
AS AVENTURAS DE LUPITA
CAPÍTULO 2Continua a história de Lupita, a escultural colegial de 18 anos, que agora terá que se submeter à vontade de um professor safado para realizar seu sonho.
A adolescente, ainda agitada, se vestia apressada com uma blusinha e um shortinho. Em seguida, tirou o seguro da porta do quarto e abriu, entrando as vizinhas com cara de fúria ao verem o velho Lucas, que as observava com um sorriso sem vergonha. Lupita estava com o cabelo todo bagunçado, nervosa, assustada, com a respiração ofegante e a cara bem vermelha.
— Não se exaltem, senhoras, vim consertar um vazamento de água que tinha no banheiro dessa preciosidade e já está resolvido. E como não tenho mais nada pra fazer aqui, vou me retirando — disse ele, virando pra olhar a garota e completando: — Até logo, minha rainha. Já sabe, quando tiver outro vazamento, é só me chamar que eu resolvo pra você. Saindo em seguida o velho safado do quarto com uma gargalhada bem alta. A vizinha se virou pra garota:
— O que aconteceu, Lupi? O que esse desgraçado te fez? Me fala que a gente denuncia ele agora mesmo.
Mas a adolescente tinha um medo enorme do velho Lucas e só balbuciou:
— Não, senhora, não aconteceu nada. Foi do jeito que ele falou. Tinha uma inundação no banheiro por causa de um vazamento, e o seu Lucas, gentilmente, veio e consertou.A vizinha olhou para ela com carinho, sabendo que a garota estava mentindo, e disse:
— Filha, se mais pra frente você quiser me contar o que realmente aconteceu, eu vou te ouvir. Você sempre terá meu apoio e meu carinho.
Abraçando-a com ternura, saiu rapidamente do quarto e foi para o seu apartamento. Lupita fechou a porta do quarto e se jogou na cama, com as palmas das mãos no rosto, e começou a chorar, soltando toda a tensão acumulada pela situação que tinha vivido com o velho safado e por quase terem sido pegos numa situação comprometedora. Sentia vergonha e nojo ao lembrar como o velho a acariciou, beijou e chupou seu corpo escultural e nu. Sem perceber, acabou pegando no sono, completamente exausta. Já mais tranquila, a garota foi para o banheiro para tomar um banho e ir para a escola. Quando tirou a roupa e se viu no espelho, percebeu assustada que tinha os mamilos totalmente roxos, os peitos cheios de marcas e mordidas. Sentia um cheiro desagradável de suor e de sexo do velho Lucas, e começou a soluçar de novo por um tempo, antes de tomar banho e se vestir com uma blusa larga da mãe, escondendo e disfarçando os hematomas dos seios. O velho Lucas, que já estava no seu canto com o resto da gangue tomando uma cerveja, comentava:
— Chegaram aquelas velhas intrometidas quando eu já ia comer aquela gostosa apetitosa. Ela me deixou mais quente que o inferno. Tô com uma ereção no pau como nunca.
O velho Anselmo disse:
— É, compadre, você teve nas mãos a melhor buceta que existe nessa quebrada. Por pouco você não comia ela. A gente aqui se acabava de bater punheta vendo você em ação, mas tiveram que chegar aquelas velhas fofoqueiras.
Lupita vivia num mundo cor-de-rosa porque a mãe não deixava ela sair pra lugar nenhum. Quando não tinha nada pra fazer em casa, passava a manhã inteira vendo novelas, imaginando que era a protagonista e que seu príncipe encantado cuidava dela e a amava. Admirava as atrizes das novelas e ansiava Ser como elas era seu sonho, ser atriz. Por isso, um dia, quando viu na escola um anúncio para um grupo de teatro experimental que ia se formar, ficou super animada, pegou um formulário e preencheu com seus dados, imaginando que aquele era o começo de uma carreira de sucesso. O professor que dirigia esse programa teatral era um tarado sexual que, toda aluninha que caía nas garras dele, ele se aproveitava, sendo que toda aquela história de teatro era só pretexto pra ficar perto das colegiais que o deixavam maluco. Ele já tinha sido expulso de várias escolas em outro estado por causa das queixas das alunas que ele tentou se aproveitar, mas como tinha um puta talento pra conversa, chegou nessa escola onde ninguém o conhecia e convenceu o diretor a botar esse programa pra funcionar. Era um cara muito desagradável fisicamente, se chamava professor Túlio, tinha uns 56 anos, barrigudo, careca, e com uns olhos esbugalhados que o tornavam repulsivo pra qualquer mulher. O que ele não tinha de aparência agradável, tinha de lábia, uma lábia danada pra enrolar as vítimas dele. Lupita era uma das mais bonitas e