Histórias de um casamento cuck. macho (eu)

Esta parte da história funciona por conta própria, mas vocês podem ler os relatos anteriores só pra ver a progressão.

Assim que minha esposa voltou da pandemia pra escola dela, percebeu que, infelizmente, o diretor não tinha voltado — morreu de COVID. Aí chegou um diretor novo, bem mais jovem (depois fiquei sabendo que tinha 45 anos), chamado Fernando, famoso por ser exigente. Mas isso não impediu minha mulher de se "atualizar" com os colegas Marcos, Luis e Ernesto. Desde o começo, ela já foi vestida bem gostosa, com minivestidos, calças bem apertadas, transparências e roupas bem provocantes. Praticamente todo dia ela ia com algum dos colegas pra transar, e nas sextas voltaram a sair em grupo, e ela voltava muito bem cuidada depois do sexo grupal que rolava com eles. Eu comentei pra ela ser um pouco mais discreta, mas ela me disse na lata que, depois da pandemia, a única certeza que tinha era que ia aproveitar esse estilo de vida ao máximo. Também começou a sair com os ex-colegas da escola, principalmente aos sábados (Armando e Alejandro), pra continuar as aventuras dela como esposa puta.



Histórias de um casamento cuck. macho (eu)


Parecia que tudo estava voltando ao normal, só que com um pouco mais de intensidade; no entanto, mais ou menos dois meses depois de voltarmos às aulas normais, o diretor da escola onde minha mulher dá aula mandou chamar ela no escritório dele e rolou mais ou menos o seguinte papo:

Querida professora B, ainda não tinha tido o prazer de conhecê-la, os alunos estão encantados com a senhora e seus colegas também. Começou ele dizendo a ela.
Muito obrigada, senhor, nos falaram que o senhor é um diretor muito competente e exigente, espero que com sua liderança a gente consiga fazer essa escola avançar. Respondeu minha esposa no mesmo tom, ainda sem saber o que esperar do novo diretor.
Me falaram que você é uma professora muito brilhante, mas pelo que tenho visto nesses primeiros meses, não mostra o menor sinal de inteligência. Disse com uma mordacidade bem forte.
Não entendo o que o senhor quer dizer. Respondeu minha esposa, muito confusa e com a voz fraca, já que não esperava tanta agressividade.
Olha, pra começar, eu sei que você não tem mais que 15 horas fixas na escola e às vezes te colocam entre 3 e 5 horas pra pelo menos chegar a meio período, então acho que você não tá afim de ter um período completo, né? Ela perguntou bem séria.
Claro que me interessa, mas o diretor anterior só dava horas pros amigos dele, o senhor sabe como é isso. Responde minha mulher tentando se mostrar madura e inteligente.
Mas pelo que eu vi e me contaram, você tem as ferramentas e a disposição pra ganhar mais horas. Ela sorriu de forma sacana.
Como? Não entendi. Respondeu minha mulher, sincera.
Vamos lá, professora, não vamos nos enganar, aqui todo mundo sabe que você anda de puta, rabuda e pronta, com vários dos seus colegas. Ela cuspiu na cara dela e se levantou pra se apoiar na mesa, bem na frente dela.
Pé, pé, pé. Minha esposa tentou responder.
Olha, não precisa negar, eu sei de uma fonte muito, muito confiável; e pra falar a verdade, eu ligo muito pouco pro que você faz com a sua buceta, o que me surpreende é que você, sendo tão gostosa e, supostamente, tão inteligente, não percebe que anda se oferecendo pros caras errados. Se escolhesse melhor seus amantes, podia melhorar muito sua situação no trabalho. Explicou o diretor de um jeito bem calmo.
E a senhora acha que é a pessoa certa pra melhorar minha situação no trabalho? Perguntou minha esposa, já bem excitada com a situação..
Vejo que a senhora não é tão certinha assim, professora. Garanto que, se escolher direito, em menos de um semestre a senhora não só terá tempo integral, mas também vantagens no trabalho, como não precisar bater o ponto no relógio na entrada ou na saída, e sim vir direto ao meu escritório. Ele disse de forma firme, mas calma, sem deixar de sorrir.
A verdade, amor, só com aquela amostra de prepotência e sacanagem do Dom Fernando eu me molhei como nunca, tava super excitada, lembra que essa é uma das minhas fantasias mais profundas, um superior me dominar completamente. Completou minha mulher no meio da história.


