Começo descrevendo minha família, que é composta por meu marido de 50 anos, eu de 45 e nossos filhos gêmeos, um menino e uma menina de 20 anos. Somos da Espanha. Somos uma família de classe média, com um bom padrão de vida. Bem, no dia em que aconteceu o que vou contar, era um sábado de julho do ano passado, estávamos no verão e fazia calor. Meu marido tinha ido no dia anterior passar o fim de semana num campeonato de golfe, que é a paixão dele, e eu não quis acompanhá-lo porque já tinha ido a outros com ele e ficava entediada pra caralho, e ele só voltaria no domingo à noite. Depois de almoçar em casa com meus filhos, falei que tinha combinado com uma amiga de tomar algo e passar a tarde juntas. Eles disseram que tudo bem e que já sabiam que, sendo sábado, chegariam tarde, cada um quando desse na telha, conforme a noite rendesse. Às seis da tarde me despedi deles e fui buscar minha amiga. Eles ficaram em casa e sairiam mais tarde, como faziam sempre. Quando estávamos tranquilas tomando um refri e conversando, sentadas num terraço, minha amiga começou a se sentir mal, então a levei pra casa dela e, como não sabia o que fazer, voltei pra casa. Eram oito da noite, então ainda era muito cedo pra meus filhos terem saído, então imaginei que ainda estivessem em casa. Nossa casa é uma geminada de dois andares, com a garagem no subsolo. Entrei com o carro na garagem e subi pelas escadas internas. Quando entrei no térreo, antes de avisar meus filhos que estava ali, ouvi uns sons estranhos vindo do primeiro andar, onde ficam os quartos. Eram tipo uns gemidos... Não sei o que me fez reagir do jeito que reagi, mas em vez de gritar pra avisar que estava em casa, resolvi subir as escadas na surdina e, conforme subia, fui tomando ainda mais cuidado, porque os sons já eram claramente gemidos e, embora não conseguisse imaginar o motivo, automaticamente Eu fiquei alerta. Quando cheguei no patamar, percebi claramente que os gemidos vinham do quarto da minha filha. Passei pelo quarto do meu filho, a porta estava aberta, mas vazio. Segui até o quarto da minha filha e me aproximei com todo cuidado. A porta estava entreaberta, espiei de leve e o que vi me deixou pasma. Da porta do quarto dava pra ver a cama de lado, e o que eu vi foi minha filha de quatro, com a cabeça apoiada no travesseiro virada pro outro lado, e meu filho de joelhos atrás dela, segurando-a pelas cadeiras com o pau dele enfiado, metendo com força, e o que se ouvia eram os gemidos de prazer da minha filha. Eu fiquei sem saber o que fazer, acho que devia ter vazado dali na hora, mas a surpresa me paralisou. Quando eu ia começar a reagir, meu filho tirou o pau da buceta da irmã, ela caiu pra frente, e ele, soltando uma espécie de uivo, com o pau enorme na mão, começou a jorrar gozo por cima do corpo da irmã... Eu já ia sair correndo dali, mas ao ver aquilo fiquei parada de novo, olhando totalmente hipnotizada enquanto os jatos de porra brotavam do pau enorme e brilhante do meu filho. Tava tão concentrada que nem percebi que ele tinha me visto. Só me toquei quando ele pegou o pau com dois dedos e começou a espremer, me deixando ver ele todo em seu esplendor, e quando desviei o olhar, cruzei com o do meu filho, que olhava pra onde eu estava com um sorriso, sem se abalar nem um pouco. Aí eu reagi, dei um pulo e saí voando dali... Desci até a garagem, entrei no carro e vazei na hora... Porra, porra... As ideias se amontoavam na minha cabeça... Meus filhos transando!... E o pior de tudo, meu filho tinha me visto espiando eles... Afff... Que vergonha... Mas por outro lado, pensei que ele me viu e não só não se importou como ainda que tinha escorrido o pau dele, metendo com dois dedos pra ela ver bem... bufff. E aí pensei na minha reação... Minha surpresa foi enorme ao ver meus filhos transando, mas curiosamente, minha lógica raiva inicial praticamente desapareceu e foi substituída pela admiração que senti ao ver o