Minha esposa tinha planejado trocar o revestimento do banheiro, então tivemos que dar um jeito enquanto os pedreiros faziam o reparo. Por sorte, a solução morava perto da nossa casa: era minha sogra. Combinamos que tomaríamos banho na casa dela enquanto nosso banheiro estava sendo reformado. Era quinta-feira e eu precisava tomar um banho antes de ir trabalhar. Caminhei até a casa da minha sogra, cumprimentei ela como de costume. Minha sogra é uma senhora de 64 anos, meio na dela. Vive da pensão que o marido deixou quando morreu, há alguns anos. Ela me ofereceu uma xícara de chá, mas eu disse que tomaria depois do banho. Subi as escadas da casa em direção ao quarto dela, onde ficava o banheiro. Joguei minha bolsa na cama dela e fui para o chuveiro. A sensação da água morna escorrendo pelo meu corpo era maravilhosa. Comecei a me lavar e, quando fechei o registro, percebi que tinha deixado a toalha dentro da bolsa. Mesmo tendo duas toalhas da minha sogra no banheiro, não tive coragem de usar. Completamente molhado, abri cautelosamente a porta do banheiro. Não tinha ninguém, então saí do chuveiro e fui para o quarto.
Durante todo o tempo em que fiquei ali parado, completamente pelado, tentando abrir minha mochila, nunca ouvi os passos da minha sogra subindo as escadas. "Fernando!" ela gritou, me fazendo pular de susto. Me virei, cobrindo minhas partes íntimas com as mãos, "Ah, sogra, desculpa, esqueci a toalha". "Não se preocupe, não vi nada que já não tenha visto antes", respondeu minha sogra, sorrindo. "Ah, obrigado, senhora", falei, mais aliviado, aguentando o constrangimento. Minha sogra ainda estava na minha frente, me olhando como se eu fosse um carro usado que ela tivesse examinando. Minha sogra tem 64 anos, e o tempo foi bom com ela, ela ainda se mantém muito bem fisicamente. "Sogra, a senhora se importa?" falei, enquanto com a cabeça indicava que ela saísse. "Não se envergonhe, genro, não vejo um desses há muitos anos", disse minha sogra, enquanto olhava para baixo, para minhas partes íntimas protegidas pelas minhas mãos. "Bem, a senhora não viu", respondi, olhando em volta procurando algo para me cobrir. Então minha sogra caminhou até mim e, estendendo a mão, falou: "Me dê sua mão". Fiquei confuso e surpreso ao mesmo tempo, que porra minha sogra estava tentando fazer? "Tire suas mãos e coloque elas ao lado do corpo!" falou minha sogra de novo, dessa vez num tom mais autoritário, eu não sabia o que fazer.
MINHA sogra se aproximou mais de mim, eu recuei um passo, mas minha perna bateu na cama, perdi o equilíbrio e caí de costas na cama, esticando as mãos para me segurar, deixando meu pau exposto pra ela. Minha sogra viu a chance e se aproximou de mim na cama, eu poderia ter empurrado ela fácil, mas tava com medo de machucar. Com as mãos me apoiando na cama, minha sogra aproximou o rosto do meu: "Não se mexe, ou vou apertar essas bolas tão forte que seus olhos vão saltar de dor", disse enquanto uma das mãos apertava minhas bolas com força. O aperto dela nas minhas bolas me deixou imóvel, eu tava pelado na frente da minha sogra, a outra mão dela começou a acariciar meu pau, a sensação era gostosa, mas eu sabia que era errado, só que quanto mais ela tocava, mais duro meu pau ficava, eu não conseguia me controlar. "Você gosta que eu acaricie ou prefere que eu chupe?" perguntou minha sogra com cara de safada. "Nem uma coisa nem outra, me solta por favor, senhora, isso não é certo, isso é errado, a senhora é minha sogra." Expliquei.
