Os peitos da minha sogra

Minha sogra é uma senhora, sempre muito recatada, de boa fala e geralmente vestida até o pescoço. No dia a dia, usa calça e blusas que abotoa até o último botão, então não dava espaço pra imaginar o que tem rolado nos últimos meses. Começou a usar blusas mais decotadas, de alcinha ou até tomara-que-caia. Era algo que meus olhos jamais pensaram em ver, já que ela era extremamente recatada.

Comecei a notar essas mudanças depois que me mudei de casa e a gente não visitava ela com tanta frequência. De repente, eu tinha que ir sozinho buscar umas coisas ou levar outras que a filha dela tinha comprado pra ela. Até aí, pra mim, parecia uma mudança boa, porque ela tava parecendo mais leve e jovem, e embora já seja de idade, não perdeu a forma completamente.

Na primeira vez que reparei nos peitos dela, levei um susto danado, de certa forma me assustei. Ela tava com uma blusa soltinha de gola larga, que chegava bem no começo dos peitos, mas quando ela se inclinou bem na minha frente pra pegar algo no chão, pude ver os peitos lindos dela, já meio caídos pelo tempo, bem acomodados dentro do sutiã que ela usava. Um sutiã branco lindo com rendas, que deixava transparecer um par de mamilos rosados, uma auréola média do mesmo tom. E se desse pra ver uma foto do momento, teria também um pau começando a inchar de forma pulsante.

O momento foi longo, uns 8 ou 10 segundos. Eu mesmo não acreditava, curtia cada segundo como se fosse o último, e ela prolongava cada vez mais aquela visão linda. Comecei a suar, a ficar vermelho e até a gaguejar naquela hora. Quando ela finalmente se levantou, senti que ela procurou meu olhar pra ver se eu tinha reparado naquele momento quente. E acho que ela percebeu, porque me viu todo vermelho e provavelmente até sem graça. Aí ela só perguntou: "Tá tudo bem?" E eu respondi: "Sim, claro, que blusa linda a O que você está usando hoje? Nunca tinha visto essa peça em você, e fica muito bem! E na mesma hora os papéis se inverteram. Agora a envergonhada era ela. Ela sabia que eu tinha olhado e me deliciado, porque era quase impossível não olhar pro meu pau crescendo, e olha que, com o vai e vem do olhar dela, consegui ver por uma fração de segundo.

E assim começou tudo. Agora, toda vez que eu a visitava, ela dava um jeito de eu olhar o decote dela. No começo, achei que era só coincidência, mas depois gravei vários desses episódios com meu celular. Sabia exatamente quando ela ia fazer um desses movimentos e, com a ajuda de um aplicativo que gravava escondido, consegui fazer 11 vídeos dos lindos peitos dela.

No meu escritório, quando tinha um tempo livre, não hesitava em ver repetidamente aquele material precioso. Na minha cabeça, só rondava a ideia de um dia poder tocá-los à vontade.

Depois de vários meses, parei de gravar e me dispus a aproveitar cada um desses momentos lindos, desejando ter coragem de me jogar nela e tocá-los, beijá-los e chupá-los. Mas, geralmente, não estávamos sozinhos na casa dela. Sempre tinha um dos meus cunhados ou minha esposa em algum lugar da casa.

Esta semana, tive que ir buscar um par de cortinas na casa da minha sogra e, embora não tivesse na mente me jogar nela, aconteceu… Cheguei um pouco antes do meio-dia, bati na porta e ela demorou uns dois minutos pra abrir. Quando abriu, vi uma blusa linda, branca, de alcinhas, com flores coloridas, muito bonita, por sinal. Fazia uns meses que eu e minha esposa tínhamos dado de presente de aniversário pra ela, e ela ainda não tinha estreado. Ela me cumprimentou no rosto e perguntou: "Gostou da minha blusa?" E eu, claro, comentei: "Claro, fui eu mesmo que escolhi pra senhora, sabia que ia ficar perfeita." Foi só uns minutos depois que percebi que ela não estava usando sutiã por baixo daquela blusa. Parece que a pressa de abrir a porta não deixou ela terminar de se vestir depois do banho. Depois do banho que tinha tomado, percebi, ao olhar com atenção, aquele par de mamilos lindos que eu tinha visto na primeira vez, meses atrás.

