Trio com amiga gostosa da academia

Conheci a Tammy numa academia. Quando os anos vão passando, a gente tem que se cuidar pra manter a forma. Logo vi que ia me dar bem com ela: é alegre, muito falante e engraçada. Tá sempre de bom humor. Tem um corpo gostoso, peitões e uma bunda bem feita. É morena, de cabelo na altura dos ombros. Eu, com meus 34 anos, tava passando por uma fase ruim, e meu namorado me inscreveu nuns cursos de pilates. Lá estava ela. Com o tempo, a gente começou uma amizade e sempre ia tomar um café ou algo depois da aula. Tive a sensação de que eu tava afim dela: ela me olhava no vestiário de um jeito descarado e vivia dizendo que sorte o meu namorado tinha com aquele corpo que eu tinha.

Um dia, ela me falou que precisava de ajuda numa parada. Explicou que ela e o marido queriam há um tempo fazer um ménage com outra mulher. Me pegou de surpresa e, sem dizer que não, falei que precisava pensar. Não é que não tivesse vontade, mas a proposta me assustou. A verdade é que fazia tempo que eu não transava com gente "desconhecida" e a ideia me parecia excitante… então, uns dias depois, dei minha resposta.

Ela ficou super feliz e me deu um beijo na boca que me deixou atônita.

— Uma coisa — ela disse —, você sabe que meu marido é negro?

Outra surpresa! Eu nunca tinha transado com nenhum "negão", mas não podia recusar. Será que iam me chamar de racista? Então respondi: — Bom, vamos ver se é verdade o que dizem.

— Você não vai se decepcionar — respondeu a Tammy.

Combinamos pra um domingo, eu tinha que ir na casa dela. Coloquei um vestido preto, decotado, com uma saia bem rodada que batia quase na altura dos joelhos, e um conjunto de sutiã com fio dental, também preto.

Cheguei na hora e a Tammy abriu a porta. Tava de biquíni. A gente se cumprimentou e ela me convidou pra tomar um banho na jacuzzi dela. — Não tenho maiô — falei. Ela começou a rir… — Já te vi pelada várias vezes — e, dizendo isso, tirou o biquíni. Deixei jogada no chão e me beijou. "Vem", ele disse enquanto me ajudava a tirar a roupa, "entra na água que eu volto já". "E o seu marido?", perguntei. "Não está, já vem", respondeu.

- Então, não vamos fazer nada? Perguntei, não sei se aliviada pela ausência do Buddy.

- Vamos aproveitar eu e você, e se ele vier... melhor ainda, hahahaha, ele disse enquanto trazia uma garrafa de champanhe e umas taças.

Então começamos a beber dentro da água, não imaginava que ia curtir tanto na companhia daquela mulher. Quando o álcool começou a fazer efeito, a gente se soltou e começou com as apalpadelas e beijos típicos de duas minas que curtem seus corpos molhados.

Pouco depois, tocaram a campainha.

- Seu marido, falei.

- Não pode ser... ele tem chave. Ela se levantou e foi até a porta. - Meu Deus! É um guarda! Bom, você espera, vou ver o que está rolando.

Eu não sabia o que fazer, sair e me vestir... mas minha roupa não estava à vista, então fiquei dentro da banheira em silêncio, tentando ouvir o que eles falavam.

Finalmente, Tammy chegou,

- depois de uns dois minutos, Tammy chegou (pelo menos tinha se enrolado numa toalha) acompanhada de um guarda, era enorme, um armário de cara, um negão que media pelo menos 1,90.

"Se o negócio dele for do tamanho do corpo..." pensei...

"Mayte, esse é o responsável pela segurança do condomínio", me disse Tammy, "avisaram ele que tem gente estranha rondando, e claro, ele precisa verificar."

"Bom dia, senhorita", disse o moreno educadamente, "sinto ter que incomodar, mas preciso que me mostre seus documentos."

"Como assim? Por quê? Olha, eu não fiz nada", falei meio irritada.

"Olha, eu entendo sua raiva, mas isso aqui é uma área privada. Entre a prostituição de luxo e o tráfico, a gente tem um controle muito rígido de todo mundo que se aproxima dos nossos condomínios. Então, se faz favor." Ele me cortou autoritariamente.

Tammy tentou apaziguar a discussão,

"Vamos ver, ela é minha amiga, eu... respondo.
A documentação... disse ele.

Mas cê não vê que eu tô na banheira?

Sim, e daí? Sai daí e me mostra.

Vamos ver, disse Tammy de novo, como a gente resolve isso sem brigar?

Olha, tratando-se da senhorita Tammy, e pra evitar um escândalo por trazer PUTAS pra sua casa... eu tô disposto a fazer vista grossa, desde que eu seja correspondido como deve ser.

Mas como você se atreve? falei eu, nervosa.

