Garota simples (35)

Glu glu glu glu, só isso se ouvia no meu quarto.
Glu, glu, glu, glu, glu...
O som que minha garganta fazia ao sentir o pau do Gon era a única coisa que se ouvia na casa. De vez em quando, pra quebrar essa monotonia sonora, minha tosse quase como um pedido de clemência desse castigo oral.
Bom, castigo seria se eu não estivesse adorando. Realmente, a experiência de ser comida pela boca me deixava louca. Quem dirá se isso acontecia enquanto ele segurava meus pulsos com as duas mãos acima da minha cabeça. Eu estava fodida a ponto de minha respiração depender da ida e vinda dele, enquanto me via sufocando com o pau dele.
Ainda me lembro, e mentiria se dissesse que não acabo me tocando.

Minhas bochechas eram uma estrada para minhas lágrimas, que caíam uma atrás da outra. Minha maquiagem já era uma ofensa ridícula ao esforço que tinha sido.
Queria fazer vocês acreditarem que eu estava chupando ele, mas nada mais longe da realidade. Eu só tinha a boca aberta praquele pau incrível que me violava com gosto.
Os gemidos dele me motivavam a continuar.
Dos cantos dos meus lábios escapavam fios de saliva, fruto de não conseguir fechar a boquinha por vários minutos.

Isso durou pouco.
Não era só eu aproveitando aquele momento; senti a tensão no pau dele e a porra quente começou a jorrar como se ele não tivesse gozado minutos antes.
Não consegui engolir na velocidade que a quantidade exigia. Dos meus lábios caíam fios de porra que eu temia desperdiçar na frente dele.
Quis ser grata e engolir tudo, mas foi impossível. Minha carinha ficou manchada apesar do esforço.

Cruzamos olhares de desejo enquanto ainda dava pra notar no rosto dele o prazer de ter gozado na minha boca. De joelhos diante do Gon, ainda com os braços levantados por ele e minha carinha coberta pelo líquido branco do pau dele ainda gotejando, dei uma última lambida pra limpar e também aproveitei pra lamber meus lábios de novo.
Quis dar a ele a imagem mais pornô que podia. Percebi que funcionou porque ele soltou meus braços pra me pegar pelo cabelo e me jogar na cama. Minha pequena Meu cu ficou apontado pra cima, pra onde ele tava. A próxima coisa que senti foi um tapa forte que deixou minha bunda ardendo e a língua dele se enfiou dentro de mim. Ele percorreu minha buceta de um jeito insolente, me saboreou por puro tesão.

Eu abafava os gemidos no travesseiro como tantas outras vezes, a diferença é que nunca desejei tanto ser comida como naquele momento.

Queria falar, mas não conseguia. Devia ser o prazer que a língua dele me dava, ou talvez o fato de que ele continuava me usando como um brinquedo. Provavelmente a segunda opção, continuar sendo puxada pelo cabelo e enfiando a cara com força devia ser o motivo da minha falta de palavras. Mas, pra ser justa, também porque eu tava toda molhada enquanto ele me provava.

Ele começou a enfiar os dedos só por diversão. A mesma coisa com uns tapas contínuos na minha bunda, que nessa altura já ardia e devia estar vermelha como uma maçã.

Eu tava aberta daquela foda que ele tinha me dado no sofá há pouco. A única coisa que ia realmente me preencher era ele meter de novo. Ele se fazia de difícil e conseguia.

Consegui me soltar um pouco e soltar um som.

"Me come, por favor, me come"

Supliquei sentir o pau dele dentro de mim.

"Preciso que você me coma"

Tentei de novo. Esperançosa. Só ganhei outro tapa forte na bunda que fez soltar um gritinho abafado.

Implorei enquanto os dedos dele entravam e saíam da minha anatomia.

Ele cuspiu na minha buceta e eu sorri sabendo o que ia rolar.

Soltei um suspiro seguido de um grito de prazer e finalmente tinha aquele pau enfiado inteiro de novo.

Bendita seja a sorte genética desse cara.

Eu tava encharcada, cheia de prazer e o ritmo aumentava intensamente pra me mostrar que ainda podia melhorar.

Eu tava com os peitos contra a cama, as costas arqueadas ao máximo deixando minha raba à mercê dele e ele bombava sem piedade.

