Olá amigos do P! Como vocês estão? Hoje tive uma inspiração e resolvi escrever mais um capítulo dessa saga que tá fazendo muito sucesso!! Agradeço todos os comentários legais do conto anterior e os pontos que me deram. A real é que ajuda pra caralho pra mais gente conhecer meus contos e sentir o mesmo que vocês quando leram pela primeira vez.
Por favor, comentem, opinem, troquem uma ideia safada entre vocês, mandem chats, formem grupos, o que for! Tudo é bem-vindo e, se for saudável, mas com um puta tesão, melhor ainda. Sem mais, deixo com vocês um novo capítulo da Maru!!
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A Maru me deu a surpresa de que queria que eu fizesse aquele cuzinho gostoso nela. Olha, não é algo incomum nela, muito pelo contrário; a gente pratica direto. Mas como fazia um tempo que a gente não tava fazendo, porque ela só me chupava e contava umas coisas, me surpreendeu ela ter querido que a gente transasse no cu.
Minha cara deve ter sido um poema, porque na minha frente tava minha mina, numa espécie de cinta-liga de borracha, com uma fio dental preta que era de matar. Ela percebeu que eu tava adorando e a gostosa se encostou numa mesinha, empinando a raba e rebolando.
M: O que foi, amor? Não quer? Olha que a potranca tá com vontade
Y: Uff, é?
M: É, e você sabe como a potranca fica quando tá com vontade... fica com calor e muita sede
Y: Ahhh... e o que a gente pode fazer pra ela não ter mais sede?
M: Bom... tem que hidratar bem ela – falou, descendo devagar a fio dental
Y: Uff, você vai me matar, amor..
M: Você pode me ajudar a hidratar ela? Com o que a gente pode fazer isso?
Y: A gente pode usar um creminho?
M: Mmm, sei não... não são bons e não hidratam direito
Eu sabia o que ela queria, mas quis fazer o difícil. Demorei um pouquinho pra responder e fiquei só olhando aquele rabo monumental e como ela começou a se tocar sozinha. Dava pra ver que ela tava toda molhada, achei que ela tinha ficado com tesão de verdade com a conversa (ainda não sabia da conversa no msn com o Matias). No meio de uns gemidos suaves, a Maru me olhou enquanto ainda se tocava.
M: Não sei O que foi, nada, amor?
Y: Humm... algum gel hidratante talvez... desses com aloe.
M: Nãão... isso não serve pra buceta! Ela tá com sede, precisa se manter hidratada.
Y: E o que a gente pode dar pra ela então, amor?
M: Ela quer porra... faz tempo que você não dá pra ela e ela sente falta.
Y: Ah, é? Acho que tenho um pouquinho pra ela.
M: Siiim?? hummmff... você me dá? aahhh...
Y: Claro, amor, vem cá. — falei me despindo.
Me deitei na cama, me sentindo um campeão, e esperei ela vir sozinha. Assim, do jeito que estava, ela subiu em cima de mim de costas e, sozinha, sem dizer nem a... começou a enfiar meu pau na bunda dela.
M: Mmmmm asiii.. como vai entrando sozinhaaa..
Y: Ufff.. adoro isso, amor!! como essa burrinha come, hein
M: Ahhh.. viu? ela é muito gulosa..
Y: É? mais do que você?
M: Não, não sei se mais do que eu..
Y: Você é mais gulosa que ela, amor.. ahhhh...
M: E sim, porque eu gosto mais da.. mmm.. porra do que ela.
Y: Você gosta tanto assim, Maru?
M: Mhmmm.. sim
Y: Você faria qualquer coisa pela porra?
M: Quando tô com vontade sim.. qualquer.. ufff.. coisa
Y: Ah é?? uff...
Aqui comecei a me encolher como sempre. Meu cérebro quando tô com tesão não reage como um normal, só é morbo morbo morbo e não pensa em mais nada. Não podia perder essa oportunidade divina que o Senhor me deu e quis brincar um pouco mais com a Maru. Pensei que talvez pudesse perguntar algo que a deixasse com tesão ou que fizesse ela entrar no personagem como ultimamente vem fazendo..
Y: Que coisas você fez pela porra, vamos ver?
M: Mmm.. muitas, amor..
Y: Mas tipo o quê? alguma.. ufff.. vez você teve tanta vontade que fez algo louco?
M: Mmmm.. pode ser.. mas..
Y: Mas o quê, vamos ver?
M: Você não vai ficar bravo, amor?
Ufff a pica pulsou e ela sentiu, porque soltou um gemido no exato momento. O que será que a filha da puta fez pra me dizer isso? Será algo com o Matias?
Y: Não, amor.. ahhgg.. me fala..
M: Emm.. lembra da minha fase rebelde.. mmmmfff.. antes de te conhecer e começarmos a namorar? ahhh..
Y: Sim.. quando te conheci no Fotolog que você tava toda loira e bem puta hahaha.
M: Issoo.. siiiim.. mmmmm... bom.. aconteceu algo com o German
Y: O quê? o gordo de novo?.. mas ele não tava namorando já?
M: Tava saindo com a Julieta, a esposa dele agora sim..
Y: Você comeu o gordo enquanto ele tava namorando?? ufffff....
M: Quer que eu conte o que a gente fez?
Maru se ajeitou um pouco e começou a enfiar mais a pica pra dentro e a me montar devagarzinho.
Y: SIM, por favorrr!! me conta..
M: Mmmm.. bom, um dia.. ahhhggg.. a gente se juntou pra tomar mate como sempre. Eu tinha feito um pudim, porque o Ger gostava, e fui na casa dele.. mmmfff.. a gente conversou sobre o novo relacionamento dele, a namorada e ahhhhgg.. a conversa foi esquentando.
Y: Quem esquentou? ele ou você? ufff...
M: Mmmm.. comecei eu, mas porque queria provocar ele.. ahhhh siii que gostoso te sinto..
Y: Fala mais!!
M: Desculpa, é que você tá com o pau durinho e eu amo!! Onde eu tava?.. aahhh.. ah sim, provoquei ele um pouco sobre o novo relacionamento. Perguntei se já tinha comido ela ou se era igual a ex.. uff...
Y: Que malvada você é, amor.. ahhhg.. o que ele disse?
M: Nada, ele disse que transavam mas pouco porque ela ainda era tímida.. mas que chupava muito o pau dele.. mmmmff. Perguntei se ela era uma boazinha e tomava a porra, mas ele disse que não, que.. ahhhhggg... pra fazer ele gozar, ela batia uma punheta.
Y: Ahhhh.. que bad, Julieta..
M: Mmmhmm.. que bad! Aí comecei a zoar ele, falava coisas tipo "não, como não vai tomar a porra", "essa mina não sabe o que tá perdendo", "uma namorada de verdade te chupa até o fim, amigo".. e dava pra ver o gordo ficando desconfortável na cadeira... jejeje ele queria.. hahhhh.. esconder a ereção que tava com a conversa.
Y: Ah é? e o que você fez, amor.. mmmmfff..
M: Nada.. no começo a gente ficou se olhando em silêncio e.. ufff.. tomando mate, até que ele quebrou o silêncio com uma piada.. mmm.. me passou um mate e disse "desculpa amiga, não é um mate de porra, te devo um"..
Y: Ufff ele devolveu a provocação, amor
Durante toda essa conversa, a Maru tava cavalgando meu pau devagar mas sentindo tudo. O lado de fora do quarto tava em silêncio, ou talvez pra mim tava em silêncio, porque eu só ouvia minha namorada falar e via a bundinha dela engolir meu pau.
Em outro momento, talvez já tivesse gozado de uma vez, porque é impossível aguentar essa bunda pulando assim, ainda mais em primeiro plano. Mas talvez por ter Já tinha gozado umas duas vezes naquele dia, minha resistência tinha aumentado; então queria continuar a conversa. Não podia acreditar que tinha feito mais coisas com esse gordo Germán.. pensei que só tinha comido ele uma vez, mas NÃO. Fizeram algo e ainda por cima quando o cara tava namorando, nunca imaginaria isso da Maru.
M: Sim love, mas.. mmmff.. não ia ficar pra trás. Olhei nos olhos dele e coloquei a linguinha pra fora, passando na bombinha do mate. Ele só me.. mmm.. olhava e dava pra ver como ele se tocava por baixo, então chupei o mate mas não engoli. Abri a boquinha mostrando a língua com o mate e aí engoli tudo falando "viu, é assim que se faz com a cum amigo".
Y: Ufff que putinha gostosa o gordo tem de amiga hein..
M: Sim, o gordo não aguentou muito, me olhou e já tava broxando coitado. Ligou o ar condicionado pra se refrescar e eu levantei da cadeira.. Mmmmm.. cheguei pertinho e falei no ouvido dele "quer ver como é a sensação de tomar a cum?"
Y: Uai love, você chupou a cock dele?
M: Mmmhmm.. nem pensou duas vezes love, do jeito que tava tirou a calça e a cueca e ficou com a cock dura no ar. Eu me aproximei, me lambendo toda, e comecei a bater uma pra ele e encher a cock dele de saliva.
Não podia acreditar no que tava ouvindo, ou será que já nem sabia se me surpreendia ou não. O que eu sabia, era que me deixava com muito tesão imaginar a Maru chupando o gordo. Agora entendia por que ela tinha uma namorada tão head master, desde que começou a me contar do passado dela, quantas picas já tinha chupado? E não só isso.. tudo que tinha feito com o Matias...
Enquanto a Maru ia me contando a história dela, dava pra sentir que apertava minha pica cada vez que falava a palavra gozo ou tomar o gozo, etc.. de verdade que comecei a achar que era viciada ou algo assim, porque em nenhum outro momento fazia isso.. talvez também fosse minha imaginação ou meu tesão..