vadia


Imediatamente minha esposa se ajoelhou, pois sabia o que o diretor queria e não só concordava, como também desejava aquilo. Ela se aproximou, olhando nos olhos de Dom Fernando (que não parecia surpreso, mas sim satisfeito), enquanto abria a calça dele. Ao baixá-la, percebeu a ereção monstruosa que se adivinhava por baixo da cueca. Puxou a cueca e se deparou com uma ferramenta enorme. Ela me disse que era o pau mais viril que já tinha visto, muito grosso e grande. Pensativa, disse que não achava que fosse tão grande quanto o do Armando, mas quase, e que definitivamente era mais encorpado e cheio de veias. O cheiro era bem limpo, mas muito másculo ao mesmo tempo. Ela adorou que ele também tivesse uns ovos à altura de um bicho daqueles: muito grandes, grossos e bem peludos, exatamente como minha mulher gosta.

Ela não perdeu tempo. Imediatamente começou a lamber e beijar a ponta enquanto acariciava as bolas dele. Para a surpresa dela, Dom Fernando era bem vocal: enquanto ela fazia um boquete daqueles, ele não parava de dizer que não tinham mentido pra ele, que ela era tão puta e complacente quanto tinham dito, que com aqueles dotes ela poderia ir longe na carreira acadêmica. Além disso, ele dava ordens: mandava quando chupar, quando lamber e quando lamber os ovos dele. Ela estava super molhada e muito excitada, principalmente quando o diretor a pegou pela nuca e começou a foder a boca dela. Ela me disse que cada vez que ele penetrava, era mais forte. Ela estava engasgando, porque ninguém com uma piroca tão grande tinha sido tão agressivo com ela enquanto comia a boca dela. Ele dizia que já ia gozar, que ela engolisse todo o creme como uma putinha barata, até que começou a esvaziar os ovos profundamente na garganta dela. Embora tenha sido difícil, ela conseguiu engolir absolutamente toda a porra, e ele não soltou a cabeça dela até estar completamente satisfeito. Mas assim que soltou, disse que ainda não tinha acabado, que ela não poderia... Trabalhar assim, que eu tinha que limpar a pica dele, minha esposa toda feliz lambeu tudo até ele ficar satisfeito. Ela pensou que depois ele ia meter nela, mas o filho da puta subiu a cueca e a calça, foi sentar e mandou ela pra aula dela, não sem lembrar que ela tinha que voltar às 3 pra conferir a saída.



