Mamãe 17 Depois da nossa incrível e excitante viagem até a casa da minha irmã mais velha, Cinthia, que já estava casada há um tempo, finalmente conseguimos chegar. Pelo visto, a mamãe já tinha explicado que eu ficaria na casa dela por alguns dias, e eles aceitaram. O marido da minha irmã viajava muito por causa do trabalho e quase não ficava em casa, e, surpresa: Cinthia estava grávida de poucos meses, mas já dava pra ver a barriguinha um pouco. Fiquei feliz em vê-la e mais ainda em saber que seria tio. Desci toda a minha bagagem da caminhonete e subi tudo para o que seria meu quarto: um quarto de hóspedes com cheiro de mofo e guardado, que antes era usado como depósito para várias coisas deles e que seria o quarto do novo bebê quando nascesse. Mas, por enquanto, enquanto a raiva da mamãe passava, seria meu. Mamãe e Cinthia passaram horas conversando sobre bebês, métodos de cuidar deles, jeitos de fazer dormir, comidas e peitos (essa parte me excitou um pouco), cuidados com o cabelo, banhos com água quente e todo tipo de coisa que uma mãe sabe fazer com seus bebês. Também falaram de nomes, se sabia se era menino ou menina, mas que ainda era muito cedo pra saber, e vocês já imaginam. Depois de um bom número de horas e já tendo comido nós três, a mamãe tinha que ir embora e pediu pra Cinthia se podia falar um pouco com ela, e ambas me olharam. Eu só entendi a indireta e saí pro quintal pra elas conversarem em particular. A casa era enorme e muito bonita, com um estilo de cabana, num terreno grande cheio de árvores. Não sabia do que o meu cunhado trabalhava, mas ele ia muito bem. Até piscina tinha, e eu tava morrendo de vontade de dar um mergulho no dia seguinte. Depois de alguns minutos, ouvi a mamãe gritando meu nome, então voltei pra casa. Quando entrei, a Cinthia também estava lá, e elas me disseram: - Alex, querido, já expliquei pra sua irmã o motivo de você ficar com ela por um tempo, e a Cinthia aceitou muito gentilmente. Então se comporte o melhor que puder e ajude ela. Bem, como você pode ver, ela tá grávida... Tudo vai ficar bem, Alex, a gente vai se divertir pra caramba e quando a vó chegar, a gente vai fazer ainda mais coisas. — Minha mãe também vem? — Sim, filho, tô grávida e meu marido não tá aqui, então preciso de uma ajuda com algumas coisas e a vó se ofereceu pra me ajudar. — Ah, então tá bom. Alex, se comporte ainda melhor, você já sabe o que rolou nas férias com sua avó, então se comporta, por favor. — Claro, mãe, vou dar o meu melhor e ser o melhor irmão que a Cinthia poderia querer. Vou sentir muito sua falta. Mamãe só ficou me encarando, pensando se eu tava falando sério ou sendo sarcástico. — Alex, por que você não me mostra seu quarto novo? Já volto, querida, só vou dar umas últimas instruções pro Alex antes de ir. Mamãe me levou pro meu quarto novo e eu pensei que ela ia me dar uma bronca ou algo assim, ou me ameaçar com alguma coisa. — Agora me escuta, garoto, você já sabe por que tá aqui, então se comporta direito e talvez eu venha te visitar. Mas se sua irmã reclamar de você, vou te mandar morar com o vô, ouviu? — Sim, tá bom, vou me comportar. E adoraria que você viesse me visitar pra eu poder meter tudo até o talo, com bola e tudo. — Alex! Cala a boca, alguém pode ouvir. Mamãe me olhou meio irritada, depois me agarrou e começou a me beijar. Eu abracei ela, peguei na bunda dela e fiquei abrindo e fechando com as mãos. Mamãe ficou com tesão, me jogou na cama, se deitou em cima de mim e sentou no meu pau, que já tava duro. Ela começou a se mexer em cima de mim, mas aí parou, desceu e limpou o rosto. — Só se comporta, ok? E a gente pode se divertir muito quando eu vier. E nem pense em fazer nada com sua avó, ela já teve o suficiente te vendo comer sua irmã. E não pense que ela vai escapar de algo melhor, porque vou ferrar a vida dela. — Não seja tão dura com ela, mas ok, vou me comportar direitinho. Além do mais, o que eu poderia fazer com a vó? Não sou uma pessoa má, lembra? Ela não disse nada, só ajeitou o vestido e saiu do quarto. Se despediu. da Cinthia e foi embora. Depois que a mamãe foi, a Cinthia mudou de atitude e voltou a ser aquela irmã mais velha chata que só me mandava fazer coisas, me batia em cada oportunidade e me chantageava. — Anão! (Era assim que me chamava porque demorei um pouco pra crescer, embora agora a anã fosse ela) Veeeem! Preciso de uma coisa rápido — ela gritou lá de baixo pra eu levar um copo d'água da cozinha pra sala, onde ela tava sentada vendo TV. Desci e fui pegar o copo d'água dela. Não tinha reparado antes porque ela me tratava como escravo, mas a Cinthia é muito gostosa e tem um corpão igual ao da mamãe. Os peitos, que antes eram pequenos e firmes, agora com a gravidez estavam maiores e mais suculentos, e ela também tinha, igual a mamãe, umas pernas longas e torneadas, lindas e brilhantes. E mesmo os pés dela estando um pouco inchados, ainda eram bem