Y: Olha só.. ufff.. então começou a chupar ele ali, coitada da Julieta!
M: E é fogo, love, coitado do Ger não sabia o que era tomar o gozo - apertou de novo-
Y: E o que ele dizia sobre tudo isso?
M: Mmmm.. ele tava.. ufff nervoso. Tava traindo a namorada com a amiga dela, mas ufff.. adorava o que eu tava fazendo. Você sabe como meus boquetes são gostosos, love
Y: Mais de um sabe.. uns mais que outros, né?? mmmmfff
M: ... ahhhhgg... sim...
Y: Vai, me conta mais, love
M: Onde eu parei, gordo? mmmm... ahhhh
Y: Começou a chupar o German, love, encheu ele de.. ufff.. saliva na pica
M: Mmmm.. sim.. coitado, tava com a pica muito inchada, dava pra ver que tava com muito tesão. Comecei a meter mais ritmo no boquete, aí peguei com uma mão e masturbei ele enquanto me.. uufff.. concentrava na cabeça.
Y: Cê gostava de chupar ele, amor?
M: Mmmhmm... ele tem uma rola meio pequenininha, mas é grossa, então enchia minha boquinha direitinho. A verdade é que enquanto eu chupava ele... ufff... esperava ansiosa pelo final.
Y: Que final, amor?
M: Mmmm... cê sabe bem que final... então eu ia falando com ele pra não demorar. Dizia umas coisas tipo "cê tá gostando, Ger? Cê tá gostando como sua amiga te chupa?"... alternava olhando pra ele e batendo uma pra ele, e deixava ele todo excitado. Tirava a língua de vez em quando pra passar na cabecinha dele e falava: "por aqui vai sair uma coisinha branquinha e quentinha, sabe? É a coisa mais gostosa do mundo, a recompensa perfeita depois de um boquete bem feito"...
Y: Ufff, não acredito, como é que aquele gordo não gozou na hora? Eu teria ido embora seco.
M: Kkkk sim, cê teria me dado o gozo na hora... mmmfff...
Não sabia se ficava brava com esse comentário ou o quê... pareceu uma indireta, mas talvez ele tenha falado por causa da excitação que a gente tava sentindo naquele momento. Não dei muita importância, na minha imaginação a cabeça da Maru continuava subindo e descendo na rola do gordo.
Y: É, mas o gordo... uff... aguentou, né?
M: Sim, Ger aguentou mais, então continuei chupando ele... mmmmfff... Coitado, dava pra ver que ele queria tocar minha bundinha pequena, eu tinha ido com uma saia curtinha, então imagino que ele tava morrendo de... ahhhggg... vontade de me tocar ali, onde cê tem sua rola, amor.
Nesse momento a Maru se empolgou um pouco e começou a cavalgar mais em mim, mas a rola escapou de repente, então ela foi na hora pegar pra enfiar de novo.
Y: Uff, amor, cuidado que tá escapando.
M: Sim, desculpa amor, não quero que saia... odeio quando isso acontece!! Tem que ficar sempre dentro, senão como vai... mmmmffff... me hidrataaar - disse enfiando de novo-
Y: Aaahhhgg.. simmm.. e aí amor, me conta mais. Como terminou tudo?
M: O quê, amor?
Y: O que houve, já esqueceu? Você tava.. ufff.. me contando sobre o Germán e o boquete.
M: Ai desculpa... é que seu pau me deixou distraída... emmm sim, continuei chupando ele um pouco mais, enquanto falava umas coisas pra esquentar ele. Ele me olhava mas.. ufff.. não falava nada, tava completamente extasiado. Tirei o pau dele da boca e ahhhgg.. falei pra ele não ficar nervoso, se deixar levar, que eu morria calada ali. Era amiga dele, ia apoiar ele em.. mmmmm... tudo.
Y: Coitado do gordinho.. tava aahhhh.. cagado de medo.
M: Sim, coitado do Ger.. mas o bom é que voltei ao ataque e.. aahhggg.. com vontade.. porque eu também queria a gozada. Sabe amor que quando eu chupo.. ufff siiiim.. quero a gozada sempre. Então olhei pra ele com o pau na boca e.. AAAHHHHHHFFFFF - gemeu fortão aqui-
Talvez ela tivesse lembrado do que aconteceu, talvez teve um orgasminho, sei lá.. mas soltou um gritinho lindo e continuou a história.
M: Auu amoorr, siiiim.. olhei nos olhos dele e falei "vai gordinho, enche minha boquinha que você tá morrendo de vontade".. e foi assim. Senti o pau dele dando espasmos a cada jato de leite que soltava na minha linguinha. Eu.. ahhg... como uma boa putinha continuei chupando, passando bem a língua na cabecinha dele.
Deus, não conseguia parar de pensar na minha mina chupando aquele gordo. Se ao menos tivessem gravado de algum jeito e eu tivesse o vídeo, acho que teria batido uma por dias, até ficar seco. Enquanto ela me contava como o gordo ia enchendo a boca dela de porra, a Maru apertava cada vez mais minha pica com a raba, tipo ordenhando ela.
E: Aii amor!! o gordo encheu sua boquinha de porra no final?
M: Aii simm.. toda lambuzada. Parece que ele tava cheio, porque engoli um pouco da porra, mas outro pouco acabou escapando da boquinha. Eu continuei chupando e engolindo.. ufff. claro..
Y: E aí, cê gostou, amor?
M: Do quê? Aaahhhgg...
Y: A porra do gordo, cê gostou?
M: Mmmm... mais ou menos, não era feia, mas era meio grumosa e eu não curto muito esse tipo.
Y: E qual você curte mais, amor?
M: Eu curto a sua, Herni... é a mais gostosa de todas!
Y: Mmm, cê tá mentindo, hein
M: ...
Y: De todas as porras que você me contou, qual foi a sua preferida?
M: A sua... ahhhgg...
Y: A do cara na praia?
M: Mmm... nãooo...
Y: A do gordo?
M: Nãoo... muito grumosa, amor...
Y: A do magrelo que gozava pra caralho?
M: Não, era... uffff... muita, mas não tão gostosa
Y: A do seu ex-colega da faculdade?
M: Mmmmfff... era gostosa, sim, mas... não, a sua
Y: A do motorista de táxi? hahahaha -falei zoando ela pela história daquela vez-
M: Não, era feia... tomei porque tinha que pagar
Ufffff... amava quando ela "entrava no personagem"..
Y: E a do Mati....???
Maru ficou em silêncio e começou a cavalgar mais fundo, enfiando bem a cock pra dentro.
Y: Uff, amor, tu não tá me respondendo...
M: Mmmff.. aaahhhhh...
Y: Fala, amor, a porra do Mati é a mais gostosa?
M: .... adoro teu pau no meu cuzinho, amor, ahhhggg...
O jeito que ele tava me comendo, a história com o gordo e como ela tava se fazendo de sonsa, tavam criando uma mistura de sensações no meu corpo que eu não sabia onde me enfiar. Queria gozar, mas também precisava que ela respondesse aquela pergunta, não queria ficar na dúvida; porque ela supostamente dizia que minha porra era a mais gostosa. Era por compromisso? Era verdade? Aquilo corroía meu cérebro, mas ao mesmo tempo os pulos da bunda da minha namorada no meu pau faziam eu esquecer de tudo.
Y: Amor.. uff.. não.. aahhhf... tá respondendo..
M: Mmmmmmff... o que foi, gordo?.. tô adorando teu pau... ahhhh ahhh
Y: Me responde.. mmmm.. o que... mmfffff.. ahhhhfff.. te perguntei!!
Eu tava quase gozando, não tinha mais tempo e queria morrer. Avisei que tava perto e tentei uma última vez.
Y: Já vou gozar, amor, lá vai, lá vai a porra..
M: Aaahhggg.. simmm me dá tudo, tudo dentro, Ma.. amor.. vai
Eu não percebi aquele "Ma".. não tava pensando direito
Y: Fala, me responde que te encho toda, vai.. minha porra ou a do Mati?
M: Me dá logo.. aaahhhhgg
Y: FALA...
M: A do Mati... a do Mati sempre, amor.. todo o leite dele.. ahhhhg simmmmm
Comecei a gozar igual um louco e a bufar, não aguentava mais, o último comentário me trouxe mais dúvidas do que respostas, mas meu pau tinha vida própria e não parava de gozar.
Maru recebeu toda minha porra no cuzinho, enquanto ainda me montava bem devagar pra ordenhar tudo que eu tinha nos ovos. Quando não sobrou mais porra e meu pau começou a amolecer, Maru enfiou mais uma vez e ao subir, saiu.. deixando um pouco da porra escorrer.
M: Aahhhgg... siiiim, bastante porra pra hidratar a bucetinha love!! que lindo
Y: Ufff.. uffff.. aaahhhhh... não.. não aguento mais..
M: Mmmmm.. foi uma gozada gostosa love hehe, valeu! Meu rabinho precisava disso.
Y: Sim.. uffff.. de.. de nada.. mmmffff..
Levei uns minutos pra recuperar o fôlego, que a Maru aproveitou pra deitar de bruços na cama e descansar. Notei que às vezes ela se tocava, usando parte da porra que tinha vazado como lubrificante. Não dava pra acreditar o quão puta ela tava, embora já tivesse feito isso várias vezes, senti que dessa vez era diferente.. que alguma coisa tinha deixado ela assim e eu duvidava se tinha sido nossa conversa.
