Mãe amamentando/Cap11

 
Mãe amamentando/Cap11CAPÍTULO 11







Estava na barraca com minha tia completamente nus, olhando pra aquelas carnes gordas dela, sabendo que já estive dentro da buceta dela aproveitando as paredes vaginais.
Poucos segundos depois que acordei e fiquei pensando na merda que tinha feito com minha mãe, minha tia acordou.











Lulú: Bom dia, sobrinho! - enquanto dizia isso, ela se virou e eu parei de olhar pra aquela bunda gorda, quando já tava na minha frente ela pegou no meu pau, depois apertou. - como amanheceu esse pau que ontem você enfiou bem fundinho...??










Filho: o....lá.... tia! - mal conseguia falar, já que ela tinha apertado meu pau com força. Em segundos ele começou a endurecer. - pooo....de.... - ela não me deixou terminar.










Lulú: Me diz.... você quer enfiar de novo essa manhãaa, antes da sua mamãe acordar? - ela dizia sem parar de apertar meu pau, depois começou a massagear minhas bolas. Cada vez ela chegava mais perto, os peitões enormes dela já estavam colados no meu ombro e peito. Eu adorava sentir a carne dela esfregando na minha pele.










Filho: Eu ia... - ia dizer que adoraria comer de novo a gostosa da minha tia. Mas a gente ouviu a voz da minha mãe batendo na porta de casa.










Mamãe: Eeii! Eeiiii....! Já acordaaa....! Vamos tomar o café da manhã....!! - bateu na barraca - vou começar a preparar o café! Se apressem! - disse e dava pra ouvir ela se afastando.








Graças a Deus ele não entrou, nem sequer abriu a porta da barraca.
Claro, ele nunca imaginaria que ontem eu tinha transado com minha tia, a própria irmã dele.
E que... bem agora ela tava me segurando pelas bolas, com aqueles peitões enormes dela nus esfregando no meu peito, me pedindo pra eu comer ela de novo.











Quando ouvimos a voz da minha mãe, soltamos um suspiro, e minha tia atendeu rápido.










Lulú: Vamos! Acabei de acordar seu filho! - minha tia falou alto comigo. Quando disse "acordar", ela apertou meu pau com mais força. E me disse perto do ouvido. - mas olha só como esse pauzinho safado acorda rápido...! Não importa se sua mãe entra, você tá todo tarado! Menino safado! Ha! Ha!










Filho; O que.... eu posso fazer é natural.... se você está me tocando e depois me vendo nua.... - falei, cravando meu olhar nos seus peitos gigantes.










Lulú: kkk! Acredita.... Eu entendo!
Temos que nos apressar ou sua mãe vai voltar e dessa vez ela vai entrar. SE LIGA! - disse enquanto começava a vestir de novo a calcinha e a calça.







Era muito excitante ver como ela enfiava toda aquela carne num tecido tipo maiô, ver como o pano se esticava pra conseguir cobrir aquele corpo voluptuoso. Quando terminou, saiu da barraca e eu comecei a me vestir, pra sair.










Ao mesmo tempo, nem queria sair, nem sabia como seria a atitude da minha mãe, depois de dizer pra ela que eu poderia engravidar ela, que cabeça cabe numa merda dessa, que idiota eu sou.








Depois de alguns minutos, no final, eu saí.
Vi que estavam preparando uns sanduíches, vi que minha tia estava completamente normal convivendo com a irmã depois de ter dado pra cima do filho dela, era uma safada.









Quando viram que eu saí, minha tia me disse.








Lulú: Vem tomar café da manhã, os sanduíches já estão prontos.








Minha mãe nem sequer virou, foi como se não tivesse me visto. Aí eu me aproximei da mesinha pra pegar um sanduíche, literalmente já tava na frente delas.










Mamãe: Serve um suco pra você, tá ali! - ela nem me olhou quando falou comigo, só apontou onde estava o suco, dava pra ver que ela ainda estava brava, muito brava.










