Tô trabalhando há 3 semanas numa área que é fora da minha cidade, é um povoado afastado mas que tem gente, o típico povoado peruano com sua praça e meio habitado. Entrei nesse trampo porque não tem aula por causa da reforma da faculdade. Acontece que desde que cheguei nesse lugar, tem um senhor de uns 45 ou 50 anos, por aí. Ele é alto, uns 1,85, meio magro, não é bonito mas também não é feio, tem a pele meio clara mas é mestiço no fim das contas. Desde que vi ele, não parei de pensar em como seria o pau dele, porque eu imaginava grande e pelado, já que o senhor parecia o típico de um vídeo pornô e de uns quadrinhos que não sei se vocês viram, mas era muito parecido com o senhor de "Los Sacana", acho que era assim que chamava, podem pesquisar no Google. Toda vez que ele ia buscar o filho na escola, eu via que ele olhava pra minha bunda como qualquer homem, todos fazem isso, e não achei estranho, e continuou assim com o passar dos dias. Esse lugar, apesar de ser meio habitado, era pequeno, de qualquer forma os caras não me atraíam e eu não tinha amigas, ou seja, além das aulas a tarde inteira, não tinha nada pra fazer além de me excitar sozinha e me esfregar no travesseiro, me tocar, mas principalmente pensar naquele senhor que, pra ser sincera, a curiosidade me matava. Era tanto tédio que eu tava bolando um plano de como comer o senhor, já que ele não mostrava mais iniciativa além de me cumprimentar bonito e olhar minha raba. E bom, é um lugar afastado e onde ninguém me conhece, que mal pode dar? Sinceramente, nenhum, e assim eu via se o pau dele era igual ao do senhor do quadrinho na vida real, hahaha. E o que pensei foi puxar assunto com o senhor no dia seguinte e levantar minha calça pra ele ver minha bunda mais marcada quando me visse, e que depois de dois ou três dias, chegar a algo com ele. Obviamente tenho que ver as intenções dele primeiro, já que ele é mais velho, mais maduro, e não posso forçar. No primeiro dia, cumprimentei ele com um beijinho na bochecha bem perto dos lábios dele, ele me perguntou como o filho dele se comportou. Eu: Muito bem, senhor, parece que tem um pai bom. que educa ele direitinho
E: É o que eu espero, professora, senão ele já sabe que tem que respeitar a professora dele, ainda mais porque a senhora é novinha. Uns pensam que porque é jovem podem faltar com respeito, e não é assim (com aquele tom clássico de zona rural). A gente conversou uns 5 minutos sobre a educação do filho dele e eu passei meu número pra ele, falei que se quisesse me perguntar alguma coisa, era só chamar que eu atenderia sempre.
No segundo dia, a gente conversou de novo. Dessa vez, tentei levar a conversa pra um encontro pra falar do filho dele. O senhor tinha esposa, eu sabia disso. Eu falei pra ele se podia ser num lugar privado, porque no povoado o povo é muito maldoso e a mulher dele podia ficar com ciúmes.
E: Claro, mamãe. Tá vendo ali embaixo a cabaninha que tem no meu sítio? (falei que sim) Vou estar lá, mami. Minha mulher passa a tarde toda com as comadres dela. Pode vir lá, eu vou estar trabalhando e a gente conversa.
Aceitei, mas a verdade é que tava sentindo um pouco de nojo, porque eu queria transar com ele e ele ia estar suado e sujo do trabalho. Ele é camponês. Mesmo assim, já era tarde e eu tinha que me arrumar. Precisava chamar a atenção dele, então coloquei um short legging bem curto e justo, tipo os que usam na academia, e fui com uma blusa normal e sem sutiã. Pra não chamar a atenção, vesti um moletom e uma jaqueta por cima.
Cheguei no lugar, vi o senhor trabalhando lá longe. Acenei com a mão pra ele vir até a cabaninha enquanto tirava a jaqueta e o moletom. Não sabia como começar, a verdade. Decidi que ia ser ousada, atrevida, melhor dizendo.
Y: Oi, seu moço, boa tarde (dei um beijinho encostando nos lábios dele) (tava com um pouco de nojo, verdade, o senhor tava sujo).
E: Oi, mamãe linda, senta aí (disse fechando a porta).
Quando ele se virou pra me ver depois de fechar a porta, resolvi simplesmente tirar a blusa e mostrar meus peitos todos. O senhor falou, admirado e com um tom bem safado que me excitava:
E: Mamãe linda, que tetas gostosas.