chefe


Bem depois das 3, minha esposa foi na sala do diretor pra "checar" a saída dela (ela me falou que não queria encontrar ninguém enquanto ia pra sala, sabia que todo mundo ia embora umas 3 e meia), o filho da puta disse que achou que ela não ia, que tinha se cagado de medo, mas que tava feliz dela ter cumprido a palavra, mas que as coisas não podiam ficar assim, que as putas tinham que aprender a ser obedientes, mandou ela se ajoelhar, ele mesmo abriu a calça, tirou a pica e começou a dar porrada na cara dela com o pau, ela tentava pegar com a boca mas não conseguia, porque o Don Fernando batia forte e rápido enquanto xingava ela, falando que se ela ia ganhar o cargo dela com o suor da bunda, tinha que fazer tudo que ele mandasse, sem questionar e sem reclamar, que ela ia ser a putinha dele de bunda sempre pronta e não podia reclamar de nada, finalmente, ele deixou ela começar a chupar a pica dele, ela me contou que tava super tesuda, que não esperava que a fantasia dela ia se realizar tão certinho tendo um chefe que prometia dominar ela completamente, que até gozou quando o diretor começou a esvaziar os ovos dele na garganta dela de novo, que quando ele terminou de gozar e depois que ela engoliu todo o leite dele, ele começou a dar tapas na cara da minha esposa enquanto falava que queria ver como ela tinha engolido toda a porra dele, ela abriu a boca e o filho da puta cuspiu na boca dela, na hora o diretor subiu a calça, foi pra cadeira dele e falou que esperava ela amanhã às 7 da manhã, aí minha esposa, estranhando, avisou que ela só tinha que entrar às 10 da manhã, e ele, visivelmente puto, respondeu que mesmo que o cargo de tempo integral demorasse mais ou menos um mês pra chegar, ela tinha que merecer aquela vaga, que a partir do dia seguinte ela tinha que se comportar como professora de tempo integral, com horário das 7 às 3, e que se alguém perguntasse alguma coisa, ela respondesse que o diretor ele tinha comissionado; ela respondeu perguntando quão seguro era conseguir aquela vaga, ao que Dom Fernando, visivelmente divertido, disse que era muito seguro, porque o encarregado de RH na área central era primo dele, mas que não era da noite pro dia, que no mínimo levariam 15 dias pra tramitar e outros 15 pra pagarem completo, e de forma sacana disse que já tinha decidido comprar uma puta com aquela vaga e que agora ela não podia voltar atrás, ao que minha esposa, de maneira totalmente submissa, respondeu que de jeito nenhum, que faria tudo o que fosse necessário pela vaga.


submissa


Depois de me contar tudo isso, minha esposa estava visivelmente excitada, e claro, né, depois de dar duas mamadas de campeão e do diretor usar ela do jeito que ela queria, ela não teve gratificação nenhuma. Então eu, por conta própria, desci pra fazer sexo oral nela. Minha esposa, de um jeito bem cruel, começou a zoar, perguntando se o corno manso dela tava feliz por ela ter encontrado um macho de verdade que sabia como tratar ela. Eu, ocupado tentando arrancar um orgasmo dela com a língua o mais rápido possível, só gemia e balançava a cabeça. Ela tava super molhada, dava pra ver que ela adorava aquilo. Não demorei muito pra fazer ela gozar. Assim que terminou, ela me apressou, falando que não era suficiente, que eu trouxesse o strapon, porque queria me mostrar como o macho dela ia comer ela no dia seguinte. Obediente, eu fiz isso, me despi, me empinei, e ela, de forma super agressiva, só cuspiu no meu cu e me violentou de um jeito brutal. Nunca tinha sido comido assim. Ela dizia que tomara que Don Fernando pegasse ela daquele jeito, que eu me acostumasse com a surra de cu que ela tava me dando, porque ela tinha que descontar em alguém depois que o macho dela usasse ela como a puta que ela era. Ufa, com tudo isso, eu também fiquei excitado pra caralho, e até gozamos quase ao mesmo tempo. Foi uma experiência muito erótica.

No dia seguinte, ela acordou na mesma hora que eu pra ir trabalhar, se vestiu e me perguntou como eu a achava. Ela tava usando uma calça jeans bem justinha no quadril, realmente tava gostosa, mas não espetacular. Eu me animei a falar a verdade: que talvez fosse a primeira vez que o Dom Fernando ia comer ela, e que ela tinha que ir bem arrumada o suficiente, que não bastava estar só gostosa, tinha que estar oferecida, muito sexy. Numa palavra, tinha que ir de putona. Ela, com um sorriso safado, me disse: "Por isso que você é meu marido, guy, você faz o melhor pra seus chifres." Então me deu carta branca pra escolher a roupa. Escolhi um putivestido rosa de alcinhas, bem leve, com uma faixa larga na cintura vermelha. Falei que a roupa íntima era muito importante, e já que o vestido, apesar de ser muito sexy e mostrar que ela tava completamente disponível, era muito meigo por causa da cor, então a parte de baixo tinha que ser bem mais provocante. Assim, escolhi pra ela uma tanga fio dental bem fininha, com só um triângulo pequeno na frente, completamente vermelha, com um lacinho discreto mas charmoso atrás e, em cima do triângulo, uma transparência. O sutiã era combinando, vermelho, de renda e meia taça, onde metade da auréola aparecia. Empolgado, entreguei uns saltos também rosa. Minha esposa tava espetacular, muito putona, mas como o look era rosa, parecia mais meiga e inocente do que realmente era. Ela, encantada, me beijou na boca e disse que eu era o marido perfeito, que só eu sabia escolher tão bem uma roupa pra ela se oferecer pra um macho de verdade.