Fiquei olhando fixo pra ela, ela fez o mesmo e sorriu pra mim. Como eu amava essa gatinha, foi a melhor coisa que me aconteceu na vida, lembro de ter pensado. Não quis perder muito tempo e fui no banheiro lavar um pouco o rosto e a pica e voltar. Minha mina continuava na cama, já não se tocando, mas ainda de cinta-liga e pelada.
Y: Pode ir no banheiro se quiser, love.
M: Não não, tá de boa, gordo.
Y: Vai ficar assim, com a porra dentro?
M: Claro, eu ganhei.. ou não? hahahaha
Y: Eu..
M: O que foi?
Y: É verdade o que você falou agora sobre a porra do Matias? me fala a verdade, não me diz que você tá fingindo ou não.. porque já tá me fazendo duvidar.
M: Sim, é verdade. —ela falou ficando vermelha—
Y: Uff..
M: Desculpa love, mas não significa nada..
Y: Não não, tranquilo, sem problemas. Não tô puto, só é forte saber disso.
M: É que..
Y: É mais gostoso.. é isso?
Maru concordou com a cabeça.
Me explodiu a mente ver ela ali, deitada e envergonhadamente admitindo que a porra de outro cara era melhor que a minha, o namorado dela. A verdade é que longe de ficar puto, meio que me excitou, mas minha pica já não tava com energia. De qualquer forma, não queria continuar cutucando, então deixei pra lá.
Passaram várias semanas disso, a gente continuou na mesma, se vendo de vez em quando. Às vezes ela saía com as amigas, eu me juntava com os caras pra jogar um trancado em alguma casa, comendo pizza e às vezes saíamos juntos pra comer ou passear. Não tinha tocado mais no assunto do Matias, não enchi mais o saco com isso nem com as histórias dele, então a gente tava de boa.
Um dia, a Maru veio em casa pra comer, como a gente costumava fazer nos fins de semana, e ficou pra dormir comigo. Meus pais estavam no outro quartão a uns metros, mas sempre dormiam pesado, então pensei que era a chance perfeita pra dar uma moralizada e brincar com minha mina. A gente deitou na cama e eu comecei a beijar o pescoço dela e a encostar de leve... ela sacou o que eu queria, então se deixou levar e gemeu baixinho com meus beijos.
Mesmo sendo mais fresco naquela época, começou a esquentar; aí a gente tirou toda a roupa e continuou se beijando. Ela subiu em cima de mim e se esfregava contra meu pau, que já tava duro dentro da cueca. Vi ela sorrir de um jeito safado, sinal claro que tava toda molhada, então resolvi começar meu jogo. O que eu podia perguntar dessa vez? Talvez pedir pra ela fingir que a gente tava numa situação qualquer e ver como reagia.
Antes que eu pudesse falar, a Maru me olhou e se afastou um pouco, sentando nas minhas pernas e esfregando meu pau por cima da cueca. É agora ou nunca, pensei.
Eu: Am... – ela me interrompeu.
Maru: Gordo, lembra que semana passada eu saí com as minas e a gente voltou de remis?
Eu: Sim, o que foi?
Maru: Quer saber quem tava dirigindo?
Meu pau deu um pulo.
Eu: Não, quem?
Maru: O remiseiro que levou a gente naquela vez que você ficou brincalhão.
Eu: Uff... sério? Ele te reconheceu?
Maru: Sim, que vergonha! Ele me reconheceu pra caralho.
Eu: O que ele falou?
Maru: Mmm nada... lembra que eu te falei que naquela vez ele me cobrou 2 mil pesos?
Eu: Sim, na verdade você começou falando outra coisa.
Maru: Mmm, bom, nem tudo foi mentira.
Eu: O QUÊ?
Maru: Tipo, ele me cobrou isso sim, mas também insinuou que se eu não tivesse grana, a gente podia dar um jeito. Sorte que eu tava com o dinheiro em cima...
Eu: Não entendi, Então não aconteceu nada?
M: Não, óbvio que foi tudo pra te seguir o jogo, mas ela tinha insinuado pagar de outro jeito.
Y: Não acredito, e agora, o que aconteceu? Ela te reconheceu daquela vez?
M: Sim... — disse ela, baixando um pouco minha cueca —
M: Ela me reconheceu e falou: "E aí, você é a brincalhona que eu levei uns meses atrás com o namorado, né?"... Respondi timidamente que sim, que era eu, que como ela lembrava, porque já fazia muito tempo. Ela só disse que quando me viu de costas com minhas amigas, reconheceu minha bunda daquela viagem e soube que era eu...
Y: QUÊ? TÁ ME ZOANDO?
M: Shhh, gordo... seus pais tão dormindo!!
Y: S-sim, mas... o que aconteceu? Uff...
M: Quer que eu faça uma punheta pra você enquanto conto?
Cara, hesitei, hesitei muito, mas aceitei. Sabia que ela tinha se colocado sozinha no papel de namorada putinha e tinha me vencido no meu próprio jogo. Sorri e concordei com a cabeça.
Y: Mas me conta o que rolou, hein
M: Sim, amor!
Maru tirou minha cueca e se ajeitou de novo entre minhas pernas. Passou a língua na mão pra juntar saliva e começou a me bater uma com gosto.
Y: Mmmm... vai, me conta o que aconteceu, amor. Quando ele te reconheceu, o que você disse?
M: Ah, nada, amor, não conseguia acreditar. Ainda por cima, a viagem continuou, porque primeiro deixamos a Mica e depois fomos pra casa, que fica no interior. Ficamos um tempinho em silêncio, sorte, então me acalmei, porque pensei que o senhor não ia falar nada. Mas não...
Y: Uff... o que ele te disse?
M: Nada, gordinho, ele me pegou e perguntou se eu tinha levado dinheiro hoje, porque tudo aumentou e a corrida ia sair cara. Queria morrer, porque a Mica me deu R$ 2.000, mas eu não sabia quanto ia custar a viagem. Claro que falei que sim, no fim das contas, se precisasse, pedia pros meus pais quando chegasse em casa.
Y: Ahhgg... claro, e aí o que aconteceu, quanto ele te cobrou?
M: Chegamos e ele estacionou bem na casa do vizinho, aquele que não tem luz na porta, e achei estranho. Perguntei pro senhor quanto era e ele disse 10 mil...
Y: EHHH?? é pra caralho, amor... ahhhg... o que você fez?
M: Ah, nada, não tinha esse dinheiro, então falei pra ele esperar que eu pedia pros meus pais, mas...
Y: Ele falou a mesma coisa da outra vez?
M: Sim, amor, desculpa. Ele disse que se eu não tivesse grana, ele arrancava e me levava pra delegacia, que não levava gente de graça. Fiquei com medo, amor, não queria ir pra delegacia, meus pais iam me matar, então perguntei: "Senhor, não posso pagar o que tenho e a gente dá um jeito?"... o senhor me olhou e disse: "Não sei, o que você tem em mente?"
Sabia do que eu gostava, adorava quando ela entrava nesse papel de bobinha e inocente, que não percebe que tão se aproveitando dela. Enquanto me masturbava, falava com toda naturalidade, como se soubesse a historinha de cor ou como se tivesse sido real...
Y: Amor, o que você disse? Ofereceu algo mais?
M: Você não fica brava se eu contar? — disse fazendo biquinho —
Y: Fala, amor, me conta e a gente vê
M: Falei que se ele quisesse, podia tocar na minha bundinha, mas o senhor não quis. Falei até que, se quisesse, podia tocar por baixo da saia, mas ele simplesmente... Disse que não com a cabeça e de repente apontou pra baixo.
Y: Uffff... e apontou o quê? Não me diga que ele tinha uma arma
M: Mmm parecido, love... ele tava me mostrando a pica. Tava toda dura, mó pau duro, e me pediu pra passar pro banco da frente. Não sabia o que fazer, tava com medo, mas passei mesmo assim e perguntei de novo o que ele queria. Ele só falou: "bate uma pra mim, gata, e não te cobro nada"..
Y: Ahhgg... o que cê fez, mandou ele tomar no cu? Tentou sair do carro?
M: Não, love! Achei que era um baita negócio.. economizava a viagem e ainda ajudava o senhor a aliviar. Quando eu ia chegar minha mãozinha na pica dele, ele me para e fala: "gostosa, se você chupar e me fizer gozar feito uma putinha gostosa, foda-se, 3 conto"
Y: Mas gorda.. ahhhh... ele te ofereceu grana por sexo. Te tratou como uma puta
M: Sim, eu sei!! Foi longe pra caralho, queria matar ele.
Y: E o que cê fez?
M: love.. não sei por que, mas desci e comecei a chupar a pica dele
Y: QUÊ? Tá falando sério comigo?
M: É que... sei lá... achei que foi legal.
Y: Kkkkkk você deu uma força pro motorista de Uber, olha só minha namoradinha hein... Meu Deus, adoro quando você entra nesse personagem.
M: Amor, que personagem?
Y: Fala sério, gordinha, já usou essa piada várias vezes comigo... sei que você tá fazendo papel por minha causa e aaaahhh... adoro isso!! Mas não precisa fingir que foi de verdade.
M: Herni, isso não é piada, juro pela minha avó...
Perdão? Ela nunca jurava pela avó. A avó dela foi alguém muito importante na vida dela e quando morreu, algo quebrou na Maru que demorou muito pra consertar. Esse comentário fez meu coração parar, porque eu realmente achava que ela tava atuando como sempre. Será que agora ela tava pouco se lixando em usar a avó como desculpa e tava só brincando?
Não podia ser, tinha que ser isso... mas não. Meu estômago deu uma revirada, enquanto a Maru me olhava e continuava me batendo uma. A cock tinha amolecido um pouco pelo choque que levei, então ela percebeu.
