O suor escorria pelo rosto em abundância, a respiração estava extremamente ofegante e as pernas muito doloridas. Um minuto, só um minuto era o que precisava para recuperar as energias do corpo, mas infelizmente não podia, precisava se mover e dar o melhor de si no campo. __VAI LOGO SEU NERD MALDITO, ANDA LOGO! Katsuki gritou alterado do outro lado do campo. Deku simplesmente balançou a mão no ar, assentindo, o cansaço não deixava nem vontade de falar. Com as poucas forças que tinha, saiu correndo em direção à bola que estava com Denki, passou ao lado dele e com um drible conseguiu pegá-la. _ PASSA!! ouviu a voz do Iida gritar à sua esquerda. Visualizou a imagem dele e passou a esfera. Com a bola no pé, Tenya corre pelo meio do campo passando como um raio por todo mundo, a velocidade dele é realmente incrível. Ao se aproximar do gol, ele toca para Bakugou, que está mais perto dele. _ Sai do caminho, extra! sorrindo de forma sádica, o loiro passa ferozmente pelos adversários empurrando todo mundo no chão. _ BLAST RUSH TURBO! rugiu com toda força antes de chutar a bola com vontade contra o gol. O objeto sai voando como um raio em direção ao Sero, que está com os olhos arregalados de medo e a saliva presa na garganta. Ainda com medo, o moreno se prepara para pegá-la, mas o objeto desliza entre as mãos dele e acerta a rede atrás. _ HAHA, SOU O MELHOR, EXTRAS INÚTEIS! Katsuki comemora convencido da sua atuação. _ Muito bem, Bakubro! Eijiro parabeniza o amigo, abraçando ele pelos ombros. O time dele tinha vencido. Era hora de comemorar. O som do apito ecoa por toda a área, colocando um fim nesse treino intenso. Izuku corre para os bancos e se joga no assento exausto, pega uma garrafa d'água e enfia na boca. _ Cuidado, Midorya, vai acabar engasgando. Tenya o repreendeu, mexendo as mãos roboticamente. _ É que... tô acabado. suspirou fundo, tentando formular uma frase. Então é melhor você se recuperar logo, porque hoje temos dois trabalhos pra apresentar e uma prova de história pra fazer._Shoto comentou sentado ao seu lado. _É verdade, tinha esquecido disso._gemeu o verdinho desanimado. Logo hoje ele tinha vários compromissos. Porra!! _ Vamos, pestinhas, pro banho._ordenou Aizawa. Todos se levantam e caminham preguiçosamente pros vestiários. Midorya abre o chuveiro, deixando a água quente cair sobre seu corpo, seus músculos relaxam e o suor desagradável desaparece da pele. Com os olhos bem fechados, respirou fundo enquanto soltava a tensão muscular, passando as mãos pelo cabelo molhado e começando a se lavar direito. Depois de uns minutos gostosos de banho, vestiu o uniforme escolar, saiu do vestiário e foi guardar suas coisas no armário do corredor. Com os materiais na mão, seguiu pra terceira aula do dia, entrou cumprimentando os colegas e sentou no lugar de sempre. A aula passou normal, só revisão de matérias. Aproveitou esse tempo pra tirar um cochilo, que foi interrompido pela voz estridente do professor Mic. _¡¿E aí, galera, como tão?!_cumprimentou animado, recebendo uns murmúrios de resposta._Mas que desânimo, isso é terrível, ah não._repreendeu. Bom, quero ver como vai ser a apresentação dos trabalhos de vocês. Vamos começar... por você, Midorya._apontou na sua direção.
