Como me fizeram puta (relato parte 3)

Hugo tinha gozado de um jeito violento, senti dois jatos enormes de porra e um terceiro com um pouco menos de quantidade, mas incrivelmente claro e forte. Hugo ficou em cima de mim por um tempo, eu tava com uma mistura de sensações, sentia prazer e queria mais... Hugo ainda tinha a pica toda dentro de mim, sentia ela desinchando aos poucos no meu cu. Depois de uns minutos, ele se levantou e sim... aí naquele momento senti uma dor incrível no cu... Hugo se levantou, virei um pouco a cabeça e vi ele sorrindo de um jeito debochado e safado, enquanto tapava a boca com a mão: "Teve' o cu aberto, promíscua, hahaha, passa a mão aí." "Como é que é?" perguntei feito uma idiota, porque não entendi. "Passa a mão no cu." Eu virei um pouco e passei a mão na porta do meu cu, e tava com o cu todo aberto e florido. Senti de novo uma dor indescritível no cu, fiquei puta de ver que ele tava rindo de mim... e não entendia como do prazer pra dor tinha só um instante. Me levantei e a dor era ainda maior, quis colocar a calcinha fio dental e o roçar no meu cu não aguentei. Quando finalmente fiquei de pé, senti como se tudo tivesse saindo pelo cu e que precisava ir no banheiro. Aí falei: "Hugo, tô com muita dor, acho que não consigo andar." Hugo já não tava mais no quarto, tava naquela cozinha imunda servindo um copo de vinho. De lá ele me diz: "Já vai passar, o cu fecha sozinho, haha. Vai no banheiro e senta pra largar tudo e lava, vai, pra gente continuar." Naquele momento pensei: quê? Tava com o cu desmontado e esse velho filho da puta queria me comer de novo... Comecei a andar, cada passo era uma pontada no meio do meu cu. Perguntei onde era o banheiro e ele disse: "Lá no fundo, no final. Leva o balde com água e se apressa, vagabunda, que tenho que sair." Olhei pra ele com raiva e ele só fez um gesto com a mão. Não acreditei, pensei que pelo menos ele ia me acompanhar até lá. Tirei a calcinha fio dental e vesti o short, levei o balde e um pedaço de sabão que tava lá, todo sujo, cheio de pelo. Quando entrei... No "banheiro" eu quis me matar... um nojo total era... criei coragem e comecei a me higienizar ao sentar, comecei a deixar todo o sêmen do Hugo... era impressionante a quantidade, ao passar o sabão ardia pra caralho e me fez parar de repente e soltei o último jato de porra, sujei o short... descansei um pouco e saí, entro e o Hugo estava tomando outro copo de vinho "vem aqui, gostosa, senta um pouco, fica comigo um pouco antes de eu ir embora" passei, sentei numa cadeira toda remendada e Meu Deus, a dor na bunda voltou, me virei de lado, o Hugo percebeu e começou a rir "tá doendo a bunda, gostosa?" ele disse e já era gargalhada... Me senti humilhado e mal conseguia me mexer... "não me chama disso, idiota" falei firme e com raiva "Não fica brava, gostosa, mas dá pra ver que te comi gostoso" "então era verdade que fui o primeiro que te comeu, e te fez a bunda pela primeira vez, sim, percebi" "Sim, te falei e você não acreditou, não sei por que não acredita" "Agora acredito, gostosa, mas com essa bunda que você tem, é meio difícil, eu percebo quando um viado mente pra mim hahaha" nessa hora a raiva voltou... falei "como? Já esteve com outros caras como eu?" "e claro, gostosa, canso de comer viado, mas nenhum tem a bunda que você tem, acha que é o único que eu como? Hahaha que otário você foi, hein". Ele ria e bebia vinho, juntei forças e me levantei pra ir embora, peguei minha bolsa que estava na mesa e comecei a andar, minha bunda doía mas aguentei, quando passei do lado ele virou o copo, me agarrou pelo braço e me puxou tão forte que caí quase de joelhos no chão, tinha batido os joelhos e somado à dor na bunda fiquei parado e com muito medo, ele me agarra pelo ombro, me olha com cara de filho da puta e fala... "calma, gostosa, você ainda não vai embora" "me solta por favor, você não me vê mais aqui, mas me deixa ir, foda-se a grana se quiser, mas me deixa ir" "não chora, gostosa, te falei que a gente ia continuar" eu abri os olhos e balancei a cabeça, não queria e sabia que não ia aguentar que ele me comesse de novo, tava certo que não ia aguentar aquela linguiça de novo no meu Booty "Hugo não, por favor, foda-se a grana, mas não de novo, por favor" e quase chorava. Baixei a cabeça, ele com muita suavidade levantou meu queixo, me olhou e disse "não chora, mami, eu gosto muito de você, mas tô com vontade de novo daquele seu cu, é o melhor que