esposa gostosa


Não soube de nada até nos vermos à tarde, ela estava muito, mas muito feliz. Assim que me viu, me abraçou e beijou bem fundo, disse que estava feito, que finalmente tinha um macho alfa. Já à noite, com as crianças dormindo, ela me contou mais ou menos o seguinte:

Amor, tava super excitada desde que saí daqui, então cheguei 15 minutos antes das 7 e pra minha surpresa não só a escola tava aberta, como quem tinha aberto era o Dom Fernando. Assim que entrei no escritório dele, ele deu um sorrisão e falou que gostava daquilo, que dava pra ver que eu queria ganhar aquele tempo integral. Cheguei perto da cadeira dele e ele já começou a passar a mão na minha bunda por baixo do vestidinho, sem nem levantar. Uma coisa que eu amo é que ele é muito vocal, fica o tempo todo me enchendo de elogios, falando que eu tava uma gostosa, que tinha uma bundona, que queria me usar pelo cu. Eu só ficava passando a mão no pauzão dele por cima da calça. Depois de uma boa apalpada, ele me pegou pela nuca e falou que era hora de checar, então eu me ajoelhei e chupei ele enquanto o Dom Fernando continuava falando um monte de coisa, que eu era uma boa chupadora, que dava pra ver que eu tinha experiência como chupa-pau, e coisas ainda mais sujas. Só que dessa vez ele não gozou na minha boca, me pegou pelo queixo, me levantou e falou que era hora de continuar ganhando o tempo integral. Ele levantou meu vestidinho e, sorrindo, disse: 'vejo que você vem pronta e preparada pra me entregar essa bunda'. Me pegou pela cintura na frente e me fez inclinar na mesa, levantou o minivestido, afastou a tanga e começou a meter os dedos. Tava estranhamente agressivo, mas muito gostoso, como se eu fosse propriedade dele. Enquanto fazia isso, ele falava que tava morrendo de vontade de me comer, que tava doido pra me foder. Não aguentei mais e pedi pra ele me penetrar logo, pra me fazer de puta dele. Ele falou pra esperar ele pegar a camisinha, mas eu disse que não, que era no pelo, que não tinha risco de gravidez nem doença, que eu tava limpinha. Aí senti o pauzão dele na minha bucetinha e, com um empurrão só, ele meteu até o fundo. Só senti as mãos enormes dele e os ovoões batendo na minha bunda. Tava tão excitada e tão molhada que entrou como se fosse manteiga, uma delícia. mas tentei não gemer nem gritar, não queria que percebessem o que tava rolando no escritório, mas Dom Fernando me comia cada vez mais forte e sem baixar a voz me chamava de puta, puta, rabo fácil, que não imaginava que ia comer uma bunda grande igual a minha, que eu era uma delícia e que adorava que eu fosse tão obediente, ele dizia que ia me arrebentar e que eu ia acabar pedindo mais, mesmo já tendo gozado pelo menos uma vez, eu só suspirava e gemia o mais baixo possível, mas cada vez ficava mais difícil porque ele aumentava sem parar o ritmo daquela fodida, o ápice foi quando ele tirou o pau, cuspiu no meu cuzinho e sem avisar meteu com tudo lá, quase derreti, ele disse que eu era bem apertadinha, que não acreditava que uma puta tão usada ainda parecia virgem, falou que ia usar minha bunda o quanto quisesse, a vantagem do ritmo infernal que ele tava é que não aguentou muito, mas de repente (e eu já tava no terceiro orgasmo) ele disse que nunca tinha tido a chance de gozar na cara da puta que tava comendo, então na hora me ajoelhei enquanto ele se masturbava igual um louco, fiz a cara mais de puta que consegui e coloquei a língua pra fora, ele tava suando e bufando e quando finalmente gozou falou, assim sua putinha, recebe o creme quente de um homem de verdade, e olha que ele gozou pra caralho, mesmo tendo gozado três vezes em menos de 24 horas, me sujou até o cabelo, mas a maior parte do leite foi nas minhas bochechas e testa, foi incrível, ainda suja de porra limpei o pau dele.