Ficamos alguns minutos conversando na sala, ela estava bem na minha frente, sentada em outra poltrona. De repente, ela se aproximou para me entregar as cortinas na mão e sentou do meu lado. Eu estava de novo à beira da excitação total, meu pau começou a pulsar e crescer enormemente de novo. Não sei se ela conseguia ver, mas minhas calças não aguentavam mais, queriam expulsar aquele bicho enorme. De repente, ela se levantou e foi pegar o celular, que disse que tinha parado de funcionar direito. Aproveitei aqueles segundos para ajeitar melhor minha caceta inchada, enorme que tava, e quando eu estava nessa manobra intensa, ela aparece na porta do quarto e consegue ver o que eu estava fazendo. Só sorriu, e eu fiquei vermelho de vergonha de novo.

Ela se aproximou com o celular e se inclinou na frente de onde eu estava sentado pra eu ver o que tava acontecendo com o telefone. Claro que nem por um segundo consegui ver a porra do celular. Meu olhar estava fixo naquele par lindo de peitos que balançavam dentro da blusa linda dela. O olhar dela se fixou nos meus olhos, que não paravam de olhar os peitos dela. Sei disso porque sentia ela me encarando. Ela se aproximou um pouco mais e eu consegui ver até o umbigo dela. De repente, vi a blusa dela descer, vi os peitos pularem pra fora da blusa e ouvi ela dizer: "Até quando você vai ficar olhando e não vai começar a chupar?" Fiquei surpreso com o que ouvi, mas não conseguia parar de olhar, e ainda mais quando os vi vindo direto na minha cara. Senti as mãos dela abraçando minha cabeça e, bruscamente, aquele par lindo de tetas no meu rosto. Tenho que dizer que me perdi num sonho. Senti aquelas tetas tão lindas percorrendo todo o meu rosto, macias como algodão, moles e quentinhas. Minha língua saiu da boca e começou a procurar aqueles mamilos lindos. até encontrá-los, dei umas lambidas em cada um e depois minhas mãos seguraram esses troféus tão lindos, finalmente tinha controle sobre eles, e ia fazê-los meus de qualquer jeito, então comecei a chupar e mamar até ouvi-la soluçar: "assim, meu bem, são seus, adoro que você queira comê-los inteirinhos, precisava que alguém os tratasse com tanto carinho quanto você!".

Minha tarefa era enorme naquele lindo par de peitos gostosos, acho que a fantasia de poder conhecê-los e beijá-los era extremamente gostosa, estava curtindo pra caralho e minha sogra também, começou a dar gemidos, soluços e suspiros deliciosos, minhas mãos começaram a procurar a bunda dela e enquanto minha boca trabalhava nas suas tetas gostosas, minhas mãos massageavam aquela bunda, que mesmo não sendo espetacular, era o prelúdio para poder aproveitar minha sogra por completo, quanto mais eu apertava o rabo dela e mordiscava os peitos dela, mais fortes eram seus suspiros, seus soluços e seus gemidos, comecei a baixar a calça dela devagar, e encontrei umas calcinhas fio dental lindas, pretas de renda, com um lacinho na frente, parecia que era meu presente e foi mesmo, sem tirá-las, só afastando de lado, senti a umidade que já tomava conta dos lábios dela, o quanto escorregadia era a entrada do paraíso e fiquei esfregando por vários minutos aquela buceta linda, senti o clitóris inchado dela e como ele tremia e pulava quando eu tocava, pensei que ela não ia gostar muito de eu mexer ali, mas os movimentos do quadril dela me forçavam a continuar tocando e vê-la aproveitar, naquele momento os peitos dela estavam firmes, bem inchadinhos, assim como as auréolas, como se fosse uma novinha, aqueles peitos murchos tinham se levantado, acho que pela excitação, mas era um espetáculo só de olhar.

