Olá, quero manter minha personalidade oculta por motivos sérios, mas contar algo que aconteceu entre dom Jaime e este que vos fala. Moro na cidade de San Luis Potosí e atualmente tenho 28 anos, sou um cara de traços meio finos, magro, de pele morena e olhos castanhos. Por causa do trabalho, saí de casa aos 26 anos, já que trabalho como entregador do IMSS e, pelo bom salário e benefícios, me mudei para um bairro confortável, seguro e bem movimentado. Costumo ser bem tranquilo, não sou sociável e tenho azar no amor — quase zero, pode-se dizer, de namoradas. Deixo claro que adoro mulher, mas hmm, não sei, não é meu forte, pra ser sincero. No local, não fico muito em casa, só pra descansar, e nos sábados pra ficar em casa e domingo pra visitar minha família, que mora a uns 20 minutos de onde alugo. A verdade é que levo uma vida bem confortável e tranquila. Na vizinhança, com os vizinhos é só "oi" e "tchau", um aceno e pronto — não costumo ter contato com ninguém além dos meus vizinhos ao lado, um casal de idosos que são um amor de pessoas, já que me tratam super bem, como mais um filho, fazendo favores o tempo todo e cuidando da minha casa quando não estou. Com eles, costumo ser convidado pra jantar e, às vezes, almoçar, tendo conversas muito boas e recebendo conselhos de vida. Com a avó, é todo amor e carinho de mãe pra filho, e com dom Jaime é todo carinho de pai, me ensinando um pouco da vida, desde usar ferramentas até dar manutenção na minha casa, sabendo que ele é um homem muito bom que, nos seus anos de jovem, foi um ótimo empreiteiro, então entende muito do assunto. Depois de um ano me dando bem com eles, aconteceu uma desgraça: a esposa de dom Jaime faleceu, o que foi um golpe duro pra nós dois, pois eu tinha muito respeito e amor de mãe por ela, sempre cuidando de mim, já que os filhos deles são crescidos e ambos formaram famílias longe de casa, então sempre fui visto como mais um filho pra eles. eles, dentro do que aconteceu, fiquei com seu Jaime pra ajudar e apoiar ele nos trâmites da esposa dele e confirmando o momento, os dias foram passando e ele afundado na depressão, eu me apeguei mais a ele, visitando ele mais vezes na casa dele, vendo filmes, conversando, saindo e ajudando com a compra do mercado, tipo como um filho. Os filhos dele eram gratos pelo que eu fazia, então sempre me tiveram e me têm em boa consideração... Os dias foram passando e meu papel na vida era aquele, já que não costumo ter vida social, então de certa forma eu gostava, porque nós dois tínhamos gostos parecidos em programas de TV e música.
No dia 17 de junho, Dia dos Pais, passei com meu pai, família e amigos numa reunião de família, me divertindo pra caralho, cheio de bebida e muita felicidade. Já estava ficando tarde e, ao me despedir da minha família, senti a necessidade de dar um agrado pro seu Jaime por tanta ajuda e apoio que ele me deu com a falecida esposa dele. A verdade é que sempre me trataram como um filho, o que agradeço imensamente. O senhor Jaime é apaixonado, é a perdição dele, o prazer culposo dele são os doces de cum, então não hesitei em levar vários acompanhados de um vinhozinho. Chegando na casa dele, ele me recebeu com um abraço e um cumprimento, recebeu o presente, me agradecendo infinitamente, com os olhos cheios de lágrimas, porque era um detalhe pequeno, mas de coração, sem deixar passar o Dia dos Pais. Estando na casa dele, a gente conversou, comeu doces, canela e biscoitos, e nós dois rimos pra caralho, até relembrando momentos, o que fez os olhos dele e o semblante caírem muito, porque recordar é viver. Então senti a necessidade de me aproximar dele e abraçá-lo pra aliviar a dor dele, a perda dele, ele com uma mão no rosto, com algumas lágrimas, e eu abraçando ele, sentindo a mão pesada e grande dele nas minhas costas e o cheiro dele... Senti uma sensação estranha, algo nunca sentido, um formigamento em mim e me perdendo no abraço dele, vendo ele indefeso como um menino, me perdi na barriga dele, colocando uma mão