Adri, a gostosa do meu melhor amigo

Fala, meu nome é Ramiro, tenho 37 anos e há um tempo curto escrever todo tipo de coisa, inclusive algumas experiências sexuais que vivi ao longo da vida. Essa história é real, só troquei os nomes pra proteger os protagonistas. Isso aconteceu mais ou menos um ano atrás, e até hoje a Adri continua sendo minha putinha pessoal. Espero que curta, e se quiser, vou compartilhando outros capítulos das nossas aventuras e outras histórias que já vivi.


Desde o primeiro dia que conheci ela, sabia que isso ia acabar acontecendo. Adri e Fer viviam discutindo, Adri reclamava das coisas dele e xingava ele na minha frente sem problema nenhum, buscava cumplicidade comigo, e eu obviamente me fazia de desentendido. Depois de um tempo indo visitar, comecei a notar outros olhares da Adri, olhares safados, sentia que ela era muito puta e tinha uma fome de pau monumental, Fer já tinha me contado que praticamente não transavam. Um dia fui jantar lá, era sexta-feira, começamos a beber com Fer e Adri, Juan, o filho deles, lá pelas 12 foi dormir, Adri ficou mais meia hora e foi se deitar. Fer começou a ficar fissurado em querer cheirar uma carreira, eu não cheiro, mas ele cheira bastante e eu não encho o saco. Ele começou a mandar mensagens até que lá pela 1 da manhã conseguiu um contato que tinha, o problema é que tinha que ir até a casa do cara, umas 15 quadras, vale dizer que nem Fer nem eu temos carro. Óbvio que falei que dava uma força e que a gente ia, só que eu preferia esperar ele na esquina ou algo assim, pra não participar da parada. Ele me disse que se não me incomodasse, era melhor eu ficar, eu não entendia o motivo, ele falou que se Adri acordasse e não visse ele, eu podia enrolar ela, falar que ele foi comprar cigarro e pronto. Falei que beleza, sem problema, e fiquei bolando um baseado enquanto isso. Ele saiu, era 1h10 da manhã, 5 minutos depois que ele fechou a porta de baixo, Adri saiu do quarto com cara de brava, estava uma delícia, com um shortinho de casa minúsculo e um top esportivo, começou a me perguntar pra onde Fer tinha ido, eu falei que foi comprar cigarro, óbvio, ela espiou da sacada e não viu ele na esquina, lembro que naquele momento não conseguia parar de olhar pra bunda dela, ela inclinada no parapeito da sacada com um shortinho que deixava transparecer a fio dental inteira, claramente uma fio dental minúscula, me quebrou. Ela se virou, me olhou e disse pra eu não encobrir ele, que o filho da puta tinha ido comprar uma carreira. Sempre promete que vai parar, mas faz escondido, que tá podre, etc. Eu não sabia o que dizer pra ela, tentei me fazer de besta e falei que era estranho, devia ter ido em outro bar. Ela começou a ficar mal, me disse pra não ser cuzão também, chegou perto de mim e meio que me deu um soco leve no peito, começou a chorar e me abraçou, eu fiquei meio duro, não sabia o que fazer. Fiquei abraçando ela, ela chorava como uma criança, me deu pena, abracei forte. Num momento ela se soltou de mim e disse: “tô farta dele fazer o que quer e eu não, enchi o saco, eu também quero aproveitar, hoje vai ser uma noite divertida pra todo mundo”. Instantaneamente ela chegou perto de mim e me olhou na cara de um jeito diferente, mais profundo, literalmente como se tivesse com fome, até aquele momento, eu não entendia de quê. Me olhando nos olhos, ela se ajoelhou na minha frente, bem na sacada, eu perguntei o que ela tava fazendo, ela disse: “você cala a boca e aproveita, assim como você cobre seu amigo agora vai ter que me cobrir”, e enquanto falava isso abaixou minha calça, antes que eu pudesse reagir já tinha meu pau na boca e chupava com uma vontade que há tempos não via, parecia apaixonada por chupar meu pau, passava a língua da base até a ponta, chupava inteiro e se engasgava, tossia e voltava a chupar a cabecinha com força, brincando, depois passava no rosto dela e dizia que a partir de agora eu ia dar pra ela pelo menos uma vez por semana, falou que Fer não comia ela há tempos e que desde que me viu pela primeira vez sonhava em chupar meu pau. Eu não consegui me segurar mais nem lutar contra nada e comecei a falar que ela era uma puta de merda, que era muito perigoso, que o Fer podia chegar, isso a deixava mais excitada, ela disse: “vamos fazer uma coisa, fica virado pra rua, eu fico entre você e o parapeito da sacada, assim se o Fernando vier, a mulher dele tá chupando seu pau enquanto você cumprimenta ele”. Falei que ela era uma puta