A língua dela fez contato com a cabeça do meu pau, os lábios dela se enrolaram em volta, e então minha sogra começou a chupar meu pau agora completamente duro. Com mãos habilidosas, minha sogra começou a tirar o vestido, por baixo não usava nada, estava pelada, os peitos dela estavam um pouco caídos pra idade dela, mas eu achei bem gostosos. "Agora, genrozinho, vou colocar devagar minha buceta no seu pau, e você vai deixar eu mesma me enfiar, entendeu?" falou minha sogra de novo. "Mas senhora, como vai fazer isso, é errado, a senhora é minha sogra" tentei explicar, mas foi inútil. Não conseguia impedi-la, então ela começou a encostar a buceta na cabeça do meu pau, depois apertou pra baixo, fazendo meu pau deslizar pra dentro da racha molhada dela. Senti uma mistura de prazer extremo com uma culpa enorme, tava metendo na minha sogra, ela começou a rebolando em cima do meu pau, cada vez que mexia eu via os peitos dela balançando, o ritmo dos movimentos dela me excitava cada vez mais. "Aposto que você nunca imaginou que ia comer sua sogra, né?" minha sogra gemeu enquanto acelerava os movimentos da buceta dela no meu pau.
Na verdade, não, senhora! Nunca imaginei", gemi. Minha sogra se inclinou para frente de modo que os peitos dela encostaram no meu peito, estavam quentes contra minha pele, minha mente estava em total confusão, enquanto meu pau ficava cada vez mais duro. "Me aqueça, genro, me diga o quanto você gosta que eu monte em você, me diga o que quer que eu faça, quero sentir explodir de prazer dentro da minha buceta, deixe sua velha sogra sentir seu esperma explodir dentro da minha buceta quente, acalme a ardência que sinto", dizia minha sogra enquanto continuava movendo os quadris ritmadamente no meu pau, me dando o máximo prazer. "OH, senhora, eu gosto muito, ohhh, gosto muito do jeito que você está me montando, vai tirar toda a minha porra, quero sentir você secar minhas bolas, adoro, sogra, como você me fode, ahhh, a sensação da sua buceta em volta do meu pau me enlouquece". Minhas próprias palavras me excitavam cada vez mais, me aproximando do orgasmo. "OH, senhora, vou gozar, ahh, estou gozando, ohhhh!, vou encher sua buceta com minha porra, ahhhhh". Ao dizer isso, senti um prazer incontrolável começar nas minhas bolas, atravessar meu pau e explodir com sacudidas elétricas por todo o meu corpo. No momento em que comecei a me derramar, minha sogra também atingiu o orgasmo, cada espasmo da buceta dela apertava mais meu pau, me dando ainda mais prazer. Minha sogra desabou sobre mim, aproximando os lábios dos meus, começou a me beijar apaixonadamente, nossas línguas se enroscaram como as de dois velhos amantes. Os beijos ardentes e o tesão da situação, além da pressão da buceta dela contra meu pau, começaram a me reerguer rapidamente. Minha sogra, notando meu pau endurecendo de novo, sorriu de prazer. "Acho que é sua vez de me foder, é sua vez de se meter de novo entre as pernas da sua sogra e montar nela", me incentivou minha sogra como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Tava morrendo de vontade de satisfazer ela de novo, então desci até a virilha dela e aspirei o aroma, era cheiro de sexo, de sexo ardente, não podia acreditar que tinha na minha frente a buceta madura da minha sogra, minha língua deslizou pelos lábios da buceta dela, antes de meter dentro e chupar o clitóris. Minha sogra tava debaixo de mim, o corpo dela se mexia aproveitando o prazer enquanto eu chupava ela. "Aiiii, me come genro, aiiii, quero sentir sua pica dentro de mim, quero que me coma agora, por favor!" gemia minha sogra impaciente. Levantando meu corpo, esfreguei minha pica dura ao longo da buceta dela, ela levantou os quadris, minha pica deslizou fácil dentro da buceta molhada dela. Comecei a montar minha sogra com força, cada estocada da minha pica dentro fazia os gemidos dela ficarem cada vez mais altos. "Aiii sim, tô gozando, me come assim, continua aiiii!" gritou minha sogra enquanto outro orgasmo tomava conta do corpo dela, senti minhas bolas de novo prestes a soltar todo meu esperma na buceta desejada dela, acelerei minhas estocadas enquanto minha sogra gozava e eu jogava todo meu esperma dentro. Fiquei em cima da minha sogra, nossa respiração aos poucos começou a voltar ao normal, nossos corpos suados continuavam juntos. Minha sogra foi quem quebrou o silêncio. "Aii genro, foi a coisa mais gostosa que vivi em muito tempo, sempre que você quiser uma boa trepada, vem com sua sogra, você pode me comer sempre que quiser" Saí da casa da minha sogra, as sensações sobre o que tinha acontecido eram confusas, tinha acabado de transar com minha sogra e não sentia a menor culpa, pelo contrário, tava morrendo de vontade de repetir de novo.