nele e uma sem... reação óbvia na perna dele, senti um calor muito forte, uma vontade imensa de tocar nele, de sentir, de abraçar ainda mais, então não perdia detalhe da calça dele, do volume. vou ser sincero, não sou gay, mas senti uma sensação muito estranha. enquanto ele falava, eu me perdia no corpo dele, nas mãos, na minha visão fixa no zíper, no que estava escondido ali. minha boca começou a salivar muito diante daquela visão. ficamos um tempão assim, ele não me soltava. subi até o pescoço dele, com meu rosto perto do dele, me perdi ali. foi quando me perdi completamente e comecei a roçar meus lábios no pescoço dele. ele parecia não entender o que estava rolando, continuava com o olhar lacrimejante e perdido. uns beijinhos no pescoço dele fizeram ele reagir... mas sem oferecer resistência. a respiração dele acelerou no mesmo ritmo. eu, sem experiência nenhuma, me deixei levar, beijando ele com mais força e acariciando a barriga dele. depois de uns minutos, me acomodei melhor, sem ele parar de me abraçar, pra continuar beijando parte do queixo dele. abri a boca dele, que tinha um cheiro doce, e segui com o jogo, beijando as bochechas dele enquanto ele curtia. cheguei a desabotoar a camisa dele, sei lá, já tava perdido, não sabia o que tava fazendo, só me perdia vendo como ele tava gostando. com ele nu da cintura pra cima, comecei a sentir mais tesão, então beijei parte do peito peludo dele, subindo até o pescoço. enquanto eu subia, o olhar dele se perdeu no meu. nunca tinha me jogado assim, então esperei chegar no pescoço dele. ele disse meu nome, me segurou pelo rosto com a mão, meu nome várias vezes, enquanto meu olhar descia pra boca dele. ele fez questão de chegar nela e me beijar. quando ele me beijou, senti tanto tesão que meu pau começou a endurecer na hora, igual mola. os beijos dele foram aumentando, e eu comecei a curtir de verdade quando ele se jogou em mim, beijando meu pescoço e passando a língua até chegar na minha boca, que ele beijava deliciosamente. todo excitado, ele me pegou pelo pau com a mão direita, abriu meus olhos e me beijou, me levantando de cima dele. sofá enquanto me pegava com força no meu pau e com beijos andando de costas me levou pro quarto dele, que tava completamente escuro. Já no quarto, ele se afastou de mim pra se despir, eu não sabia o que tava rolando e ele puxou minha calça de uma vez só pra me deixar à mercê dele. Pelados e de pé, levei minha mão até o pau dele, que era maior que o meu em todos os sentidos e muito mais quente. Sem mais, me ajoelhei na frente do pau dele, olhando pra ele e, sem pensar, chupei como pude, sem experiência nenhuma, imaginando que tava chupando um sorvete.
Não precisava chupar tão bem sabendo que era um sorvete, sem dúvida ela mandava bem, mais que bem.
Tanto foi meu capricho que eu cuspia e enchia ela de saliva, e os prazeres dela só aumentavam, até sentir meu cu molhado e meu pau duro. A mão dela brincava com meu cu cheio do meu melado e da saliva dela, eu sentia um buraco se abrindo em mim, os dedos dela entrando era uma delícia.
Os beijos dela eram uma delícia e do jeito que ela me pegava, mas o que mais me excitou foi ela pedir pra eu meter nela.
Vou explicar como é a sensação... É como seii um buraco no seu estômago e na sua bunda se abrisse e entrasse uma lufada de ar formigando sua bunda e seu estômago, igual quando você sobe num brinquedo e sente um vazio na barriga.
As poses são tudo de bom, e ver o rostinho dele não tem preço. É uma delícia se sentir frágil, mas com a força de fazer alguém gozar.
Hoje em dia a gente mora junto, minha casa virou um consultório de visitas de família, quase não fico mais lá. Agora passo o dia inteiro com o Jaime, aproveitando as fodas que ele me dá. Ele é tão gostoso que me faz gemer, me transformei na putinha fiel dele. Só me fala o que fazer e eu obedeço. Espero que minha experiência ajude quem tem essa libido de sentir algo novo. Eu sempre me senti atraído por mulheres, mas agora curto sentir coisas pelo cu.