tarada, mas me posicionei como ela pediu, ela se aninhou entre mim corpo e o corrimão da varanda e voltou pro que tava fazendo, me devorar a cock como nunca tinham me devorado antes. Eu fiquei agressivo e comecei a meter na boca dela com força, ela adorou, falei que já não ligava mais pra nada, que a partir de agora ia comer ela sempre que quisesse, que ela era minha slut, ela falava que sim, que era uma slut barata e que ia fazer tudo que eu pedisse. Não aguentei mais essa situação e depois de uns minutos disso, sem avisar, gozei na cara dela, um jato de leite atrás do outro, cum pra todo lado, no chão, no corrimão, a cara dela toda lambuzada, no corpo, no top, no shortinho, era uma loucura, ela ficou doida, claramente era viciada em sêmen, começou a limpar minha cock perguntando se eu não tinha mais cum pra dar, juntava o que tinha na cara, no top e no shortinho e engolia. Ela me deixou assim uns 10 minutos, eu não aguentava mais, tinha a cock super sensível, mas ela continuava hipnotizada chupando cock. Num momento olho pra esquina e vejo o Fer vindo, falei pra Adri ir deitar que o Fer tava na esquina, ela sorriu com uma cara de perversa do caralho e falou que não ia parar de chupar minha cock até eu abrir a porta de baixo. E foi o que a puta fez, tava o Fer lá embaixo me perguntando se eu tinha ficado muito entediado enquanto a Adri se afogava na minha cock, 2 metros acima dele sem ele ver, quando ele entrou olhei pra baixo, ela tava com os olhos lacrimejando e minha cock até o fundo da garganta, totalmente descontrolada, tirei a cock da boca dela, dei um tapa leve e falei vai deitar sua slut que a gente vai ser pego, outro dia fuck you cock. Ela se levantou sorrindo e foi pro quarto, ainda tinha um jato de leite no cabelo, falei pra ela e ela fez cara de vergonha, antes de ir virou a cabeça, me olhou com cara de slut e abaixou o short, mostrando a bunda com uma thong preta minúscula, isso me deixou doido e ela percebeu, precisava comer ela. Quando o Fer subiu eu tava nas nuvens, não tava caindo a ficha o que tinha acontecido, mesmo depois de ter gozado 2 litros de porra, ainda tava muito tarado, ficou gravado a fogo na minha mente a imagem da bunda da Adri naquela calcinha fio dental minúscula e a cara de puta dela curtindo como me deixava excitado, ficava pensando naquela puta da mãe, quando vou poder comer ela como Deus manda, queria arrebentar o cu dela, mal imaginava que ia ter a chance antes do que pensava. Depois de umas horas, tava bolando um com o Fer no sofá meio morto, quando terminei a gente sentou pra fumar, lá pela metade do baseado fiquei viajando pensando na punheta que a puta da Adri tinha me feito bater, nem sei quanto tempo passou, olhei a hora e eram 4 e 20 da manhã, o Fer tava morto no sofá, completamente dormindo. Minha mente foi pro caralho, nem tentei lutar contra, levantei e fui pro banheiro, mijei e quando saí fiquei parado na porta do quarto da Adri e do Fer, pensando na vontade que tava de comer ela, tava com o pau duríssimo e maior do que o normal, do jeito que fica quando você tem uma tesão especial. Meu cérebro foi tomado pelo tesão enquanto o sangue todo ia pro meu pau, não pensava direito, abri a porta devagar, a Adri tava dormindo de bunda pra cima, destapada e com aquele shortinho apertado que fazia uma raba do caralho. Não sei se pelo tesão que tava na hora, ou pela broxada que tinha tomado umas horas antes, mas precisei comer ela, simples assim, fechei a porta, puxei o shortinho dela até as coxas, afastei a calcinha fio dental e enfiei tudo de uma vez, senti bem apertado, tava seca, óbvio, mas o corpo dela reagiu na hora, começou a gemer antes mesmo de acordar, comecei a bombar cada vez mais forte, passaram uns segundos e ela começou a ficar molhada e a acordar, perguntou o que tava acontecendo, eu tapei a boca dela e falei no ouvido que era eu, que o Fer tava dormindo no sofá e que eu precisava comer ela como uma puta antes de ir embora, meio dormindo e entre gemidos ela começou a me disse que eu estava louco, que tinha ido pra merda, que o Fer podia acordar ou pior, o Juan, tudo isso enquanto empinava mais a bunda, como se quisesse que entrasse até o último centímetro de pau. Eu comecei um joguinho muito divertido, parei de foder ela, tirei o pau e deixei só a pontinha dentro e falei: "então vou parar de te comer e vou pra casa". Ela ficou doida e disse que não, que por favor enfiasse tudo. Eu falei que não, que era muito arriscado, zoando