Filho: Sim, obrigado. — disse eu, pegando o suco e me servindo. Quando vi que ela nem sequer virou para me olhar quando falei, parei de encará-la, sabia que ela estava furiosa.








Terminei o primeiro sanduíche e peguei outro. Passaram uns 7 ou 9 minutos e minha tia começou a falar.








Lulú: Por que tão calados..... falem alguma coisa, ou vocês não gostaram de vir por causa do friooo? - disse minha tia enquanto olhava pra minha mãe e pra mim.










Filho: Eu não senti tanto frio... - falei sem querer, sem nem insinuar nada do que tinha rolado ontem com minha tia, mas quando falei isso, minha tia ficou me olhando sorrindo bem safada, a danada.










Mamãe: Se dois dormirem numa barraca, é menos provável que sintam frio.....! — disse ela ainda sem me olhar, só encarando minha tia enquanto falava.










Lulú: Então.... quee! Se a gente ficar mais uma noite? E a gente volta amanhã, domingo! — disse








Quando ela disse isso, eu não falei nada, queria ver o que minha mãe comentava primeiro, não queria cagar mais ainda.










Mamãe: Ahm.... acho que não dá! - respondeu minha mãe, eu sabia que ela estava brava e que a viagem já tinha ido pro espaço. Tudo por minha culpa, de ficar de tesão.










Lulú: Por que, irmã, você não gosta de mim...? — disse ela olhando para a minha mãe. — E você, Sam, o que acha?










Não sabia o que responder.






Filho: O que minha mãe disser, tia. — continuei comendo meu sanduíche.








Lulú: Qual é, mana, por que você não quer? Por acaso tem que fazer alguma coisa amanhã?








Mamãe: Sim, amanhã tenho pendências pra resolver. — disse minha mãe, já imaginava a bronca que ela ia me dar.








Lulú: Por favor! Mas que compromissos você pode ter num domingo, não dá pra adiar pra segunda ou pro outro fim de semana, a gente tem que aproveitar agora que já estamos aqui! Não acha!?










Minha mãe não respondeu, só disse "Mmmm" e balançando a cabeça de lado, continuou tomando o café da manhã.










Como viu que eu não respondi, minha tia voltou a falar, mas dessa vez mais certeira, perguntou.










Lulú: O que é.... tão importante que você precisa resolver amanhã de domingo, pra gente ter que ir embora daqui? — ela disse








Vi que minha mãe deu um suspiro e disse.








Mamãe: Amanhã o pai do Sam vai lá em casa. — disse ela, respirando fundo.






Quando ouvi o que ela disse, fiquei pasmo pra caralho, pensando: porra, será que ela vai ter coragem de contar pro meu pai o que eu falei, o que eu propus... porra, me senti péssimo! Só pensei que, se ela fosse contar, seria melhor que contasse tudinho... que ela me deu um gozo daquelas tetonas gostosas dela.










Lulú: Que...!! Escuta bem....?? - disse minha tia olhando pra ela. - não era pra..... você nem queria ver! - depois chegou um pouco mais perto da minha mãe. - é pra aquilo que a gente conversou.....










Mamãe: Não.... como assim!! Eu tenho que falar com o do Sam.... tá vendo que ele já entra na faculdade daqui a uns meses.








Ouvi o que ele disse e sabia que estava mentindo, não iam falar nada daquilo.










Lulú: E.... e a que horas vocês marcaram pra amanhã, porque você não falou antes, a gente podia adiar pra vir na outra semana e assim ficar os dois dias aqui, não acha! — dizia minha tia meio irritada.










Mamãe: Porque a gente falou sobre isso justo hoje de manhã. — disse ela, mais uma vez voltando a respirar fundo.










Lulú: Nossa....e que horas vocês marcaram? - disse minha tia








Eu não dizia nada, só ficava olhando pra minha tia e minha mãe.






Mamãe:  À 1 da tarde e.... - minha tia não a deixou terminar.