O cara levantou a cabeça rapidamente. É sério? O primeiro? Que dia frustrante. Tem que ser eu mesmo? — perguntou cauteloso, rezando para um Deus existente que fizesse seu professor mudar de ideia. — Yes, come here, boy. — chamou com a mão, indicando que ele fosse até a frente da sala. Com desgosto, o garoto se levantou com o trabalho na mão e foi até a frente da classe, apresentando-o. Engoliu a saliva nervosamente e começou a explicar o trabalho como pôde. Embora Deku tenha evoluído bastante em relação à vergonha e timidez, não significa que esses sentimentos tenham desaparecido completamente. Ele ainda sofre um pouco de nervosismo, especialmente se todos estão focados nele, como naquele momento. — Bom trabalho, garoto. — Mic elogiou após o término da apresentação. — Só tenta na próxima vez não tremer tanto a voz, ok? Izuku assentiu um pouco envergonhado e voltou ao seu lugar. Pelo menos o próximo trabalho será em grupo. Perfeito! As horas passavam lentamente para o garoto de cabelo verde, que agora estava no refeitório almoçando com uma aparência cansada. Sentiu seu cabelo ser acariciado suavemente, levantou o olhar e se deparou com um par de lindos olhos castanhos o observando com preocupação. — Você tá horrível desde o treino. — disse Ochaco enquanto se sentava ao lado dele. — É, digamos que hoje não é meu dia. — sorriu tristemente. — Não vejo a hora de poder ir pra casa. — empurrou sua bandeja de comida e apoiou a cabeça na mesa. Uraraka se sentiu mal pelo amigo. Você está exausto e precisa de atenção. >>"Tenho que ajudá-lo." : ela pensou motivada.<< Levou as mãos aos ombros tensos do jovem e começou uma leve massagem, movendo a área em círculos; não é uma expert no assunto, mas já viu a mãe fazer algumas vezes, então tem um pouco de prática. Ele deixou escapar um suspiro de satisfação e relaxou os ombros na hora, enquanto sorria bobo, as mãos da amiga percorriam carinhosamente suas costas, fazendo um Ótimo trabalho. Como o Kacchan diria: "É porra de uma delícia". Soltou um ronronar baixinho ao sentir as unhas dela deslizarem suavemente pelo pescoço dele; os olhos ainda estão fechados e o corpo dele está muito melhor. Tá gostando, Deku-kun? _sussurrou perto da orelha dele devagar. O corpo todo do garoto se arrepiou com o ato, eriçando os pelos e abrindo os olhos de repente. Levantou a cabeça, deu uma olhada em volta, e respirou aliviado ao ver que ninguém prestou atenção no que aconteceu. Esqueceu completamente onde está. Esqueceu completamente onde está. _U-Uraraka... aqui não._murmurou alarmado. _Mas valeu, ajudou pra caralho._sorriu. _Que bom!_sorriu alegre e voltou a comer. _Talvez eu possa te ajudar de novo mais tarde._falou num tom de flerte, piscando o olho de um jeito sugestivo. Ele só riu nervoso, tentando ignorar a última parte. Como se fosse possível. Conhece muito bem aquele tom malicioso misturado com inocência; os dois trocam uns beijos bem íntimos escondidos, ou seja, são amigos com benefícios há alguns meses. Ninguém sabe dessa "relação", combinaram de praticar os atos deles em segredo. Tudo aconteceu durante uma festa, onde se envolveram de um jeito estranho e vergonhoso. Não tinha planejado nada, a situação rolou depois que o Izuku invadiu desesperado um dos quartos da casa e flagrou um momento íntimo entre a amiga morena e um certo loiro... (mas, isso é outra história).