já comi, redondinho, grande, branquinho, com cheiro gostoso, eu vou te fazer mulher, mami, não chora, vamo pro quarto". Ele pega minha cara, me dá um beijo e chupa minha boca, aquele hálito de vinho, aquela língua quase me fez desistir e ir pro quarto de novo. Na real, eu levantei e senti a pontada no cu de novo, que me trouxe de volta à realidade. Quando ele me pegou pelo braço, fiquei firme, olhei pra ele e falei "Hugo, eu quero, mas juro que tá doendo muito, quer que eu volte outro dia? Juro que volto, apesar de tudo, eu gostei de ficar com você e vou voltar, juro". Ele me olhou, e aqueles segundos pareceram uma eternidade. "Tá bom, mami, tá bom". Ele sentou na minha frente, eu ainda no chão, abriu as pernas, me puxou pra perto dele... e eu pensei que ia me abraçar. Ele baixou a calça de moletom, tirou a pica comprida, peluda, cheirosa, com o cheiro dele e meu cheiro de Booty, passou na minha boca, me olhou e disse "Tá bom, mami, mas me faz gozar, vamo, chupa, mami, chupa". Me ajeitei e mal tinha começado, já tava com ela na boca, tava mole, pesada. Fiquei um tempão chupando pra caralho, como nunca tinha feito, até que finalmente endureceu. Chupei, tronco, cabeça, passei a língua inteira, as bolas peludas dele ocupavam minha boca toda. Quando endureceu, pensei que já ia gozar, grande erro. Fiquei quase uma hora, o álcool sem dúvida ajudou ele a não gozar (isso me rendeu noites incríveis que vou contar mais pra frente). Vendo que ele não gozava, pensei um momento: solta a vadia que tem dentro de você. Me ajeitei de novo, peguei a pica com as duas mãos, mesmo sobrando um bom pedaço, a cabeça roxa, que chupava com raiva, e fazia barulho toda vez que respirava. ...e comecei a falar com ele e olhar nos olhos dele com a boca cheia de saliva e a roupa suja de tanto líquido, dizia "cê gosta, pai? cê gosta como a sua puta nova te chupa?" tomava ar e batia uma punheta pra ele com as duas mãos. Ele de vez em quando me pegava na cabeça e enfiava o pau na minha garganta e me segurava ali, isso gerava muito mais saliva. Eu continuava e estava ficando mais e mais excitada ao ver ele gozar, ouvir ele gemer e ver ele fazer força. "Continua, promíscua, mete, mete, aperta e chupa." Eu chupava e fazia todo o barulho que podia com a boca e a língua, isso excitava ele mais, notei obviamente. "Que pau que cê tem, Hugo... é meu? Fala que é meu?" Chupava e cuspia, chupava só a cabeça já de um jeito bruto e finalmente senti o corpo dele travar, ele me pegou pela cabeça e soltou de novo uma quantidade assustadora de porra grossa, mas grossa pra caralho... encheu minha boca literalmente, todos os meus bochechos, escapou um pouco pelo lado do pau dele porque tinha a piroca dele na garganta. Quando ele me deixou sair, demorei pra cuspir e ele segurou muito forte com um braço e com a outra mão tapou minha boca... e gritou: "Engole, promíscua, ENGOLAAAA, MERDA!" Eu gesticulava que não... até que fiquei sem ar e engoli a porra dele, azeda, grossa, amarga... tossi umas duas vezes, os olhos cheios de lágrima, puta merda... ele se acomodou na cadeira... "Como chupa bem, mãe." Respirava ofegante, eu só voltando a mim, quis me levantar e ele me disse me olhando: "Onde cê vai? Vem, limpa ela, mete." Fez eu limpar o pau dele com a língua, eu não aguentava mais, mas fiz. "Não deixa nada, mãe... hum hum, assim, assim como chupa um sorvete, filha da puta." Finalmente terminei quando ele me deixou. Saímos pro pátio e tava escuro, me assustei pra caralho. Olhamos a hora e eram 20h, fiquei quase 6 horas lá. "Hugo, é muito tarde, vão me matar em casa." Tava com muito medo, não sabia o que ia fazer. Ele me disse: "Me dá a bolsa, eu guardo aqui pra você, e me dá o dinheiro também. Fala pra esses que te assaltaram e te bateram, eu te acompanho até a sua casa." Achei boa ideia, mesmo não querendo. que ele soubesse onde eu morava, pegou o carro dele onde guardava o bagulho e sujou um pouco minha camiseta com terra. No short, aproveitou e passou a mão na minha bunda, e saímos juntos da favela... essa foi minha primeira vez... A PRÓXIMA HISTÓRIA VAI TER OUTRO TÍTULO... DEIXEM UNS PONTINHOS SE GOSTARAM E MANDEM MSG PRA QUALQUER DÚVIDA OU PRA BATER PAPO... OU PRA O QUE DER NA TELA HAHAHA 😉🍆🍑🍌🍑🤭

5 comentários - Como me fizeram puta (relato parte 3)

GIEGUI +1
Me encanta tu relato ojalá algún día me pase algo asi
Bueno tanto te alaba el culo y aqui ni lo vimos todavía jaja blanquillo redondo y grande supuestamente es