratar uma submissa. Venham aqui, as duas, e ajoelhem-se diante de mim. Me aproximei com Carla e nos ajoelhamos. — Sofia, essa deve ser sempre sua posição diante da sua ama: sempre ajoelhada, como uma boa submissa. Você deve sempre obedecer, ser obediente. Ela é superior a você. Você é insignificante para nós. Você é uma sissy, e isso está abaixo de tudo. Eu olhava para ela, ouvindo, quando de repente a campainha tocou. Agatha foi atender e voltou sozinha em alguns minutos. Um momento depois, um homem entrou no quarto de cueca. Em altura e corpo, ele era o dobro do meu. — Sandra, este é um bom amigo, Ramon, que colabora nas minhas sessões. Eles se cumprimentaram com dois beijos. — Carla você já conhece, e a outra é Sofia, uma nova puta que trouxe pra você. Ele se aproximou e ficou na minha frente, segurou meu queixo, me forçando a olhar pra ele. — Que putinha linda você é. Gosto muito de loiras burras, igual você, com esses lábios vermelhos bonitos. Ficam perfeitos em volta da minha pica. Ele tirou a pica pra fora e a aproximou da minha boca, tocando meus lábios. — Não, não, não. Isso eu não vou fazer. — Como assim, não? Claro que vai fazer. — Não pretendo fazer isso. Sandra, por favor, me tira daqui. Tentei me levantar, mas Ramon me segurou com força e me dobrou sobre o cavalete. Começou a me surrar com força no cu. Deu uns 10 tapas que me faziam gritar e chorar. Ele me levantou de novo e me fez ajoelhar diante dele, segurando minha cabeça e aproximando a pica da minha boca de novo. — Vai, putinha, começa a chupar, se não quiser levar outra surra. Abri a boca e comecei a chupar. — Assim, muito bem. Não era tão difícil. — Viu, Sandra? Uns bons tapas e olha só. obediente, submissa e puta que se transforma. - sim, tava louca pra ver a Sofia assim chupando uma pica. - sim, e olha como ela faz bem e repara na carinha de puta que ela faz e aquele brilho nos olhos. - sim, adoro ver ela assim. Ela tava chupando há uns minutos, quando o Ramón me segurou forte pela cabeça e começou a foder minha boca até soltar uma porra gostosa dentro que escorreu pelos cantos da boca e ele parou de repente mas sem tirar ela - continua chupando puta, engole a porra do seu macho, isso mesmo, que puta mais obediente. Gozou mais umas duas vezes. - já chega puta, se comportou muito bem. Fiquei de joelhos e ele se afastou e as duas se aproximaram. - olha Sandra que linda que ela tá com os lábios manchados de porra, pega e vai colocando na boca dela. Sandra começou a passar um dedo no meu pescoço pra cima recolhendo a porra e aproximava da minha boca sorrindo, enquanto eu só chorava. - chupa meu dedo Sofia, que prazer te ver assim chorando totalmente humilhada virada numa puta, é o preço que você tá pagando por me deixar de lado, mas agora te entendo, você preferia vestir minha calcinha vestida de empregada, agora já tem as suas e bem bonitas que são pra mostrar pra um bom macho. Sem esperar, me agarraram por trás e colocaram uma mordaça na minha boca e depois o Ramón me levantou e me levou até as escadas, enquanto ele me segurava a Agatha amarrou meus pés dos dois lados da escada ficando de pernas abertas, amarrou meus pulsos e amarrou a outra ponta lá em cima da escada, fiquei quase sem me aguentar nos saltos e a parte de cima do meu corpo ficou inclinada pra frente, era uma posição muito desconfortável, o Ramón começou a passar a mão na minha bunda e enfiava a mão entre minhas pernas - que bunda gostosa você tem, mmmm tá com a calcinha molhada, parece que te excitou chupar ela, sim você tá com a buceta bem molhada, louca pra eu foder ela. - mmmmmm, mmmmmm. Com a mordaça era o único som que saía da minha boca tentando protestar. Ele me deu Um par de tapas na bunda, ele me segurava e me apalpava. A Sandra chegou e se colocou na minha frente, enquanto a Agatha ficou do lado do Ramón. — Não faz a pobre da Sofia sofrer mais, mas primeiro você vai ter que lubrificar bem essa buceta, ela é virgem — disse a Agatha. Eu, sem poder falar, balançava a cabeça dizendo que não, enquanto o Ramón afastou a tanga para o lado e começou a me lubrificar. O que agora estava à vista era uma buceta vulgar, e eu já sentia um dedo abrindo caminho dentro de mim com dificuldade, porque eu estava tensa. — Calma, relaxa que assim facilita as coisas — disse a Agatha. — Sandra, fala com ela, tenta relaxá-la. — Respira devagar, Sofia, não dificulta, vai ser mais doloroso. Se deixa levar, seja boazinha — me disse a Sandra. Enquanto falava, Sandra acariciava meu rosto e meu cabelo. Eu sentia a pressão do dedo abrindo caminho, notava ele saindo e entrando de novo, até que senti ele sair completamente. — Passa mais um pouco de lubrificante, essa puta tem a buceta muito apertada. De novo, senti ele enfiar de volta, mas dessa vez entrou de uma vez, fazendo eu soltar um som gutural pela boca. Ele começou a meter e tirar várias vezes. — Ramón, acho que você já lubrificou bem a putinha pra foder ela. Eu continuava balançando a cabeça e chorando de impotência, enquanto a Sandra seguia com os carinhos. Senti algo tentando abrir caminho de novo, entrou um pouco e saiu, entrou mais um pouco e recuou, e então foi pra dentro com uma estocada seca que me abriu toda, fazendo eu soltar um gemido forte apesar da mordaça que tampava minha boca. — Já foi, Sofia. Relaxa, se deixa fazer, a parte mais difícil já passou. Bom, hahaha, o mais difícil você já tem tudo dentro, entrou até o fundo. Se deixa levar e aproveita. Sei que agora dói, mas daqui a pouco essa dor vira prazer — disse a Agatha. — Sandra, sua sissy perdeu a virgindade. Fala pra ela o que eu te disse, como a dona que você é. O Ramón já estava me segurando pela cintura e me fodia num ritmo constante. - mesmo sabendo que você não queria, que tava resistindo, no fim você se deixou levar, não tinha outra opção, agradece que a gente te amarrou pra facilitar, se não tivéssemos feito isso, você teria resistido um pouco mais, mas seu fim seria o mesmo, porque nas mãos do Ramón você parece uma mulherzinha delicada, mas tô orgulhosa de você. A dor foi sumindo e os sons que minha boca soltava mudaram pra mais gostosos, até o ponto de eu gozar. - olha, Sandra, parece que a putinha gostou, ela tá gozando, a buceta dela tá escorrendo, tira a mordaça dela. Ela tirou a mordaça e eu não consegui protestar, só gemia enquanto continuava gozando. - viu, Sofia, como você gosta, já tá gozando e gemendo que nem uma mulher. Sandra falava isso sorrindo e me acariciando. - já vou gozar. - vai, Ramón, enche a buceta dela de porra - disse a Ágata. De repente, senti um calor dentro de mim quando ele gozou dentro. - pronto, Sofia, você foi inseminada pelo Ramón, agora você é toda uma mulher, isso me deixa muito feliz, segundo a Ágata, isso vai te deixar mais submissa, obediente e bem putinha, do jeito que eu quero que você seja, tem algo a dizer sobre isso? - não. - assim que eu gosto, já tá aceitando seu lugar. Me soltaram e me fizeram ajoelhar de novo do lado da Carla, que não tinha saído dali, o Ramón se colocou do meu lado e, acariciando meu cabelo, me encostou na perna dele, enquanto a Ágata se posicionava do lado da Carla. - vem cá, Carla, ela tá morrendo de vontade de chupar sua buceta. Não esperava que a Sandra topasse aquilo, mas ela se aproximou, baixou as calças, puxou a calcinha pro lado e a Carla começou a chupar a buceta dela, enquanto a Ágata começava a falar. - vou te explicar uma coisa, Sofia, a Carla faz um ano que é minha submissa, ela não gosta de fazer isso, não gosta de mulheres, por isso eu obrigo ela a chupar minha buceta, porque assim ela se sente humilhada, ela tem total proibição de ficar com homens, só pode me servir, sempre tem que se vestir que nem uma putinha, assim Ela se sente humilhada também, mas se eu te vestisse de homem não mudaria nada. As mulheres também usam calças, é diferente de você. É fácil humilhar um homem, obrigar ele a vestir calcinha, embora você já usasse sem ninguém te obrigar, mas ser forçado por uma mulher é muito humilhante. Saias, saltos, maquiagem, te feminizar completamente como você está agora. E se ainda por cima você usa essa calcinha de castidade que te faz ter uma buceta, é um prazer delicioso para uma mulher dominante. Fazer de você uma sissy, te ensinar suas obrigações, que são as tarefas domésticas. E claro, como sissy, outra obrigação é satisfazer os machos. Outras sissys sabem disso porque gostam, mas você não gosta, e por isso é mais divertido para nós. E a partir de hoje, essa será sua posição diante deles. Agora olhe para sua ama, que vai te dar uma ordem. Olhe para a Sandra.

