Um homem super milionário, playboy, filantropo, vivia no luxo, de festa em festa. Sua família já tinha uma fortuna colossal, mas essa vida estava com os dias contados. Quando a saúde do seu pai piorou drasticamente, ele teve que assumir todos os negócios da família. E, embora não parecesse, ele era um verdadeiro magnata dos negócios. Rapidamente, ele se adaptou e não só isso, mas assumiu o lugar do pai na hora e começou a aumentar ainda mais a riqueza que já tinham.
O tempo foi passando, mas seu pai estava cada vez pior e pediu um último desejo ao filho: que deixasse aquela vida ruim que levava e arrumasse uma boa esposa, que o acompanhasse na nova vida, pois mesmo que desfrutasse de mil luxos, a vida do empresário era muito solitária. Ir de um lado para o outro sem companhia era realmente desolador. Então ele até tentou, mas não havia absolutamente ninguém que cumprisse esse papel, já que não tinha nenhuma pretendente. Ele só saía com putinhas de uma noite, para quem comprava coisas caras e levava ao melhor lugar da cidade, apenas para comê-las depois no seu penthouse. Por isso, recorreu à mãe para que o ajudasse a conseguir uma parceira, e ela o ajudou. Precisava garantir que esse homem fosse um conhecido dela, muito prestativo, que aceitasse seus caprichos, de poucos recursos, que sonhasse grande e estivesse disposto a fazer qualquer coisa. Não era fácil, mas ela procurou e procurou até parecer ter encontrado o homem certo: Román. Ele era bartender no melhor clube da cidade, trabalhava muito e haviam se tornado grandes amigos. Sua família era muito pobre, e ele era um homem muito trabalhador. Agora, ela precisava descobrir se ele estava disposto a fazer qualquer coisa. Então, ela o pôs à prova: fez com que trabalhasse muitas horas por um salário comum, levando-o de escritório em escritório, chamando-o só para pegar uma caneta e prometendo qualquer coisa em troca de seu trabalho árduo. A mãe conversou com ele e ofereceu uma vida cheia de luxos, mas ele só precisava fazer uma coisa: tomar um simples comprimido. Román pensou. Ele estava cansado da sua vida e não queria mais trabalhar. Sem pensar muito, ele tomou o comprimido.
O que ele não sabia é que aquele comprimido era para mudar de gênero e ele acabou se transformando em uma mulher, Roma, uma jovem e bela garota de cabelos escuros, peitos grandes e uma beleza deslumbrante. Completamente furiosa, ela foi reclamar o que ele tinha feito e a mãe do milionário disse:
— Exatamente o que te prometi, agora você será a esposa de um homem bonito e milionário, que te dará uma vida cheia de luxos. Você só precisa acompanhá-lo e ser sua companheira.
Roma, irritada, foi embora com a intenção de nunca mais voltar, mas pensou bem na proposta. Sua vida era uma merda, e com isso talvez — e só talvez — ela ia ter a vida resolvida, sem contar que já não podia voltar ao normal, porque o efeito era permanente. Então, com mais dúvidas do que certezas, aceitou a proposta. Sua mãe disse ao filho que tinha encontrado a candidata ideal, e ele seguiu o plano da mãe: convidou-a para um jantar, conversaram e descobriu que a jovem e ele tinham muito em comum. Era como se estivesse na frente de um homem, mas com a aparência de uma mulher. Eles se deram super bem, e ele disse que precisava pedir um favor.
Dan (o milionário): — Talvez seja estranho o que vou te pedir, mas preciso que finja que você e eu vamos nos casar. Prometi ao meu pai que me casaria com uma mulher que supostamente já tinha como pretendente, mas isso era mentira. Vamos fingir um casamento. A ele resta pouco tempo de vida, e para que ele vá feliz para o outro mundo, precisamos que ele me veja casado. Prometo que vou te recompensar.