Senti que ela gozou, teve uma descarga gostosa de lubrificação vaginal, o corpo dela tremeu e os braços dela envolveram meu pescoço, os gemidos dela foram tímidos mas profundos e a pele dela suava frio, ouvi ela dizer: "Te amo, meu bem… e seus lábios se juntaram aos meus.

Quando recupero um pouco das forças, procuro freneticamente desabotoar minha calça e, mesmo atrapalhado, consigo desabotoar e abaixar o zíper. Eu ajudei a puxar um pouco e ela, brincalhona, procurou meu pau endurecido. Já com ele na mão e massageando de cima pra baixo sem dificuldade, já que estava completamente banhado em lubrificante vindo dele mesmo, começou a esfregá-lo na pele dela, primeiro numa parte da perna, depois foi se ajeitando pra que meu pau pudesse roçar nos lábios molhados dela, cheios de pelos aparados. A buceta dela também era linda. Como pôde, conseguiu acariciar o clitóris dela com a cabeça do meu pau e brincou um pouco por ali. Depois, se levantou de cima de mim, se acomodou no sofá e desceu o corpo pra começar a chupar meu pau endurecido.

Senti como primeiro a língua dela percorria todo o tronco, depois senti o calor da boca dela, tentando enfiar ele inteiro e, sim, quase conseguiu. E, mesmo com dificuldade, conseguiu aproveitar ele por completo. As chupadas dela eram suaves, tímidas às vezes, mas cheias de maestria. Bendito meu sogro que ensinou a mulher dele a chupar um pau como ela tava fazendo agora comigo. O momento era tão fantasioso, proibido e exótico que não demorei pra gozar na boca dela, sem avisar, só descarreguei tudo dentro dela, e ela engoliu tudo, até a última gota, e continuava chupando. Eu sentia que ia pro céu, me estremecia a cada chupada depois de gozar e parecia que ela adorava aquilo, e eu adorava ver ela feliz, tanto que gozei de novo depois de uns minutos, algo que não tinha conseguido nem com minha mulher.

Quando ela levantou o rosto, vi um brilho lindo nos olhos dela, e acho que esse mesmo brilho tava presente nos meus. Começava a pensar que tava apaixonado por ela, gostava de ver ela feliz, mas mais ainda gostava de ser cúmplice de algo tão estranho e proibido. Até uns meses atrás, não pensava na minha sogra como uma mulher que eu quisesse fazer minhas. Na verdade, eu olhava pra ela como se fosse uma mulher da minha família, impensável e intocável, foi só quando ela começou a mostrar os peitos pra mim que tive pensamentos loucos por ela, no começo por causa dos peitos lindos dela, mas agora queria fazer ela minha, queria estar dentro dela, sentir como ela se mexia, vê-la gozar e fazer dela minha amante fixa, minha distração sexual e foi assim que aconteceu.

Já fazem 3 dias desde que nos tocamos à vontade, não tinha conseguido ir visitar minha sogra, porque não tinha motivo e claro, eu só queria ir pra poder tocá-la de novo. Hoje minha esposa me pediu pra acompanhá-la na casa da mãe dela, ia deixar um par de panelas que ela tinha nos emprestado antes e como agradecimento, minha esposa fez um bolo de nozes, que minha sogra adorava. E foi assim, chegamos, tocamos a campainha e ela abriu sorrindo, hoje com uma blusa mais fechada, mas semi-transparente, muito linda por sinal. Ela já tinha usado ela antes, mas com uma regata por baixo, porque transparentava bastante, mas hoje foi a exceção, ela usava por baixo daquela blusa um sutiã com renda de peito alto bem bonito, até minha mulher se surpreendeu e perguntou sobre aquela roupa, e minha sogra, em tom de brincadeira, falou: “Quem não mostra, não vende, meu amor” disse pra filha e as duas caíram na risada. Eu, por minha vez, me deliciava com aquela visão. Em algumas vezes, minha esposa me pegou olhando pra blusa da minha sogra e num tom meio de cobrança me perguntou por que eu tava olhando tanto pra mãe dela, e eu respondi que a combinação era muito linda, que queria que ela comprasse um conjunto igual pra ela, que queria poder vê-la tão linda quanto a mãe dela tava. Ela se surpreendeu um pouco e me perguntou: “Sério que minha mãe tá linda? Cê tá afim dela?” E eu respondi: “Amor, sua mãe é muito linda e você é o retrato vivo dela, se eu sou louco por você, imagina se não ia achar sua mãe bonita e gostosa…”