O fato é que, depois do que aconteceu, ela propôs aquele acordo benéfico, e embora tudo fosse estranho, ele não conseguiu negar a vontade de tê-la de novo. Deixou o lado de jovem hormonal tomar conta. Os encontros deles são divertidos, o mecanismo flui naturalmente entre os dois. Afinal, ele sempre gostou dela, então não é complicado na hora de interagir. ERRADO!! Obviamente é complicado na hora de interagir!. Pelo menos da parte dele, porque a garota se solta à vontade na presença dele. Embora já tenham feito aquilo várias vezes... o nervosismo e a ansiedade deixam o corpo dele eufórico; ao mesmo tempo que quer devorar ela, também quer fugir que nem um covarde. Aaaah!! Ele precisa urgentemente mudar essa atitude. O sinal toca, terminando o intervalo, todo mundo da mesa levanta e vai pra próxima aula. Chegou a hora do tão esperado teste. O tempo passa como sempre, os trabalhos são entregues, a prova foi feita com sucesso e agora finalmente é hora de sair daquele inferno. Depois de sair da aula, ele correu pro banheiro, desviando das pessoas no caminho, a bexiga dele estava prestes a explodir e ele precisava se aliviar. Entrou e foi até um dos mictórios, abrindo a calça rapidamente. _Arrrnh..._ suspirou aliviado enquanto soltava o líquido. Depois de terminar, Izuku limpou a parte íntima e vestiu a calça de novo, depois foi até a pia e lavou as mãos direito. Ele se preparava pra sair quando ouviu a porta abrir, olhou o reflexo da pessoa no espelho e se assustou com o que viu. _U-Uraraka, esse é o banheiro masculino... você tem que sair!_ alertou desesperado, enquanto empurrava a morena pra fora. Mas ela deu meia-volta, impedindo que o garoto continuasse empurrando o corpo dela. _Eu sei perfeitamente onde estou, Deku._ disse ela, sem dar muita importância. _Lembra quando eu falei que cuidaria de você mais tarde?_ perguntou enquanto se aproximava devagar dele, sorrindo. travessa. _Mas pensei... que seria na minha casa... ou na sua._ O nervosismo começava a aparecer, e piorava ainda mais com a aproximação da garota. _Infelizmente, tenho um encontro daqui a alguns minutos._ avisou de forma triste, enquanto deslizava o dedo indicador no peito alheio.
_No entanto, é tempo suficiente pra se divertir um pouquinho._ sorriu divertida, olhando pra ele. Deku umedeceu os lábios e engoliu seco, o toque que ela fazia no peito dele fazia seu corpo tensionar. Só aquela atitude atrevida já bastava pra esquentá-lo. Ele não se importaria de fazer o ato ali, se não estivessem na universidade, se alguém pegasse eles, era suspensão por tempo indeterminado. Isso seria ruim pra sua ficha perfeita. No entanto, as mãos macias pousam sobre sua barriga, distribuindo carícias suaves sobre o tecido da roupa, vão subindo devagar e aos poucos seus braços são passados ao redor do pescoço dele. A respiração quente da garota bate contra sua pele, transmitindo um choque por todo o corpo dele, beijos molhados são deixados em sua mandíbula e os dedos dela se entrelaçam em seus cabelos cacheados. E-espera... aqui é perigoso... Hmmm._ tentou fazê-la entrar na razão, mas foi simplesmente ignorado enquanto ela continuava com os carinhos. A respiração dele se agitou ao sentir os dentes femininos em sua carne, encostou a cabeça na parede e segurou a nuca da mulher contra si. _Não tem ninguém aqui._ beijou ele de novo. _Eu tenho que cuidar do meu menino de cabelos cacheados._ apertou as bochechas dele e o observou por um tempo. _Coitadinho do meu Deku, tá muito cansado. Precisa relaxar um pouco._ falou com uma voz manhosa e risonha. Ela então pegou a mão dele e o levou até um dos cubículos, sentando-o sobre a tampa do vaso sanitário. _Não..._ ele se calou com os lábios da jovem, que devorou ambiciosamente sua boca.
