Faz tempo que não escrevo, então hoje vou contar uma cena que rolou uns meses atrás... Eu tinha desobedecido o papai e enfiado os dedos sem permissão, então ele me deixou um mês sem cock, com a raba toda vermelha de tanto levar cintada com o cinto dele. Fiquei tão desesperada naquele mês, em castidade total, que deixei me humilharem como nunca antes. No dia em que o castigo finalmente acabava, claro que o papai não ia me dar a cock assim tão fácil. Primeiro, ele me fez ficar em pé do lado da cama, de calcinha, sutiã, salto e castidade, com uma bandeja com dois dildos, camisinhas e um vidrinho de lubrificante. Na cama, o papai comeu minha namorada bem forte, enquanto eu olhava e, como sempre, pedia para ele ir com mais força. Quando ele tava comendo ela, eu não conseguia evitar de olhar pra cock grande e cheia de veias dele e sentir minha raba se abrindo, toda carente depois de um mês sem sentir carne de macho. Já quase não tava nem aí pra bunda da minha namorada, só queria ser a putinha do papai. Depois de um bom tempo de sexo, o papai gozou na camisinha, tirou e deu um nó, deixando na minha bandeja. — Agora, me passa um dos dildos — ele ordenou. Ele fez minha namorada gozar com o dildo, deixando ele todo melado dos fluidos dela. Eu só olhava. — Me agradece por dar cock pra sua namorada. — Obrigada, papai, por satisfazer minha namorada e dar cock pra ela — respondi obediente. Ela se levantou e foi tomar banho, já sem se importar com a situação, e então o papai pegou a camisinha amarrada, abriu e colocou o conteúdo em cima do outro dildo na bandeja, cobrindo ele com o cum dele. — Então, sua maricona, agora você pode escolher com qual cock vai se engasgar — ele disse — com a que tá toda usada pela sua namorada ou a que tá coberta de cum? Eu me fiz de sonsa, e pensei por uns segundos, boca entreaberta olhando a cock enorme do papai balançando. — A coberta de cum, papai, por favor, preciso de cum de macho... — chorei com minha voz de maricona e ele riu de mim e fez um gesto com a mão, me deixando chupar. Eu imediatamente apoiei a bandeja na cama, peguei o dildo Levei pra boca. Era grande, me fazia abrir bem os lábios e engasgar quando enfiava tudo. Tava tão excitada que arqueava as costas e apertava a raba, concentrada em chupar aquela piroca de plástico e sentir o gosto da porra do papai. Só conseguia pensar em rola, então quando o papai saiu do quarto, nem liguei, contanto que me deixasse continuar me afogando no dildo. Quando ele voltou, só percebi porque senti a piroca dele dura contra minha raba. — Vê essa buceta de sissy, toda molhada, mostra pra mim — ele disse — e continua chupando rola, que te vejo bem entretida. Ele baixou minha calcinha só pra expor meu cu todo lubrificado (porque mesmo no meu mês sem piroca, ele me fez continuar me lubrificando, pra eu não perder o costume) e agarrou minhas nádegas com força, me fazendo ficar na ponta dos pés de tanto prazer. Enfiou dois dedos de uma vez e me fez gemer que nem uma menininha, já desacostumada com os dedos grossos dele. Senti os nós dos dedos dele contra mim, tudo enquanto babava pelo queixo de tanto chupar rola. Quando ele tirou os dedos, não deu tempo de tirar o dildo da boca e pedir mais, porque ele enfiou a piroca de uma vez. Eu gemia que nem a putinha que sou, enquanto ele me segurava firme pela raba e metia e tirava sem se preocupar com minha buceta desacostumada. Gozou bem rápido, claro, sem me fazer gozar porque ele não deixa sissy ter orgasmos, e assim que tirou a piroca, subiu minha calcinha de novo, bem pra cima, pra ela ficar toda suja com a porra saindo do meu cu. Eu já tava com a mandíbula cansada, mas continuei chupando o dildo, muito excitada pra conseguir parar.
5 comentários - Papi e a namorada me treinam (conto sissy)
Me hiciste desear ja...