Roma aceitou, já que de qualquer forma não tinha nada a perder e com isso talvez garantiria sua nova vida como esposa de um homem gostoso. Os dias passaram, e Roma estava se aprofundando na vida de mulher cada vez mais. Ela se sentia confusa. Dan, um homem completamente egocêntrico, sabia como tratar e conquistar uma mulher e, embora fosse muito mulherengo, desta vez queria fazer as coisas direito — e estava começando a funcionar. Roma lentamente estava se apaixonando por Dan.
Finalmente chegou o dia da o casamento, Roma vestida com um incrível, lindo e luxuoso vestido de noiva caminhava em direção ao altar.
Enquanto seu "noivo" Dan a esperava, debaixo dos sinos um falso padre os declara marido e mulher, e se ouve um "já pode beijar a noiva".
Roma sentiu muitas coisas naquele momento, o beijo foi perfeito, Dan havia alcançado lugares que ela nunca imaginou que alguém pudesse alcançar, muito menos um homem — claro, tudo isso influenciado por todos os hormônios que ela possuía como mulher. Eles saíram dali para uma suposta lua de mel, que era falsa, não passava de um encontro, mas terminaria da mesma forma: com os dois se beijando e dizendo que queriam um ao outro. As coisas foram esquentando, até que acabaram no quarto de Dan. Aquele lugar por onde tantas mulheres haviam passado, mas dessa vez seria diferente, porque ela tinha vindo para ficar.
Depois de alguns beijos, Roma desabotoou a calça dele e o pênis de Dan ficou livre. Ela começou a masturbá-lo enquanto continuavam se beijando. De repente, influenciada pelo próprio corpo, que começou a se mover sozinho em direção ao pênis, ela ia fazer algo que nunca havia feito e talvez nem soubesse como fazer.
Ele enfia na boca dela, enquanto Dan, mais quente que Roma, tira seu sutiã, a cabeça dela começa a se mover sozinha e do nada seu pênis estava entrando e saindo na garganta dela, com a língua ela saboreava, enquanto ele deslizava até sua garganta e voltava a roçar suavemente os lábios, ela tentou não morder mantendo os dentes o mais longe possível, enquanto Dan empurrava seu membro para dentro e para fora, ela simplesmente estava tentando não engasgar, puxando ar pelo nariz e chupando com a boca, o que era muito difícil mas ela não estava nada mal, até que.
Ele gozou na minha cara toda, enquanto eu pedia desculpas por ter gozado sem avisar, Roma com a mão juntou a porra que estava nas minhas bochechas, lábios e queixo e levou à boca para chupar e saborear, era um gosto estranho, meio forte, um pouco adocicado mas com um toque amargo, mas definitivamente ela tinha gostado. Depois disso era a vez do Dan mostrar tudo que tinha aprendido.
Ele a virou na cama, levantou sua bunda e começou a chupar, lamber e dedar a buceta da Roma, que gemia exasperantemente de prazer, enquanto movia as pernas bruscamente e as enroscava na cabeça dele, sinalizando para que continuasse sem parar, até que ela gozou, assim como o Dan, sem aviso e de repente, em todo o seu rosto. Dan ria enquanto se secava com o lençol, limpando o rosto todo molhado pelo squirt de sua amada. Dan: Gostou? Roma: Ahahah (mal conseguia recuperar o fôlego) você é bom nisso, hein. Dan: Vou te mostrar outra coisa em que sou bom.