Lulú: Nossa.... então a gente ainda pode ficar, Renata, só que teríamos que ir embora amanhã cedo... - ela me olhou. - que tal, Sam, você quer ficar mais uma noite aqui?? e amanhã a gente sai cedo pra vocês chegarem a tempo no compromisso, com seu pai. - falou me olhando bem safada.








A verdade é que eu não sabia o que responder, minha tia me deixava sem graça, mas ao saber que amanhã eu levaria a pior bronca do planeta, até ser mandado pra morar com meu pai, preferia ficar mais uma noite e poder aproveitar um pouco mais o corpaaassoo da minha tia.








Filho: Bem... por mim não tem problema se amanhã a gente sair cedo.... — falei sem olhar pra minha mãe.






Mamãe: Não sei.... chegaríamos muito cansados, depois ver meu ex-marido vai ser ainda mais pesado....!! E tedioso.










Já quase estávamos terminando de tomar café da manhã, então a gente já ia embora, pensei.








Lulú: Pensa nisso, Renata! — disse, levantou-se, já tinha terminado. — Sam, convence sua mãe a ficar mais uma noite! — e me olhou sorrindo. — enquanto isso, vou dar uma caminhada porque tô muito chapada... hehe! nem sei por quê! — me olhou de novo sorrindo, a safada.










Minha tia começou a andar se afastando de onde estávamos. Eu estava prestes a ficar sozinho com a minha mãe, coisa que ao mesmo tempo eu não queria.






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Quando minha tia já não estava mais ali, poucos segundos depois eu me atrevi a perguntar pra minha mãe.








Filho: Você vai me mandar morar com meu pai? — eu disse sem olhar diretamente para ela, sem coragem.








Mamãe: É isso que você quer!!?? – disse séria, sabia que agora sim ela estava me vendo.








Filho: Na real, não..... - eu disse baixando a cabeça. - mas se for preciso, contanto que você não conte nada do que aconteceu ontem.....










Mamãe: Em que cabeça cabe o que você propôs ontem, menino...! Se alguém ficar sabendo, vai pensar que você é doente! Doente da cabeça, pelo amor de Deus! - ela disse, e dava pra ouvir que estava brava.










Filho: Desculpa.... mãe! Só pensei que podia te ajudar!
Ontem eu escutei a conversa com minha tia, só queria te fazer feliz e poder realizar o que você quer. - continuava com cara de triste.











Mamãe: Ah, filho! Mas em que cabeça..... cabe que você pode me ajudar nisso!! - disse enquanto se aproximava um pouco de mim. - e não se preocupe, não vou contar isso pro seu pai. mas talvez te mandar uns dias com ele como lição, sim.










Filho: Sim, sim, mãe, o que você mandar. Na real, o que eu falei ontem foi porque te amo muito e sentia que eu podia te fazer feliz cumprindo aquilo, mas ontem eu não vi tão grave assim. Me desculpa, mãe. — falei com a voz bem desanimada.








Ele se aproximou e me abraçou, como eu estava de cara pra baixo, quando me abraçou fui direto naquela peitona enorme, senti como bati com o rosto nela. Minha cara ficou toda esfregada naquela buceta carnuda.










Mamãe: Obrigada, filho, por querer me realizar algo assim, mas você é tão novinho que não viu o quão ruim isso é e soa aberrante. — disse enquanto continuava me abraçando, eu também a abracei e já estava completamente colado nela.










Filho: eu faria qualquer coisa pra te ver feliz, mãe! E pensei que podia te ajudar com isso e é isso, me desculpa. - abracei ela forte mesmo assim.










Mamãe: Já tá tranquilo, céu! — ela parou de me abraçar e começou a acariciar minha cabeça.
Em segundos, eu também parei de abraçá-la, e ela ergueu meu rosto e sorriu.











Quando olhei para cima, vi que ele tinha o peito molhado, era óbvio que era porra, já que quando a gente se abraçou, ela pressionou a teta no meu rosto e fez sair porra dela.










Filho: ohh!! Mãe, me desculpa! — eu disse e com a mão apontei para o peito pesado dela.










