Minha vida tinha um rumo diferente. Num sábado de meio-dia no auge do inverno, com um calor digno de janeiro que pegou todo mundo de surpresa, eu tava tomando sol na minha varanda só com a parte de cima do biquíni e um shortinho jeans.
O vizinho da frente era plateia do meu surto de aproveitar aqueles raios de sol enquanto eu refletia sobre minha vida, e ele tentava evitar que a namorada/esposa desse uma bronca nele pelo ato de safadeza.
Entre meus pensamentos, percebi o quanto eu tinha crescido nos últimos tempos. Já não era tão ingênua nem tão inocente. A cidade tinha me mudado, e eu tava feliz com minha nova fase.
Nos meus estudos, ia super bem, consegui conciliar do melhor jeito com meu novo trampo, onde fui me firmando e conquistando muita coisa por mérito próprio. Até o respeito do Miguel.
Com a Bian, a gente tava numa convivência incrível, ela tava muito feliz saindo com o Fede, o cara que a gente conheceu uns meses antes naquela época. Eu não vi mais o Lu, só cruzava com ele em algum rolê com o Fede, mas nunca mais rolou nada entre a gente. Não era o que eu queria pra mim. Mesmo ele tendo insistido bastante, eu já tinha decidido seguir em frente.
Nas minhas reflexões, até me perguntei se o amor era algo que existia pra mim. Por que, se eu era tão apaixonada, custava tanto? Se eu já tive casos amorosos com minas e caras, por que, tendo tanta chance, não dava certo?
Lembrei dos meus grandes amores dos últimos tempos. Aquelas relações que eu não conseguia dar por encerradas. A Nadia era uma delas, sabia desde o começo que a gente não era compatível, mas talvez por isso eu tava tão apaixonada. Por outro lado, tinha o Gonzalo, nunca tinha me apaixonado tanto por alguém e, como uma idiota, perdi ele por não valorizar. Até por não ter coragem de fazer o esforço.
Peguei o celular pra mandar uma mensagem pro Gon. Fiz a rotina de sempre. Primeiro, fui ver o Instagram dele, ele postava quase nada, não tinha Novidade, eu caguei e nunca abri o WhatsApp.
Naqueles momentos, eu me odiava. Tinha passado muito tempo e cada vez eu sentia ele mais distante e impossível.
Coloquei uma música e continuei na minha missão de me bronzear. Notei que meu espião tinha ido embora, talvez tenha ficado entediado ou simplesmente recebido a bronca da mulher dele.
Aproveitei a situação e desabotoei a parte de cima, soltando os peitos no sol. Uma sequência de rock nacional tocava de fundo enquanto eu cantarolava cada música.
Várias faixas passaram até que me lembrei da situação em que estava e da minha pouca atenção ao redor.
Olhei alarmada para a sacada do meu espião e, felizmente, ele não estava. Coitado, deve ter sonhado com aquele momento e nunca conseguiu ver.
Levantei para pegar um pouco de água sem me preocupar com nada, nem com minha semi-nudez, quando cruzei com a minha amiga que tinha acabado de acordar.
"Assim que se começa bem o dia", ela disse rindo ao me ver andar de peitos de fora pela casa. Irônico, porque ela só usava um top curto que servia de pijama e uma fio dental que estava completamente perdida no meio da raba dela.
Cumprimentei e me ofereci pra fazer uns mates. Óbvio que ela aceitou, e enquanto a água fervia, me cobri.
"Ô, a gente precisa falar do seu aniversário!", disse Bianca, que sabia que eu não gostava de comemorar. A diferença é que nos anos anteriores ela não estava em Buenos Aires pra fazer o que quisesse e me obrigar a juntar os amigos.
Claro que teve uma troca de argumentos, mas eu sempre soube que não ia ganhar; fiz só pra irritar ela. Tentei negar, mas ela atropelou minhas desculpas com um "tô nem aí".
A voz rouca dela dava um toque sexy ao acordar. Ela tinha saído pra festa com o Fede e uns amigos dele (entre eles o Lu, que parece que insistiu pra eu ir junto).