ela. Ela disse que não ligava pra nada, jogou a bunda bem pra trás e cravou meu pau até o fundo das entranhas dela. Eu aumentei a aposta e falei: "então você é uma puta tarada?" Ela disse que sim, que adorava que eu tivesse comendo ela assim na cama dela, com o Fer dormindo na sala. Eu caí na risada e falei: "então vamos ver se a puta aguenta". Tirei o pau e enfiei de uma vez no cu dela, até o talo. Vale dizer que meu pau tem 21 cm, é bem grande, e entrou até o último centímetro. Ela deu um berro enorme, me assustei por um segundo, pensando que podia acordar alguém, mas a imagem do meu pau enterrado na bunda dela era tão linda, a bunda dela empinada, redonda e pequenina, e ela aguentou os 21 centímetros como uma campeã. Custava, ela mordia o travesseiro, gritava muito, sempre tampando a boca com o travesseiro. Eu perguntei se ela gostava que eu arrebentasse o cu dela, ela disse que doía, mas adorava. Aumentei o ritmo e comecei a furar ela com toda a minha força. O barulho que a cama fazia já era brutal, nenhum de nós dois ligava. Ela gritava impropérios, me implorava pra destruir o cu dela, pedia pra eu comer mais forte. Ela disse: "quero ir dormir com o cu cheio de porra". Eu não aguentei mais, enfiei bem fundo e comecei a gozar como um louco, enquanto gozava, furei ela com força por mais uns minutos, basicamente pra esvaziar até a última gota de sêmen na bunda linda dela. Quando me tirei, a imagem foi sublime: ela com o shortinho abaixado, a fio dental corrida, a buceta toda aberta, porra escorrendo pelo buraco e me olhando com cara de puta satisfeita, falei pra ela ficar assim que queria tirar uma foto, peguei meu celular e fiz várias fotos, uma mais quente que a outra. Depois mostrei as fotos pra ela e falei "olha como você ficou", ela amou, ria e começou a ficar com tesão, aumentava as fotos, olhava como ficou a buceta dela, me disse que gostava muito de como se via, que a buceta dela tava muito gostosa, eu falei que sim, que com o fio dental corrido e a buceta toda aberta e cheia de porra ela tava linda. Ela riu e me disse que isso tinha que repetir, eu falei que óbvio, que precisava de várias sessões pra comer ela como deve ser, mas que íamos ter que fazer direito. Não consegui evitar, ela claramente também não, estávamos satisfeitos. Saí do quarto e fui lavar a pica no banheiro, me olhava no espelho e não me reconhecia, o que eu tinha feito, era a mulher do meu melhor amigo. Fiquei um tempão no banheiro me olhando no espelho e me perguntando o que tinha feito, prometi a mim mesmo não fazer de novo. Quando saí, a Adri estava lá, me disse que ia se limpar, que não acordasse o Fer que queria conversar dois minutos comigo. Ela entrou no banheiro e eu fiquei na cozinha esperando, imaginei que, igual a mim, a culpa tinha batido pelo que fizemos. Enquanto estava na cozinha, via o Fer dormindo no sofá e pensava como caralhos ele não fodia aquela puta linda, não entendia. Quando a Adri saiu, estava com um sorriso de orelha a orelha, veio na cozinha e me disse "filho da puta, me deixou cheia de porra, tive que trocar o fio dental". Eu me caguei de rir e falei que foi uma bagunça tudo que fizemos, ela me disse que sim, mas que tinha se divertido pra caralho. "Você se sente culpada?" perguntei. Ela respondeu que não, que o Fer mereceu, e me perguntou a mesma coisa. Eu falei que sim, que me sentia um pouco culpado, apesar de ter me divertido pra caralho, mas que não tínhamos que repetir. Ela me disse: "você é louco, óbvio que vamos Repetir, adorei ser sua putinha suja, vem aqui, vou tirar essa culpa de você. Ela me pegou pela mão e me levou até a sala de jantar, lá estava o Fer morto, ela me perguntou se eu tinha bebido, eu disse que sim, ela falou que ótimo, que quando ela bebe na hora que fuma e apaga, não acorda com nada. Eu ainda não tava entendendo o que ela queria dizer, ela mandou eu sentar na cadeira tranquilo e começou a se ajoelhar, eu falei pra ela parar, que ela era maluca, ela disse “fica tranquilo, olha, ele não acorda com nada” e mexeu ele umas vezes, eu tava nervoso, falei pra ela não ser desequilibrada, que além disso eu tava acabado, ela tinha me deixado seco. Ela caiu na risada e falou que nada de seco, que eu tinha muita porra pra dar pra ela, tudo isso com o Fer a 1 metro dormindo no sofá, sem falar baixo nem nada, eu falei pra ela parar, que ela era doida, ela aumentou a aposta e começou: “Fernando, acorda vai, acorda senão vou chupar o pau todo do seu melhor amigo”. 