Durante todo o tempo em que fiquei ali parado, completamente pelado, tentando abrir minha mochila, nunca ouvi os passos da minha sogra subindo as escadas. "Fernando!" ela gritou, me fazendo pular de susto. Me virei, cobrindo minhas partes íntimas com as mãos, "Ah, sogra, desculpa, esqueci a toalha". "Não se preocupe, não vi nada que já não tenha visto antes", respondeu minha sogra, sorrindo. "Ah, obrigado, senhora", falei, mais aliviado, aguentando o constrangimento. Minha sogra ainda estava na minha frente, me olhando como se eu fosse um carro usado que ela tivesse examinando. Minha sogra tem 64 anos, e o tempo foi bom com ela, ela ainda se mantém muito bem fisicamente. "Sogra, a senhora se importa?" falei, enquanto com a cabeça indicava que ela saísse. "Não se envergonhe, genro, não vejo um desses há muitos anos", disse minha sogra, enquanto olhava para baixo, para minhas partes íntimas protegidas pelas minhas mãos. "Bem, a senhora não viu", respondi, olhando em volta procurando algo para me cobrir. Então minha sogra caminhou até mim e, estendendo a mão, falou: "Me dê sua mão". Fiquei confuso e surpreso ao mesmo tempo, que porra minha sogra estava tentando fazer? "Tire suas mãos e coloque elas ao lado do corpo!" falou minha sogra de novo, dessa vez num tom mais autoritário, eu não sabia o que fazer.
MINHA sogra se aproximou mais de mim, eu recuei um passo, mas minha perna bateu na cama, perdi o equilíbrio e caí de costas na cama, esticando as mãos para me segurar, deixando meu pau exposto pra ela. Minha sogra viu a chance e se aproximou de mim na cama, eu poderia ter empurrado ela fácil, mas tava com medo de machucar. Com as mãos me apoiando na cama, minha sogra aproximou o rosto do meu: "Não se mexe, ou vou apertar essas bolas tão forte que seus olhos vão saltar de dor", disse enquanto uma das mãos apertava minhas bolas com força. O aperto dela nas minhas bolas me deixou imóvel, eu tava pelado na frente da minha sogra, a outra mão dela começou a acariciar meu pau, a sensação era gostosa, mas eu sabia que era errado, só que quanto mais ela tocava, mais duro meu pau ficava, eu não conseguia me controlar. "Você gosta que eu acaricie ou prefere que eu chupe?" perguntou minha sogra com cara de safada. "Nem uma coisa nem outra, me solta por favor, senhora, isso não é certo, isso é errado, a senhora é minha sogra." Expliquei.
A língua dela fez contato com a cabeça do meu pau, os lábios dela se enrolaram em volta, e então minha sogra começou a chupar meu pau agora completamente duro. Com mãos habilidosas, minha sogra começou a tirar o vestido, por baixo não usava nada, estava pelada, os peitos dela estavam um pouco caídos pra idade dela, mas eu achei bem gostosos. "Agora, genrozinho, vou colocar devagar minha buceta no seu pau, e você vai deixar eu mesma me enfiar, entendeu?" falou minha sogra de novo. "Mas senhora, como vai fazer isso, é errado, a senhora é minha sogra" tentei explicar, mas foi inútil. Não conseguia impedi-la, então ela começou a encostar a buceta na cabeça do meu pau, depois apertou pra baixo, fazendo meu pau deslizar pra dentro da racha molhada dela. Senti uma mistura de prazer extremo com uma culpa enorme, tava metendo na minha sogra, ela começou a rebolando em cima do meu pau, cada vez que mexia eu via os peitos dela balançando, o ritmo dos movimentos dela me excitava cada vez mais. "Aposto que você nunca imaginou que ia comer sua sogra, né?" minha sogra gemeu enquanto acelerava os movimentos da buceta dela no meu pau.