Nesse momento, minha sogra chegou. Concuñada foi na casa da minha sogra, mencionou que só estava de passagem, que iria pro bairro das lojas comprar umas coisinhas pro filho dela. Minha sogra, que tinha escutado a conversa que eu e minha esposa estávamos tendo, sugeriu pra minha esposa que fossem juntas, assim se cuidavam uma à outra e de quebra procurava um conjunto parecido com o que ela tava usando, porque eu tinha gostado muito. Minha esposa, que é uma viciada em comprar roupa e sapato, como muitas mulheres, não hesitou e só pediu dinheiro pra isso. Pegou a bolsa e só me perguntou onde a gente se encontrava na volta, se no meu escritório, em casa, e eu sugeri: "Por que a gente não se encontra aqui na casa da sua mãe? Do mesmo jeito, vou passar na feira pra comprar umas frutas e verduras que tão faltando em casa e vou deitar um pouco na sua cama antiga enquanto você volta." E foi assim, ela achou perfeito e as duas foram embora.

Eu saí pra comprar as frutas e verduras, enquanto minha sogra ficou procurando alguma coisa no quarto dela, sei porque ouvi abrir e fechar gavetas quando passei pela porta dela. Na volta, vi a porta entreaberta e pensei que minha sogra tinha deixado assim pra eu entrar com as mãos cheias de sacolas sem precisar tocar a campainha. Entrei e coloquei as sacolas num canto da sala, fui pro quarto antigo da minha esposa e, embora minha mente estivesse na minha sogra, pensei em deixar ela terminar o que tava fazendo.

Me deitei na cama, que me trazia lembranças antigas do namoro. Ficava pensando, de olhos fechados, na infinidade de vezes que transei com minha esposa ali mesmo, nas vezes que ela teve orgasmos intensos e em quanto gozo eu tinha derramado naquele colchão. Sorri e continuei fantasiando, lembrando como a gente fazia maravilhas naquela cama velha, quando de repente senti uma mão tocando meu pau por cima da calça. Por um momento, pensei que tinha dormido e que era minha esposa tentando me acordar de um jeito gostoso, como ela costuma fazer. aos domingos que ficamos em casa, com uma massagem gostosa e um boquete delicioso, mas não, era minha amada sogra, que tinha tirado a calça e a blusa transparente e ficado só com o lindo conjunto de sutiã e calcinha fio dental preta com renda e algo incomum, uns saltos agulha altos, abri meus olhos e vi aquela visão, me deixei levar por um momento, adorava sentir a mão macia dela roçando meu pau e minhas bolas, ela desabotoou minha calça e tirou como pôde meu pacote, continuava massageando, suavemente, se aproximava pra dar umas lambidas gostosas e depois só continuava massageando, enquanto meu pau começava a endurecer e ela se tocava nos peitos por cima do sutiã.

Como pude, consegui tocar a perna dela, e ela se virou um pouco, me dando a distância exata pra tocar a bunda dela, massageei um montão de vezes, até que ela pegou minha mão e afastou um pouco, pra depois jogar ela na bunda deliciosa dela, perguntei se ela gostava de palmadas e ela assentiu com a cabeça, então de vez em quando eu dava um par e depois voltava a massagear aquela bunda linda.

