Minha irmã gostosa Caro parte 2

Continuação da parte 12. Nos vestimos como se já fossemos embora de vez do lugar, peguei as chaves do carro e saímos do quarto, já eram umas 7h da noite. – Ok, o plano é esse: presta atenção, vamos pegar a estrada principal e eu vou ligar pra mãe... – falei. Caro só me olhava, bem confusa. – Ok???? – ela disse só. – Vou falar que o carro ficou sem gasolina porque sou um idiota e esqueci de abastecer, e a gente ficou no meio da estrada... – falei. Ela me olhava ainda mais confusa. – Esse é o seu plano? Sério? Tamo mortos! Como é que ela vai acreditar nisso? – ela disse, bem séria. – Ué, tem que acreditar, não tem como provar se é verdade ou não. Com certeza vai ficar puta, mas é um risco que vou correr hahaha. – Sério... é isso que a gente vai fazer?... É que... e se ela mandar a gente ir num posto ou pedir ajuda pra alguém? – ela falou, exaltada. – A gente fala que ninguém ajudou e o posto é muito longe, e é muito perigoso andar a essa hora... por sorte... – eu tava falando e ela me interrompeu. – Não me diga... por sorte tem um hotel perto e a gente vai passar a noite lá hahaha... mamãe vai nos matar! – respondeu ela. – Exatamente... tem um hotel de beira de estrada perto e a gente vai passar a noite lá. De manhã cedo eu vou comprar gasolina e a gente vai embora feliz e contente – falei, todo animado. – Sério... melhor a gente vazar, ainda dá tempo de ir embora, não é tão tarde, mamãe vai nos matar, com certeza vai pensar um monte de coisa feia que a gente vai fazer... – eu interrompi. – Mas a gente já fez essas coisas hahaha. Ei, calma... deixa eu falar com ela, você só entra na minha onda, ok? Não se preocupa, eu assumo toda a culpa – respondi, tentando acalmá-la. – Toda a culpa? Ela vai matar nós dois, não vai ligar se foi culpa sua ou não. Sério, melhor pegar as coisas e vazar – ela dizia, muito preocupada. – Já, Caro, love, olha pra mim – peguei as mãos dela e olhei bem nos olhos – calma, a gente faz isso rápido e volta pra ter uma noite gostosa, pode ser? que a gente não tenha outra chance como essa pra ficar junto e eu não quero perder ela — é que... sei lá... cê acha mesmo que vai dar certo? — ela falava toda angustiada — sei não, verdade, não sei, só sei que vou fazer de tudo pra estar com você essa noite, eu falo tudo, eu converso, não se preocupa, ok? vamos fazer isso rápido pra vir curtir essa noite, a nossa noite — respondi dando um beijo nela — mmmm... ok, você fala tudo... você aguenta a bronca — disse ela me beijando. A gente subiu no carro e dirigiu até chegar numa estrada principal, era bem grande mas quase não passava carro e tava bem escuro, dos lados da estrada tinha o que parecia milharais enormes que sumiam no horizonte, dava pra ver só umas luzes fracas na estrada, encostei no acostamento e liguei o pisca-alerta — cê tá pronta? — perguntei — não — disse ela toda nervosa — perfeito, vamos — falei animando ela. A gente desceu do carro, verdade, eu tava nervoso pra caralho também mas tentava não mostrar pra ela, fomos na frente do carro e esperei uns minutos antes de falar com ela pra criar coragem, no final me decidi e liguei, o telefone tocou mas ela não atendia até que caiu na caixa postal — não atende — falei pra Caro, só fazendo o nervosismo dela aumentar e o meu também — quê! O que a gente faz!? — ela falou — calma, vou tentar de novo — falei. Liguei de novo, uma segunda vez e uma terceira mas não teve resposta, verdade, eu tava me cagando de nervoso também. — amor, melhor a gente vazar daqui, parece muito perigoso, por favor — ela falou já parecendo bem assustada — espera, mais uma vez — falei. Tentei de novo e nada, não teve resposta, tentei também com o pai e ele também não atendeu — pai também não atende... tá bom, vamos embora — falei pra ela. Mal falei isso e ela correu e subiu rápido no carro, eu subi e quando ia ligar o carro *ring ring* o telefone tocou, era a mãe retornando a chamada — é ela! Ela tá me ligando! — falei pra ela. Querido, ela deu um pulo de susto quando o telefone tocou - atende rápido! - ela disse - espera, preciso descer, desce também! - eu falei, saindo rápido do carro. Saí do carro e atendi o telefone - oi, mãe! - falei, tentando soar o mais normal possível - porra, Eric!! Finalmente atendem, caralho!!! - ela disse quase gritando - eu sei, desculpa, mãe, é que o sinal é muito ruim aqui... mas - eu tava explicando, mas ela me interrompeu - custava me ligar! Só isso que pedi e vocês não fazem! - ela continuava alterada - mas se eu avisei, te mandei mensagem e a Caro também tava te mandando, mas o sinal... - ela me interrompeu de novo - uma mensagemzinha você mandou! Como é que eu ia saber que vocês estavam bem o resto do dia... e já vêm? - ela disse - escuta, mãe... é... tenho que te falar uma coisa - naquela hora eu quase me arrependi de contar, tava muito nervoso, a Caro tinha ficado dentro do carro e me olhava toda assustada - me fala o que foi! A Caro tá bem? - ela perguntou alterada - tá bem, mãe, nós dois estamos bem, não aconteceu nada... - eu falei, mas ela interrompeu - então o quê! O que foi, vocês já vêm? - ela insistia - me escuta, mãe... por favor... é... a gente tem um problema - quando falei isso, senti minha voz falhando - que problema, Eric?! Fala! - ela perguntou alterada - OK, me escuta, por favor... a gente tá no meio da estrada e a - ela me interrompeu de novo - como assim no meio da estrada, o que aconteceu? - ela disse, mas eu a interrompi - mãe, me escuta, a gente tá bem, mas me escuta, sim! Olha - falei e mudei pra videochamada e mostrei o carro e a Caro - dentro, ela só acenava tímida - olha, a gente tá bem, só que ficamos aqui porque fiquei sem gasolina, esqueci de encher o tanque quando vim... e... fiquei sem gasolina - porra, Eric! como é que você esquece isso, sério!! Manda a localização que a gente vai buscar vocês - ela disse - não, mãe... é que a gente tá muito longe... sério, desculpa, não quero preocupar vocês - falei muito nervoso - que Tão longe? Você disse que iam perto? Onde vocês estão? — insistia ela — é que... não fomos onde a gente tinha planejado no começo... eh, fomos pra outro lugar um pouquinho mais longe e... e na volta me perdi e... bom, estamos muito longe... mas — eu tava falando, mas ela me interrompeu de novo — como é que vai sem conhecer! Até onde vocês foram, então!? — escuta, mãe... me escuta, sim... estamos muito longe, tem um posto de gasolina, mas tenho que andar muito pra chegar e não quero fazer isso a essa hora... faz... faz um quilômetro ou menos, vi um motel e... — eu tava tentando explicar, mas ela me interrompeu — nem pense que vocês vão ficar aí, Eric! Quem sabe que tipo de gente aparece por lá, pede ajuda pra alguém ou sei lá, empurra o carro... — ela continuava falando, mas nisso a Caro saiu do carro, veio até mim e pegou o telefone — oi, mãe, estamos bem... mas o que o Eric disse é verdade... eh... tá muito escuro e o posto é muito longe... acho melhor a gente voltar pro lugar e passar a noite lá... agora mesmo não estamos seguros aqui... — disse a Caro pra mãe — Caro, você tá bem, filha? — perguntou ela — sim, mãe, nós dois estamos bem... mas ficar aqui não é seguro... acho que o melhor é ir pra aquele lugar e se proteger... a gente tem um ao outro, mãe... a gente cuida um do outro — ela falou bem meiga — mas Caro... e vocês estão muito longe? — perguntou ela — sim, mãe... não sei onde a gente tá, mas faltam horas pra chegar... não se preocupa, mãe, eu cuido do Eric... — ela disse tentando convencer. Minha mãe ficou em silêncio por uns segundos, a gente só se olhava fixo — e como vocês vão chegar nesse lugar? Não é tão longe? — perguntou ela — a gente passou por ele faz menos de um quilômetro, acho, vou empurrar o carro, devagar, mas a gente chega — respondi — sim, mãe... nós dois juntos a gente chega mais rápido — disse a Caro me ajudando. Ela ficou em silêncio de novo — ai, Eric... tá bom, então... façam isso... se não tem outro jeito... vão logo... se apressem... eu conto pro seu pai. Pai", disse ela, se resignando. "Mas é verdade, mãe, vamos ficar bem, não se preocupa. A gente avisa quando chegar, ok? Sério, a gente vai, eu prometo", falei. "Mais te vale, Caro, meu amor. Cuidado, por favor, me avisa, tá?", ela gritou pra ela. "Sim, mãe, eu vou, eu prometo. Te mando mensagem, ok?", respondeu ela. "Bom, então, se apressem que já está ficando muito tarde", disse ela. "Ok, mãe, depois a gente avisa. Tchau", falei e desliguei a ligação.