das mais desenvolvidas fisicamente de toda a escola, professores e alunos a olhavam com desejo e admiração. Dois dias depois, a garota viu que saiu uma lista pros testes e percebeu que o dela seria numa sexta, depois da aula de educação física, que era a última antes de sair da escola. Nesse dia, a turma dela podia usar a piscina depois da aula de educação física, levando o biquíni por baixo da roupa. Quando chegou o dia, a garota estava se sentindo muito acalorada, então, ao terminar a aula de educação física, igual às colegas, ela se despiu, ficando só num biquíni minúsculo, daqueles que tem uma fio dental embaixo e, em cima, dois triângulozinhos minúsculos que quase não cobriam nada, ligados por tirinhas finíssimas de tecido. Os assobios e os elogios não pararam de soar, e ela se via soberba, todos os homens... Pareciam cachorros, uivavam, assobiavam e gritavam como loucos; até deu um pouco de medo nela, entrou na água avermelhada do lago, com vergonha, que logo passou quando brincou com as colegas com uma bola. Depois de um tempo, percebeu que estava chegando a hora do seu teste e saiu da água. Seu corpo perfeito emergiu da água, molhado, úmido, como se fosse uma sereia. Sua figura seminua se desenhava perfeita. Foi enrolada na toalha até o vestiário, e não vestiu nada na parte de cima, só ficou com o sutiã do biquíni, onde marcavam seus bicos durinhos, e uma minissaia curtíssima e aberta, saindo apressada para o famoso teste. Ao chegar, percebeu pela janela que tinha outra garota no escritório do professor Túlio. Depois de um momento, saiu a garota que estava antes dela com uma cara de ódio total e bateu a porta, dizendo: "velho tarado". Lupita ficou ali até ouvir a voz embriagada do professor dizendo para entrar a próxima. "Pode entrar, preciosa", disse o velho sentado atrás da mesa, devorando ela com os olhos. Levantou-se e, indo até Lupita, disse: "prazer em te conhecer, linda". Ela retribuiu o cumprimento com um pouco de vergonha pela roupa que estava usando. A garota estava extasiada, achando que finalmente seu sonho ia se realizar. "Olha, gata, um par de pernas e um rostinho agradável já é suficiente pra começar... anda, me conta quais são suas aspirações", dizia o professor, que ouvia sem prestar atenção, mais focado nas curvas formidáveis da colegial escultural. O velho disse: "vem, vamos ver o quanto você é boa, se tem talento". Ela viu ele ir até as cortinas e fechá-las, deixando o escritório meio escuro. Ela sentia que o olhar do velho atravessava a pouca roupa que vestia, se sentia nua diante dele. Naquele momento, se arrependeu de não ter se vestido um pouco mais por causa da pressa de chegar atrasada no teste. "Vamos fazer um teste de dois amantes, quero ver se você tem paixão e aptidão para o papel de... A garota que estou procurando, você tem que agir como uma amante que espera ansiosamente pelo seu homem e, ao vê-lo, dá vazão à paixão guardada. Seja natural, só se deixe levar. O velho se aproximou da garota nervosa; ela via no olhar do professor Túlio a mesma ansiedade e luxúria do já quase esquecido velho Lucas se aproximando da colegial. Lupita sentia medo e repulsa por aquele homem obeso, careca e com aqueles olhos esbugalhados, como de tarado, que olhava descaradamente para o busto e as pernas dela.
Ela baixou as pálpebras para evitar aquele olhar que queimava. Depois, ele, pegando Lupita pela cintura fina, beijou-a nos lábios. Ao contato daquela boca ardente, ela o rejeitou, empurrando-o — "Mas que porra é essa? Você quer ou não quer ser uma estrela de televisão? Se não quer, pode se retirar e não me faça perder mais meu tempo", disse o professor, pressionando-a psicologicamente. Lupita, na sua ingenuidade, achava que aquela era uma oportunidade única para realizar seu sonho e, dócil e mansa, se dirigiu ao velho se desculpando — "Me desculpa, professor, não vai acontecer de novo. Vamos continuar de novo." Essa atitude deixou o velho ainda mais corajoso. Ao olhá-la, o professor safado sorri com a boca cheia de baba pela presa que estava ali à disposição dele e diz com aquela cara de sádico — "Você é uma garotinha muito gostosa." Ela estava com o olhar no chão. O velho a pegou pelo queixo e ergueu o rostinho lindo dela, aproximando a boca babenta da dele e beijando os lábios bonitos dela de forma nojenta. Pegou os braços dela e os passou ao redor do pescoço dele enquanto a apertava pela cintura fina.