pau do meu filho... buffff... Enorme e brilhante, supostamente pela lubrificação da buceta da irmã dele... Eu não queria admitir, porque deveria estar muito puta por descobrir que meus filhos eram amantes, mas a verdade é que, mais do que puta, o que eu realmente estava era excitada... Muito excitada... Fazia um bom tempo que eu não transava com meu marido, e ver o que eu tinha visto me deixou excitada, deixando de lado o fato de serem meus filhos... Não conseguia tirar da cabeça o pau do meu filho jorrando gozo no corpo nu da irmã dele... Dirigi por um tempo sem saber muito o que fazer, a única coisa clara era que não podia voltar pra casa até meus filhos irem embora, então finalmente fui pra um shopping e entrei num cinema... Quando o filme terminou, eram 10h30 da noite, então fui pra casa, cheguei lá pelas 11h e, claro, meus filhos já não estavam mais. Me troquei e fiquei confortável com um pijama de shorts e uma camiseta larga sem sutiã. Jantei um pouco e depois fui pra sala, coloquei uma música relaxante e me servi de um copo de bourbon com gelo... Na minha cabeça, ainda ficava rodando tudo o que eu tinha visto e sentido na tarde. Meus filhos transando, o pau do meu filho jorrando gozo no corpo nu da irmã dele, eu olhando pra eles... Meu filho me olhando com o pau na mão... Minha excitação... O pau do meu filho... De repente, percebi claramente que a única coisa que realmente importava não era ter pegado meus filhos transando, nem meu filho ter me visto espiando eles, não, o que tinha ficado fixo na minha mente era o pau enorme e brilhante do meu Filho... Afff, não conseguia tirar ele da cabeça, não imaginava que ele fosse assim, eu como mãe e apesar de já ter 20 anos, ainda o via como meu menino... Enchi mais um copo de bourbon e na minha cabeça, com os efeitos do álcool, as ideias iam se transformando em desejos... Quando ia no terceiro copo, ouvi as chaves na porta, alguém vinha. Olhei o relógio da sala, era meia-noite, muito cedo pra qualquer um dos meus filhos voltar, que aos sábados costumavam chegar depois das 3 da manhã... Mas... Era meu filho... Porra!... Quando vi ele, meu coração deu um pulo, tava pensando nele e de repente ele aparece ali na minha frente... Ele chegou perto de mim e, como se nada tivesse acontecido, me deu um beijo como sempre faz quando chega em casa e disse: - Boa noite, mãe. Eu, muito nervosa, como se ele pudesse ler meus pensamentos, respondi: - Boa noite, querido, como é que cê chegou tão cedo? - Ah, porque tava entediado, não tava com um clima bom hoje e resolvi vir pra casa... Vou ficar confortável e já desço pra te fazer companhia, a noite ainda é jovem... Ele desceu um tempo depois com a mesma roupa que eu tava usando, um short daqueles que caem soltos e uma camiseta larga de alcinha... Não sei se era pela obsessão que eu tava, mas me pareceu que ele não tava de cueca por baixo do short, porque dava pra ver o pau dele como se estivesse solto, e logo eu ia confirmar que tava certa. Ele sentou no sofá do meu lado, serviu um copo de bourbon e começamos a conversar sem que nenhum de nós dois tocasse no assunto que, na lógica, deveria ser o tema da nossa conversa desde o começo... Eu comecei a suspeitar que meu filho tinha voltado tão cedo com uma ideia bem específica, e o clima não podia ser mais propício pra realizar ela. Com aquele sexto sentido que a gente, mulher, tem pra detectar tensão sexual quando tá a sós com um homem, fui totalmente consciente de que naquele momento existia entre nós, e nem por Num primeiro momento, descartei a ideia por se tratar do meu filho, mas, pelo contrário, com a obsessão que eu tinha pelo pau dele desde que vi à tarde, a tensão, pelo menos da minha parte, era evidente. O que eu não tinha nada claro era como essa tensão ia se resolver... Mas meu filho, como eu suspeitava, tinha certeza... Quando ele terminou o primeiro copo de bourbon, levantou do sofá, me pegou pela mão e disse: — Vamos dançar, mãe. Tava tocando uma música daquelas de dançar... — Eu, com meu terceiro copo de bourbon e as ideias que tinha na cabeça, levantei sem dizer nada, obedecendo ao pedido dele e deixando tudo nas mãos dele... Ele me abraçou pra começar uma daquelas danças lentas onde os casais se fundem, e na hora eu pude confirmar que tava certa quando suspeitei que ele não tava de cueca por baixo da calça, porque quando ele me puxou pra perto, senti a dureza do pau dele contra minha coxa. Eu, já totalmente ciente de pra onde estávamos indo, não só não fiz nada pra me afastar, como me apertei contra ele. Meu filho, ao ver minha reação, que possivelmente não era a que ele esperava, baixou a mão que tava na minha cintura até minha bunda e, sem nenhum pudor, me apertou com força contra ele. Aí eu pude sentir o duro que ele tava, e ele, achando que já me tinha onde queria, começou a me beijar no pescoço, depois buscou meus lábios e me deu um beijo de língua, que eu correspondi num primeiro momento, mas de repente parece que tive um momento de lucidez e me afastei dele dizendo: — Não posso... Desculpa, mas não posso... Sou sua mãe... Tentando me convencer mais a mim mesma do que a ele, e desabei no sofá, com uma verdadeira tempestade de ideias na cabeça. Por um lado, o momento de lucidez me dizia que aquilo era uma loucura, que eu tava me deixando levar pela minha obsessão com o pau dele e pelos efeitos dos três bourbons que tinha tomado, e por outro lado, tava com um tesão danado e uma necessidade imensa de apagar o fogo... Isso só durou coisa de um minuto, porque meu filho tinha tudo muito claro. Claro, dava pra ver que ela conhecia bem o terreno que pisava e não encheu linguiça. Ela puxou a rola dela, que já tava dura, se aproximou e colocou bem na frente da minha cara. Isso acabou com toda a minha lucidez e a falsa resistência que eu tinha. Aquilo era demais pra mim, tinha a centímetros do meu rosto aquilo que eu tava fantasiando desde a primeira vez que vi ela. Sem pensar nem mais um segundo, agarrei, meti na minha boca e comecei a chupar como se quisesse comer ela inteira. Meu filho, já me tendo onde queria, disse: — Calma, mamãe, é toda sua e ninguém vai tirar. Eu não tava ligando pra nada, só chupando e chupando. Meu filho, vendo isso, perguntou: — Quer que eu goze na sua boca ou prefere na sua buceta? Eu continuei chupando sem tirar a boca dela nenhum momento. Meu filho, entendendo o que eu queria, segurou minha cabeça com as duas mãos. Eu, já sacando o que ia rolar, apertei meus lábios na rola dele, e ele começou com um movimento de vai e vem, me fodendo pela boca... Porra! Naquela mesma manhã, eu tinha tomado café com ele, sendo a mãezona, e ele tomando o copo de leite com achocolatado, e agora ele tava me fodendo pela boca e eu ia tomar o leite dele puro... Tava nessa quando meu filho soltou um gemido, enfiou a rola até o fundo e mandou o primeiro jato de porra quentinha direto na minha garganta. Eu engasguei, ele tirou, e enquanto eu tossia, ele pegou a rola com uma das mãos e continuou jogando jatos de sêmen na minha cara... Quando acabou, eu tava com os olhos lacrimejando e a cara toda coberta de porra... Bufffff... Que loucuraaa... Tava claro que, naquele momento, eu não era a mamãe dele, nem ele era meu filho. Éramos duas feras no cio que só queriam sexo, sexo e mais sexo... Aquele primeiro round me deixou mais quente que brasa, porque foi tudo tão rápido que não deu tempo de ter um orgasmo. Então, sem mais delongas, eu me Tirei toda a roupa, me limpei o rosto com ela e me ajoelhei no sofá, colocando minha bunda à disposição do meu filho pra ele finalizar o serviço. Meu filho agarrou minhas coxas com as duas mãos, as abriu, enfiou a boca entre elas e começou a chupar minha buceta, meu cu e tudo que via pela frente... E aí sim ele conseguiu... Tive um orgasmo escandaloso e molhado, gozei na cara dele, deixando ela igual ele tinha deixado a minha