cuck consentido


Histórias de um casamento cuck. macho (eu)


vadia


Quando a gente terminou, ele puxou a cueca e a calça de volta e foi sentar no lugar dele, enquanto me alcançava uns lencinhos umedecidos que ele guardava numa gaveta. Aí comecei a me limpar o melhor que dava, com um sorrisão no rosto.

Enquanto eu me limpava, a gente teve a seguinte conversa:

Professora, foi uma delícia a foda que eu te dei, me surpreende que mesmo com essa fama de puta que você carrega, aperte tão gostoso em todos os buracos. A única coisa que me decepcionou é que me disseram que você era muito barulhenta, mas parece que não é bem assim. Disse enquanto penteava o cabelo e arrumava a gravata.
Mestre, foi um puta esforço pra segurar os gritos e gemidos de prazer, ainda mais com essa pica enorme e gostosa que ele tem, mas não quero dar pano pra manga, imagina só as secretárias chegando e ouvindo gritos e gemidos de prazer e depois me vendo saindo do escritório. Respondi de um jeito safado enquanto limpava os restos de porra do meu rosto.
Hahahahaha, não vem de professora não, fia, a senhora já deve saber que escola é cidade pequena, inferno grande; todo mundo acaba sabendo tudo de todo mundo, então em menos de um mês até o pessoal da limpeza vai ficar sabendo que a senhora é minha putinha particular. O diretor caiu na gargalhada.
Você deve saber muito sobre isso, né? Já tem quase 12 anos como diretor e antes foi subdiretor, sugiro de um jeito nada sutil.
Não se engane, professora, nunca tinha feito algo assim, mas quando fui vice-diretor, aprendi muito com o meu diretor. O que realmente importa e que percebi é que, sendo diretor, você é o dono da escola. Mesmo sem ter liberdade pra mandar embora quem quiser, dá pra ferrar a vida de quem merece. E como meu cargo é efetivo, é mais fácil eles pedirem demissão ou transferência. Então ninguém, absolutamente ninguém, vai falar nada, não importa o quanto saibam que eu meto a pica na sala. E não se preocupe, acho que também não vão falar nada pra senhora, porque iam se arriscar a me irritar. Respondeu bem calmo o Dom Fernando. Mas também queria perguntar uma coisa, professora: me informaram que a senhora é casada. Não me importo de comer a mulher de outro filho da puta, mas não queria que seu marido viesse causar confusão quando a senhora chegar toda dolorida e não conseguir nem querer atender o cara. Disse o diretor com sarcasmo.
Ô, professor, vejo que suas fontes ainda não são tão confiáveis e não te contaram direito toda a fofoca. Meu marido não só sabe de todas as minhas aventuras, como é por causa dele que eu faço tudo isso. A fantasia dele é que eu meta chifre nele; quanto mais eu faço, mais ele fica excitado, e mais ele me incentiva a continuar. Esclareci tudo de um jeito bem divertido.
Sério que é o seu marido quem incentiva você a ser uma puta de rabo pronto, professora? Pergunta incrédulo Dom Fernando, com uma cara de surpresa que é uma delícia.
Hahahaha, sim, mestre, sério, e mais, quem você acha que escolheu esse look pra vir se oferecer como sua putinha? Perguntei do jeito mais gostoso possível.
Então o cara do marido dela não só incentiva, como ainda ajuda ela a vir toda arrumada pra dar a bunda, poxa, não conheço homem mais trouxa. Mas o que ele ganha com tudo isso? Como é que ele sente prazer em você andar por aí de vagabunda? O diretor tá muito interessado.
Olha só, mestre, ele fica louco demais toda vez que conto como um macho de verdade me usa enquanto me faz sexo oral, seja na minha bucetinha ou no meu cuzinho, fica igual um doido. Imagina só, já chegou a gozar sem nem tocar nele, só de ouvir como me comem gostoso. Explico tudo nos mínimos detalhes.