- Já entendeu o que a Agatha te disse? - Sim. - Te vejo tão feminina assim, ajoelhada com sua cabeça encostada na perna do Ramón, do lado dele com esse corpo gostoso que ele tem, você parece uma mulherzinha frágil e delicada, adoro te ver assim. Mas agora quero que me mostre o quão submissa e obediente você é. Pega no pau dele, masturba por uns minutos e depois chupa. Tirei o olhar da Sandra, obedeci sua ordem submisso porque senão eu seria açoitada, e peguei no pau dele e comecei a masturbar.

- Muito bem, Sofia, boa garota. Como ficam lindas essas unhas tão longas e vermelhas no pau dele. Como você faz bem, mas um pouco mais rápido. Isso, isso. Agora me olha enquanto leva ele pra boca. Sim, assim, muito bem. Chupa a pontinha, não tira os olhos de mim, quero ver a cara de puta que você faz enquanto desliza esses lábios vermelhos lindos por ele. Até sinto inveja de você, te ver com esse pau lindo na sua boca. Vai, até o fundo, mais rápido, puta. Quero ver sua boca encher de porra gostosa. Vamos, falta pouco.

- Mmmm, vou gozar. - Isso, muito bem. Recebe e engole a porra do seu macho. Assim que eu gosto, sendo boazinha. Nena, a Agatha me ocorreu uma ideia pra propor pro Ramón, com sua permissão. - Se explica. - Se vocês toparem, eu gostaria que o Ramón viesse na minha casa durante a semana, algum dia, pra ver a Sofía e ela pudesse curtir um bom macho como ele. - Pra mim tá de boa, Ramón, o que você acha? - Por mim, beleza. - Que feliz que tô que minha Sofía arrumou um parceiro de foda, tenho certeza que ela também tá feliz, né, Sofía? - Sim, senhora. - Bom, Agatha, valeu por tudo, pelo dia que me proporcionou, tá na hora de ir pra casa. - De nada, Sandra, foi um prazer. Se despediram e a gente foi embora.

2 comentários - A criada gostosa da minha esposa