Ela não é minha puta... e dizendo isso, deixou a toalha cair no chão pra entrar na banheira comigo... É nossa puta... me beijou enquanto sussurrava no meu ouvido... não se apavora, é o Buddy, meu marido.

Você que é uma puta, gritei, que susto do caralho você me deu.

E você é a mais puta de todas as vadias e tá morrendo de vontade de dar pro meu marido... não é? ela disse.

Enquanto a gente se beijava, o Buddy já tinha se pelado, nem percebi, mas quando vi o pau dele, ainda meio duro, fiquei de boca aberta, meu Deus, era lindo, brilhava no reflexo do sol, era comprido, não muito grosso, mas dava pra ver as veias... era a primeira vez que via a rola de um preto ao natural, e... eu gostei. A Tammy chupava meus peitos e o Buddy chegou perto da banheira, eu tava alucinando, ela pegou o pau do marido e meteu na boca; chupava com gosto e eu vi ele crescendo de tamanho.

Vamos, Tammy, deixa essa puta fazer o trabalho dela. Ele comentou pra mulher.

E ela, tirando da boca, me ofereceu a rola do Buddy, me dando um beijo antes pra eu sentir o gosto que tinha. Pela primeira vez vi de perto, e vi que já tinha líquido na ponta, mistura da própria excitação e da saliva da Tammy. Chupei ele inteiro enquanto acariciava os ovos dele, que eram grandes e pesados, enquanto a Tammy me beijava e acariciava meus peitos.

Saímos da água e fomos pro sofá, onde ele se acomodou enquanto a gente se secava uma à outra, parando lógico nas nossas partes mais Molhadas… mmmmmmm.
Aí a gente se jogou na pica preta que nos esperava impaciente, e quando ela já tava bem dura, a Tammy sentou nela de costas pro marido dela.

— Chupa minha buceta, raposa! — ela mandou, e eu obedeci na hora, enquanto dava uns mordiscos no clitóris dela e na pica e nas bolas dele. Daí a pouco ela começou a gozar, e eu lambi os sucos que escorriam pela bunda dela.

— Sua vez — o Buddy falou, e não precisei ouvir duas vezes. Feito uma cadela no cio, pulei e enfiei a pica enorme dele. Tava tão lubrificada que nem senti o tamanho. Ele chupava e mordia meus peitos, meus bicos endureceram tanto que achei que iam estourar, enquanto ele me chamava de puta e falava que cachorras como eu deviam tar sempre prontas. Por um tempo, esqueci da Tammy, até sentir ela começando a lamber meu cu. Aí não aguentei mais e gozei gritando: SIIIIIM, me dá maaaaaaaaaais, sou sua putaaaaaaaaaa.

Depois do orgasmo, fiquei abraçada no moreno, mas ele ainda não tinha gozado, e ela continuava lambendo minha bunda. Começou a meter um dedo, depois outro, uuuuuuuufffffffffff. Tava cheia de líquidos, quando senti algo abrindo caminho no meu cu. Era a Tammy, que tinha colocado um cinto de borracha e queria me fazer uma dupla penetração.

— Não, pelo amor, dói, não faz — implorei.

— Cala a boca, puta, relaxa e aproveita — ela ordenou.

Ele me segurou pelo pescoço e me deu um beijo que quase me deixou tonta, enquanto ela me penetrava com força. Tava meio zonza, não aguentava mais, quando eles resolveram virar e trocar de posição. Olhei com terror pro tamanho da pica do Buddy e me recusei a deixar ele meter no meu cu, mas meu rabo já tava dilatado e ele, com todo cuidado, enfiou até se encaixar direitinho. Tive outro orgasmo, já nem sabia quantos tinha tido…

— Puta! Toma meu leite quente — o Buddy uivou, e gozou dentro do meu cu. Ele saiu e caiu desabado no sofá, enquanto Tammy passou a lamber todos os fluidos que eu tinha, os da minha buceta e os que saíam do meu cu.

Aí ela me disse: — Você já teve o seu, agora quero que você me foda — e me deu o arnês pra eu colocar. Eu coloquei e penetrei ela enquanto ela ficava de quatro, chupando o pau do marido dela. Aproveitei pra lubrificar o buraco do cu dela com minha saliva e meter dois dedos. Os gemidos dela ficavam abafados com a boca ocupada, e eu senti as contrações dela quando gozou. Pra ser uma putinha, você mete bem, ela disse e, me puxando pelo cabelo, me aproximou do pau do negão. Ele literalmente fodeu minha boca, batendo no fundo da minha garganta e me fazendo engasgar, deixando o pau e as bolas dele ensopados. Quando ele gozou, jorrou um monte de porra quente nas nossas caras enquanto gritava: vocês são as melhores vadias do bairro… Eu e Tammy, depois de limpar o pau dele, ficamos nos beijando com o rosto cheio daquele leite, e terminamos lambendo uma da outra.

Ficamos os três relaxados no sofá, terminando o champanhe e comentando como a manhã tinha sido boa.


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