No dia 17 de junho, Dia dos Pais, passei com meu pai, família e amigos numa reunião de família, me divertindo pra caralho, cheio de bebida e muita felicidade. Já estava ficando tarde e, ao me despedir da minha família, senti a necessidade de dar um agrado pro seu Jaime por tanta ajuda e apoio que ele me deu com a falecida esposa dele. A verdade é que sempre me trataram como um filho, o que agradeço imensamente. O senhor Jaime é apaixonado, é a perdição dele, o prazer culposo dele são os doces de cum, então não hesitei em levar vários acompanhados de um vinhozinho. Chegando na casa dele, ele me recebeu com um abraço e um cumprimento, recebeu o presente, me agradecendo infinitamente, com os olhos cheios de lágrimas, porque era um detalhe pequeno, mas de coração, sem deixar passar o Dia dos Pais. Estando na casa dele, a gente conversou, comeu doces, canela e biscoitos, e nós dois rimos pra caralho, até relembrando momentos, o que fez os olhos dele e o semblante caírem muito, porque recordar é viver. Então senti a necessidade de me aproximar dele e abraçá-lo pra aliviar a dor dele, a perda dele, ele com uma mão no rosto, com algumas lágrimas, e eu abraçando ele, sentindo a mão pesada e grande dele nas minhas costas e o cheiro dele... Senti uma sensação estranha, algo nunca sentido, um formigamento em mim e me perdendo no abraço dele, vendo ele indefeso como um menino, me perdi na barriga dele, colocando uma mão nele e uma sem... reação óbvia na perna dele, senti um calor muito forte, uma vontade imensa de tocar nele, de sentir, de abraçar ainda mais, então não perdia detalhe da calça dele, do volume. vou ser sincero, não sou gay, mas senti uma sensação muito estranha. enquanto ele falava, eu me perdia no corpo dele, nas mãos, na minha visão fixa no zíper, no que estava escondido ali. minha boca começou a salivar muito diante daquela visão. ficamos um tempão assim, ele não me soltava. subi até o pescoço dele, com meu rosto perto do dele, me perdi ali. foi quando me perdi completamente e comecei a roçar meus lábios no pescoço dele. ele parecia não entender o que estava rolando, continuava com o olhar lacrimejante e perdido. uns beijinhos no pescoço dele fizeram ele reagir... mas sem oferecer resistência. a respiração dele acelerou no mesmo ritmo. eu, sem experiência nenhuma, me deixei levar, beijando ele com mais força e acariciando a barriga dele. depois de uns minutos, me acomodei melhor, sem ele parar de me abraçar, pra continuar beijando parte do queixo dele. abri a boca dele, que tinha um cheiro doce, e segui com o jogo, beijando as bochechas dele enquanto ele curtia. cheguei a desabotoar a camisa dele, sei lá, já tava perdido, não sabia o que tava fazendo, só me perdia vendo como ele tava gostando. com ele nu da cintura pra cima, comecei a sentir mais tesão, então beijei parte do peito peludo dele, subindo até o pescoço. enquanto eu subia, o olhar dele se perdeu no meu. nunca tinha me jogado assim, então esperei chegar no pescoço dele. ele disse meu nome, me segurou pelo rosto com a mão, meu nome várias vezes, enquanto meu olhar descia pra boca dele. ele fez questão de chegar nela e me beijar. quando ele me beijou, senti tanto tesão que meu pau começou a endurecer na hora, igual mola. os beijos dele foram aumentando, e eu comecei a curtir de verdade quando ele se jogou em mim, beijando meu pescoço e passando a língua até chegar na minha boca, que ele beijava deliciosamente. todo excitado, ele me pegou pelo pau com a mão direita, abriu meus olhos e me beijou, me levantando de cima dele. sofá enquanto me pegava com força no meu pau e com beijos andando de costas me levou pro quarto dele, que tava completamente escuro. Já no quarto, ele se afastou de mim pra se despir, eu não sabia o que tava rolando e ele puxou minha calça de uma vez só pra me deixar à mercê dele. Pelados e de pé, levei minha mão até o pau dele, que era maior que o meu em todos os sentidos e muito mais quente. Sem mais, me ajoelhei na frente do pau dele, olhando pra ele e, sem pensar, chupei como pude, sem experiência nenhuma, imaginando que tava chupando um sorvete.
Não precisava chupar tão bem sabendo que era um sorvete, sem dúvida ela mandava bem, mais que bem.
Tanto foi meu capricho que eu cuspia e enchia ela de saliva, e os prazeres dela só aumentavam, até sentir meu cu molhado e meu pau duro. A mão dela brincava com meu cu cheio do meu melado e da saliva dela, eu sentia um buraco se abrindo em mim, os dedos dela entrando era uma delícia.
Os beijos dela eram uma delícia e do jeito que ela me pegava, mas o que mais me excitou foi ela pedir pra eu meter nela.
Vou explicar como é a sensação... É como seii um buraco no seu estômago e na sua bunda se abrisse e entrasse uma lufada de ar formigando sua bunda e seu estômago, igual quando você sobe num brinquedo e sente um vazio na barriga.
As poses são tudo de bom, e ver o rostinho dele não tem preço. É uma delícia se sentir frágil, mas com a força de fazer alguém gozar.
Hoje em dia a gente mora junto, minha casa virou um consultório de visitas de família, quase não fico mais lá. Agora passo o dia inteiro com o Jaime, aproveitando as fodas que ele me dá. Ele é tão gostoso que me faz gemer, me transformei na putinha fiel dele. Só me fala o que fazer e eu obedeço. Espero que minha experiência ajude quem tem essa libido de sentir algo novo. Eu sempre me senti atraído por mulheres, mas agora curto sentir coisas pelo cu.
4 comentários - Não sei como, mas passo o rodo (gay)