Ele segura seus braços, a coloca de quatro e começa a enfiar o pau de uma vez, fundo, pa, pa, pa, soavam as enfiadas um tanto brutas de Dan na buceta da Roma, enquanto ela estava com a cabeça quase apoiada na cama, gemendo muito alto e em todo volume para ele ser um pouco mais gentil, que ela estava sensível. Dan: Desculpa, gostosa, mas eu não faço amor, eu fodo com força. (E continuou dando enfiadas enquanto ela só gemía) Roma: Ahhhhh, por favor, ahahahah, mais ah, devagarinho ahahah. Dava para ouvir como ela pedia piedade, suas pernas e voz tremiam, sua vagina estava sensível, mas esse homem tinha muita resistência e vontade, então não parou nem um único minuto e a comeu de quatro a toda potência por pouco mais de uma hora, até que ele tirou e gozou em toda as costas dela, que derrotada e extremamente exausta ficou com a bunda para cima e a cabeça completamente afundada na cama, pedindo a hora. Eles formalizaram um relacionamento e, embora não fossem casados (ainda), já eram um casal, e bem na hora certa, já que uma semana depois de tudo isso, o pai de Dan morreu, Roma esteve lá para apoiá-lo (ela já havia aceitado a ideia de viver como mulher, e não como qualquer mulher, mas como a mulher de Dan, ia estar lá para ele, acompanhá-lo a todos os lugares e por que não ser sua esposa, isso ela tinha que pensar, mas de uma coisa tinha certeza: essa ia ser sua nova vida, já havia decidido). Para Dan não foi surpresa, pois sabia que o pai não tinha muito tempo e ali ela ocupou 100% seu lugar, cuidando de todas as suas empresas ele. Isso significava uma vida muito agitada e ocupada, indo e vindo de lá para cá, viagens, reuniões, negociações em muitos países, agenda cheia e, sobretudo, muito pouco tempo, mas isso ele não ia fazer sozinho, já que tinha companheira. Em sua primeira viagem em seu avião particular, com um pouco de tempo, iam pensar em se divertir, já que a parte boa da transformação era que ela ia ter uma vida cheia de luxos, mas em troca devia agradar o Dan e ser sua esposa trofeu, isso incluía que ela fosse a coca dele.
Dan tinha um fetiche, uma obsessão pelos peitos da Roma, que eram extremamente grandes, e ele não acreditava que fossem naturais. Então, de agora em diante, sempre que podia, ele pedia para ela fazer uma massagem com suas duas belezas da frente, mas claramente a coisa não ia parar por aí.
Como Roma havia se adaptado muito bem e agora era quase uma mulher, e uma mulher tem muitos desejos assim como um homem, então ela começou a gostar do pau do Dan, mas especialmente começou a gostar de cavalgar nele e assumir um pouco o controle, já que ser uma mulher submissa não agradava a ela – ela ainda tinha um pouco de alma masculina. Mas para o Dan, a posição não importava muito, desde que ele pudesse comer ela. E assim seria de agora em diante: comendo, se exibindo em público como um belo casal, comendo, viajando, comendo, se mostrando por todos os lugares e, principalmente, comendo. FIM. Continua???
O tempo foi passando, mas seu pai estava cada vez pior e pediu um último desejo ao filho: que deixasse aquela vida ruim que levava e arrumasse uma boa esposa, que o acompanhasse na nova vida, pois mesmo que desfrutasse de mil luxos, a vida do empresário era muito solitária. Ir de um lado para o outro sem companhia era realmente desolador. Então ele até tentou, mas não havia absolutamente ninguém que cumprisse esse papel, já que não tinha nenhuma pretendente. Ele só saía com putinhas de uma noite, para quem comprava coisas caras e levava ao melhor lugar da cidade, apenas para comê-las depois no seu penthouse. Por isso, recorreu à mãe para que o ajudasse a conseguir uma parceira, e ela o ajudou. Precisava garantir que esse homem fosse um conhecido dela, muito prestativo, que aceitasse seus caprichos, de poucos recursos, que sonhasse grande e estivesse disposto a fazer qualquer coisa. Não era fácil, mas ela procurou e procurou até parecer ter encontrado o homem certo: Román. Ele era bartender no melhor clube da cidade, trabalhava muito e haviam se tornado grandes amigos. Sua família era muito pobre, e ele era um homem muito trabalhador. Agora, ela precisava descobrir se ele estava disposto a fazer qualquer coisa. Então, ela o pôs à prova: fez com que trabalhasse muitas horas por um salário comum, levando-o de escritório em escritório, chamando-o só para pegar uma caneta e prometendo qualquer coisa em troca de seu trabalho árduo. A mãe conversou com ele e ofereceu uma vida cheia de luxos, mas ele só precisava fazer uma coisa: tomar um simples comprimido. Román pensou. Ele estava cansado da sua vida e não queria mais trabalhar. Sem pensar muito, ele tomou o comprimido.
