Sombras do Desejo: Paixões Proibidas cap. 7

Com a voz rouca e carregada de desejo, Cuervo diz: "Agora você é minha dona, Morgana. Você é a deusa que controla meu corpo e minha alma." As palavras dele estão cheias de submissão e devoção, refletindo o desejo profundo de se entregar completamente a ela.
Com um sussurro carregado de paixão e domínio, Morgana responde: "Agora você é meu dono, Cuervo. Você é o mestre do meu desejo e do meu prazer, e estou completamente à sua mercê." As palavras dela revelam uma entrega total à vontade de Cuervo, alimentando a conexão dos dois no meio do ardor do momento.
Alexis, furioso, segura Morgana com força enquanto encara Cuervo com raiva ardente. "Não encosta nela de novo", ele rosna, com as presas aparecendo ameaçadoramente. Morgana, ainda atordoada pela hipnose de Cuervo, hesita antes de perceber completamente o que aconteceu.
A porta se abre de repente e o rosto enfurecido de Alexis invade o quarto. Com um aperto firme, ele segura Morgana, os olhos dele fulminando Cuervo com uma raiva ardente. "Não encosta nela de novo!", ele rosna com ferocidade, as presas aparecendo ameaçadoramente.
Morgana, ainda atordoada pela hipnose de Cuervo, hesita antes de entender completamente a situação. Uma mistura de confusão e medo se reflete nos olhos dela enquanto olha para Alexis, compreendendo a gravidade do momento e o perigo ao qual foi exposta.
"Morgana, você tá bem?", pergunta Alexis com preocupação enquanto a segura firme. "A gente precisa conversar sobre isso", ele acrescenta com seriedade, lançando um olhar desconfiado para Cuervo. Por sua vez, Cuervo dá de ombros com um sorriso debochado. "Só tava me divertindo, né, Morgana?" ele murmura, a voz cheia de insinuações.
Morgana, ainda sobrecarregada pela situação, busca respostas. "Eu manchei meu corpo?", ela pergunta com incerteza.
"Sim, escrava, você manchou", responde Alexis rapidamente, o tom firme e decidido.
"Mas admite que você gosta de mim, você disse que eu era seu novo dono, Morgana", diz Cuervo.
Morgana, sentindo a Tensão no ar, ela encara o Cuervo com determinação. "O que eu disse sob sua influência não tem validade", responde com firmeza. "Você não é meu dono, nem nunca será. Minha lealdade e submissão são apenas para meu amo Alexis", declara, olhando para seu amo com determinação. "Me desculpe, amo Alexis, isso nunca deveria ter acontecido", completa, com pesar na voz.
Alexis beija Morgana com suavidade. "É importante que você fique limpa, love, e sabe como fazer... Meu sêmen", lembra com carinho.
Morgana acena com um sorriso compreensivo. "Eu sei, querido. Vou cuidar disso agora mesmo", responde com calma, retribuindo o beijo de Alexis antes de ir ao banheiro cuidar da higiene.
Alexis suspira com pesar enquanto observa Morgana se afastar. "Lamento o que aconteceu, escrava. Não vou deixar isso acontecer de novo", murmura para si mesmo, com determinação no olhar. Ele se compromete a proteger Morgana de qualquer situação que ameace seu bem-estar ou a relação deles.
Alexis, com o olhar cheio de raiva e determinação, fixa os olhos em Cuervo. "Você conhece as consequências das suas ações", rosna com voz firme e ameaçadora. Suas presas aparecem, prontas para enfrentar Cuervo e impedir sua intromissão.
Cuervo, diante da demonstração de fúria de Alexis, recua com um sorriso desafiador. "Tente o que quiser, Alexis. Mas sabe que não vou te parar", responde com insolência, desafiando a autoridade de Alexis com sua atitude provocante.
Alexis se lança sobre Cuervo com ferocidade, impulsionado pela raiva e pela determinação de proteger sua escrava sexual de qualquer ameaça. Suas presas brilham com um brilho letal enquanto se prepara para acabar com a vida do intruso que ousou profanar o que ele considera seu.
Cuervo recua diante do ataque repentino de Alexis, mas a determinação deste é implacável. Com movimentos ágeis e precisos, Alexis se joga sobre Cuervo, rasgando sua carne vampírica com ferocidade. O som da luta preenche o ambiente. quarto, se misturando com os grunhidos e gemidos dos dois vampiros em combate.
Morgana observa a cena com uma mistura de medo e admiração enquanto Alexis luta contra Cuervo. Seus olhos brilham com devoção ao seu amo, reconhecendo seu poder e determinação para proteger o que é seu. Com um sussurro trêmulo, Morgana murmura: "Amo, é assim que se faz. Faça ele pagar pela ousadia. Ninguém desafia o nosso Deus, Alexis". Sua voz reflete tanto o medo quanto a reverência pelo seu amo, aceitando sua autoridade e deixando claro seu apoio na batalha que se desenrola diante dela.
Com uma voz trêmula, mas cheia de fervor, Morgana recita a oração do Deus Alexis, o amo que a possui e protege:
"Ó grande Deus Alexis, amo poderoso e feroz, Dono do meu corpo, da minha alma e da minha voz. Em teu nome me entrego, submissa e fiel, Ao teu desejo obedeço, sem dúvida ou medo cruel.