há pouco... Meu filho tirou a roupa dele, limpou o rosto com ela, igual eu tinha feito, e antes que eu terminasse de gozar, ele apontou o pau dele, já totalmente duro, pra entrada da minha buceta escorrendo e, apesar das contrações que minha vagina ainda tava tendo, com uma única estocada ele meteu tudo lá dentro... Ufffff... Ele agarrou minha bunda com as duas mãos e começou a me foder com verdadeira paixão. Ele me dava umas estocadas rápidas e profundas que me davam um prazer difícil de explicar. Eu gemia e gritava enquanto meu filho me perfurava... Agora eu entendia os gemidos da minha filha quando peguei eles há poucas horas. Quem diria que, naquele momento, horas depois, seria eu com o pau do meu filho enfiado na minha buceta, gemendo de prazer igual minha filha tava gemendo. Como a gente tinha acabado de gozar os dois há pouco, a foda foi looooonnnnnga... Eu realmente acho que tive um orgasmo contínuo porque sentia um prazer incrível, como nunca tinha sentido, porque além do prazer puramente físico do pau dele entrando e saindo da minha vagina, tinha o tesão de saber que quem tava me fodendo era nada mais nada menos que meu queridíssimo filho... Meu menino! Meu menino era quem tava me dando um prazer como eu nunca tinha sentido antes... De repente, senti meu filho me agarrar ainda mais forte, enfiar o pau até o fundo, soltar uma espécie de rugido e comecei a sentir algo quente inundando meu útero... Bufff... Meu filho se tava gozando dentro de mim... Naquele momento senti um prazer ainda maior e um tesão incrível quando percebi que podia estar engravidando, porque como tava nos primeiros sinais da menopausa e quase não transava mais com meu marido, tinha parado de tomar a pílula, então os milhões de espermatozoides que meu filho tava injetando em mim, se naquela hora tivesse algum óvulo no meu útero, eu engravidaria com toda certeza... Esse pensamento devia ter cortado meu barato e me causado uma puta preocupação, mas na real tava me dando o efeito contrário... No meu estado de alucinação, até parecia sentir os espermatozoides dele fecundando meu óvulo... Uffff... Que loucuraaa!!! Quando ele terminou de gozar, meu filho me pegou no colo, subiu comigo as escadas, entrou no quarto dele e me deitou na cama... Ele é um baita homem de 1,80m de altura e 80kg, e eu sou tipo uma boneca pra ele, com meus 1,60m e 56kg, então ele me manobrava do jeito que queria. Minha sensação era que o macho alfa tinha capturado a presa e levado pra toca pra matar de gozada, porque foi exatamente isso que ele fez, passou a noite inteira me comendo e gozando dentro e fora do meu corpo, até que nós dois caímos exaustos. Quando acordei de manhã, tava cheia de esperma do meu filho por todo o meu corpo nu e ele tava deitado do meu lado roncando feito um anjo, como se não tivesse feito nada... Levantei, tomei um banho e desci pra tomar café porque tava morrendo de fome, provavelmente da noitada que tive. Quando tava comendo, minha filha entrou na cozinha e falou num tom de parceira: - Que puta farra que vocês aprontaram ontem, da próxima vez avisam que eu entro junto. Bufffff... Quase engasguei com a mordida de torrada que tava na boca... Minha filha tinha me visto coberta de esperma do irmão dela!!! Mas depois dos primeiros segundos de susto, logo lembrei como ela gemia quando o irmão tava comendo ela respondi de puta pra puta: — Pois é, querida, você se divertiu com ele à tarde e eu à noite... Kkkk E ela, na mesma linha, me respondeu: — Pra mim não tenho problema nenhum em dividir ele com você, mas você vai dividir o Papai comigo? Porra! A safada da minha filha tava aproveitando o momento pra dizer que também queria foder o pai dela. Eu, já com todas as cartas na mesa, falei: — Pra mim não tem problema nenhum, fode ele quando quiser, porque tenho certeza que ele vai adorar foder a sua princesinha... E ficou por isso, vamos ver no que dá.
0 comentários - A coisa começa assim