Ficamos em silêncio por um momento e ela se jogou em cima de mim, me dando uns socos no peito e depois me abraçando. "Que plano horrível! Sério que você pensou nisso? Agora me sinto ainda pior", ela dizia me abraçando. "Valeu por me ajudar... acho que exagerei um pouquinho, hahaha", falei brincando. "Agora não quero mais chegar em casa. Quando a gente chegar, ela vai nos matar...", ela dizia. "Então temos que aproveitar a última noite das nossas vidas, nossa lua de mel, meu amor", falei beijando ela.

Ficamos assim, nos beijando e abraçados por alguns segundos. "Então... me ajuda a empurrar o carro até o motel", falei brincando. Ela me deu um soco no peito, subimos no carro e voltamos pro hotel. Fomos pro quarto e esperamos um pouco. Trocamos de roupa: eu coloquei um shorts e uma camisa, ela também, uns shorts de lycra que usava pra malhar e uma blusa esportiva, meio decotada.

"Bom, acho que já deu um tempo razoável", falei pra ela. Caro mandou a mensagem pra mãe dizendo que já estávamos no hotel, que tínhamos chegado em segurança e que íamos jantar algo. Ela respondeu meio de mal jeito, mas ficou feliz que estávamos bem. Disse que já tinha contado pro pai também e perguntou se a gente tinha pedido quartos separados. Ela disse que não, mas que eu dormiria no sofá. Ela só colocou "ok", disse que o sinal estava muito ruim caso a gente não respondesse durante a noite, tirou uma foto do nosso quarto e mandou pra ela, claro, tentando não deixar nada que nos entregasse aparecer. A verdade é que... A história do sinal não era mentira, porque a última mensagem não foi enviada e a gente não recebeu mais resposta. A Caro me abraçou, me beijou e disse que tava com fome, então, sem mais enrolação, fomos jantar. Quando chegamos no lugar, tinha duas famílias e dois casais — literalmente éramos os únicos hospedados ali. Nos serviram a janta e fomos pra uma mesa perto de uma família. Aí percebi que o cara que tinha olhado descaradamente pra Caro também tinha ficado com a mina dele. Dessa vez ele olhou de novo, mas parecia mais atento com a namorada. Jantamos, nos acalmamos um pouco. A Caro já tava bem mais tranquila, sorrindo, e a gente tava curtindo de novo. Terminamos de comer, batemos um papo e eu sugeri a gente dar uma caminhada. Fizemos isso, andamos de braço dado até a beira do mar, sentamos e ficamos abraçados e nos beijando.