Dava pra ver claramente através da calça dele o pau crescendo. E aí eu falei:
Y: Seu moço, sabe que ultimamente eu tô tendo... Problemas financeiros, não sei se o senhor pode me ajudar com um dinheiro, sabe?
E: Claro, filhinha, é só falar, mas isso a gente acerta no final.
Y: Tá bem, senhor, mas primeiro queria que o senhor tomasse um banho e eu cuido de tudo, meu amor.
Depois da conversa, ele foi tomar banho com um balde, já que não tinha chuveiro, enquanto me olhava e eu me despia na frente dele. Pude ver o pau dele, que era do jeito que eu imaginava, só que melhor, porque era escurinho — e eu adoro paus de cor meio morena ou marronzinhos e grandes. Antes de ele terminar de se lavar, eu fui, como se estivesse hipnotizada pela pica dele, me ajoelhei na frente dele, ali ao ar livre, e chupei gostosão. Sério, adorei chupar aquele pau, era lindo, e o senhor só gemia. Gozou em menos de um minuto. Eu queria continuar chupando, mas ele tomou o controle, me agarrou forte pela cabeça, me virou, me colocou de quatro e me meteu sem proteção nenhuma. Fiquei com medo de verdade, porque nunca me trataram assim — quase sempre sou eu quem controla o sexo. Ele puxava meu cabelo pra caralho, cuspia no meu cu enquanto batia na minha bunda. Eu fazia corpo pra tentar mudar de posição, mas ele me colocava de volta no lugar. Todo o medo virou excitação; ninguém nunca me fez sentir tão mulher quanto ele.
Depois, ele gozou dentro de mim. Eu reclamei, mas ele tava na dele, gemendo de prazer. Aí, como um urso satisfeito, se deitou no chão do terreno. Eu, feito uma puta mesmo, chupei o pau dele de novo — ele tava lá deitado, com o pau comprido e meio mole pra um lado, e aquilo me deixou com muito tesão. Fui lamber, ele só olhava e me enchia de elogios sobre minha beleza. Eu só chupava, sério, é o melhor pau que já vi e chupei, muito bonito. Ele gozou de novo, tomei o leitinho dele e, como se tivesse apaixonada, me deitei sobre ele, olhando nos olhos dele, com minha buceta em cima do pau, mas não dentro, só por fora.
Ficamos assim uns 10 minutos em silêncio, ele acariciando meu cabelo, olhando pro céu, e eu olhando pra ele. Depois, ele se levantou, se arrumou e foi embora. ain, antes de me dar 50 amores hajajaj como se eu fosse uma mendiga. Ele me beijou e falava umas coisas fofas como se eu fosse filha dele ou algo assim, eu me arrumei e fui pro meu quarto. Quase todo dia a gente faz, mas num hotel — eu vou primeiro e depois ele chega. A gente é tipo uns namorados, acho, mas a real é que eu tô me apaixonando por ele e não sei o que fazer nem como parar. Eu gosto do jeito que ele é comigo e gosto da pica dele. Mas tenho medo do que o povo vai fofocar e de a mulher dele acabar sabendo. Tenho um certo medo do que pode acontecer comigo e não sei como isso vai terminar. Tô tipo mais umas duas semanas aqui nessa cidade.
E: É o que eu espero, professora, senão ele já sabe que tem que respeitar a professora dele, ainda mais porque a senhora é novinha. Uns pensam que porque é jovem podem faltar com respeito, e não é assim (com aquele tom clássico de zona rural). A gente conversou uns 5 minutos sobre a educação do filho dele e eu passei meu número pra ele, falei que se quisesse me perguntar alguma coisa, era só chamar que eu atenderia sempre.
No segundo dia, a gente conversou de novo. Dessa vez, tentei levar a conversa pra um encontro pra falar do filho dele. O senhor tinha esposa, eu sabia disso. Eu falei pra ele se podia ser num lugar privado, porque no povoado o povo é muito maldoso e a mulher dele podia ficar com ciúmes.
E: Claro, mamãe. Tá vendo ali embaixo a cabaninha que tem no meu sítio? (falei que sim) Vou estar lá, mami. Minha mulher passa a tarde toda com as comadres dela. Pode vir lá, eu vou estar trabalhando e a gente conversa.
