Problemas no trampo, chifre e putaria

Isso acontece quando você deixa sua mulher cuidar dos seus problemas no trampo.
Espero que continuem acompanhando essa história e que gostem de ler ela.
aqui deixo os links da história completa




OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS QUE ME DÃO DE PRESENTE










http://www.poringa.net/posts/relatos/5651324/Mis-cuernos-relato-real-parte-1.html








http://www.poringa.net/posts/relatos/5652951/Mis-cuernos-relato-real-parte-2.html








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http://www.poringa.net/posts/relatos/5686127/Bisexual-o-puto-una-linea-muy-fina-para-el-cornudo.html


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Não pensei duas vezes. Naquela semana, chamei os cinco lá em casa na sexta à noite, pra no sábado a gente apresentar a proposta pra diretoria. Nunca imaginei o que ia rolar. Quando cheguei em casa naquela sexta, a Laura já tinha deixado tudo pronto, a casa impecável. O que me chamou a atenção foi como ela estava vestida: um vestido curto, soltinho e com um deca-va-ço daqueles.


Amor, por que você se vestiu assim?
Lau, tão gostosa quanto o céu?


Assim, bebê, mostrando quase tudo.


Lau, beleza, céu? A gente tem que convencer eles, né? E nada melhor pra convencer do que dar uma esquentada neles, amor. Olha, preparei umas empadas, comprei cerveja e vinho. Sei que vai dar bom resultado.


Sim, cê tem razão, cê pensou em tudo direitinho, amor.


Lau, só vai na minha onda, bebê.


E se eles quiserem te comer?


Lau, se a gente chegar num acordo, tudo vale, não é mesmo?


Adivinha como é que vinha a mão, a puta da Laura ia dar pra todo mundo, e na fábrica inteira iam saber dos meus chifres e da puta que eu tinha como esposa, isso era demais, embora me excitasse pra caralho. Assim foram chegando Jorge, Germán, Walter, Leonardo e Charly. A Lau cumprimentou cada um com um beijo na bochecha e a gente sentou pra conversar sobre o que faríamos com a proposta, enquanto ela trazia as cervejas e os copos. As empadas já estavam na mesa. Nenhum deles parou de olhar pras tetas dela, porque o vestido deixava ver mais da metade. A gente tava debatendo, e os que mais se opunham eram o Walter e o Charly, até que num momento ela sentou no meio deles. Aí notei como o tom das vozes foi mudando. Alguma coisa tava rolando debaixo da mesa, diante do meu olhar bem passivo e permissivo.


Lau, eu entendo o que vocês tão dizendo. Acham que por serem os mais velhos na fábrica não vão ser suspensos, mas pra mim é o contrário. Pelo que meu marido me conta, a fábrica ainda tem recursos. Que momento melhor do que agora pra se livrar dos mais velhos e deixar eles na frente? Depois, os outros vão aceitar qualquer coisa, até trabalhar de graça nas horas extras. E se alguém se rebelar, sabe que os patrões não vão tremer na hora de mandar todo mundo embora.


Walter, acho que não vão ter coragem pra tanto.


Lau, será que porque você não se anima, acha que eles também não?


Charly, eu topo qualquer parada.


Lau, então beleza, mostra aí então.


Charly, como você quer que eu te mostre?


Lau fazendo o que você já quer fazer há um tempão, você sabe muito bem do que eu tô falando, aqui todo mundo tem uma vontade louca de me possuir mas se seguram, tenho certeza que se o patrão estivesse aqui já teria me levado pra cama.


Walter se mexeu na cadeira e puxou o pau pra fora, já tava bem duro e disse pra ela


Walter, me parece que você tá morrendo de vontade de ter ela na sua boca, vai, tira essa vontade.


Com certeza ele pensou que a Laura ia se ofender, nunca esperou o que aconteceu. Ela olhou pra pica dele como se fosse nada e falou


Lau, você tem razão.


Laura se inclinou e começou a chupar ele, na hora o Charly subiu nela e puxou os peitos dela pra fora. O Léo falou pra mim:


Leonardo, desculpa aí, amigo, mas ela quem pediu por isso.


Não me deram tempo pra nada, acho que era o que todos eles esperavam, logo rodearam ela com os paus enormes já pra fora, a Laura se ajoelhou e começou a chupar um por um enquanto batia punheta pros outros enquanto eu continuava tomando minha cerveja


Walter, agora você toparia ir pra cama com todos nós, sua puta?