Na verdade, não, senhora! Nunca imaginei", gemi. Minha sogra se inclinou para frente de modo que os peitos dela encostaram no meu peito, estavam quentes contra minha pele, minha mente estava em total confusão, enquanto meu pau ficava cada vez mais duro. "Me aqueça, genro, me diga o quanto você gosta que eu monte em você, me diga o que quer que eu faça, quero sentir explodir de prazer dentro da minha buceta, deixe sua velha sogra sentir seu esperma explodir dentro da minha buceta quente, acalme a ardência que sinto", dizia minha sogra enquanto continuava movendo os quadris ritmadamente no meu pau, me dando o máximo prazer. "OH, senhora, eu gosto muito, ohhh, gosto muito do jeito que você está me montando, vai tirar toda a minha porra, quero sentir você secar minhas bolas, adoro, sogra, como você me fode, ahhh, a sensação da sua buceta em volta do meu pau me enlouquece". Minhas próprias palavras me excitavam cada vez mais, me aproximando do orgasmo. "OH, senhora, vou gozar, ahh, estou gozando, ohhhh!, vou encher sua buceta com minha porra, ahhhhh". Ao dizer isso, senti um prazer incontrolável começar nas minhas bolas, atravessar meu pau e explodir com sacudidas elétricas por todo o meu corpo. No momento em que comecei a me derramar, minha sogra também atingiu o orgasmo, cada espasmo da buceta dela apertava mais meu pau, me dando ainda mais prazer. Minha sogra desabou sobre mim, aproximando os lábios dos meus, começou a me beijar apaixonadamente, nossas línguas se enroscaram como as de dois velhos amantes. Os beijos ardentes e o tesão da situação, além da pressão da buceta dela contra meu pau, começaram a me reerguer rapidamente. Minha sogra, notando meu pau endurecendo de novo, sorriu de prazer. "Acho que é sua vez de me foder, é sua vez de se meter de novo entre as pernas da sua sogra e montar nela", me incentivou minha sogra como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Tava morrendo de vontade de satisfazer ela de novo, então desci até a virilha dela e aspirei o aroma, era cheiro de sexo, de sexo ardente, não podia acreditar que tinha na minha frente a buceta madura da minha sogra, minha língua deslizou pelos lábios da buceta dela, antes de meter dentro e chupar o clitóris. Minha sogra tava debaixo de mim, o corpo dela se mexia aproveitando o prazer enquanto eu chupava ela. "Aiiii, me come genro, aiiii, quero sentir sua pica dentro de mim, quero que me coma agora, por favor!" gemia minha sogra impaciente. Levantando meu corpo, esfreguei minha pica dura ao longo da buceta dela, ela levantou os quadris, minha pica deslizou fácil dentro da buceta molhada dela. Comecei a montar minha sogra com força, cada estocada da minha pica dentro fazia os gemidos dela ficarem cada vez mais altos. "Aiii sim, tô gozando, me come assim, continua aiiii!" gritou minha sogra enquanto outro orgasmo tomava conta do corpo dela, senti minhas bolas de novo prestes a soltar todo meu esperma na buceta desejada dela, acelerei minhas estocadas enquanto minha sogra gozava e eu jogava todo meu esperma dentro. Fiquei em cima da minha sogra, nossa respiração aos poucos começou a voltar ao normal, nossos corpos suados continuavam juntos. Minha sogra foi quem quebrou o silêncio. "Aii genro, foi a coisa mais gostosa que vivi em muito tempo, sempre que você quiser uma boa trepada, vem com sua sogra, você pode me comer sempre que quiser" Saí da casa da minha sogra, as sensações sobre o que tinha acontecido eram confusas, tinha acabado de transar com minha sogra e não sentia a menor culpa, pelo contrário, tava morrendo de vontade de repetir de novo.
2 comentários - Ducha com minha sogra gostosa