Adri: bom, não acordou. (enquanto tirava minha pica e começava a chupar ela) 

Eu: pelo amor de deus, pra Adri, não me fode assim, a gente tá ferrando tudo. 

Adri: Cê não gosta do jeito que eu chupo sua pica? (terminou de falar e engasgou com minha pica) 

Eu: caralho, sim, adoro. 

Adri: conta pra Fer, ela tá te ouvindo. 

Cara, que gostosa sua mina chupa a pica, pelo amor de Deus. 

Adri: olha, meu amor, a dele eu não consigo chupar inteira. 

Eu: O quê, não? Olha. (empurrei a cabeça dela e fiz ela engolir até o último centímetro) 

Adri: tu é um filho da puta (enquanto tossia e se engasgava depois que eu tirei a pica da garganta dela) 

Eu: bem que você adora, sua puta gostosa. 

Adri: sua puta, a partir de agora só sua. 

Eu: cala a boca um pouco e chupa essa pica, puta. 

Adri começou a me chupar com vontade, eu ficava olhando pro Fer o tempo todo e me excitava mais, ficava mais putinha. Ela deve ter me chupado por uns 15 minutos fáceis, eu tava tendo dificuldade pra gozar por causa da bagunça da noite, ela percebeu e começou a me trabalhar com mais gosto, me batia uma punheta forte e voltava a chupar tudo, em alguns minutos me deixou no ponto, acabei esporrando a cara toda dela enquanto ela me perguntava se eu gostava de dar leite na cara dela na frente do meu amigo, uma noite louca. A partir daí nada foi igual, meio que tudo foi pro caralho, Adri acabou se transformando na minha putinha pessoal, coloquei ela pra curtir com um pauzudo conhecido, tivemos mil aventuras, mas isso tudo já é parte de outra história. 

9 comentários - Adri, a gostosa do meu melhor amigo

333354 +1
Excelente relato capo conta más saludos dejo puntos 10
gracias loco!
Van diez amigo.. excelente relato, me quede con ganas de las fotos
gracias viejo, en el próximo relato pongo alguna foto
Muy buen relato crack
muchas gracias! me alegro que haya gustado
Van 10 amigo ,Mostra el culo de adri
gracias loco, próximo relato va con un par de fotos
h_ccapo +1
Excelente.... Faltan algunas fotos de la putita
muchas gracias, en el próximo relato pongo un par de fotos
Damnbro +1
Tremendo relato, van 10 y esperando más partes
gracias, en estos días se viene otro relato
Muy bueno,tenés que subir la fotos del culo roto
muchas gracias, en el próximo relato voy a poner un par de fotos
Todas somos así, todas somos putitas
Y así nos gustan, bien putitas