Os dois se fundiram num beijo longo e prolongado de língua, como se fossem namorados. O velho, com ela presa pela cintura fina, a colava contra ele, sentindo a deliciosa suavidade e firmeza da adolescente escultural. Apertava mais aquele corpo turgido. O velho tinha mau hálito e o bigode dele arranhava os lábios da garota, enquanto a língua de Lupita travava uma luta intensa com a língua pegajosa e molhada do fogoso. professor, o hálito dele era de álcool, tabaco, alho e bafo de velho. Ela quietinha, dócil e submissa, se deixava fazer tudo o que o professor safado quisesse, não queria mais contradizer ele e perder a chance de virar atriz. Estava tremendo, sentia o corpo virando um feixe de nervos, as bochechas coradas denunciavam o aperto dela. O velho, com as mãos, percorria as costas lisas e nuas da garota (lembrem que ela só estava vestida com o sutiãzinho do biquíni e uma micro saia). -Mmmmm... você tem uma pele macia que nem de bebê, falava no ouvido dela o professor tarado. Que nem ventosas, as mãos do velho se cravavam no corpo gostoso da novinha. Cada carícia do velho suado começava nas costas e terminava na bunda fabulosa da adolescente linda e jovem. O velho fogoso não hesitava em apertar aquele par de nádegas duras e cheias de carne, as mãos ansiosas e suadas percorriam o corpo escultural como se quisessem remodelar ele. -Que rabinho gostoso você tem, princesa, disse o velho enquanto esfregava obscenamente aquela bunda jovem. Numa dessas que ele apertava a bunda carnuda, o velho enfiou as mãos por baixo da micro saia da garota e tocava as pernas nuas dela, eram bem macias. As mãos ásperas e suadas subiram até a bunda fabulosa e ficaram apalpando, espremendo aquelas nádegas só cobertas pelo fio dental minúsculo. Dava pra sentir o calorzinho e como o corpo gostoso da garota tremia. O velho não parava de beijar aqueles lábios carnudos, apetitosos, maravilhosos da adolescente espetacular. Da boca da colegial sensual só saíam gemidos abafados ao sentir que as carícias do professor estavam cada vez mais ousadas -mmmmmmmggg mmmmmmmggg e ela se contorcia numa tentativa inútil de evitar que as mãos ansiosas do velho se enfiassem por baixo da micro saia. Os dedos do velho deslizaram por baixo do fio dental, aproveitando a firmeza daquelas nádegas, e o velho em seguida tentava... introduzir os dedos no fechado buraquinho traseiro da garota, pressionava e pressionava fazendo círculos tentando vencer a resistência do seu fechado bumbum- mmmmmmmggg mmmmmmmggg ouviam-se os gemidos abafados da boca da Lupita diante do sufocante e nojento beijo do velho. Quando finalmente os dedos ansiosos venceram a resistência do buraquinho traseiro da garota, o fogoso velho sentia nos dedos que emanava um gostoso calorzinho, a garota por um momento se soltou do sufocante beijo e balbuciou --Por favor, me deixa já... por favor, o luxurioso velho se deleitou olhando aqueles olhões verdes apavorados sem parar de fazer lentos círculos suaves no cu da Lupita alternando com metidas e tiradas, o velho estava enfeitiçado por aquele corpo que convida ao desenfreado e à luxúria, aproximou o rosto do ouvido da adolescente e disse -que gostosa você tá, mamacita. Ela continuava se deixando fazer pelo velho e começou sua boca a soltar leves gemidos, estava começando a suar, seu aroma era delicioso, o calor que brotava da boca do macho sobre sua pele a fazia estremecer aahhhh as mãos incansáveis espremiam com ânsia as gostosas bundonas, sentia o hálito ardente do velho no seu pescoço e nos seus ombros -não ohhhh, não ohhhhh, tô com vergonha balbuciava a garota, ao beijar o pescoço uma e outra vez começou a percorrer um arrepio pelo escultural corpo da Lupita, instintivamente fechou os olhos e levantou a cabeça deixando que a língua babosa do velho percorresse todo o seu pescoço, ela vibrava e respirava profundamente. Tendo-a abraçada contra si, procurou nas costas o fecho do sutiã, a garota ao perceber suas intenções num fraco momento de lucidez disse –nãoooooo, mas foi tarde demais, os perfeitos e duros peitos da garota saltaram livres de suas amarras, eram uns peitos pequenos soberbos, redondos, maciços e rotundos nos quais se destacavam poderosamente os mamilos eretos, -porra que tetas... são pequenas mas lindas dizia o velho babando-se e Sem mais preâmbulos, pego cada um dos seios túrgidos com uma mão e, sem esperar mais, o professor tarado se atirou sobre os mamilos da colegial, chupando-os com desespero. Quando ela sentiu a língua do velho sugando seus mamilos, quase desmaiou de prazer, um arrepio intenso percorreu todo o seu corpo. — Que peitões gostosos! — dizia o velho fogoso, e as primeiras sensações de excitação chegaram