Minha mãe baixou o olhar e viu a camiseta dela com um moletom de zíper, estava molhado no peito dela, estava úmido bem onde tem aquele bundão grande, com a umidade dava pra ver ainda mais marcado.










Mamãe: Opa! Não foi sua culpa hehe! Bom, até é... já que ontem por ficar falando besteira, você não terminou de ordenhá-las! Elas estão querendo explodir......!! Vê! Parecem melancias! - disse rindo e me deu um tapa na cabeça. - viu....!! Agora vou ter que trocar de camiseta ou ficar com o zíper pra cima, sempre!






A verdade é que não tive coragem de dizer pra ela que agora eu podia ordenhá-las, pensei que aquilo tinha acabado ontem por causa do que eu fiz.










Filho: Desculpa....!! Onde tá o tira-leite? Vou pegar ele. — falei enquanto me virava pra caminhonete.










Mamãe: Não trouxe porque você estava me ajudando....! – disse querendo rir. – Já não quer mais me ajudar...?? – disse me olhando séria.










Não sabia o que responder, será que ela tava me testando ou queria mesmo que eu ajudasse ela?






Filho: Emm! Se você quiser, eu posso te ajudar, mãe! — falei bem inocente.










Mamãe: Se além disso você gosta e é bom tomar leite materno, tem muita vitamina! Jeje! - falou como se fosse super normal um moleque de quase 18 anos tirar o leite da mãe direto daquela teta gordona.








Filho: Tá bom, mas... aqui?? - falei olhando ao redor, dando a entender que podiam nos ver se alguém passasse.








Mamãe: Vem... - disse enquanto pegava minha mão e me levava para trás de uns arbustos. - aqui ninguém nos vê...! - disse enquanto olhava para os lados também.








Nem começava a chupar aquelas tetas gigantes e já tava sentindo um tesão do caralho, escondidos nuns arbustos, enquanto ordenhava a minha mãe, uff.








Não disse nada, só olhei pros lados pra ver se ninguém tava nos vendo. Minha tia acabou de sair, então acho que ela não volta tão cedo.










Naquele momento ela também estava olhando para os lados, cheia de adrenalina, e com as duas mãos pegou a camiseta dela e levantou.










Suas duas enormidades de peitos saltaram, balançando de um jeito extremamente safado, e pelo tamanho pareciam pesadíssimas. Quando ela levantou a camiseta e os peitos gordos caíram, saíram gotas de porra nos mamilos, o que significava que estavam cheios de porra. As veias apareciam marcadas em todos os peitos. Parecia que iam explodir.












incesto









Mamãe: agora sim estão super cheias de porra, acha que consegue, céu??? - ela me olhou com desafio, admirando as carnosidades, que voltam a balançar no peito dela.








Filho: Claro que posso, mãe! — falei, e ela aperta eles de novo com uma inocência aparente, sem imaginar que cada vez que ela brinca com eles, escorrem gotas de porra nos mamilos dela. Eu fico excitado que nem um cachorro doente e pervertido. Mesmo depois do que aconteceu ontem, continuo super tarado.










Mamãe: Vamos, não temos muito tempo, não sabemos se sua tia vai demorar, coração! - disse ela.








Minha mãe sorri, infla o peito de oxigênio, fazendo com que fiquem ainda mais imponentes, enormes e gordas as suas peitudas.








Ela continua de pé, e eu fico meio ajoelhado a centímetros dela, até me atrevo a afastar um pouquinho as pernas dela, de um jeito que minha boca fique na altura certa das duas tetonas descomunais dela, cheias de leite materno.










Coloco minhas mãos nas laterais dela, sem ousar apertar os peitos dela ainda, como são meus desejos mais perversos.








Filho: Já vou....! - E me aproximo um pouco mais dela. Minha glande está pulsando com intensidade.








O coração tá batendo tão forte que parece que vai sair pela boca. Minha respiração, igual à dela, ficou presa na garganta, pesada e quente.
Desci uma mão até a barriga dela, que tava febril, e aquela sensação espasmódica nas minhas palmas só aumenta de forma absurda enquanto eu começo a subir de novo até aquelas tetas gordas e deliciosas.