Nisso, abriram o minibar e a gente se aproximou. Pedimos umas bebidas e sentamos de novo. Ficamos um tempão assim, até que chegou outra família, pediu algo e foi embora. Aí eu levantei pra pedir outra bebida, mas a Caro me segurou e disse que queria ir pro quarto. Eu sabia o que ela queria, e eu também tava afim, então fomos juntos pro quarto. Quando chegamos, olhei o celular e a mensagem ainda não tinha sido enviada. Tranquei a porta com a chave e fechei as cortinas, tampando até o menor buraquinho. A Caro, por sua vez, foi direto pra cama e se deitou, me esperando. Deitei em cima dela, beijando o pescoço dela. Ela me abraçou e jogou a cabeça pra trás. Aí a gente se beijou na boca, bem apaixonadamente. A língua dela procurava a minha. Tinham ficado pra trás aqueles beijos tímidos que ela me dava no começo — agora ela queria devorar minha boca. Levantei e tirei minha camisa, enquanto ela fez o mesmo na cama, ficando só de sutiã. Passei minhas mãos pelas pernas dela, desabotoei o short e puxei devagar até tirar. De novo, tinha minha irmã escultural só de lingerie na minha frente, me esperando. Tirei meu short e apaguei a luz, uma luz fraca nos iluminava o suficiente pra ver nossos corpos. Subi nela e beijei ela de novo com paixão, ela abriu os braços e as pernas pra me receber, sentia meu pau roçando na buceta dela, imitando uma transa com roupa. Ela mexia a bunda contra mim, procurando meu pau. Ajoelhei na cama na frente dela e tirei o sutiã dela, levantei e tirei a calcinha dela. Ela ficou completamente nua, com as pernas abertas na minha frente. Eu também me despi completamente, me aproximei e beijei as pernas dela, ela acariciando meu cabelo se abriu mais, sabendo o que eu ia fazer. Passei a língua e comecei a chupar a buceta dela, ela se contorcia de prazer, mexia a bunda contra minha cara. Levantei as pernas dela completamente e coloquei as mãos dela em volta, indicando pra ela manter assim. A buceta dela ficava mais exposta pra mim, e até o cu dela, então passei a língua do clitóris dela por toda a buceta e terminei no cu dela. Quando ela sentiu minha língua roçar no cu dela, gemeu e empurrou minha cabeça. Peguei a mão dela e afastei, e comecei a chupar o cu dela. Ela se mexia ainda mais, gemia muito alto, não ligava se alguém lá fora ouvisse, tava muito excitada. A buceta dela escorria. Enfiei um dedo na buceta dela, tava muito molhada e quente, enfiei dois dedos e beijava o clitóris dela. Ela abria mais as pernas e jogava a cabeça pra trás. Eu não aguentava mais, levantei e puxei ela pela cintura até a borda da cama. A buceta dela ficou exatamente na altura do meu pau. Passei a ponta na buceta dela, ela me olhava abrindo as pernas e devagar enfiei. Era lindo ver meu pau sumir completamente dentro da buceta dela. Quando ela sentiu que enfiei tudo, suspirou e deixou o corpo cair na cama, só se deixando levar. Comecei com movimentos suaves, ela tava tão apertada e quente, tava tão molhada que meu pau sumia fácil dentro dela. Tirei, dei umas leves batidas no clitóris dela com a minha ponta e enfiei de novo, e comecei com os movimentos, enfiava e tirava devagar, ela estava de olhos fechados, mordendo o lábio, agarrada na cama, aumentei o ritmo, ela segurou as próprias pernas pra se abrir mais pra mim, eu peguei os pés dela e coloquei no meu peito, continuei com o vai e vem, em cada estocada sentia como a buceta dela chupava minha pica, acariciava os pés dela, ela levou a mão ao próprio peito e começou a se acariciar, eu levei os pés dela até minha boca e beijava devagar, ela me olhou tão excitada, pelo visto gostou, deixou a cabeça cair de novo fechando os olhos, os gemidos dela eram claros, misturados com a respiração ofegante, abri as pernas dela completamente pra ver minha pica afundando nela, o som dos fluidos dela era muito forte cada vez que minha pica entrava, peguei ela pela cintura e aumentei a velocidade, o som da minha pica entrando nela ficou mais alto, ela segurou minhas mãos gemendo mais forte, tava prestes a gozar, dava pra sentir, então aumentei o ritmo, ela esticou o corpo, se movia contra mim, se agarrou na cabeceira da