Aceitei, mas a verdade é que tava sentindo um pouco de nojo, porque eu queria transar com ele e ele ia estar suado e sujo do trabalho. Ele é camponês. Mesmo assim, já era tarde e eu tinha que me arrumar. Precisava chamar a atenção dele, então coloquei um short legging bem curto e justo, tipo os que usam na academia, e fui com uma blusa normal e sem sutiã. Pra não chamar a atenção, vesti um moletom e uma jaqueta por cima.
Cheguei no lugar, vi o senhor trabalhando lá longe. Acenei com a mão pra ele vir até a cabaninha enquanto tirava a jaqueta e o moletom. Não sabia como começar, a verdade. Decidi que ia ser ousada, atrevida, melhor dizendo.
Y: Oi, seu moço, boa tarde (dei um beijinho encostando nos lábios dele) (tava com um pouco de nojo, verdade, o senhor tava sujo).
E: Oi, mamãe linda, senta aí (disse fechando a porta).
Quando ele se virou pra me ver depois de fechar a porta, resolvi simplesmente tirar a blusa e mostrar meus peitos todos. O senhor falou, admirado e com um tom bem safado que me excitava:
E: Mamãe linda, que tetas gostosas.
Dava pra ver claramente através da calça dele o pau crescendo. E aí eu falei:
Y: Seu moço, sabe que ultimamente eu tô tendo... Problemas financeiros, não sei se o senhor pode me ajudar com um dinheiro, sabe?
E: Claro, filhinha, é só falar, mas isso a gente acerta no final.
Y: Tá bem, senhor, mas primeiro queria que o senhor tomasse um banho e eu cuido de tudo, meu amor.
Depois da conversa, ele foi tomar banho com um balde, já que não tinha chuveiro, enquanto me olhava e eu me despia na frente dele. Pude ver o pau dele, que era do jeito que eu imaginava, só que melhor, porque era escurinho — e eu adoro paus de cor meio morena ou marronzinhos e grandes. Antes de ele terminar de se lavar, eu fui, como se estivesse hipnotizada pela pica dele, me ajoelhei na frente dele, ali ao ar livre, e chupei gostosão. Sério, adorei chupar aquele pau, era lindo, e o senhor só gemia. Gozou em menos de um minuto. Eu queria continuar chupando, mas ele tomou o controle, me agarrou forte pela cabeça, me virou, me colocou de quatro e me meteu sem proteção nenhuma. Fiquei com medo de verdade, porque nunca me trataram assim — quase sempre sou eu quem controla o sexo. Ele puxava meu cabelo pra caralho, cuspia no meu cu enquanto batia na minha bunda. Eu fazia corpo pra tentar mudar de posição, mas ele me colocava de volta no lugar. Todo o medo virou excitação; ninguém nunca me fez sentir tão mulher quanto ele.
Depois, ele gozou dentro de mim. Eu reclamei, mas ele tava na dele, gemendo de prazer. Aí, como um urso satisfeito, se deitou no chão do terreno. Eu, feito uma puta mesmo, chupei o pau dele de novo — ele tava lá deitado, com o pau comprido e meio mole pra um lado, e aquilo me deixou com muito tesão. Fui lamber, ele só olhava e me enchia de elogios sobre minha beleza. Eu só chupava, sério, é o melhor pau que já vi e chupei, muito bonito. Ele gozou de novo, tomei o leitinho dele e, como se tivesse apaixonada, me deitei sobre ele, olhando nos olhos dele, com minha buceta em cima do pau, mas não dentro, só por fora.
Ficamos assim uns 10 minutos em silêncio, ele acariciando meu cabelo, olhando pro céu, e eu olhando pra ele. Depois, ele se levantou, se arrumou e foi embora. ain, antes de me dar 50 amores hajajaj como se eu fosse uma mendiga. Ele me beijou e falava umas coisas fofas como se eu fosse filha dele ou algo assim, eu me arrumei e fui pro meu quarto. Quase todo dia a gente faz, mas num hotel — eu vou primeiro e depois ele chega. A gente é tipo uns namorados, acho, mas a real é que eu tô me apaixonando por ele e não sei o que fazer nem como parar. Eu gosto do jeito que ele é comigo e gosto da pica dele. Mas tenho medo do que o povo vai fofocar e de a mulher dele acabar sabendo. Tenho um certo medo do que pode acontecer comigo e não sei como isso vai terminar. Tô tipo mais umas duas semanas aqui nessa cidade.
5 comentários - Com o pai de um aluno.