Aquele que profanar o que é teu, ó Senhor, Será castigado com tua justiça e furor. Tua ira cairá sobre quem ousar desafiar, O amor e a devoção que viemos te entregar.

Ó Deus Alexis, protetor e senhor, Guia nossas almas com tua luz e teu amor. Que teu poder e teu domínio sejam nosso amparo, E em teu nome, enfrentemos qualquer reparo.

Para sempre te veneraremos, ó grande Senhor, E ao teu lado, lutaremos com valor. Sob tua proteção, nossa fé é inabalável, E em ti confiamos, ó Deus Alexis, invencível e adorável."

Com a determinação refletida em seus olhos, Morgana pronuncia as palavras com um tom firme e decidido, invocando o castigo divino sobre aqueles que ousarem profanar seu corpo:
"Que todos aqueles que me tocarem sem permissão sejam castigados, ó grande Deus Alexis, amo e protetor. Que meu corpo profanado seja purgado pela intensidade do prazer que só tu, meu senhor, podes proporcionar. Que teus embates encham cada um dos meus buracos até que fique limpo e purificado, cheio do esperma do meu amo que se derramou em mim uma e outra vez, dentro e fora de mim".

Ao ouvir as Com as palavras de Morgana, Alexis sente uma determinação renovada para acabar com Cuervo, pois sua fidelidade e devoção a ele se fortalecem a cada afirmação de sua submissa. Com um brilho de determinação nos olhos, ele se prepara para fazer justiça em nome de sua amada e do próprio senhor, disposto a punir aqueles que ousam desafiar sua autoridade e profanar o que é seu.

"Eu, Deus do prazer, do sexo e do domínio, declaro que meu sêmen fluirá no corpo da minha submissa por toda a eternidade, saciando meu desejo e marcando-a como minha para sempre. E aqueles que ousarem desafiar minha autoridade, como Cuervo, serão despedaçados e punidos por sua insolência. Que saibam que não há escapatória da minha ira e que minha justiça será implacável."

Com um grito de indignação e determinação, Morgana alerta Alexis sobre as tentativas de fuga de Cuervo: "Amo, é uma blasfêmia! Cuervo está tentando fugir de você! Ele não vai se deixar matar por você! Quer escapar das suas garras, das garras do meu amo Alexis!"

Alexis, firme em sua determinação de acabar com Cuervo, ordena a Morgana que pronuncie as palavras que selarão seu destino: "Ele não pode escapar da minha determinação, está fraco por um motivo... Morgana, diga as palavras para acabar com Cuervo agora mesmo."

Cuervo, desesperado, busca o olhar de Morgana numa tentativa de pedir ajuda, mas sabe que seu destino está selado se ela seguir as ordens de Alexis.

Morgana, com voz firme e decidida, pronuncia as palavras mágicas que selarão o destino de Cuervo, cumprindo assim a vontade de seu amo:

"Que assim seja."

Com as palavras de Morgana, o destino de Cuervo está selado. Um clarão escuro envolve o vampiro enquanto seu corpo morre lentamente. A energia escura se dissipa com o vento, deixando apenas um eco de sua presença passada.

Alexis, com um olhar de satisfação, se afasta do local onde Cuervo jazia, sabendo que sua ameaça foi eliminada. Ele se aproxima de Morgana, que o olha com admiração e devoção. consciente de que seu amo protegeu sua honra e segurança mais uma vez.
"Obrigada, meu Deus", murmura Morgana, envolvendo os braços em volta de Alexis num abraço de gratidão. "Você é meu protetor, meu amo, meu tudo".

1 comentários - Sombras do Desejo: Paixões Proibidas cap. 7

La redundancia del acto y las mismas palabras una y otra vez en cada capítulo cansan.
Lo siento jeje, ese relato es viejo