Ochaco sentou montada em cima dele, agarrou sua nuca aprofundando o beijo e pediu passagem pra língua entrar; mexeu o músculo pequeno dentro da boca, provocando ele a responder e em poucos segundos a boca dela foi sugada com força pelo garoto. Midorya abraçou a cintura feminina com os braços musculosos, apertando ela contra a barriga dele, a boca se mexia rápido beijando desesperado e os dentes puxavam o lábio rosado com satisfação, ouvindo os suspiros trêmulos dela começarem a encher o ambiente. A vergonha do garoto desaparece dando lugar a uma atitude mais segura, é difícil não cair nos encantos dela e ele tem muita vontade de explorar cada parte do corpo maravilhosamente perfeito. O desconforto e o medo ainda estão lá, mas ele não quer estragar tudo agora que tá aproveitando essas roçadas provocantes. Abriu a camisa da mulher, deixando a pele branca e o sutiã bege à mostra, se inclinou um pouco pra frente enquanto segurava as costas dela pra não cair, e passou a língua pela superfície macia, bêbado com o cheiro característico. Chupou o pescoço deixando marcas avermelhadas, e foi percorrendo os montes fofinhos que apareciam no decote da peça íntima e mordeu de leve aquela área, sem perder nenhuma expressão no rosto da amiga. Ficava feliz em saber que ela curtia as carícias tanto quanto ele. Ochaco acariciou o cabelo masculino e suspirou pesado com a boca molhada na pele dele, tava com muito tesão e pra infelicidade dela não dava pra demorar muito. Começou a rebolar a bunda em cima do volume grande visível; ela não usava meia-calça, tinha parado de usar esse acessório depois que começou a vida sexual ativa e realmente foi uma ótima escolha, porque facilitava mais nesses momentos. A buceta dela, super molhada, fazia a calcinha deslizar mais gostoso entre os tecidos, ela gemia excitada, se agarrando nos ombros dele e aumentando a fricção com reboladinhas rápidas. O Um som molhado podia ser ouvido através da locomoção, fazendo as bochechas dos dois ficarem vermelhas, mas antes que a vergonha os consumisse, o prazer já tinha nublado suas mentes, fazendo Deku empurrar a própria barriga contra a bunda da garota e roçar com fervor o pau duro entre as nádegas. _I-isso, assim... Aahh Izuku..._ o garoto enlouqueceu ao ouvir o nome dele com tanta luxúria. Ele afastou a calcinha da garota e enfiou os dedos no canal, bufando com o calor e a umidade excessiva. Ele estimulou o núcleo apertado, empurrando através das paredes que se contraíam sem parar, os dedos sendo sugados, fazendo-o gemer de ansiedade enquanto os fluidos escorriam para baixo. _Olha..._ ele levantou a mão. _Você tá muito molhada, mochi._ comentou em tom grave, enquanto mostrava o líquido transparente grudando e escorrendo entre os dedos. Levou a mão à boca e chupou o néctar com grande entusiasmo; a imagem fez Ochaco morder o lábio inferior e ficar ainda mais molhada. Ela adorava esse lado pervertido dele. Izuku a penetrou de novo, e com a mão livre apertou as bochechas rosadas dela, abrindo sua boquinha linda, esticou a língua e passou dentro da boca feminina, espalhando os próprios fluidos. Uraraka aceitou a intrusão e também moveu o músculo, esfregando-se contra ele. Então, a morena puxou a cabeça dele, atraindo-o para um beijo necessitado, a saliva escorrendo pelos queixos, fazendo barulhos enquanto chupavam as línguas deliciosamente. Midorya continuava enfiando os dedos até o fundo da buceta, levantou a saia, revelando a retaguarda feminina proeminente e parte da intimidade, seus olhos esmeralda se focaram naquela região, totalmente hipnotizado com os dedos que entravam tão facilmente e sumiam profundamente.
A calcinha bege estava puxada pro lado, com uma parte manchada de líquido, a bunda batia nas pernas dela com as sentadas que ela dava, ajudando nas estocadas, e ele, sem aguentar mais ver aqueles montes redondos quicando, bateu a mão com vontade neles. _Aaah, Deku...!