Falamos sobre as coisas dela com o Fede e como tava indo bem. Pra dar mais exatidão às minhas palavras anteriores, naquele sábado fazia 3 meses que eles tinham se conhecido. Ainda não eram nada, mas dava uma ternura ela lembrar a data.
Aquela noite eu ia ficar sozinha, parecia. Bianca ia jantar com o Fede e eu tinha que me virar com outros planos.
Mandei uma mensagem pra Vale, a gente se falava direto, mas fazia um tempão que não se encontrava. Ela, pra quem não lembra, foi minha primeira amiga quando cheguei em Buenos Aires.
Na real, eu não conhecia o apê dela, então combinamos de pedir sushi e bater um papo sossegado pra colocar a conversa em dia.
Ela topou e marcamos pras 9.
O calorzinho continuou de tarde e aproveitei pra ficar em casa usando um vestidinho solto e curtinho, daqueles que pareciam de praia, meio transparente.
A Vale apareceu linda como sempre, não minto quando digo que ela tem uma das carinhas mais bonitas que já vi na vida. Os lábios dela eram irresistíveis de imaginar!
Ela também veio com um vestidinho, mas mais elegante, azul elétrico de tiras. Ficava um arraso nela.
Minha primeira pergunta foi direto ao ponto, perguntei pelo Eze, mas não o namorado, e sim o amante do trabalho. Entre risadas, ela disse que já tinha terminado, a última vez foi naquele aniversário onde eu peguei ela com ele.
Ela me contou que, mesmo com o namorado o sexo não sendo algo memorável, ela meio que aceitou que é a pessoa que escolheu e devia respeitar isso.
O vinho foi abrindo caminho pra conversa ficar mais picante. Ela se surpreendeu com várias histórias que contei, me conheceu recém-chegada e inexperiente, não acreditava na liberação sexual que tive nos últimos tempos.
Ela me deu detalhes do parceiro, duração, tamanho, de tudo... Até já bem bêbada reclamou de como ele chupava mal (se é que fazia!).
O jeito dela contar me fez dar gargalhadas, parecia um monólogo.
"Miga, faz 6 anos que ele chupa a mesma buceta, não aprendeu?" Eu sentia pena dela e dele, mas era impossível não rir na hora.
"Além disso, você me conheceu por umas horas e ainda lembro da sua língua até hoje!"
O que ela tinha dito?
Não esperava por essa.
Fiquei em silêncio, olhei pra ela meio incrédula, dando chance dela se explicar.
"Ai, não... Não me olha assim!!"
"Hahaha desculpa Vale, você me surpreendeu!" Foi minha defesa.
Vale: "ai não, juro que ainda penso naquela chupada que você me deu e MEU DEUS (fazendo uma careta de prazer)"
Eu: "calma calma hein, que eu não sou de pau, não me fala isso hahaha"
Vale: "por quê?? O que você vai fazer comigo??" Fazendo uma carinha de falsa inocência que, com a beleza que ela tinha, era impossível resistir.
Eu: "chegaaaaaaa"
Vale se aproximou de mim, ficou a centímetros da minha boca. A filha da puta era ainda mais gostosa a cada milímetro que se aproximava.
Sorriu e disse um provocador "e daí?"
Foi o começo de uma loucura. Jogamos os vestidos no chão enquanto nos devorávamos de beijos. As mãos dela percorriam meu corpo com aquela delicadeza típica, mas sem nenhum pudor. Acariciava minha bunda e minha buceta por cima da tanga. Eu gemia no ouvido dela enquanto ela traçava linhas no meu pescoço com a língua, decorando com chupões suaves.
Ela desceu pros meus peitos e perdeu a harmonia. Juntava os dois no rosto dela e lambia ambos como uma louca. Mordia meus bicos numa das imagens mais lindas que já vi. Meus dedos participavam, puxando a tanga dela e brincando com a rachinha molhada, isso parava por instantes a brincadeira dela com meus peitos, ela precisava descarregar os gemidos no meu peito.
A brincadeira foi perdendo a passividade e as duas nos encontramos em pé na bancada da cozinha, masturbando uma à outra. Queria dizer que nos beijávamos, mas na verdade mordíamos a boca uma da outra entre linguadas.