até ela. Ahhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhh diante da chupada gulosa do velho, ela sentia na sua bucetinha aquele conhecido formigamento que enlouquecia seus sentidos. Ele beijava e chupava como se fosse o manjar mais delicioso que já tinha provado. Os seios reagiram a tais estímulos, aumentando de volume e de dureza ao contato da boca gulosa, enquanto as mãos espremiam os seios e apertavam os mamilos em movimentos circulares. O velho sentia ela começar a gemer com mais intensidade: Ahhhhhhhhhhh, ohhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, mmmmmmmmm, ahhhhhhhhhhh, mmmm. A jovem, por momentos, parecia perder a consciência em meio a uma sensação poderosa que sacudia todo o seu corpo, levando-a a se agarrar à cabeça careca e nojenta do velho, assim como se agarrava aos lençóis quando se masturbava no seu quarto. Ela se estremecia e respirava ofegante. — Ahhhh, papai, que delícia! Ahhhhhh, papai! — gemia Lupita, presa do desejo, e sua bucetinha virgem já se umedecia constantemente diante de tanta estimulação. O velho sentia que aquelas formas redondas da adolescente o enlouqueciam tanto que o levavam ao desvario. As chupadas e carícias do velho fogoso arrancavam dos lábios juvenis gemidos e suspiros. O velho, com sua boca gulosa, chupava sem parar, alternando os seios, e com a outra mão espremia o outro peito. Mordia, chupava com sua língua comprida, e fez isso com tanta maestria que a adolescente sentia sucessivas descargas elétricas que atravessavam fulminantes todo o seu corpo escultural, provocando sensações prazerosas e perturbadoras. Os seios duríssimos enchiam alternadamente a sua boca. glutona do velho, enquanto Lupita curtia as carícias excitantes que as mãos ansiosas distribuíam generosamente pelo resto do corpo - ahhhhhhhffffahhhh ahhhh ahhgggggggg gemia descontroladamente, Lupita era um verdadeiro espetáculo, como aquela velho nojento curtia ela. Nisso, o velho soltou ela e foi com ela, dócil, de mão dada, até um sofá que tinha no escritório dele. Em seguida, começou a baixar a calça junto com a cueca, deixando sair livre um tremendo pau ereto, venoso, pulsando, que sobressaía de uma mata espessa de pelos pretos, e sentou com as pernas nojentas abertas. A garota nunca tinha visto um pênis, e muito menos daquele tamanho - quer pau? Quer comer um bom pau? dizia o velho. A jovem tremia, e isso dava segurança ao professor tarado, que, aproveitando a submissão da vítima, a obrigou a se ajoelhar e, pegando-a pelos cabelos, dizia - chupa. A garota se sentia confusa, não sabia o que fazer, então tocou com a ponta da língua e sentiu um gosto salgado, logo começou a lamber ao redor da cabeça vermelha - chupa forte que eu não sinto, exigia o velho, e instintivamente a garota excitada começou a chupar, enfiou na boca e passou a mamar com avidez - neném, nenenzinha, assim... isso... ahhh, continua ahhh, cuidado com os dentes ahhh, que boquinha gostosa você tem, vadia. Isso, agora percorre a cabeça com a língua, dizia o velho diante das sensações que a boca gostosa da Lupita causava nele - senhorita... que boca, que delícia você chupa. Lupita seguia com o trabalho, mamava ardentemente, saboreando aquele pau magnífico quase até se engasgar, a boca dela sentia aquela dilatação tremenda do membro rígido. O velho fazia esforço para se segurar e usava todo o autocontrole para prolongar o prazer e não gozar, já que aquela boca e lábios deliciosos proporcionavam... de repente, Lupita começou a sentir que aquele membro tremendo dava uns espasmos na boca dela, e o velho disse - ah, tô gozando, vou te dar, vou gozar dentro da sua boca... seguro firmemente a cabeça da Lupita e disparo a primeira de várias cargas de esperma enchendo a boca da garota com o líquido leitoso, a garota continuava com o trabalho dela chupando e ordenhando a pica e sem hesitar continuou engolindo, o professor soltava uns sons de prazer entre os dentes - haa... haa... é sua, Lupe, haa... siii, assim cachorrinha, toma toda a porra do teu macho, esse é teu prêmio por chupar tão bem, garota linda, ahghh. Em seguida, o velho com o membro mole se levantou, subindo as calças e deixando a pobre Lupita ajoelhada e ofegante, o professor disse - pode se retirar, segunda-feira eu dou os resultados do teste, nena, aí você vai saber se entrou no elenco, disse o velho e em seguida caiu numa gargalhada sonora. Lupe se levantou, colocando o sutiã do biquíni e logo saiu do escritório do professor e foi para os vestiários se trocar e ir pra casa dela. Se você gosta dessas histórias, é só comentar que eu vou continuar publicando a continuação das AVENTURAS DA LUPITA.
5 comentários - As aventuras da Lupita capítulo 2