_ o grito agudo ecoou pelo banheiro inteiro. A pele dela ardeu com uma leve queimação, mas ao invés de irritar, só excitou mais. _Adoro sua bunda, Ochaco._ confessou num sussurro, enquanto massageava a área da palmada. Ele ama tudo nela. Aquela pele leitosa maravilhosa, os peitos redondos, a bunda grande, as coxas torneadas, os lábios doces... Cada parte era deliciosa demais pra não aproveitar. O polegar começou a esfregar o clitóris, estimulando mais as carícias, chupava os peitos com força e apertava a carne delicada, enquanto distribuía mordidas nas partes sensíveis. Sentiu o corpo dela tremer, as unhas se cravaram nas costas dele, seguido de um gemido abafado por uma mordida no ombro logo depois que ela gozou. A morena abraçou o corpo dele, descansando do orgasmo recente, Deku esfregava as costas dela e depositava beijos pelo rosto. O garoto tentou controlar a respiração ofegante, o pau dele tava criando vida própria dentro da calça, a dor era insuportável e ele precisava foder ela na hora. Ele se levantou e afastou a mulher, pegando a mochila no chão e procurando alguma camisinha, mas começou a se desesperar ao abrir todos os bolsos e não achar nenhum pacote. Não é possível!! _N-não, não, não... merda, eu não tenho camisinha._ soltou um suspiro decepcionado. _Calma, posso cuidar disso só com a boca._ sorriu maliciosa e empurrou ele contra a parede, beijando os lábios dele. As mãos foram até o cós da calça, abrindo o cinto e puxando pra baixo junto com a cueca. Tirou o membro e segurou entre as mãos, começando a bombear ele de leve. _Tá muito duro, Deku-kun..._ falou entre o beijo. Com voz safada. O garoto suspirou fraco, os olhos dele continuavam fechados e as bochechas coradas. A palma feminina se movia tortuosamente pela vara, o dedo pressionava a glande, fazendo o corpo dele convulsionar na hora, principalmente quando ela puxava devagar todo o comprimento, estimulando o crescimento dela. Uraraka separou os lábios e se ajoelhou na frente do pauzão, balançando ele de um lado pro outro, como se fosse um brinquedo, e deu uma risadinha baixa observando a cara desesperada do homem. Ela soltou o falo e esticou a língua, esfregando contra a ponta sensível da piroca, circulando em volta e chupando devagar.
_C-Chako... não faz isso..._ segurou a cabeça castanha e implorou com os olhos pra ela continuar._Chupa logo... por favor._ gemeu. Sem fazer ele esperar mais, pegou o pau de novo e meteu na boca; Deku revirou os olhos e na hora, tapou a boca pra não deixar escapar um gemido gutural. A língua safada da garota não parava quieta e o calor da boca dela era uma delícia, um vai e vem constante era feito rapidinho, engolindo o eixo inteiro enquanto o líquido pré-gozo transbordava, inundando a boca dela. O verdinho olhou pra baixo e viu os grandes olhos castanhos, cheios de lágrimas, olhando pra ele com tesão, a boquinha rosada sugando com força a extensão e a mão dela cuidando de masturbar o que sobrava. Ele respirou com dificuldade com aquela imagem, o rosto redondo dela tava perfeitamente gostoso naquela posição, parte da bunda aparecia, mostrando as marcas vermelhas das calcinhas e os peitos, também visíveis, fora do sutiã. Continua... Argh... t-tô quase._ firmou a cabeça dele e se moveu contra a boca dela, fodendo ela. Ochaco tentou ir mais rápido, chupando com tudo, o garoto tava fodendo a boca dela com força, fazendo ela aproveitar cada segundo daquela mamada. O prazer invade as entranhas do Midorya, a respiração ofegante dele bate contra o peito e os músculos ficam tensos, empurrando cada centímetro nesse paraíso molhado. Adoraria estar em outra parte dela, mas a boca já tava de bom tamanho. Por enquanto. Ele contraiu o rosto, segurando a respiração por uns segundos, e o clímax chegou, derramando tudo na garganta dela e enchendo a boca dela com a essência quente. Ela engoliu cada gota com um sorriso de satisfação no rosto, limpou os lábios com a língua e se levantou do chão com a ajuda dele. _Tá mais relaxado agora?_ perguntou, enquanto arrumava a calça. O garoto controlou a respiração ofegante e voltou à postura anterior. _C-Claro..._ respondeu, todo tímido. _Foi a única coisa boa do dia, valeu. Pra isso que servem os amigos com direitos._disse ela, zombeteira._Preciso ir, a gente se fala depois. Tchau, bebê._deu um último beijo e, com cuidado, saiu do lugar. Izuku soltou um longo suspiro, enquanto deslizava as costas pela parede até se sentar no chão. Sorriu divertido com a situação, por algum motivo tudo era engraçado. Embora o dia tivesse sido cansativo pra caralho e uma merda, ele conseguiu relaxar muito com um pouco de intimidade, agora estava bem mais energético e até feliz. O mais inusitado foi ter feito aquilo dentro do banheiro, morreria de vergonha se algum funcionário do instituto ou aluno pegasse eles nesse ato depravado... E incrivelmente excitante! Mas admito, adoraria fazer de novo.




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