Não houve resposta, a Laura tava muito ocupada chupando duas picas juntas. Aí levantaram ela e levaram pro quarto. Eu fiquei lá tomando minha cerveja, sabia que se fosse ver o show ia acabar com o cu arrombado e, pelo menos por enquanto, não queria ser o viado da fábrica que todo mundo comia. Terminei a cerveja e fui ver o Martinzinho. Da sala de jantar dava pra ouvir os gemidos da Laurinha. Por sorte, ele continuava dormindo sossegado no berço. Quando saí, cruzei com o Jorge.


Jorge, seu corno, vou usar o banheiro, sua puta tá nos deixando na mão.


Claro, aqui é o banheiro, pode usar à vontade.


Jorge estava completamente nu e eu cometi o erro de ficar olhando pra pica dele sem parar.


Jorge, viu como a sua puta me deixou a pica?


Já entendi por que você quer um banho.


Jorge, e você, parece que também gosta dela, igual a ela. Por que não me dá uma mãozinha no banheiro? Juro que fica entre a gente, os outros tão muito ocupados.


Aquela pica parecia impressionante, uma delícia pra qualquer rabuda e claro pra um puto como eu, embora fazia muito tempo que ninguém me comia, acho que isso foi minha perdição, entrei com ele no banheiro e falei


Em que posso te ajudar?


Jorge, vai lá, já sabe, chupa minha buceta um pouco antes de eu tomar banho.


Jura que você vai apoiar minha proposta.


Jorge, eu juro por tudo que é mais sagrado.


Me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar a pica dele, naquele momento percebi quem tinha ganhado e quem era um perdedor.


Jorge, sempre quis comer um corno e agora vou te comer. Vira e fica de quatro.


Obedeci como um perdedor cuck que sou, ser dominado assim me deixou louco, sentia que tava à mercê de um macho de verdade e não podia fazer nada pra me rebelar, só implorar por piedade, foi o que fiz ao obedecer ele.


Devagarzinho, por favor, não quero que os outros descubram.


Jorge, eu tô pouco me fodendo pro que você quer, seu viado de merda.


Dito isso, ele enfiou o pau dele com toda a força que ainda lhe restava, tive que morder meus lábios pra não gritar, o filho da puta enfiou até o fundo e já começou a me comer enquanto me humilhava com as palavras dele e zoava como eu deixava o cu e como ele arrebentava ele, não parava nunca de me comer, eu tinha gozado sem me tocar e ele continuava metendo e tirando, tirando e metendo, zuando o quão puta e cuck eu era, agora mais do que sentir prazer, eu tava sofrendo aquele pau e implorei pra ele encher meu cu de uma vez, então ele tirou e colocou na minha boca.


Jorge, quero que você chupe ela toda.


não paro de chupar a boca dela até finalmente gozar, não pensei que ia gozar tanto, encho a boca ou pelo menos foi o que pareceu, não tiro a pica da boca me forçando a engolir tudo e quando fez isso mijou na minha cara com muito desprezo, coisa que eu merecia, aí foi pro chuveiro, eu fiquei jogado no chão com o cu aberto, feito um lixo, o que me deixou com tesão, levantei e entrei no chuveiro tentando limpar minha imagem


Jorge, qual é a tua? Quer mais, seu puto de merda? Agora vou te mandar outras pirocas.


Não, por favor, não manda ninguém, isso fica só entre a gente.


Jorge, então você vai ser meu putinho e vai me dar sua vadia quando eu quiser?


Sim, sim, sim, o que você disser.


Jorge, agora eu sou teu dono.


Essa era minha nova realidade, chupei a pica dele de novo debaixo da chuva, e ele todo feliz por me ter como escravo implorando por pica. Ele terminou de tomar banho e saiu do banheiro; eu saí um pouco depois e o German já estava na porta.


German, vou usar você por um tempo, não sabia que você era viado, fica pra próxima, sua mulher já me secou.


Sentei no comedor, já era noite, servi umas cervejas e fui entregando pra eles conforme iam saindo, e ficou decidido que minha proposta era a melhor. Chegou meia-noite, todo mundo foi pra casa. Na hora, fui pro quarto, e lá estava a Laura, toda exausta. Adorei ver ela daquele jeito, tinham feito o que quiseram com ela, mas no fim das contas o plano dela tinha dado certo.

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