Desde os 15 anos sempre transei com homens. Amo pica e disso não tenho dúvida, mas há alguns dias, minha vida sexual deu uma reviravolta inesperada. Aos meus 32 anos, casada e mãe de um filho, achava que já tinha vivido tudo sexualmente, mas isso é um grande erro. Minha mãe tem uma amiga chamada Glória, que me viu nascer. Glória tem 59 anos, mas um espírito e um corpo de alguém da minha idade. Se divorciou há 6 anos e nunca se soube de outro homem. Glória é morena, alta, peitos enormes, cintura fina e um rosto lindo. Preciso dizer que ela era aeromoça. Pra mim sempre foi a tia Glória, por tantos anos de amizade com minha mãe, tanto que quando eu era pequena, passava alguns fins de semana com ela e o marido, porque não podiam ter filhos. Eu era a mimada deles, me davam tudo que eu queria. Os anos foram nos afastando, mas o carinho sempre esteve entre nós. Numa sexta, minha mãe me mandou um WhatsApp contando que a Glória ia almoçar na casa dela. Fiquei tão feliz que, sem contar pra minha mãe, resolvi aparecer de surpresa e dar o susto. Tava morrendo de vontade de vê-la de novo. E ela realmente se assustou!!! Me abraçou chorando e me xingou por tanto tempo sem saber de mim. Passamos uma tarde linda e ela me convidou pra almoçarmos juntas no apartamento dela em Caballito na quarta seguinte. Chegou a quarta e, depois de deixar meu filho na escola, fui encontrá-la. Ela me recebeu com um vestido branco que não só destacava a pele dela, mas toda a sua forma tão cuidada. "Lau, você tá linda, menina! Como você faz?" Ela perguntou. Eu disse pra ela me contar como fazia pra estar tão gostosa e rimos. Claro, tinha toda a intimidade com ela pra falar como se fosse filha dela. Almoçamos conversando sobre tudo, colocando o papo em dia. Avisei meu marido que ele passaria pra buscar nosso filho, porque eu ia demorar pra voltar, é que a conversa tava tão boa. Perguntei se ela tinha arrumado alguém e, rindo, ela disse: "Não, menina, me deixa viver, nessa idade já não se pensa nisso." Glória é muito divertida. "Além do mais, quem vai reparar nessa velha? Eu, ela me falou e a gente morreu de rir. Quem me dera ter esses peitos, Glória, aí sim eu não deixava boneco com cabeça, falei pra ela, e ela não parava de rir. Os peitos dela são gloriosos, sempre foi o comentário dos homens da minha família quando eu era pequena. Lembrei de mim espiando ela com meus 10 anos enquanto se trocava, a curiosidade normal de uma garota daquela idade diante de uma mulherão daqueles. Me deu uma graça e a Glória não entendia minha risada. "O que foi, Lau, que te deu vontade de rir?" Ela me perguntou desconcertada. "Tava lembrando de quando você me trazia pra sua casa e eu te espiava pra ver seus peitos." "Sério?" Ela perguntou, intrigada. "Sim, juro, Glo, mas sem maldade, não fica brava." "Ficar brava? Cê é tonta? Acho natural, o meu é pior porque com a minha idade e sendo quem eu sou, outro dia não conseguia parar de olhar quando você se levantava", ela me falou com vergonha. "Não entendi, Glória." "Dá-lhe, nena, tenho que ser direta?" Ela perguntou quase com desconforto. "E por que não? Somos adultas, explica e pronto." "É que você é impactante, nena, muito bonita, simpática e essa bunda, pelo amor de Deus." Fiquei fria. Quase com medo perguntei: "Você gosta de mulheres?" Ela me olhou e disse: "Sim, e de você, muito." Juro que não esperava. Nunca pensei como reagiria a uma confissão assim de outra mulher, mas gostei, talvez porque era ela, sei lá. O ar ficou tenso. "Bom, vamos mudar de assunto", ela disse, "vamos tomar chimarrão." Quando foi pra cozinha, eu segui ela com o olhar. Quando voltou, cravei meus olhos naqueles peitos gigantes, um pouco caídos, mas tão grandes. Mentalmente lembrei que ela tinha mamilos compridos. Pedi pra ir ao banheiro, queria lavar o rosto e desejava internamente que ela olhasse pra minha bunda que tanto gostava. Um jogo perigoso que nunca pensei que faria. Voltei pra sala e ela não estava. "Lau, vem cá", ela gritou do quarto dela. Fui e a Glória estava nua em cima da cama. Ao me ver, ela levantou um dos peitos e perguntou: "E continua igual, Lauri?" Ela pegou minha mão e colocou naquela montanha de carne. Robotizada, eu amassei, era lindo. Com meus dedos, estiquei ainda mais o mamilo, Glória gemeu e eu me perdi. Coloquei o mamilo na... boca. Ayyy, assim meu amorrr, assim chupa, Sweetie, a Glória pedia. Pedi pra ela me despir, eu tava toda esquentada. Ela me beijou de língua tirando minha roupa, o sutiã e a calcinha fio dental. Agarrada na minha bunda, não parava de enfiar a língua na minha boca. Ela gemia e me beijava, isso me esquentou mais ainda. Deus, que bunda tão linda você tem, sua pele, redondinha e durinha. Seus peitos me deixam louca, falei pra ela. Chupa, come eles, meu amor, são seus. Passei um tempão mamando esses peitos. Fui descendo, beijando a barriguinha dela. Continua, chupa minha buceta, Lau, me pediu. Falei que nunca tinha feito aquilo, que não sabia como. Ela me jogou de costas na cama. Começou pela minha boca, pescoço, chupou meus peitos e aí eu gozei. A mão dela queria sentir meus sucos. Me beijou de novo e começou a me punhetar. Gemi pra caralho e ela desceu pro meu ventre. Abriu minhas pernas. Filha da puta, você tem uma buceta do caralho, ela falou, toda excitada. Senti a língua dela vibrar na minha bunda. Você é um monumento de bunda, garota, vou chupar sua bunda até cãibrar. Ela me fez virar de bruços e começou a melhor chupada de cu que já levei na vida. Língua, dedos, cuspidas, dedos de novo. Senti a boca dela inteira na minha buceta. A filha da puta sugava e mexia a língua nos meus lábios e no meu clitóris. Assim, sua puta velha, assimmm, falei pra ela, enchendo a boca e o rosto dela de sucos. Como você goza, puta, você é uma delícia, ela falou. Voltamos a nos beijar, entrelaçando as línguas, apertando os peitos uma da outra. Eu tava descontrolada. Ela falou: vou fazer xixi e volto, mamãe. Mija em mim, pedi. Sério que você quer? Preciso disso, falei, explodindo de tesão. Ela apoiou a buceta grande na minha boca e falou: abre, puta, abre essa boca, chupadora de pica. Ela soltou um jorro quente, forte, salgado. Tomei até a última gota e meti a língua procurando o clitóris dela. Ela se contorcia de prazer. Assimmm, chupa minha buceta, filha da puta, que delíciaaaa, assimmm, bebeaaa, tomaaaa. Ela soltou sucos pra um mês inteiro. Não parava de gozar. Continuei mexendo a língua no anelzinho dela. Ela caiu exausta do meu lado. lado. Nós nos abraçamos com amor. Quando nos recuperamos, nos beijamos e tomamos banho juntas. Prometemos repetir a dose. Minha primeira vez foi tão linda assim. Beijinhos.
18 comentários - Minha primeira experiência lésbica inesperada (real)
Quiero ser parte de tu familia, aunq sea como esa tia del coranzon y ahora de la cama