M: O que foi, amor? Tá murchando... não queria que eu contasse?
Y: Amor, m-mas... isso é sério?
M: Quer que eu conte ou não?
Y: Me fala se é verdade
M: Tá bom, vou parar de bater uma e vamos dormir então...
Não, nem fodendo... precisava saber agora.
Y: Não, para. Me conta. O que aconteceu?
M: Já te falei, comecei a chupar a cock do motorista de Uber.
Y: Mas... como você conseguiu?
M: Gordo, tava com tesão, não vou mentir, e aquela cock parecia muito gostosa. Além disso, tinha um gosto bom, não sei o que era, mas não conseguia parar de chupar depois que provei. O cara segurava meu cabelo, enquanto eu enfiava a cock na boca e tirava, dando chupões e deixando ela bem babada.
Y: Ahhh... amor...
M: O que foi? seu pau gordo endureceu de novo, agora quer que eu continue contando ou paro?
Y: O quê? Mas...
M: Olha, se você não quiser, a gente para por aqui.. você fica sem gozar e sem saber o resto da história. Me fala.
Nunca vi a Maru assim, me ameaçando, por assim dizer, e sendo tão indiferente ao que estava contando. Era real ou não? Queria morrer, estava com muita raiva, mas meu pau agia por conta própria e continuava duro nas mãos da minha namorada. O que fazer? Parava tudo ali e ia dormir sem saber o que aconteceu? Continuava e esperava ela dizer "ai amor, era brincadeira, haha"? A puta da mãe.
A Maru tinha me traído com o motorista de aplicativo? Não, não podia ser. Eu imaginava que, se fosse me trair com alguém, seria com o Matias, que a gente tanto mencionava (adivinha quem come, né?).. mas não com um motorista. A contragosto, decidi deixar ela continuar a história, então respirei fundo e falei:
Y: Me conta tudo, mas não mente pra mim, nem me engana. Ok?
Maru sorriu.
M: Onde eu tava? Ah, sim. O pau do senhor tinha uma aparência e um gosto muito bons, eu gostava muito e me sentia uma puta chupando alguém no escuro dentro de um carro, a poucos metros da minha casa. O senhor estava encantado, bufava e me falava umas putarias tipo "que boquinha de cabeleireira", "adoro como você me chupa, gostosa" ou "já tinha esquecido como era a sensação".
Como assim já tinha esquecido? O que ele queria dizer, que fazia tempo que não chupavam ele?
M: Eu só respondia com um sorriso, amor, porque não podia fazer mais nada.. sabe que quando eu chupo um pau, eu foco muito em fazer ele gozar, é meu trabalho, meu dever! Quase como agora fazer você gozar, né? Você gosta como eu te masturbo, enquanto te conto?
Maru disse isso e acelerou um pouco a punheta que estava me dando, enquanto mordia o lábio e sorria.
Y: Uffff.. ahhhgg.. você tá me punhetando com muita vontade, mas.. mmmmmff.. não tá falando nada.
M: Ahh quer que eu continue contando? bom.. viu que eu te falei que eu precisava fazer ele gozar. Bom, pra ajudar ele, me ajeitei um pouco no banco e levantei minha saia pra ele ver bem a minha bunda minúscula pelada. Tava usando essa mesma calcinha fio-dental branca que eu tô agora, amor, viu como ela se enfia bem nas minhas nádegas e me destaca muito?
Não mentia, aquela calcinha fio-dental branca ficava nela de matar. Quando ela disse isso, na minha cabeça veio a ideia de que era mentira e ela tava sem ideias e por isso usou a mesma calcinha que tava usando agora.
Y: Para de dar.. ufff.. voltas, Maru. Sério.. ahhgggg
M: Ok, não dou mais voltas então. Naquela noite, enquanto você jogava com seus amigos na casa do gordo, eu tinha ido com minhas amigas tomar umas e horas depois.. tava chupando o motorista do Uber na porta do vizinho. Sabe o que mais? curti pra caralho.. tanto que comecei a punhetar ele e pedir a gozada, ele não tinha me falado nada de gozar na minha boca, mas eu adoro tomar a porra, então fiz ele saber. "Me dá tudo" pedi.. "tudo na boquinha me dá".. "por favor, quero provar de novo sua porra"
Y: Que? como assim de novo..
M: Comecei a punhetar ele, igual tô punhetando você, até que de repente ele começou a respirar muito forte e fazer barulhos e começou a soltar toda a porra acumulada.. minha porra! a que eu ganhei, chupando tudo no carro dele e sorri enquanto fazia isso
M: Depois de soltar tudo, enfiei na boca e dei uma boa chupada, e quando tirei, engoli tudo que tinha e que não tinha escapado. Era muito, sabia? Muito mais do que você goza, parece que o cara tava carregado ou será que ele lembrou como você dedou minha buceta naquela noite e tudo que rolou depois? Então enfiei de novo na boca pra dar mais uma chupada e tirar qualquer resquício de porra que ainda tivesse sobrado.
Y: Uff... aaaaahhhh
Não conseguia falar, as palavras não saíam, só gemidos e sons por causa da masturbação e do que a Maru tava me contando. Eu me recusava a admitir que tava excitado, mas meu pau não me obedecia, continuava duríssimo, inchado e cheio de vontade de gozar tudo. Do nada, a Maru tinha ficado um pouco mais agressiva, tava me contando as coisas como se tivesse com raiva ou ódio.
Era sério o que tava rolando ou era brincadeira? Ainda não sabia, mas a mão da Maru continuava me masturbando com muita intensidade, com vontade de terminar o que tinha começado. Quis falar algo, quis pedir pra ela diminuir um pouco, mas toda vez que tentava soltar um som, ela apertava meu pau, me dando mais prazer e calando minha boca.
Olhei pra ela, ela só olhava pro meu pau, não olhava na minha cara e de vez em quando fechava os olhos por uns segundos, como se estivesse pensando em algo ou fugindo do que tava acontecendo. Quando finalmente diminuiu a intensidade e achei que ia conseguir falar, ela me interrompeu.
M: Ah, e se você quiser saber? O resto da porra que saiu na última chupada, mostrei pra ela ver como eu sou uma puta leiteira boa e brinquei um pouco. Quase escapou, mas por sorte consegui fazer tudo voltar pra boquinha dela e aí sim engoliu
M: O motorista de aplicativo ficou jogado no banco dele, respirando muito forte. Eu continuei acariciando a rola dele, que tava toda sensível e com restos de porra, e perguntei: "tá bom assim, senhor? gostou do boquete da puta que acordou hoje?"
Y: Que? como... que ele...
M: Sim, porque eu acordei com o carro dele, ele me ofereceu grana pra chupar e eu fiz. Mas sabe o quê? O senhor pegou a carteira dele e tirou a grana dizendo: "toma, gata, você é linda, essa boca faz maravilhas, já te falei, você mereceu."
Y: Como assim já... ufff.. ahhhhggg.. como assim já te falou?
M: Quer saber qual foi minha resposta, amor?
Y: Maru.. como assim..
M: Quer saber?
Y: Qual foi..
M: Minha resposta foi: Fica tranquilo, dessa vez, a engolida de porra é por minha conta.. porque eu gostei e é muito gostoso, talvez na próxima eu aceite a grana e desça.
Foi demais pra mim, já não entendia nada. Ultimamente, cada vez que eu fazia esses roleplays com a Maru, terminava com a cabeça girando e muita confusão, mas muito.. MUITO TESÃO. Acho que não aguentei muito mais depois dessa última "confissão" (?) e claro, ela percebeu.
M: Ahhh, vejo que gostou do que eu disse, tua rola tá inchadona, vai gozar?
Y: Ahhhhggg.. ahhhh...
M: Me fala, amor, vai dar a porra pra sua namorada?
Y: Ufff... s-sim.. sim
M: Quer que eu engula tudo? igual fiz com o motorista?
Y: ...
Não saiu uma palavra de mim, só comecei a gozar. A Maru aproximou a língua da minha rola, mas nunca apontou os jatos pra ela; então só me masturbou, me sujando todo.
Com a mão suja, Maru se levantou, foi ao banheiro e lavou as mãos. Quando voltou, trouxe um papel higiênico pra me limpar. Pensei que ia me dar o papel, mas ela mesma começou a limpar minha buceta e virilha, tudo manchado de porra grossa. O orgasmo tinha sido brutal, fazia tempo que não gozava tão forte assim, mas tudo estava estranho.
Olhei minha namorada me limpando direitinho e jogando o papel de lado. Nunca tinha visto ela fazer algo assim, nem me masturbar daquele jeito tão forte e dominador. Quis tocar o rosto dela pra ela me olhar, e quando levantei a cabeça dela, ela só sorriu. Ok, ela não tava brava, não tinha nada de estranho? O que rolou? Então foi tudo mentira como eu pensei e tava tudo bem?
Y: Amor...
M: Vamos dormir?
Y: Me escuta, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu agora.
M: O que foi? Te contei algo, te masturbei e você gozou, tem algo errado? Fiz algo errado?
Y: Não sei, me diz você... fez algo errado com o motorista de aplicativo?
M: Não sei do que você tá falando, não sei o que te responder.
Y: Fala, me conta.
M: Você tá assim porque não engoli sua porra? Desculpa, é que você gozou rápido e eu não cheguei a tempo, além disso, tava com vontade de te masturbar hoje.
Y: Não, não é isso... é só que...
M: Quer saber se eu fui mesmo tão puta a ponto de chupar a buceta de um motorista de aplicativo?
Y: S-sim... sim, quero.
