Retomando a história passada e começando a contar as 16 picas que já comi, vou começar contando como foi minha primeira pica e como ela me deixou cheio de porra e com muito ar... Depois de baixar vários aplicativos e ficar trocando fotos e fantasias, apareceu uma pessoa que estava disposta a me fazer seu pela primeira vez. Conheci ele num app chamado Locanto, estávamos relativamente perto de onde eu morava naquela época, então combinamos de nos ver à noite, depois das 11 da noite, já que a esposa dele trabalhava numa empresa à noite e até aquela hora ele tinha tempo, além de estar mais sozinho por onde morava, e assim podíamos entrar na casa dele sem levantar suspeitas. Durante toda a manhã e tarde fiquei me preparando para o encontro, me sentia muito nervoso e excitado, já que seria minha primeira vez mamando uma pica e sentindo como abririam meu cu com uma pica... Sentiria porque dizem que "Uma boa pica fode as mulheres e apaixona os homens". Então, como preparação, comecei a depilar o cu, vale ressaltar que não cresce muito pelo em mim, então foi rápido, ficou bem depilado e bem macio ao toque; tinha lido que com uma lavagem anal se limpava bem para que a penetração fosse o mais limpa possível, mas por vergonha de ir a uma farmácia não fiz isso e, pelo contrário, só usei água e sabão, formando um mini plug de sabão para limpar por dentro. Depois de limpo, só esperei chegar a hora para ir ao meu encontro. Às 10:30 da noite pedi meu Uber, entrei e estava mega nervoso, minhas mãos não paravam de suar e eu sentia frio, e não parava de ter espasmos no corpo, coisa que o motorista do Uber notou e fez um comentário. -Uber- Por que tão nervoso, amigo? Vai comer uma novinha ou o quê? Ou tá em outras coisas? -Respondi que ia visitar um tio e que estava meio resfriado e com sono. Ao chegar no destino, já me esperava meu encontro, ele era uma pessoa entre 50 e 55 anos, magro, com um bigode grosso e, apesar de ser Magro, dava pra ver que trabalhava na construção civil ou algo que exigisse força, porque tava claramente em forma. Tava usando uma regata e um short folgado que deixava o pau já duro de só imaginar o que ia fazer comigo... Dava pra ver claramente que não tava de cueca, o cacete marcava super bem, parecia até que tava pulsando de tanta vontade de me penetrar. Quando paguei a corrida, o motorista da Uber fez um comentário que me fez sentir ainda mais puta... e é daí que nasce a terceira história — Uber. "Dá pra ver que seu tio vai cuidar bem de você, olha só o que você vai comer. Se tivesse me falado, eu mesmo dava, pra que ir atrás de pica se eu entrego em casa?" Na sequência, me deu o troco do pagamento e um papel com o número dele, sorriu e arrancou com o carro. Quando entrei na casa do meu matador, fui direto pro quarto dele, ele vinha atrás de mim me guiando com a voz. Quando entramos, ele já tava pelado e com o pau durasso, não parava de bater uma e falar o quanto tinha gostado. "Você é bem gostosa, dá pra ver que essa rabetinha é bem durinha, deixa eu ver essa buceta que com certeza deve tar pulsando por pica." Na sequência, começou a beijar meu pescoço e a desabotoar minha camisa, tirou meu cinto, tirou minha roupa e me deixou só de cueca, me empurrando na cama e me deixando de bruços. "O que você quer sentir primeiro, amor? Minha pica na sua buceta ou quer que eu te faça implorar por pica?" Respondi que era dele e que podia fazer o que quisesse — "Papai... essa buceta é toda sua." Essas palavras enlouqueceram ele, que em menos de três segundos já tava beijando meu pescoço e minhas costas. Ele acariciava minha bunda, pegava no meu peito e apertava meus mamilos, beijava toda a minha coluna até descer pra minha bunda, respirava suavemente em cima dela e subia de novo beijando minhas costas, coluna, apertava os mamilos... isso me deixava maravilhado e, tomando um pouco a iniciativa, baixei minha cueca mostrando minha buceta pra ele. Ele entendeu o Queria e, voltando novamente a descer, beijando meu corpo, elevei minha cintura. Ele colocou uns travesseiros debaixo da minha barriga e começou a beijar minhas nádegas, dando pequenas mordidas. Depois, ele as acariciava e as abria de repente, mostrando a ele minha bunda pulsando de prazer. E só dizendo: — Assim que eu gosto das patinhas, que não digam nada e só me deem tudo. — Eu só gemia e concordava com a cabeça, ajudando ele a abrir minha bunda. Depois de uns 10 minutos me beijando e agarrando comigo, ele me mandou ficar de quatro, levantar essas nádegas maravilhosas e abrir o cu. Rapidamente pensei que ele já ia me comer e me fazer forçar, ele parecia bem excitado e quase sem controle, o que me deixou um pouco nervoso... Mas não foi assim. Assim que abri meu cu, ele se jogou em cima de mim e, com uma desesperação fora desse mundo, começou a comer minha bunda. Passava a língua em círculos no meu ânus, fechava minhas nádegas e abria com força para aproveitar que eu forçava, colocando a língua dura e tensa, querendo abrir meu cu com a língua. Com ajuda dos lábios, ele beijava minha bunda e mordia um pouco minha pele. Isso me deixava louco, e eu só pensava em todo o prazer que tinha perdido nesses anos... Ele continuava mexendo a língua enquanto me batia na bunda, dava massagens com os dedos na entrada do meu cu nos intervalos em que respirava e cuspia ali para preparar meu cu pro pau dele. Quando sentiu que eu já estava excitado o suficiente, ele parou, cuspiu na minha bunda e, com o dedo indicador, me penetrou o cu... Não consegui evitar que o ar escapasse com a sensação de ser penetrado sem aviso pelo dedo dele. Então, mordendo os lençóis da cama dele, soltei um gemido que acho que os vizinhos ouviram de tão forte que foi, e apertando a bunda, ele só disse: — Uff, que bunda apertada você tem, olha como aperta, vai arrancar meu dedo... Vou te engravidar que você não vai querer provar outro pau na sua vida. — Isso na minha cabeça me fez me entregar totalmente a ele e, soltando todos os meus gemidos, deve de... apertar as n



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