Levei Vale até meu quarto, no caminho as duas perdemos as tangas. Assim que entramos, deixei ela de quatro na minha cama e me dediquei a chupar a buceta dela, exatamente como ela lembrava.
Minha língua se divertia entre os lábios dela, percorria de cima a baixo a rachinha encharcada. Devorei aquela buceta como ela merecia. E ainda dei um presentinho a mais. Ou melhor, pra mim mesma. Enquanto enfiava 2 dedinhos que entravam fácil de tão molhada que ela tava, minha língua tomou lugar no cuzinho dela e aproveitei cada grito de prazer que a Vale dava contra mim. travesseiro.
Mudei de posição. Voltei com minha língua na buceta dela e meus dedos encharcados dos fluidos dela foram pro rabo dela. Não custou nada pra entrar. Tava toda entregue pra mim.
Me deu uma ideia, ressuscitei um velho amigo, meu consolador gigante anal. O brinquedo era quase do tamanho dela. Mas com um pouquinho de lubrificante, desapareceu inteiro no rabo dela, foi na hora.
Comi ela um bom tempo com aquilo enquanto me deitava debaixo dela pra chupar a buceta dela. Ela gozou várias vezes na minha boca num mesmo orgasmo, molhando minha cara toda. Caindo exausta na cama com a respiração ofegante. Me olhou sorrindo e desceu pra repetir a tarefa.
Foi fácil me fazer gozar, ver ela em ação era um estímulo mais que suficiente pra qualquer um. Era difícil não se excitar com a ideia de gozar naquela carinha tão linda.
Ela escolheu brincar com os dedos na minha buceta enquanto acompanhava com a língua. A fórmula foi a vencedora e o prêmio foi me dar minha vez de gozar na carinha dela.
Daí perdi a conta de quantas vezes repetimos naquela noite, testar posições, tesourar ou simplesmente nos excitar de novo com beijos e carícias.
Já quase 3:30 da manhã ela percebeu a hora e começou a se trocar apressada enquanto fazia tentativas inúteis de se pentear.
"Fica registrado que com você não é traição!" E começou a rir. Me contagiou com a risada dela e com um beijo final se despediu.
Nunca esperava aquela noite, mas com certeza lembro dela tão frequentemente quanto ela lembra de mim.
O vizinho da frente era plateia do meu surto de aproveitar aqueles raios de sol enquanto eu refletia sobre minha vida, e ele tentava evitar que a namorada/esposa desse uma bronca nele pelo ato de safadeza.
Entre meus pensamentos, percebi o quanto eu tinha crescido nos últimos tempos. Já não era tão ingênua nem tão inocente. A cidade tinha me mudado, e eu tava feliz com minha nova fase.
Nos meus estudos, ia super bem, consegui conciliar do melhor jeito com meu novo trampo, onde fui me firmando e conquistando muita coisa por mérito próprio. Até o respeito do Miguel.
Com a Bian, a gente tava numa convivência incrível, ela tava muito feliz saindo com o Fede, o cara que a gente conheceu uns meses antes naquela época. Eu não vi mais o Lu, só cruzava com ele em algum rolê com o Fede, mas nunca mais rolou nada entre a gente. Não era o que eu queria pra mim. Mesmo ele tendo insistido bastante, eu já tinha decidido seguir em frente.
Nas minhas reflexões, até me perguntei se o amor era algo que existia pra mim. Por que, se eu era tão apaixonada, custava tanto? Se eu já tive casos amorosos com minas e caras, por que, tendo tanta chance, não dava certo?
Lembrei dos meus grandes amores dos últimos tempos. Aquelas relações que eu não conseguia dar por encerradas. A Nadia era uma delas, sabia desde o começo que a gente não era compatível, mas talvez por isso eu tava tão apaixonada. Por outro lado, tinha o Gonzalo, nunca tinha me apaixonado tanto por alguém e, como uma idiota, perdi ele por não valorizar. Até por não ter coragem de fazer o esforço.
Peguei o celular pra mandar uma mensagem pro Gon. Fiz a rotina de sempre. Primeiro, fui ver o Instagram dele, ele postava quase nada, não tinha Novidade, eu caguei e nunca abri o WhatsApp.