M: Mmmm se engolir a porra do motorista significasse que sou uma puta e não ter feito, que sou uma santa...
Y: O quê?
M: Nada, seria uma Santa Putinha hahahahaha...
Por favor, comentem, opinem, troquem uma ideia safada entre vocês, mandem chats, formem grupos, o que for! Tudo é bem-vindo e, se for saudável, mas com um puta tesão, melhor ainda. Sem mais, deixo com vocês um novo capítulo da Maru!!
__
A Maru me deu a surpresa de que queria que eu fizesse aquele cuzinho gostoso nela. Olha, não é algo incomum nela, muito pelo contrário; a gente pratica direto. Mas como fazia um tempo que a gente não tava fazendo, porque ela só me chupava e contava umas coisas, me surpreendeu ela ter querido que a gente transasse no cu.
Minha cara deve ter sido um poema, porque na minha frente tava minha mina, numa espécie de cinta-liga de borracha, com uma fio dental preta que era de matar. Ela percebeu que eu tava adorando e a gostosa se encostou numa mesinha, empinando a raba e rebolando.
M: O que foi, amor? Não quer? Olha que a potranca tá com vontade
Y: Uff, é?
M: É, e você sabe como a potranca fica quando tá com vontade... fica com calor e muita sede
Y: Ahhh... e o que a gente pode fazer pra ela não ter mais sede?
M: Bom... tem que hidratar bem ela – falou, descendo devagar a fio dental
Y: Uff, você vai me matar, amor..
M: Você pode me ajudar a hidratar ela? Com o que a gente pode fazer isso?
Y: A gente pode usar um creminho?
M: Mmm, sei não... não são bons e não hidratam direito
Eu sabia o que ela queria, mas quis fazer o difícil. Demorei um pouquinho pra responder e fiquei só olhando aquele rabo monumental e como ela começou a se tocar sozinha. Dava pra ver que ela tava toda molhada, achei que ela tinha ficado com tesão de verdade com a conversa (ainda não sabia da conversa no msn com o Matias). No meio de uns gemidos suaves, a Maru me olhou enquanto ainda se tocava.
M: Não sei O que foi, nada, amor?
Y: Humm... algum gel hidratante talvez... desses com aloe.
M: Nãão... isso não serve pra buceta! Ela tá com sede, precisa se manter hidratada.
Y: E o que a gente pode dar pra ela então, amor?
M: Ela quer porra... faz tempo que você não dá pra ela e ela sente falta.
Y: Ah, é? Acho que tenho um pouquinho pra ela.
M: Siiim?? hummmff... você me dá? aahhh...
Y: Claro, amor, vem cá. — falei me despindo.
Me deitei na cama, me sentindo um campeão, e esperei ela vir sozinha. Assim, do jeito que estava, ela subiu em cima de mim de costas e, sozinha, sem dizer nem a... começou a enfiar meu pau na bunda dela.
M: Mmmmm asiii.. como vai entrando sozinhaaa..Y: Ufff.. adoro isso, amor!! como essa burrinha come, hein
M: Ahhh.. viu? ela é muito gulosa..
Y: É? mais do que você?
M: Não, não sei se mais do que eu..
Y: Você é mais gulosa que ela, amor.. ahhhh...
M: E sim, porque eu gosto mais da.. mmm.. porra do que ela.
Y: Você gosta tanto assim, Maru?
M: Mhmmm.. sim
Y: Você faria qualquer coisa pela porra?
M: Quando tô com vontade sim.. qualquer.. ufff.. coisa
Y: Ah é?? uff...
Aqui comecei a me encolher como sempre. Meu cérebro quando tô com tesão não reage como um normal, só é morbo morbo morbo e não pensa em mais nada. Não podia perder essa oportunidade divina que o Senhor me deu e quis brincar um pouco mais com a Maru. Pensei que talvez pudesse perguntar algo que a deixasse com tesão ou que fizesse ela entrar no personagem como ultimamente vem fazendo..
Y: Que coisas você fez pela porra, vamos ver?
M: Mmm.. muitas, amor..
Y: Mas tipo o quê? alguma.. ufff.. vez você teve tanta vontade que fez algo louco?
M: Mmmm.. pode ser.. mas..
Y: Mas o quê, vamos ver?
M: Você não vai ficar bravo, amor?
Ufff a pica pulsou e ela sentiu, porque soltou um gemido no exato momento. O que será que a filha da puta fez pra me dizer isso? Será algo com o Matias?
Y: Não, amor.. ahhgg.. me fala..
M: Emm.. lembra da minha fase rebelde.. mmmmfff.. antes de te conhecer e começarmos a namorar? ahhh..
Y: Sim.. quando te conheci no Fotolog que você tava toda loira e bem puta hahaha.
M: Issoo.. siiiim.. mmmmm... bom.. aconteceu algo com o German
Y: O quê? o gordo de novo?.. mas ele não tava namorando já?
M: Tava saindo com a Julieta, a esposa dele agora sim..
Y: Você comeu o gordo enquanto ele tava namorando?? ufffff....
M: Quer que eu conte o que a gente fez?
Maru se ajeitou um pouco e começou a enfiar mais a pica pra dentro e a me montar devagarzinho.
Y: SIM, por favorrr!! me conta.. M: Mmmm.. bom, um dia.. ahhhggg.. a gente se juntou pra tomar mate como sempre. Eu tinha feito um pudim, porque o Ger gostava, e fui na casa dele.. mmmfff.. a gente conversou sobre o novo relacionamento dele, a namorada e ahhhhgg.. a conversa foi esquentando.
Y: Quem esquentou? ele ou você? ufff...
M: Mmmm.. comecei eu, mas porque queria provocar ele.. ahhhh siii que gostoso te sinto..
Y: Fala mais!!
M: Desculpa, é que você tá com o pau durinho e eu amo!! Onde eu tava?.. aahhh.. ah sim, provoquei ele um pouco sobre o novo relacionamento. Perguntei se já tinha comido ela ou se era igual a ex.. uff...
Y: Que malvada você é, amor.. ahhhg.. o que ele disse?
M: Nada, ele disse que transavam mas pouco porque ela ainda era tímida.. mas que chupava muito o pau dele.. mmmmff. Perguntei se ela era uma boazinha e tomava a porra, mas ele disse que não, que.. ahhhhggg... pra fazer ele gozar, ela batia uma punheta.
Y: Ahhhh.. que bad, Julieta..
M: Mmmhmm.. que bad! Aí comecei a zoar ele, falava coisas tipo "não, como não vai tomar a porra", "essa mina não sabe o que tá perdendo", "uma namorada de verdade te chupa até o fim, amigo".. e dava pra ver o gordo ficando desconfortável na cadeira... jejeje ele queria.. hahhhh.. esconder a ereção que tava com a conversa.
Y: Ah é? e o que você fez, amor.. mmmmfff..
M: Nada.. no começo a gente ficou se olhando em silêncio e.. ufff.. tomando mate, até que ele quebrou o silêncio com uma piada.. mmm.. me passou um mate e disse "desculpa amiga, não é um mate de porra, te devo um"..
Y: Ufff ele devolveu a provocação, amor
Durante toda essa conversa, a Maru tava cavalgando meu pau devagar mas sentindo tudo. O lado de fora do quarto tava em silêncio, ou talvez pra mim tava em silêncio, porque eu só ouvia minha namorada falar e via a bundinha dela engolir meu pau.
Em outro momento, talvez já tivesse gozado de uma vez, porque é impossível aguentar essa bunda pulando assim, ainda mais em primeiro plano. Mas talvez por ter Já tinha gozado umas duas vezes naquele dia, minha resistência tinha aumentado; então queria continuar a conversa. Não podia acreditar que tinha feito mais coisas com esse gordo Germán.. pensei que só tinha comido ele uma vez, mas NÃO. Fizeram algo e ainda por cima quando o cara tava namorando, nunca imaginaria isso da Maru.
M: Sim love, mas.. mmmff.. não ia ficar pra trás. Olhei nos olhos dele e coloquei a linguinha pra fora, passando na bombinha do mate. Ele só me.. mmm.. olhava e dava pra ver como ele se tocava por baixo, então chupei o mate mas não engoli. Abri a boquinha mostrando a língua com o mate e aí engoli tudo falando "viu, é assim que se faz com a cum amigo".
Y: Ufff que putinha gostosa o gordo tem de amiga hein..
M: Sim, o gordo não aguentou muito, me olhou e já tava broxando coitado. Ligou o ar condicionado pra se refrescar e eu levantei da cadeira.. Mmmmm.. cheguei pertinho e falei no ouvido dele "quer ver como é a sensação de tomar a cum?"
Y: Uai love, você chupou a cock dele?
M: Mmmhmm.. nem pensou duas vezes love, do jeito que tava tirou a calça e a cueca e ficou com a cock dura no ar. Eu me aproximei, me lambendo toda, e comecei a bater uma pra ele e encher a cock dele de saliva.
Não podia acreditar no que tava ouvindo, ou será que já nem sabia se me surpreendia ou não. O que eu sabia, era que me deixava com muito tesão imaginar a Maru chupando o gordo. Agora entendia por que ela tinha uma namorada tão head master, desde que começou a me contar do passado dela, quantas picas já tinha chupado? E não só isso.. tudo que tinha feito com o Matias...Enquanto a Maru ia me contando a história dela, dava pra sentir que apertava minha pica cada vez que falava a palavra gozo ou tomar o gozo, etc.. de verdade que comecei a achar que era viciada ou algo assim, porque em nenhum outro momento fazia isso.. talvez também fosse minha imaginação ou meu tesão..