Então o marido dela é um pinto curto ou um brocha, ou os dois, né? Já que a senhora menciona "males de verdade", o marido dela então não é um deles, é um mal menor, né? kkkkkk. Já tá zoando mais abertamente, Seu Fernando.
Bom, como amante ele é muito bom no sexo oral, mas com certeza ele prefere ser dominado a dominar, e a real é que eu curto mais um tipo de sexo bem mais agressivo. Mas acho que a gente se equilibra perfeitamente, porque quando eu dou vazão aos meus desejos com outros caras, preciso de um lugar onde me sinta querida, cuidada e amada, e ele me dá tudo isso. Por isso acho que consigo me soltar com outros homens. Tento ser o mais explícita possível. Eu adorava que alguém de fora se interessasse tanto pelo nosso estilo de vida e relacionamento, principalmente pelo que eu tava vendo nesses encontros — a relação vai ser de longo prazo.
Então não vai ter problema com o marido dela, ela também vai poder sair pra dar quando quiser? Continuou perguntando seu Fernando.
Olha, na real a única coisa que vai causar é deixar meu marido muito mais feliz toda vez que ele me comer, e pra ser sincera, eu também. Respondi com um excesso de sinceridade.
Vamos ver, vamos ver, essa última parte eu não entendi. Por que você vai ser mais feliz? Continuou o interrogatório.
Bom, porque sempre foi minha fantasia que um superior no trabalho ou na faculdade me dominasse, me submetesse sexualmente. Senti que fiquei toda vermelha com essa última confissão.
Haha, pois é, era só ter me falado antes. Acho que nosso acordo vai ser bem frutífero e cheio de tesão, porque eu adoraria te dominar completamente, te fazer minha putinha pessoal. Já fui casado e percebi que não é pra mim; então não custa tentar algo assim. Não pense que tenho muita experiência, só lance casual mesmo, mas geralmente as minhas se assustam quando percebem que posso ser um filho da puta de respeito, principalmente as vadias casadas, porque nunca tinha conhecido nenhuma com permissão. Completou meu chefe.
Dom Fernando, não hesite em fazer isso, por isso que me sentiu tão molhada hoje, nunca pensei em encontrar um verdadeiro macho, exatamente como eu procurava no senhor, farei o que pedir, e naturalmente meu marido também. Já me entreguei completamente pra você.
Perfeito, professora. Agora vou explicar como vai funcionar a dinâmica. Embora a escola inteira vá ficar sabendo que a senhora é a capa do meu pau, não posso justificar um período integral só com isso. Então vou colocá-la como responsável pelo laboratório de informática. Não temos ninguém e é o jeito perfeito de justificar um novo cargo. Por outro lado, não quero mais que você fique de putinha fácil com os professores. Só eu vou te comer na escola. Isso sim, se você me garantir que se cuida, então por mim não tem problema em você andar de rabo empinado pra outros arrombados, mas fora da escola. Entendeu?
Claro, mestre, como quiser. Respondi completamente no meu papel; só com isso já tava me molhando de novo.
Então já pode ir pro laboratório, lembre-se, sempre que não tiver aula vai ter que ficar lá; por outro lado e pra finalizar, fala pro filho da puta do seu marido que minhas putas eu gosto completamente depiladas. O diretor terminou. Ai, amor, nesse momento e com essas ordens quase gozo de tanta emoção.
Sim, mestre, amanhã a gente acerta esse detalhe. Respondo e saio do escritório.

Continua...

2 comentários - Histórias de um casamento cuck. macho (eu)

Me parece que a tu esposa la va adominar en todo sentido, que no va a tener mas amantes que el director y que a vos te va dejar el culito como una flor. Adios a los compañeros de trabajo y a lo ex de la facu. Van puntos
jejejeje, ya verás.