Notei que quando eu dava palmada nela, ela começava a aumentar o ritmo da respiração e a rebolada ficava mais intensa, a mão dela apertava meu pau e soltava um gemido, então pensei que ela gostava de brincar pesado, eu adorava, aliás era a parte mais divertida de transar com minha esposa, adorava montar nela, dar palmada e segurar os pulsos dela por trás das costas, puxava o cabelo dela e fazia dela minha gostosa brava, então pensei que era algo de família, por isso resolvi agir.

Rapidamente me levantei e peguei na cabeça dela, beijei ela apaixonadamente, enfiava até o fundo da minha boca a língua dela e eu fazia o mesmo, nos engasgávamos com nossos beijos, começávamos a nos tocar inteirinhos e nos perdíamos de paixão, foi então que eu disse: CHUPA MEU PAU!, quero sentir sua garganta no meu pau gostoso, quero te ver chupar até minhas bolas e sem dizer uma palavra, Me ajoelho no chão e engulo meu pau duro, ela começou a meter e tirar na boca feito louca, de repente largava meu cacete por um instante e chupava minhas duas bolas, tudo isso me olhando nos olhos. Foi foda ver aquela cena, uma mulher cheia de desejos guardados, que precisava urgentemente extravasar.

Levantei ela devagar, depois joguei ela de bruços na cama, fui direto pra rabeta dela, chupei e mamei à vontade, enquanto meus dedos percorriam o cu e a buceta dela, esfregavam e de repente entravam fundo, e minha sogra adorava, ainda mais quando sentia que eu forçava um pouco, dava pra ouvir ela gemer mais alto e pedir pra eu continuar daquele jeito, e quanto mais ela pedia, mais animado eu ficava e metia mais um dedo nos dois buracos, até o ponto em que ela começou a gozar sem parar, tinha achado o ponto "G", me dediquei a esfregar com força, até que finalmente ela explodiu numa convulsão exótica e dramática tão linda, perdeu completamente a noção do tempo, apagou com uma série de espasmos musculares deliciosos, os olhos dela viraram e os braços e pernas ficaram sem controle, só tinha visto um êxtase assim com minha esposa, de um jeito meio parecido, mas gostoso de ver.

Assim que ela se recuperou um pouco, levantei ela e deixei meu pau prestes a estourar, não sei se tava muito sensível ou se não queria que eu comesse ela, mas desde o começo que eu penetrei ela resistiu um pouco, falava que não, pra eu parar, e claro, eu tava cego de tesão e não parei, dava umas metidas brutais, enquanto sentia que ela tentava se soltar e eu segurava ela com mais força, sentia meu pau entrando inteiro e a luta era intensa, do jeito que deu segurei os dois pulsos dela pelas costas e ela continuava pedindo pra parar, só quando ela pediu por favor que eu parei, me retirei bruscamente e levantei ela, abracei e antes de tudo pedi desculpas, ela chorava, tremia um pouco, não sei se de medo ou por causa dos espasmos da gozada dela, mas não parei de abraçar ela.

Quando ela se acalmou mais Calma, a gente sentou na beira da cama, ela me explicou que queria poder nos tocar, nos curtir, nos beijar e nos acariciar, saciar as necessidades um do outro, mas que chegar na penetração era demais, que ela sentia, quando eu tava dentro dela, que tava sendo a mais infiel do mundo, porque tava dando pro marido da própria filha. Que as carícias e os beijos eram menos sexuais e invasivos, mas que se unir de verdade já era o maior pecado. E bom, quem sou eu pra tirar essas ideias da minha amada sogra? Então, por enquanto, a gente se toca, se beija e goza quando dá tempo, se mamando, se acariciando e se chupando, mas sem foder. Só espero que ela logo caia na real e me deixe entrar nela de novo, porque ainda tenho na cabeça como ela tava linda de joelhos na cama, com a buceta aberta, meu pau entrando e saindo, e as mãos presas nas costas.

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