Y: Olha só.. ufff.. então começou a chupar ele ali, coitada da Julieta!
M: E é fogo, love, coitado do Ger não sabia o que era tomar o gozo - apertou de novo-
Y: E o que ele dizia sobre tudo isso?
M: Mmmm.. ele tava.. ufff nervoso. Tava traindo a namorada com a amiga dela, mas ufff.. adorava o que eu tava fazendo. Você sabe como meus boquetes são gostosos, love
Y: Mais de um sabe.. uns mais que outros, né?? mmmmfff
M: ... ahhhhgg... sim...
Y: Vai, me conta mais, love
M: Onde eu parei, gordo? mmmm... ahhhh
Y: Começou a chupar o German, love, encheu ele de.. ufff.. saliva na pica
M: Mmmm.. sim.. coitado, tava com a pica muito inchada, dava pra ver que tava com muito tesão. Comecei a meter mais ritmo no boquete, aí peguei com uma mão e masturbei ele enquanto me.. uufff.. concentrava na cabeça.
Y: Cê gostava de chupar ele, amor? M: Mmmhmm... ele tem uma rola meio pequenininha, mas é grossa, então enchia minha boquinha direitinho. A verdade é que enquanto eu chupava ele... ufff... esperava ansiosa pelo final.
Y: Que final, amor?
M: Mmmm... cê sabe bem que final... então eu ia falando com ele pra não demorar. Dizia umas coisas tipo "cê tá gostando, Ger? Cê tá gostando como sua amiga te chupa?"... alternava olhando pra ele e batendo uma pra ele, e deixava ele todo excitado. Tirava a língua de vez em quando pra passar na cabecinha dele e falava: "por aqui vai sair uma coisinha branquinha e quentinha, sabe? É a coisa mais gostosa do mundo, a recompensa perfeita depois de um boquete bem feito"...
Y: Ufff, não acredito, como é que aquele gordo não gozou na hora? Eu teria ido embora seco.
M: Kkkk sim, cê teria me dado o gozo na hora... mmmfff...
Não sabia se ficava brava com esse comentário ou o quê... pareceu uma indireta, mas talvez ele tenha falado por causa da excitação que a gente tava sentindo naquele momento. Não dei muita importância, na minha imaginação a cabeça da Maru continuava subindo e descendo na rola do gordo.
Y: É, mas o gordo... uff... aguentou, né?
M: Sim, Ger aguentou mais, então continuei chupando ele... mmmmfff... Coitado, dava pra ver que ele queria tocar minha bundinha pequena, eu tinha ido com uma saia curtinha, então imagino que ele tava morrendo de... ahhhggg... vontade de me tocar ali, onde cê tem sua rola, amor.
Nesse momento a Maru se empolgou um pouco e começou a cavalgar mais em mim, mas a rola escapou de repente, então ela foi na hora pegar pra enfiar de novo.
Y: Uff, amor, cuidado que tá escapando. M: Sim, desculpa amor, não quero que saia... odeio quando isso acontece!! Tem que ficar sempre dentro, senão como vai... mmmmffff... me hidrataaar - disse enfiando de novo-
Y: Aaahhhgg.. simmm.. e aí amor, me conta mais. Como terminou tudo?
M: O quê, amor?
Y: O que houve, já esqueceu? Você tava.. ufff.. me contando sobre o Germán e o boquete.
M: Ai desculpa... é que seu pau me deixou distraída... emmm sim, continuei chupando ele um pouco mais, enquanto falava umas coisas pra esquentar ele. Ele me olhava mas.. ufff.. não falava nada, tava completamente extasiado. Tirei o pau dele da boca e ahhhgg.. falei pra ele não ficar nervoso, se deixar levar, que eu morria calada ali. Era amiga dele, ia apoiar ele em.. mmmmm... tudo.
Y: Coitado do gordinho.. tava aahhhh.. cagado de medo.
M: Sim, coitado do Ger.. mas o bom é que voltei ao ataque e.. aahhggg.. com vontade.. porque eu também queria a gozada. Sabe amor que quando eu chupo.. ufff siiiim.. quero a gozada sempre. Então olhei pra ele com o pau na boca e.. AAAHHHHHHFFFFF - gemeu fortão aqui-
Talvez ela tivesse lembrado do que aconteceu, talvez teve um orgasminho, sei lá.. mas soltou um gritinho lindo e continuou a história.
M: Auu amoorr, siiiim.. olhei nos olhos dele e falei "vai gordinho, enche minha boquinha que você tá morrendo de vontade".. e foi assim. Senti o pau dele dando espasmos a cada jato de leite que soltava na minha linguinha. Eu.. ahhg... como uma boa putinha continuei chupando, passando bem a língua na cabecinha dele.
Deus, não conseguia parar de pensar na minha mina chupando aquele gordo. Se ao menos tivessem gravado de algum jeito e eu tivesse o vídeo, acho que teria batido uma por dias, até ficar seco. Enquanto ela me contava como o gordo ia enchendo a boca dela de porra, a Maru apertava cada vez mais minha pica com a raba, tipo ordenhando ela.E: Aii amor!! o gordo encheu sua boquinha de porra no final?
M: Aii simm.. toda lambuzada. Parece que ele tava cheio, porque engoli um pouco da porra, mas outro pouco acabou escapando da boquinha. Eu continuei chupando e engolindo.. ufff. claro..
Y: E aí, cê gostou, amor? M: Do quê? Aaahhhgg...
Y: A porra do gordo, cê gostou?
M: Mmmm... mais ou menos, não era feia, mas era meio grumosa e eu não curto muito esse tipo.
Y: E qual você curte mais, amor?
M: Eu curto a sua, Herni... é a mais gostosa de todas!
Y: Mmm, cê tá mentindo, hein
M: ...
Y: De todas as porras que você me contou, qual foi a sua preferida?
M: A sua... ahhhgg...
Y: A do cara na praia?
M: Mmm... nãooo...
Y: A do gordo?
M: Nãoo... muito grumosa, amor...
Y: A do magrelo que gozava pra caralho?
M: Não, era... uffff... muita, mas não tão gostosa
Y: A do seu ex-colega da faculdade?
M: Mmmmfff... era gostosa, sim, mas... não, a sua
Y: A do motorista de táxi? hahahaha -falei zoando ela pela história daquela vez-
M: Não, era feia... tomei porque tinha que pagar
Ufffff... amava quando ela "entrava no personagem"..
Y: E a do Mati....???
Maru ficou em silêncio e começou a cavalgar mais fundo, enfiando bem a cock pra dentro.
Y: Uff, amor, tu não tá me respondendo...M: Mmmff.. aaahhhhh...
Y: Fala, amor, a porra do Mati é a mais gostosa?
M: .... adoro teu pau no meu cuzinho, amor, ahhhggg...
O jeito que ele tava me comendo, a história com o gordo e como ela tava se fazendo de sonsa, tavam criando uma mistura de sensações no meu corpo que eu não sabia onde me enfiar. Queria gozar, mas também precisava que ela respondesse aquela pergunta, não queria ficar na dúvida; porque ela supostamente dizia que minha porra era a mais gostosa. Era por compromisso? Era verdade? Aquilo corroía meu cérebro, mas ao mesmo tempo os pulos da bunda da minha namorada no meu pau faziam eu esquecer de tudo.
Y: Amor.. uff.. não.. aahhhf... tá respondendo..
M: Mmmmmmff... o que foi, gordo?.. tô adorando teu pau... ahhhh ahhh
Y: Me responde.. mmmm.. o que... mmfffff.. ahhhhfff.. te perguntei!!
Eu tava quase gozando, não tinha mais tempo e queria morrer. Avisei que tava perto e tentei uma última vez.
Y: Já vou gozar, amor, lá vai, lá vai a porra..
M: Aaahhggg.. simmm me dá tudo, tudo dentro, Ma.. amor.. vai
Eu não percebi aquele "Ma".. não tava pensando direito
Y: Fala, me responde que te encho toda, vai.. minha porra ou a do Mati?
M: Me dá logo.. aaahhhhgg
Y: FALA...
M: A do Mati... a do Mati sempre, amor.. todo o leite dele.. ahhhhg simmmmm
Comecei a gozar igual um louco e a bufar, não aguentava mais, o último comentário me trouxe mais dúvidas do que respostas, mas meu pau tinha vida própria e não parava de gozar.
Maru recebeu toda minha porra no cuzinho, enquanto ainda me montava bem devagar pra ordenhar tudo que eu tinha nos ovos. Quando não sobrou mais porra e meu pau começou a amolecer, Maru enfiou mais uma vez e ao subir, saiu.. deixando um pouco da porra escorrer.
M: Aahhhgg... siiiim, bastante porra pra hidratar a bucetinha love!! que lindo Y: Ufff.. uffff.. aaahhhhh... não.. não aguento mais..
M: Mmmmm.. foi uma gozada gostosa love hehe, valeu! Meu rabinho precisava disso.
Y: Sim.. uffff.. de.. de nada.. mmmffff..
Levei uns minutos pra recuperar o fôlego, que a Maru aproveitou pra deitar de bruços na cama e descansar. Notei que às vezes ela se tocava, usando parte da porra que tinha vazado como lubrificante. Não dava pra acreditar o quão puta ela tava, embora já tivesse feito isso várias vezes, senti que dessa vez era diferente.. que alguma coisa tinha deixado ela assim e eu duvidava se tinha sido nossa conversa.
Fiquei olhando fixo pra ela, ela fez o mesmo e sorriu pra mim. Como eu amava essa gatinha, foi a melhor coisa que me aconteceu na vida, lembro de ter pensado. Não quis perder muito tempo e fui no banheiro lavar um pouco o rosto e a pica e voltar. Minha mina continuava na cama, já não se tocando, mas ainda de cinta-liga e pelada.