Mamãe: mju... Já...... começa...!! – disse enquanto minhas mãos deslizam do seu ventre até a parte baixa e pesada dos seus peitos gigantes, e ela arfa com vergonha.








Ao percorrer cada milímetro da sua carne pra fazer ela tremer como se estivesse levando um choque. E essa eletricidade deliciosa passa pros meus dedos e corre pelo meu sangue, espalhando pelo corpo todo até chegar no meu pau.








Filho: tô indo..... tô preparando elas!!! - falo já enlouquecido, enquanto vou acariciando cada parte das delícias dela que se tensionam nas minhas próprias mãos.








A excitação que domina meu corpo por inteiro e aumenta quando meus dedos conseguem apalpar a rigidez dos seus peitos gordos, molhados de porra, e eu os esfrego com as pontas dos dedos, enquanto meu pau sofre um espasmo, ficando duríssimo.










Mamãe: Sam...…! — ela resfolega, presa entre os próprios desejos e o que considera imoral — Ohhh... ohhh...! Você tá preparando muito... muito bem... meu céu! — Ela disse, enquanto tremia, como se quisesse se jogar pra trás pra que aquelas enormes carnosidades não ficassem tão perto de mim, toda a carnosidade dos peitos dela se enterra entre meus dedos, e essa sensação maravilhosa que eu sinto me impulsiona de novo a fazer aquilo outra vez.










Por isso eu afrouxo meus dedos e depois aperto de novo. Que prazer sentir os bicos durinhos dela cravando nas minhas palmas! Toda vez que meus dedos afundam de novo naquelas tetonas gordas, como toda aquela carne gorda escapa por entre meus dedos.










Mamãe: filho... Sam! — Agora eu as amasso com vontade. Aperto com um pouco mais de força e me excita o jeito que meus dedos se afundam entre os peitos gigantes dela - pra... pra... melhooor....! - A resistência que minha mãe coloca enquanto eu apalpo as tetas dela não combina com a cara dela corada, toda prazerosa, os olhos perdidos, a boca entreaberta, lasciva, e aqueles gemidos libidinosos que saem dos lábios grossos dela. - por..... fav..... - não deixei ela terminar de falar.










Agarro os peitos PESADOS dela e os levanto até que os mamilos fiquem na altura da própria boca dela, enquanto os olhos dela observam impressionados. E eu digo.










Filho: agora sim estão muito.... cheias de porra, mamãe..!! - Depois, sem deixar ela reagir, como se fossem duas montanhas de carne, eu as solto de cima e elas quicam no peito dela, me provocando uma nova pulsação no meu pau.










No momento em que tiraram, continuaram respingando gotas de porra, era uma cena extremamente perversa, morbidamente excitante demais.










Ela me olha nos olhos, com um gesto de súplica pra eu já começar enquanto com os lábios dizia que não. Claro que eu devolvi o olhar, a gente tava se encarando os dois.










Com a ponta da minha língua ataco o mamilo dela, primeiro um e depois o outro... pressiono bem forte como se fosse um botão. Encharco ele de gozo e saliva. E então sopro por cima, começo a cuspir nos mamilos dela e depois com meus lábios recolho a umidade. Isso definitivamente já não estava sendo normal.










Mamãe: O que.... você.... está.... fazendo.... Sam....??! - Com meus dentes, eu agora me apodero dos seus mamilos e os estico sem piedade. Ela começou a morder os lábios para não gemer, porque de alguma forma poderiam nos ouvir. Por isso, eu abro minha boca o máximo que posso e depois a fecho, engolindo, chupando seu mamilo enorme e a auréola, onde mal consigo alcançar, são grandes demais.






Mamãe: Ammmm....... mjuuu.. - ela diz, com a voz como quem implora, continua ofegando com um tom bem erótico - Ouff..... filhinho.......!








CONTINUA




BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DA SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.


JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS APAGARAM OS CAPÍTULOS DE LACTAÇÃO E SCORT.



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