Naqueles momentos, eu me odiava. Tinha passado muito tempo e cada vez eu sentia ele mais distante e impossível.
Coloquei uma música e continuei na minha missão de me bronzear. Notei que meu espião tinha ido embora, talvez tenha ficado entediado ou simplesmente recebido a bronca da mulher dele.
Aproveitei a situação e desabotoei a parte de cima, soltando os peitos no sol. Uma sequência de rock nacional tocava de fundo enquanto eu cantarolava cada música.
Várias faixas passaram até que me lembrei da situação em que estava e da minha pouca atenção ao redor.
Olhei alarmada para a sacada do meu espião e, felizmente, ele não estava. Coitado, deve ter sonhado com aquele momento e nunca conseguiu ver.
Levantei para pegar um pouco de água sem me preocupar com nada, nem com minha semi-nudez, quando cruzei com a minha amiga que tinha acabado de acordar.
"Assim que se começa bem o dia", ela disse rindo ao me ver andar de peitos de fora pela casa. Irônico, porque ela só usava um top curto que servia de pijama e uma fio dental que estava completamente perdida no meio da raba dela.
Cumprimentei e me ofereci pra fazer uns mates. Óbvio que ela aceitou, e enquanto a água fervia, me cobri.
"Ô, a gente precisa falar do seu aniversário!", disse Bianca, que sabia que eu não gostava de comemorar. A diferença é que nos anos anteriores ela não estava em Buenos Aires pra fazer o que quisesse e me obrigar a juntar os amigos.
Claro que teve uma troca de argumentos, mas eu sempre soube que não ia ganhar; fiz só pra irritar ela. Tentei negar, mas ela atropelou minhas desculpas com um "tô nem aí".
A voz rouca dela dava um toque sexy ao acordar. Ela tinha saído pra festa com o Fede e uns amigos dele (entre eles o Lu, que parece que insistiu pra eu ir junto).
Falamos sobre as coisas dela com o Fede e como tava indo bem. Pra dar mais exatidão às minhas palavras anteriores, naquele sábado fazia 3 meses que eles tinham se conhecido. Ainda não eram nada, mas dava uma ternura ela lembrar a data.
Aquela noite eu ia ficar sozinha, parecia. Bianca ia jantar com o Fede e eu tinha que me virar com outros planos.
Mandei uma mensagem pra Vale, a gente se falava direto, mas fazia um tempão que não se encontrava. Ela, pra quem não lembra, foi minha primeira amiga quando cheguei em Buenos Aires.
Na real, eu não conhecia o apê dela, então combinamos de pedir sushi e bater um papo sossegado pra colocar a conversa em dia.
Ela topou e marcamos pras 9.
O calorzinho continuou de tarde e aproveitei pra ficar em casa usando um vestidinho solto e curtinho, daqueles que pareciam de praia, meio transparente.
A Vale apareceu linda como sempre, não minto quando digo que ela tem uma das carinhas mais bonitas que já vi na vida. Os lábios dela eram irresistíveis de imaginar!
Ela também veio com um vestidinho, mas mais elegante, azul elétrico de tiras. Ficava um arraso nela.
Minha primeira pergunta foi direto ao ponto, perguntei pelo Eze, mas não o namorado, e sim o amante do trabalho. Entre risadas, ela disse que já tinha terminado, a última vez foi naquele aniversário onde eu peguei ela com ele.
Ela me contou que, mesmo com o namorado o sexo não sendo algo memorável, ela meio que aceitou que é a pessoa que escolheu e devia respeitar isso.
O vinho foi abrindo caminho pra conversa ficar mais picante. Ela se surpreendeu com várias histórias que contei, me conheceu recém-chegada e inexperiente, não acreditava na liberação sexual que tive nos últimos tempos.
Ela me deu detalhes do parceiro, duração, tamanho, de tudo... Até já bem bêbada reclamou de como ele chupava mal (se é que fazia!).
O jeito dela contar me fez dar gargalhadas, parecia um monólogo.
"Miga, faz 6 anos que ele chupa a mesma buceta, não aprendeu?" Eu sentia pena dela e dele, mas era impossível não rir na hora.
"Além disso, você me conheceu por umas horas e ainda lembro da sua língua até hoje!"