O que ele não sabia é que aquele comprimido era para mudar de gênero e ele acabou se transformando em uma mulher, Roma, uma jovem e bela garota de cabelos escuros, peitos grandes e uma beleza deslumbrante. Completamente furiosa, ela foi reclamar o que ele tinha feito e a mãe do milionário disse:— Exatamente o que te prometi, agora você será a esposa de um homem bonito e milionário, que te dará uma vida cheia de luxos. Você só precisa acompanhá-lo e ser sua companheira.
Roma, irritada, foi embora com a intenção de nunca mais voltar, mas pensou bem na proposta. Sua vida era uma merda, e com isso talvez — e só talvez — ela ia ter a vida resolvida, sem contar que já não podia voltar ao normal, porque o efeito era permanente. Então, com mais dúvidas do que certezas, aceitou a proposta. Sua mãe disse ao filho que tinha encontrado a candidata ideal, e ele seguiu o plano da mãe: convidou-a para um jantar, conversaram e descobriu que a jovem e ele tinham muito em comum. Era como se estivesse na frente de um homem, mas com a aparência de uma mulher. Eles se deram super bem, e ele disse que precisava pedir um favor.
Dan (o milionário): — Talvez seja estranho o que vou te pedir, mas preciso que finja que você e eu vamos nos casar. Prometi ao meu pai que me casaria com uma mulher que supostamente já tinha como pretendente, mas isso era mentira. Vamos fingir um casamento. A ele resta pouco tempo de vida, e para que ele vá feliz para o outro mundo, precisamos que ele me veja casado. Prometo que vou te recompensar.
Roma aceitou, já que de qualquer forma não tinha nada a perder e com isso talvez garantiria sua nova vida como esposa de um homem gostoso. Os dias passaram, e Roma estava se aprofundando na vida de mulher cada vez mais. Ela se sentia confusa. Dan, um homem completamente egocêntrico, sabia como tratar e conquistar uma mulher e, embora fosse muito mulherengo, desta vez queria fazer as coisas direito — e estava começando a funcionar. Roma lentamente estava se apaixonando por Dan.
Finalmente chegou o dia da o casamento, Roma vestida com um incrível, lindo e luxuoso vestido de noiva caminhava em direção ao altar.
Enquanto seu "noivo" Dan a esperava, debaixo dos sinos um falso padre os declara marido e mulher, e se ouve um "já pode beijar a noiva".
Roma sentiu muitas coisas naquele momento, o beijo foi perfeito, Dan havia alcançado lugares que ela nunca imaginou que alguém pudesse alcançar, muito menos um homem — claro, tudo isso influenciado por todos os hormônios que ela possuía como mulher. Eles saíram dali para uma suposta lua de mel, que era falsa, não passava de um encontro, mas terminaria da mesma forma: com os dois se beijando e dizendo que queriam um ao outro. As coisas foram esquentando, até que acabaram no quarto de Dan. Aquele lugar por onde tantas mulheres haviam passado, mas dessa vez seria diferente, porque ela tinha vindo para ficar.Depois de alguns beijos, Roma desabotoou a calça dele e o pênis de Dan ficou livre. Ela começou a masturbá-lo enquanto continuavam se beijando. De repente, influenciada pelo próprio corpo, que começou a se mover sozinho em direção ao pênis, ela ia fazer algo que nunca havia feito e talvez nem soubesse como fazer.
Ele enfia na boca dela, enquanto Dan, mais quente que Roma, tira seu sutiã, a cabeça dela começa a se mover sozinha e do nada seu pênis estava entrando e saindo na garganta dela, com a língua ela saboreava, enquanto ele deslizava até sua garganta e voltava a roçar suavemente os lábios, ela tentou não morder mantendo os dentes o mais longe possível, enquanto Dan empurrava seu membro para dentro e para fora, ela simplesmente estava tentando não engasgar, puxando ar pelo nariz e chupando com a boca, o que era muito difícil mas ela não estava nada mal, até que.