bonitos. Quando cheguei com a água, ela tava deitada no sofá com as pernas esticadas e apoiadas na mesinha de centro, uma vista muito sexy, considerando que ela usava vestidos largos que não apertavam a barriga. — Tá me olhando o quê, pervertido? Já trouxe minha água? — Aqui tá sua água. E por que você me chama de pervertido? — Tava olhando minhas pernas, eu vi. Tão gordas, né? Tô gorda. — Você não tá gorda, Cinthia, você tá... (pensei em algum elogio que se fala pras grávidas pra elas se sentirem bem) ...linda, sim, você tá linda e suas pernas tão... sexy, é, essa coisa de estar grávida te cai muito bem. — Seu pervertido, sou sua irmã e você tá me chamando de sexy, e ainda fica olhando minhas pernas. Não falei nada, só me virei e fui continuar explorando a casa. O quintal era incrível e ficava num morro, então a vista era linda pro vale e pra cidade. Comecei a pensar de novo em que porra o meu cunhado trabalhava pra ter uma casa daquelas e que eu devia fazer o mesmo. Tava quase indo pra piscina de novo pra poder... — Anão! — Ouvi de novo os gritos da Cinthia e fui até ela o mais devagar que pude. Ela ainda tava no sofá, mas dessa vez reparei no vestido dela, um... Um pouco mais acima. —O que foi dessa vez, o que você precisa? —Bom, a mamãe disse que você tinha que se comportar bem e que faria tudo o que eu pedisse, e que se não fizesse, eu ligasse pra ela e ela viria te buscar pra te levar pro vovô, e você sabe como o vovô é, acho que você não quer morar com ele, eu preferia morar na rua do que com ele. —É, entendi, a mamãe te devolveu seu escravo, o que você quer? —Bom, já que minhas pernas gordas te parecem sexy, vou te dar o privilégio de... me fazer uma massagem. —Você é louca? Não vou te fazer massagem nenhuma, ainda mais porque você me chamou de pervertido. —Mas Alex, eu tô grávida e meus pés estão inchados e gordos e doem muito, por favor, faz isso pela sua irmã favorita, além disso, lembra que você tem que me obedecer. —Tá bom, droga, onde você tem algum creme? —No banheiro. De novo a chantagem da minha irmã, sem dúvida eu preferia a Sara pra morar com ela. Fui pegar o creme no banheiro e voltei com ele, dessa vez ela estava com o vestido um pouco mais levantado e estava muito gostosa. As pernas dela longas e brilhando, a verdade é que eu morria de vontade de tocar nela. Me ajoelhei aos pés dela e ela me olhava com uma sobrancelha levantada, daquele jeito peculiar da mamãe me olhar, me lembrou dela por um segundo. —Você tem que tirar minhas meias. Tirei as meias dela e os pés dela, embora um pouco inchados, ainda eram muito sexy, comecei a massagear os pés dela com o creme e os tornozelos, Cinthia só se mexia por causa da massagem porque estava gostando muito, ela mordia os lábios enquanto eu passava meus dedos entre os dela e se contorcia um pouco no lugar, o que fazia o vestido subir ainda mais, já passando dos joelhos dela. Eu já tava de pau duro, mas como estava ajoelhado não dava pra perceber, continuei fazendo a massagem e passei pros tornozelos dela, o que a fez gemer um pouco. Quando olhei pra ela, ela estava olhando pra cima com a cabeça jogada pra trás no encosto do sofá e as mãos estendidas dos lados apertando as almofadas, mas o que mais notei foi que quando ela inflou o peito e eu vi os seios dela, os mamilos estavam durinhos. dava pra notar por entre o vestido dela. A Cinthia tava excitada e curtindo cada vez mais minha massagem. Ela começou a morder o lábio de novo, e eu ia subindo cada vez mais, pelo tornozelo dela, pelas panturrilhas, até atrás dos joelhos — a pele é ainda mais macia e lisinha ali. A Cinthia já tava começando a abrir as pernas sem perceber e a enfiar a mão entre as coxas, se tocando. Eu continuei massageando as pernas dela, puxei ela pra perto do meu pau e fiz o pé dela encostar nele, apertando contra mim.
A Cinthia ainda não tinha se ligado, mas aí a gente ouviu a campainha, e ela voltou a si num pulo. Eu tirei o pé dela do meu pau na hora, fingindo que não tinha visto nada, e continuei massageando. — Anão, cê não tá ouvindo? Tão batendo na porta. — Tô sabendo, já vou atender. Levantei de costas pra ela pra não perceber minha ereção e fui até a porta. Era a avó que tava chegando. Assim que abri, ela me deu um abraço tão forte que meu pau, ainda duro, encaixou na barriga dela, e ela me apertava mais contra o corpo.
A Cinthia ainda não tinha se ligado, mas aí a gente ouviu a campainha, e ela voltou a si num pulo. Eu tirei o pé dela do meu pau na hora, fingindo que não tinha visto nada, e continuei massageando. — Anão, cê não tá ouvindo? Tão batendo na porta. — Tô sabendo, já vou atender. Levantei de costas pra ela pra não perceber minha ereção e fui até a porta. Era a avó que tava chegando. Assim que abri, ela me deu um abraço tão forte que meu pau, ainda duro, encaixou na barriga dela, e ela me apertava mais contra o corpo.
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