Y: Pode ir no banheiro se quiser, love.
M: Não não, tá de boa, gordo.
Y: Vai ficar assim, com a porra dentro?
M: Claro, eu ganhei.. ou não? hahahaha
Y: Eu..
M: O que foi?
Y: É verdade o que você falou agora sobre a porra do Matias? me fala a verdade, não me diz que você tá fingindo ou não.. porque já tá me fazendo duvidar.
M: Sim, é verdade. —ela falou ficando vermelha—
Y: Uff..
M: Desculpa love, mas não significa nada..
Y: Não não, tranquilo, sem problemas. Não tô puto, só é forte saber disso.
M: É que..
Y: É mais gostoso.. é isso?
Maru concordou com a cabeça.
Me explodiu a mente ver ela ali, deitada e envergonhadamente admitindo que a porra de outro cara era melhor que a minha, o namorado dela. A verdade é que longe de ficar puto, meio que me excitou, mas minha pica já não tava com energia. De qualquer forma, não queria continuar cutucando, então deixei pra lá.
Passaram várias semanas disso, a gente continuou na mesma, se vendo de vez em quando. Às vezes ela saía com as amigas, eu me juntava com os caras pra jogar um trancado em alguma casa, comendo pizza e às vezes saíamos juntos pra comer ou passear. Não tinha tocado mais no assunto do Matias, não enchi mais o saco com isso nem com as histórias dele, então a gente tava de boa.
Um dia, a Maru veio em casa pra comer, como a gente costumava fazer nos fins de semana, e ficou pra dormir comigo. Meus pais estavam no outro quartão a uns metros, mas sempre dormiam pesado, então pensei que era a chance perfeita pra dar uma moralizada e brincar com minha mina. A gente deitou na cama e eu comecei a beijar o pescoço dela e a encostar de leve... ela sacou o que eu queria, então se deixou levar e gemeu baixinho com meus beijos.
Mesmo sendo mais fresco naquela época, começou a esquentar; aí a gente tirou toda a roupa e continuou se beijando. Ela subiu em cima de mim e se esfregava contra meu pau, que já tava duro dentro da cueca. Vi ela sorrir de um jeito safado, sinal claro que tava toda molhada, então resolvi começar meu jogo. O que eu podia perguntar dessa vez? Talvez pedir pra ela fingir que a gente tava numa situação qualquer e ver como reagia.
Antes que eu pudesse falar, a Maru me olhou e se afastou um pouco, sentando nas minhas pernas e esfregando meu pau por cima da cueca. É agora ou nunca, pensei.
Eu: Am... – ela me interrompeu.
Maru: Gordo, lembra que semana passada eu saí com as minas e a gente voltou de remis?
Eu: Sim, o que foi?
Maru: Quer saber quem tava dirigindo?
Meu pau deu um pulo.
Eu: Não, quem?
Maru: O remiseiro que levou a gente naquela vez que você ficou brincalhão.
Eu: Uff... sério? Ele te reconheceu?
Maru: Sim, que vergonha! Ele me reconheceu pra caralho.
Eu: O que ele falou?
Maru: Mmm nada... lembra que eu te falei que naquela vez ele me cobrou 2 mil pesos?
Eu: Sim, na verdade você começou falando outra coisa.
Maru: Mmm, bom, nem tudo foi mentira.
Eu: O QUÊ?
Maru: Tipo, ele me cobrou isso sim, mas também insinuou que se eu não tivesse grana, a gente podia dar um jeito. Sorte que eu tava com o dinheiro em cima...
Eu: Não entendi, Então não aconteceu nada?
M: Não, óbvio que foi tudo pra te seguir o jogo, mas ela tinha insinuado pagar de outro jeito.
Y: Não acredito, e agora, o que aconteceu? Ela te reconheceu daquela vez?
M: Sim... — disse ela, baixando um pouco minha cueca —
M: Ela me reconheceu e falou: "E aí, você é a brincalhona que eu levei uns meses atrás com o namorado, né?"... Respondi timidamente que sim, que era eu, que como ela lembrava, porque já fazia muito tempo. Ela só disse que quando me viu de costas com minhas amigas, reconheceu minha bunda daquela viagem e soube que era eu...
Y: QUÊ? TÁ ME ZOANDO?
M: Shhh, gordo... seus pais tão dormindo!!
Y: S-sim, mas... o que aconteceu? Uff...
M: Quer que eu faça uma punheta pra você enquanto conto?
Cara, hesitei, hesitei muito, mas aceitei. Sabia que ela tinha se colocado sozinha no papel de namorada putinha e tinha me vencido no meu próprio jogo. Sorri e concordei com a cabeça.
Y: Mas me conta o que rolou, hein
M: Sim, amor!
Maru tirou minha cueca e se ajeitou de novo entre minhas pernas. Passou a língua na mão pra juntar saliva e começou a me bater uma com gosto.
Y: Mmmm... vai, me conta o que aconteceu, amor. Quando ele te reconheceu, o que você disse? M: Ah, nada, amor, não conseguia acreditar. Ainda por cima, a viagem continuou, porque primeiro deixamos a Mica e depois fomos pra casa, que fica no interior. Ficamos um tempinho em silêncio, sorte, então me acalmei, porque pensei que o senhor não ia falar nada. Mas não...
Y: Uff... o que ele te disse?
M: Nada, gordinho, ele me pegou e perguntou se eu tinha levado dinheiro hoje, porque tudo aumentou e a corrida ia sair cara. Queria morrer, porque a Mica me deu R$ 2.000, mas eu não sabia quanto ia custar a viagem. Claro que falei que sim, no fim das contas, se precisasse, pedia pros meus pais quando chegasse em casa.
Y: Ahhgg... claro, e aí o que aconteceu, quanto ele te cobrou?
M: Chegamos e ele estacionou bem na casa do vizinho, aquele que não tem luz na porta, e achei estranho. Perguntei pro senhor quanto era e ele disse 10 mil...
Y: EHHH?? é pra caralho, amor... ahhhg... o que você fez?
M: Ah, nada, não tinha esse dinheiro, então falei pra ele esperar que eu pedia pros meus pais, mas...
Y: Ele falou a mesma coisa da outra vez?
M: Sim, amor, desculpa. Ele disse que se eu não tivesse grana, ele arrancava e me levava pra delegacia, que não levava gente de graça. Fiquei com medo, amor, não queria ir pra delegacia, meus pais iam me matar, então perguntei: "Senhor, não posso pagar o que tenho e a gente dá um jeito?"... o senhor me olhou e disse: "Não sei, o que você tem em mente?"
Sabia do que eu gostava, adorava quando ela entrava nesse papel de bobinha e inocente, que não percebe que tão se aproveitando dela. Enquanto me masturbava, falava com toda naturalidade, como se soubesse a historinha de cor ou como se tivesse sido real...
Y: Amor, o que você disse? Ofereceu algo mais?
M: Você não fica brava se eu contar? — disse fazendo biquinho —
Y: Fala, amor, me conta e a gente vê
M: Falei que se ele quisesse, podia tocar na minha bundinha, mas o senhor não quis. Falei até que, se quisesse, podia tocar por baixo da saia, mas ele simplesmente... Disse que não com a cabeça e de repente apontou pra baixo.
Y: Uffff... e apontou o quê? Não me diga que ele tinha uma arma
M: Mmm parecido, love... ele tava me mostrando a pica. Tava toda dura, mó pau duro, e me pediu pra passar pro banco da frente. Não sabia o que fazer, tava com medo, mas passei mesmo assim e perguntei de novo o que ele queria. Ele só falou: "bate uma pra mim, gata, e não te cobro nada"..
Y: Ahhgg... o que cê fez, mandou ele tomar no cu? Tentou sair do carro?
M: Não, love! Achei que era um baita negócio.. economizava a viagem e ainda ajudava o senhor a aliviar. Quando eu ia chegar minha mãozinha na pica dele, ele me para e fala: "gostosa, se você chupar e me fizer gozar feito uma putinha gostosa, foda-se, 3 conto"
Y: Mas gorda.. ahhhh... ele te ofereceu grana por sexo. Te tratou como uma puta
M: Sim, eu sei!! Foi longe pra caralho, queria matar ele.
Y: E o que cê fez?
M: love.. não sei por que, mas desci e comecei a chupar a pica dele
Y: QUÊ? Tá falando sério comigo?M: É que... sei lá... achei que foi legal.
Y: Kkkkkk você deu uma força pro motorista de Uber, olha só minha namoradinha hein... Meu Deus, adoro quando você entra nesse personagem.
M: Amor, que personagem?
Y: Fala sério, gordinha, já usou essa piada várias vezes comigo... sei que você tá fazendo papel por minha causa e aaaahhh... adoro isso!! Mas não precisa fingir que foi de verdade.
M: Herni, isso não é piada, juro pela minha avó...
Perdão? Ela nunca jurava pela avó. A avó dela foi alguém muito importante na vida dela e quando morreu, algo quebrou na Maru que demorou muito pra consertar. Esse comentário fez meu coração parar, porque eu realmente achava que ela tava atuando como sempre. Será que agora ela tava pouco se lixando em usar a avó como desculpa e tava só brincando?
Não podia ser, tinha que ser isso... mas não. Meu estômago deu uma revirada, enquanto a Maru me olhava e continuava me batendo uma. A cock tinha amolecido um pouco pelo choque que levei, então ela percebeu.
M: O que foi, amor? Tá murchando... não queria que eu contasse?
Y: Amor, m-mas... isso é sério?