Ele gozou na minha cara toda, enquanto eu pedia desculpas por ter gozado sem avisar, Roma com a mão juntou a porra que estava nas minhas bochechas, lábios e queixo e levou à boca para chupar e saborear, era um gosto estranho, meio forte, um pouco adocicado mas com um toque amargo, mas definitivamente ela tinha gostado. Depois disso era a vez do Dan mostrar tudo que tinha aprendido.
Ele a virou na cama, levantou sua bunda e começou a chupar, lamber e dedar a buceta da Roma, que gemia exasperantemente de prazer, enquanto movia as pernas bruscamente e as enroscava na cabeça dele, sinalizando para que continuasse sem parar, até que ela gozou, assim como o Dan, sem aviso e de repente, em todo o seu rosto. Dan ria enquanto se secava com o lençol, limpando o rosto todo molhado pelo squirt de sua amada. Dan: Gostou? Roma: Ahahah (mal conseguia recuperar o fôlego) você é bom nisso, hein. Dan: Vou te mostrar outra coisa em que sou bom.
Ele segura seus braços, a coloca de quatro e começa a enfiar o pau de uma vez, fundo, pa, pa, pa, soavam as enfiadas um tanto brutas de Dan na buceta da Roma, enquanto ela estava com a cabeça quase apoiada na cama, gemendo muito alto e em todo volume para ele ser um pouco mais gentil, que ela estava sensível. Dan: Desculpa, gostosa, mas eu não faço amor, eu fodo com força. (E continuou dando enfiadas enquanto ela só gemía) Roma: Ahhhhh, por favor, ahahahah, mais ah, devagarinho ahahah. Dava para ouvir como ela pedia piedade, suas pernas e voz tremiam, sua vagina estava sensível, mas esse homem tinha muita resistência e vontade, então não parou nem um único minuto e a comeu de quatro a toda potência por pouco mais de uma hora, até que ele tirou e gozou em toda as costas dela, que derrotada e extremamente exausta ficou com a bunda para cima e a cabeça completamente afundada na cama, pedindo a hora. Eles formalizaram um relacionamento e, embora não fossem casados (ainda), já eram um casal, e bem na hora certa, já que uma semana depois de tudo isso, o pai de Dan morreu, Roma esteve lá para apoiá-lo (ela já havia aceitado a ideia de viver como mulher, e não como qualquer mulher, mas como a mulher de Dan, ia estar lá para ele, acompanhá-lo a todos os lugares e por que não ser sua esposa, isso ela tinha que pensar, mas de uma coisa tinha certeza: essa ia ser sua nova vida, já havia decidido). Para Dan não foi surpresa, pois sabia que o pai não tinha muito tempo e ali ela ocupou 100% seu lugar, cuidando de todas as suas empresas ele. Isso significava uma vida muito agitada e ocupada, indo e vindo de lá para cá, viagens, reuniões, negociações em muitos países, agenda cheia e, sobretudo, muito pouco tempo, mas isso ele não ia fazer sozinho, já que tinha companheira. Em sua primeira viagem em seu avião particular, com um pouco de tempo, iam pensar em se divertir, já que a parte boa da transformação era que ela ia ter uma vida cheia de luxos, mas em troca devia agradar o Dan e ser sua esposa trofeu, isso incluía que ela fosse a coca dele.
Dan tinha um fetiche, uma obsessão pelos peitos da Roma, que eram extremamente grandes, e ele não acreditava que fossem naturais. Então, de agora em diante, sempre que podia, ele pedia para ela fazer uma massagem com suas duas belezas da frente, mas claramente a coisa não ia parar por aí.
Como Roma havia se adaptado muito bem e agora era quase uma mulher, e uma mulher tem muitos desejos assim como um homem, então ela começou a gostar do pau do Dan, mas especialmente começou a gostar de cavalgar nele e assumir um pouco o controle, já que ser uma mulher submissa não agradava a ela – ela ainda tinha um pouco de alma masculina. Mas para o Dan, a posição não importava muito, desde que ele pudesse comer ela. E assim seria de agora em diante: comendo, se exibindo em público como um belo casal, comendo, viajando, comendo, se mostrando por todos os lugares e, principalmente, comendo. FIM. Continua???
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