Minhas mãos dormentes, o gosto de porra na minha boca e as mãos dele agarradas na minha raba enquanto me comia brutalmente.

Paf! Minha bunda estalou de novo e cinco dedos iam ficar marcados. marcados.
Que difícil descrever o prazer que me dava aquela sensação do pau dele entrando e saindo. Como se não bastasse, uma das mãos dele soltou minha bunda e foi me tocar enquanto me penetrava.

"Filho da puta, você vai me fazer gozar" e "você é um filho da puta" foram minhas reações genuínas naquele ato.

Não foram só ameaças. Foi um aviso.

Comecei a tremer enquanto uma eletricidade percorria meu corpo até se transformar numa cócega insuportável. Gozei enquanto ele continuava arrebentando minha buceta.

As mãos dele me seguraram pela cintura e ele me bombou com ainda mais intensidade. Eu gemia de prazer, estava totalmente fora de mim. Nem nos meus sonhos me comiam assim. Ele continuou me dando sem parar e eu gozei de novo. Contra toda lógica e balbuciando, pedia pra ele não parar, "me dá mais" era quase um grito de guerra.

Infelizmente ele se cansou. Me senti orgulhosa disso, minha entreperna estava encharcada dos meus próprios fluidos, o pau dele ainda duro era uma tentação pra mim.

Convidei ele pra deitar e fui por cima.

Devagarzinho fui encaixando na entrada da minha buceta, a cabeça daquele pauzão que estava mais duro que antes. Brinquei um pouco roçando, mas não aguentei e deixei meu peso cair sobre ele. Sozinha enfiei tudo.

Mexendo a bacia, fui dando prazer pra ele, as mãos dele nos meus peitos eram o complemento perfeito pra isso.

Troquei a violência dele por movimentos lentos e profundos, circulares.

Descia pra beijar ele enquanto dava a chance de alternar entre massagens nos meus peitos e na minha bunda, que ainda ardia por causa dos tapas constantes que levou.

A respiração dele foi se acalmando, inocente, eu achava que estava domando ele. O problema é que ver por alguns segundos como ele relaxava enquanto me comia me deu um tesão enorme. Esticando minhas mãos no peito dele e usando como apoio, comecei a pular no pau dele uma e outra vez. Dava pra ouvir o barulho da minha bunda batendo nas pernas dele ao cair.

As mãos dele agarradas nos meus peitos, apertando meus mamilos enquanto devolvia gemidos de prazer.

Pulei em cima dele. Até que minha ousadia foi ambiciosa demais. Senti as mãos dele descerem até minha cintura e me agarrarem com muita força. Ele começou a acompanhar meus movimentos com o quadril e, logo em seguida, me levou ao ritmo dele, veemente.

Ele me deu uma metida impressionante, caí com meus peitos no peito dele e, sem piedade, continuou me comendo. Meus gritos no ouvido dele não faziam ele parar. Com certeza o prédio inteiro sabia o quanto eu estava adorando aquela noite.

Ele bombou minha buceta de novo. Mais uma vez, eu estava flutuando enquanto me entregava a qualquer desejo dele. Mais uma vez, uma palmada ecoou naquele quarto junto com meu grito de dor acumulada.

Ele me pegou pelo rostinho, apertando minhas bochechas com a mão, e me puxou pra chupar a boca dele. Finalizou com um tapa, dessa vez na minha bochecha, e puxou meu cabelo pra trás enquanto eu gritava como uma puta.

Eu gozei de novo, como ia resistir a isso?

Por sorte, a pressão da minha buceta no pau dele foi demais pra ele. Senti aqueles jorros quentes e grossos dentro de mim, me enchendo. Se misturando com meu próprio orgasmo.

Ele ficou imóvel e eu pude sentir em detalhes como o pau dele pulsava dentro de mim.

Naquele momento, depois de ter sido transformada numa puta absoluta pra ele, nos olhamos com amor. Nos fundimos num beijo e eu dormi no peito dele.

5 comentários - Garota simples (35)

Imposible no terminar con la pija durísima con estos relatos!
🤭 acaben chicos que les va a hacer mal!
jajajajja
Increible como siempre, lo dura que nos dejas la pija a todos, por Diosss!
Jajajaja chicos pero todos me ponen eso, toquense mientras leen!! 🙈
Extraordinario 👏, como siempre
😍 con seguidores así dan ganas de publicar