M: Quer que eu conte ou não?
Y: Me fala se é verdade
M: Tá bom, vou parar de bater uma e vamos dormir então...
Não, nem fodendo... precisava saber agora.
Y: Não, para. Me conta. O que aconteceu?
M: Já te falei, comecei a chupar a cock do motorista de Uber.
Y: Mas... como você conseguiu?
M: Gordo, tava com tesão, não vou mentir, e aquela cock parecia muito gostosa. Além disso, tinha um gosto bom, não sei o que era, mas não conseguia parar de chupar depois que provei. O cara segurava meu cabelo, enquanto eu enfiava a cock na boca e tirava, dando chupões e deixando ela bem babada.
Y: Ahhh... amor... M: O que foi? seu pau gordo endureceu de novo, agora quer que eu continue contando ou paro?
Y: O quê? Mas...
M: Olha, se você não quiser, a gente para por aqui.. você fica sem gozar e sem saber o resto da história. Me fala.
Nunca vi a Maru assim, me ameaçando, por assim dizer, e sendo tão indiferente ao que estava contando. Era real ou não? Queria morrer, estava com muita raiva, mas meu pau agia por conta própria e continuava duro nas mãos da minha namorada. O que fazer? Parava tudo ali e ia dormir sem saber o que aconteceu? Continuava e esperava ela dizer "ai amor, era brincadeira, haha"? A puta da mãe.
A Maru tinha me traído com o motorista de aplicativo? Não, não podia ser. Eu imaginava que, se fosse me trair com alguém, seria com o Matias, que a gente tanto mencionava (adivinha quem come, né?).. mas não com um motorista. A contragosto, decidi deixar ela continuar a história, então respirei fundo e falei:
Y: Me conta tudo, mas não mente pra mim, nem me engana. Ok?
Maru sorriu.
M: Onde eu tava? Ah, sim. O pau do senhor tinha uma aparência e um gosto muito bons, eu gostava muito e me sentia uma puta chupando alguém no escuro dentro de um carro, a poucos metros da minha casa. O senhor estava encantado, bufava e me falava umas putarias tipo "que boquinha de cabeleireira", "adoro como você me chupa, gostosa" ou "já tinha esquecido como era a sensação".
Como assim já tinha esquecido? O que ele queria dizer, que fazia tempo que não chupavam ele?
M: Eu só respondia com um sorriso, amor, porque não podia fazer mais nada.. sabe que quando eu chupo um pau, eu foco muito em fazer ele gozar, é meu trabalho, meu dever! Quase como agora fazer você gozar, né? Você gosta como eu te masturbo, enquanto te conto?
Maru disse isso e acelerou um pouco a punheta que estava me dando, enquanto mordia o lábio e sorria.
Y: Uffff.. ahhhgg.. você tá me punhetando com muita vontade, mas.. mmmmmff.. não tá falando nada. M: Ahh quer que eu continue contando? bom.. viu que eu te falei que eu precisava fazer ele gozar. Bom, pra ajudar ele, me ajeitei um pouco no banco e levantei minha saia pra ele ver bem a minha bunda minúscula pelada. Tava usando essa mesma calcinha fio-dental branca que eu tô agora, amor, viu como ela se enfia bem nas minhas nádegas e me destaca muito?
Não mentia, aquela calcinha fio-dental branca ficava nela de matar. Quando ela disse isso, na minha cabeça veio a ideia de que era mentira e ela tava sem ideias e por isso usou a mesma calcinha que tava usando agora.
Y: Para de dar.. ufff.. voltas, Maru. Sério.. ahhgggg
M: Ok, não dou mais voltas então. Naquela noite, enquanto você jogava com seus amigos na casa do gordo, eu tinha ido com minhas amigas tomar umas e horas depois.. tava chupando o motorista do Uber na porta do vizinho. Sabe o que mais? curti pra caralho.. tanto que comecei a punhetar ele e pedir a gozada, ele não tinha me falado nada de gozar na minha boca, mas eu adoro tomar a porra, então fiz ele saber. "Me dá tudo" pedi.. "tudo na boquinha me dá".. "por favor, quero provar de novo sua porra"
Y: Que? como assim de novo..
M: Comecei a punhetar ele, igual tô punhetando você, até que de repente ele começou a respirar muito forte e fazer barulhos e começou a soltar toda a porra acumulada.. minha porra! a que eu ganhei, chupando tudo no carro dele e sorri enquanto fazia isso
M: Depois de soltar tudo, enfiei na boca e dei uma boa chupada, e quando tirei, engoli tudo que tinha e que não tinha escapado. Era muito, sabia? Muito mais do que você goza, parece que o cara tava carregado ou será que ele lembrou como você dedou minha buceta naquela noite e tudo que rolou depois? Então enfiei de novo na boca pra dar mais uma chupada e tirar qualquer resquício de porra que ainda tivesse sobrado.
Y: Uff... aaaaahhhhNão conseguia falar, as palavras não saíam, só gemidos e sons por causa da masturbação e do que a Maru tava me contando. Eu me recusava a admitir que tava excitado, mas meu pau não me obedecia, continuava duríssimo, inchado e cheio de vontade de gozar tudo. Do nada, a Maru tinha ficado um pouco mais agressiva, tava me contando as coisas como se tivesse com raiva ou ódio.
Era sério o que tava rolando ou era brincadeira? Ainda não sabia, mas a mão da Maru continuava me masturbando com muita intensidade, com vontade de terminar o que tinha começado. Quis falar algo, quis pedir pra ela diminuir um pouco, mas toda vez que tentava soltar um som, ela apertava meu pau, me dando mais prazer e calando minha boca.
Olhei pra ela, ela só olhava pro meu pau, não olhava na minha cara e de vez em quando fechava os olhos por uns segundos, como se estivesse pensando em algo ou fugindo do que tava acontecendo. Quando finalmente diminuiu a intensidade e achei que ia conseguir falar, ela me interrompeu.
M: Ah, e se você quiser saber? O resto da porra que saiu na última chupada, mostrei pra ela ver como eu sou uma puta leiteira boa e brinquei um pouco. Quase escapou, mas por sorte consegui fazer tudo voltar pra boquinha dela e aí sim engoliu
M: O motorista de aplicativo ficou jogado no banco dele, respirando muito forte. Eu continuei acariciando a rola dele, que tava toda sensível e com restos de porra, e perguntei: "tá bom assim, senhor? gostou do boquete da puta que acordou hoje?" Y: Que? como... que ele...
M: Sim, porque eu acordei com o carro dele, ele me ofereceu grana pra chupar e eu fiz. Mas sabe o quê? O senhor pegou a carteira dele e tirou a grana dizendo: "toma, gata, você é linda, essa boca faz maravilhas, já te falei, você mereceu."
Y: Como assim já... ufff.. ahhhhggg.. como assim já te falou?
M: Quer saber qual foi minha resposta, amor?
Y: Maru.. como assim..
M: Quer saber?
Y: Qual foi..
M: Minha resposta foi: Fica tranquilo, dessa vez, a engolida de porra é por minha conta.. porque eu gostei e é muito gostoso, talvez na próxima eu aceite a grana e desça.
Foi demais pra mim, já não entendia nada. Ultimamente, cada vez que eu fazia esses roleplays com a Maru, terminava com a cabeça girando e muita confusão, mas muito.. MUITO TESÃO. Acho que não aguentei muito mais depois dessa última "confissão" (?) e claro, ela percebeu.
M: Ahhh, vejo que gostou do que eu disse, tua rola tá inchadona, vai gozar?
Y: Ahhhhggg.. ahhhh...
M: Me fala, amor, vai dar a porra pra sua namorada?
Y: Ufff... s-sim.. sim
M: Quer que eu engula tudo? igual fiz com o motorista?
Y: ...
Não saiu uma palavra de mim, só comecei a gozar. A Maru aproximou a língua da minha rola, mas nunca apontou os jatos pra ela; então só me masturbou, me sujando todo.
Com a mão suja, Maru se levantou, foi ao banheiro e lavou as mãos. Quando voltou, trouxe um papel higiênico pra me limpar. Pensei que ia me dar o papel, mas ela mesma começou a limpar minha buceta e virilha, tudo manchado de porra grossa. O orgasmo tinha sido brutal, fazia tempo que não gozava tão forte assim, mas tudo estava estranho.Olhei minha namorada me limpando direitinho e jogando o papel de lado. Nunca tinha visto ela fazer algo assim, nem me masturbar daquele jeito tão forte e dominador. Quis tocar o rosto dela pra ela me olhar, e quando levantei a cabeça dela, ela só sorriu. Ok, ela não tava brava, não tinha nada de estranho? O que rolou? Então foi tudo mentira como eu pensei e tava tudo bem?
Y: Amor...
M: Vamos dormir?
Y: Me escuta, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu agora.
M: O que foi? Te contei algo, te masturbei e você gozou, tem algo errado? Fiz algo errado?
Y: Não sei, me diz você... fez algo errado com o motorista de aplicativo?
M: Não sei do que você tá falando, não sei o que te responder.
Y: Fala, me conta.
M: Você tá assim porque não engoli sua porra? Desculpa, é que você gozou rápido e eu não cheguei a tempo, além disso, tava com vontade de te masturbar hoje.
Y: Não, não é isso... é só que...
M: Quer saber se eu fui mesmo tão puta a ponto de chupar a buceta de um motorista de aplicativo?
Y: S-sim... sim, quero.
M: Mmmm se engolir a porra do motorista significasse que sou uma puta e não ter feito, que sou uma santa...
Y: O quê?
M: Nada, seria uma Santa Putinha hahahahaha...
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