cama e gozou, a buceta dela apertou minha pica, senti os fluidos dela me encharcando, continuei com o movimento, ela respirava muito ofegante, levantou o quadril e se pressionava contra minha pica, eu tirei e jorros de fluidos saíram da buceta dela, ela me puxou pelos braços pra deitar em cima dela e me beijava, melhor dizendo, devorava minha boca, a língua dela se mexia freneticamente procurando a minha, o hálito e a respiração ofegante dela colidiam com os meus, eu queria mais, me levantei, peguei ela pela cintura e virei, ela só deixou eu fazer, coloquei ela de quatro, a vista era linda, aquele rabo redondo perfeito na minha frente, a buceta dela tava muito molhada, formava um fio de fluidos escorrendo, não resisti, empurrei as costas dela pra levantar mais a bunda, e ela mesma se deixou cair na cama, tinha o rosto contra a cama e isso fazia pra ficar mais inclinada, abri um pouco as pernas dela e enfiei a pica na buceta dela, ela gemeu bem alto ao me sentir dentro, eu aumentei a velocidade, dava pra ouvir o som das batidas da minha pélvis contra a bunda dela. segurei ela pela cintura e mexia ela no ritmo das minhas estocadas, ela se levantou e começou a empurrar o corpo dela contra o meu, colocou as mãos na beirada da cama e se movia no meu ritmo, era lindo ver como a bunda dela batia em mim. senti de novo, ela estava tendo outro orgasmo, acariciei as nádegas dela, e segurando ela pela cintura de novo aumentei a velocidade, não me importava com o barulho das batidas na bunda dela, ela gemia mais alto, aumentei minhas estocadas e senti quando ela começou a tremer, acariciei as costas dela, meio suadas, ela se contorcia de prazer e se deixou cair. eu ainda não tinha terminado e ela percebeu, então ela mesma se virou e sentou na beirada da cama e começou a chupar meu pau, ela fazia muito rápido, sugava forte, mexia a cabeça passando a língua por toda a minha pica, eu estava quase gozando, não aguentava mais e não consegui evitar, agarrei a cabeça dela entrelaçando meus dedos no cabelo dela e gozei na boca dela, ela ficou parada, me olhando fixamente, vi o leite escorrendo de um lado dos lábios dela, era tão lindo, ela fechou os olhos e engoliu... tirei a pica bem molhada pela saliva dela e pelo leite, ela respirou fundo e limpou o leite dos lábios dela, ela tinha engolido meu leite, não podia acreditar, ela me olhou com carinho e eu simplesmente me abaixei pra beijar ela, nos beijamos apaixonadamente e deitamos na cama, cansados, recuperando o fôlego, ela me abraçava, beijava meu peito, eu acariciava a cabeça dela, o cabelo dela, estávamos cansados, ficamos assim, simplesmente abraçados em silêncio por uns minutos. Ela levantou pra ir no banheiro, parece que lavar o rosto e escovar os dentes, eu levantei e abracei ela por trás e também escovei meus dentes, fomos de novo, pelados, pra cama e nos abraçamos. — te amo, Caro... você é tão gostosa... — falei. Ela só me beijava sem dizer nada – valeu a pena a bronca – falei brincando, ela riu – vou fingir que essa foi minha primeira vez, com você, com meu namorado – ela disse baixinho – Espero que você tenha gostado da sua primeira vez – respondi – adorei... foi melhor do que eu imaginava – ela disse. Ficamos abraçados, eu dava beijos na testa dela, acariciava os braços dela, os peitos dela, a perna dela estava por cima de mim, ela estava agarrada em mim, acariciava o cabelo dela, fiquei assim por vários minutos até perceber que ela tinha dormido, dei um beijo na boca dela e me acomodei pra dormir, caímos no sono profundo. Continua... a última parte? Obrigado por acompanhar essa história e desculpa a demora, mas é que também tenho vida hahaha, mas sério, muito obrigado por todo o apoio, a próxima parte vai ter surpresas, pode ser ou não a última... Até logo.

8 comentários - Minha irmã gostosa Caro parte 2

Kurishi +2
llore... Llore como perra pipipipi, muy buena historia
Espero que terminen juntos... Gracias madre... Vengo de leer una mi3rda de relato con 66 partes y cago en lo último la historia era maravillosa el mc se había enamorado de su hermana llamada tefi pero al final no terminan juntos