O que ela tinha dito?
Não esperava por essa.
Fiquei em silêncio, olhei pra ela meio incrédula, dando chance dela se explicar.
"Ai, não... Não me olha assim!!"
"Hahaha desculpa Vale, você me surpreendeu!" Foi minha defesa.
Vale: "ai não, juro que ainda penso naquela chupada que você me deu e MEU DEUS (fazendo uma careta de prazer)"
Eu: "calma calma hein, que eu não sou de pau, não me fala isso hahaha"
Vale: "por quê?? O que você vai fazer comigo??" Fazendo uma carinha de falsa inocência que, com a beleza que ela tinha, era impossível resistir.
Eu: "chegaaaaaaa"
Vale se aproximou de mim, ficou a centímetros da minha boca. A filha da puta era ainda mais gostosa a cada milímetro que se aproximava.
Sorriu e disse um provocador "e daí?"
Foi o começo de uma loucura. Jogamos os vestidos no chão enquanto nos devorávamos de beijos. As mãos dela percorriam meu corpo com aquela delicadeza típica, mas sem nenhum pudor. Acariciava minha bunda e minha buceta por cima da tanga. Eu gemia no ouvido dela enquanto ela traçava linhas no meu pescoço com a língua, decorando com chupões suaves.
Ela desceu pros meus peitos e perdeu a harmonia. Juntava os dois no rosto dela e lambia ambos como uma louca. Mordia meus bicos numa das imagens mais lindas que já vi. Meus dedos participavam, puxando a tanga dela e brincando com a rachinha molhada, isso parava por instantes a brincadeira dela com meus peitos, ela precisava descarregar os gemidos no meu peito.
A brincadeira foi perdendo a passividade e as duas nos encontramos em pé na bancada da cozinha, masturbando uma à outra. Queria dizer que nos beijávamos, mas na verdade mordíamos a boca uma da outra entre linguadas.
Levei Vale até meu quarto, no caminho as duas perdemos as tangas. Assim que entramos, deixei ela de quatro na minha cama e me dediquei a chupar a buceta dela, exatamente como ela lembrava.
Minha língua se divertia entre os lábios dela, percorria de cima a baixo a rachinha encharcada. Devorei aquela buceta como ela merecia. E ainda dei um presentinho a mais. Ou melhor, pra mim mesma. Enquanto enfiava 2 dedinhos que entravam fácil de tão molhada que ela tava, minha língua tomou lugar no cuzinho dela e aproveitei cada grito de prazer que a Vale dava contra mim. travesseiro.
Mudei de posição. Voltei com minha língua na buceta dela e meus dedos encharcados dos fluidos dela foram pro rabo dela. Não custou nada pra entrar. Tava toda entregue pra mim.
Me deu uma ideia, ressuscitei um velho amigo, meu consolador gigante anal. O brinquedo era quase do tamanho dela. Mas com um pouquinho de lubrificante, desapareceu inteiro no rabo dela, foi na hora.
Comi ela um bom tempo com aquilo enquanto me deitava debaixo dela pra chupar a buceta dela. Ela gozou várias vezes na minha boca num mesmo orgasmo, molhando minha cara toda. Caindo exausta na cama com a respiração ofegante. Me olhou sorrindo e desceu pra repetir a tarefa.
Foi fácil me fazer gozar, ver ela em ação era um estímulo mais que suficiente pra qualquer um. Era difícil não se excitar com a ideia de gozar naquela carinha tão linda.
Ela escolheu brincar com os dedos na minha buceta enquanto acompanhava com a língua. A fórmula foi a vencedora e o prêmio foi me dar minha vez de gozar na carinha dela.
Daí perdi a conta de quantas vezes repetimos naquela noite, testar posições, tesourar ou simplesmente nos excitar de novo com beijos e carícias.
Já quase 3:30 da manhã ela percebeu a hora e começou a se trocar apressada enquanto fazia tentativas inúteis de se pentear.
"Fica registrado que com você não é traição!" E começou a rir. Me contagiou com a risada dela e com um beijo final se despediu.
Nunca esperava aquela noite, mas com certeza lembro dela tão frequentemente quanto ela lembra de mim.
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