Mamãe 17: Minha mãe cede aos meus desejos

Ufffff. Tinha que me recuperar rápido, minha tia me olhava nervosa e impaciente depois de ter visto como eu comia o cu da minha mãe, sabia que agora era a vez dela e se preparava acariciando a própria buceta e beliscando os mamilos.

Minha mãe viu ela tão excitada que não conseguiu evitar um sorriso diante de tamanho espetáculo.

LORENA// Acho que você vai ter que foder sua tia, olha o quanto ela tá cachorra.

Minha tia se reclinou na cama e abriu as pernas, exibindo a buceta rosada e brilhante, em seguida estendeu a mão me convidando pra penetrar ela.

ANDREA// Me fode, meu amor!! Já não aguento mais.

Pedi pra ela esperar um segundo e saí correndo do quarto pra ir ao banheiro me limpar, quando voltei encontrei minha mãe metida entre as pernas da minha tia, devorando desesperadamente a buceta dela, com as mãos separava as pernas e a cabeça percorria o sulco da vulva, enfiando a língua entre os lábios rosados e inchados que a irmã oferecia. Ao me ver, ela se afastou me mostrando a magnífica bucetinha que eu ia foder em seguida.

LORENA// Vamos, meu amor, fode ela agora, já deixei ela preparadinha pra você.

Subi na cama e me posicionei entre as pernas da minha tia, ela levantou o quadril me entregando a buceta e eu não consegui mais evitar, enfiei meu pau de uma vez, cravando até o fundo, ela se contorceu de prazer e subiu os pés apoiando nos meus ombros, segurei firme as pernas dela e parti pra uma fodida selvagem, meu pau penetrava ela sem parar e ela gemia loucamente, mexendo o quadril descontrolada.

ANDREA// Assim, meu amor, me dá duro, não para.

Minha mãe se inclinou sobre ela e mordeu um dos mamilos, o que fez Andrea pular praticamente na cama e segurar a cabeça da irmã entre as mãos.

ANDREA// Deus! Continua, morde assim, eu adoro.

LORENA// Irmãzinha, não sabia que você era tão puta.

Minha mãe me olhou empolgada e continuou o trabalho, passando de um peito ao outro. Eu segui fodendo a buceta quente e molhada que minha complacente tia me oferecia até que vi como ela gozava entre gritos de prazer, aquilo me excitou tanto que não consegui evitar me derramar dentro dela, inundando sua buceta com meu esperma branco e viscoso. Porra! Não podia pedir mais, em uma única noite tinha conseguido foder o cu da minha mãe e a buceta da minha tia, e o melhor de tudo é que ambas tinham participado.

Depois daquela noite abençoada a situação melhorou, cada dia podia foder com qualquer uma delas sem medo de que a outra ficasse chateada, as duas me dividiam e às vezes fazíamos algum menage, embora a participação fosse mais comigo do que entre elas, estava claro que tinham perdido qualquer medo de convencionalismos e queriam aproveitar seus corpos, mas sem chegar a se pegar sozinhas, algo que eu não entendia porque já tinham comido a buceta uma da outra ou se penetrado com o consolo, mas enfim, essa barreira ainda custava um pouco a superar.

Para minha tia tudo isso era novo, já que sempre foi a menina boazinha e recatada, fiel aos convencionalismos da época, mas agora estava solta e ansiosa para fazer todas aquelas coisas que antes não tinha feito. Para minha mãe, no entanto, qualquer coisa que eu propusesse não a assustava, porque de vez em quando ela contava suas experiências de juventude e algumas eram realmente bestiais.

Tanta liberdade para foder e nos relacionar fez com que meu papel como cibernamorado corresse perigo, já que as duas entravam no meu quarto sem bater na porta e em qualquer chat podiam me pegar em flagrante, eu tinha que fazer algo para evitar isso e decidi desvincular minha tia progressivamente do namorado dela, o problema era que minha mãe também estava viciada nele, então tinha que conseguir isso com ambas o mais rápido possível.

No meu papel de cibernamorado, inicialmente disse a elas que tinha sido demitido do trabalho e precisava arrumar um novo, então por enquanto ia trabalhar como garçom e não poderia me conectar como até agora, isso doeu especialmente a minha tia, que viu o homem da vida dela, aquele que tinha ajudado ela a sair do buraco depois do divórcio e ensinado a aproveitar o sexo, se afastando dela, deixando-a sozinha mais uma vez. Eu, rapidamente, assumi o papel de sobrinho carinhoso e preocupado, disposto a tudo por ela. Isso, junto com as inúmeras gozadas que eu dava nela, fez a dor ficar mais suportável.

Nossas conversas foram se distanciando, a ponto de eu só entrar quando sabia que uma delas não ia estar em casa, seja porque foi ao médico, fazer compras, ou qualquer outra atividade programada. Mesmo assim, toda vez que eu fazia isso, fosse com uma ou com outra, elas não perdiam a chance de me esquentar, mostrando os peitos, se masturbando na frente da webcam ou dizendo o quanto queriam foder comigo. Era uma loucura, mesmo eu comendo elas quase todo dia, elas estavam taradíssimas e só pediam guerra.

Nesse contexto, decidi planejar o futuro do meu relacionamento com as duas. Sabia que minha tia era a mais fraca e vulnerável, então ia meter o pé na porta com ela para submeter ela a todos os meus desejos. A perda progressiva do namorado dela ia me ajudar nisso, já que ela ia se refugiar em mim para substituir ele. Com minha mãe, podia ser mais difícil, porque na juventude ela teve muitos relacionamentos e a experiência dela me obrigava a ser muito cuidadoso. A parte boa é que dificilmente ela desconfiaria do próprio filho. Por outro lado, minha aproximação com minha tia podia ser muito lucrativa para gerar ciúmes nela e assim conseguir submeter ela a todos os meus caprichos.

Já estava claro: ia me comportar como um filho de pais divorciados, tentar tirar o melhor de cada uma criando uma certa rivalidade entre elas. Com certeza, só pra me manter contente, elas fariam qualquer coisa que eu pedisse.

Quando comecei a colocar meu plano em ação, aconteceu algo que eu não tinha previsto: a situação entre meus pais não melhorou e eles finalmente decidiram se divorciar. Então, minha Mãe teve que viajar pra Teruel pra assinar o acordo, a princípio queria que eu fosse com ela, mas meus exames não deixaram. Mesmo assim, combinamos de fazer videochamada pelo celular todo dia, segundo ela não conseguia ficar mais de 24 horas sem me ver, mas acho que na verdade o que ela não conseguia parar de ver era meu pau, porque toda noite, mesmo que não dormisse comigo, passava pra tocar nele e dar o que ela chamava de beijo de boa noite, beijo que sempre terminava com meu pau dentro da boca dela chupando até deixar ele duro igual um cacete. Quando conseguia, ria e ia embora me deixando de pau duro esperando minha tia chegar pra aliviar o tesão.

A primeira tarde sem minha mãe parecia tranquila, minha tia tava deitada no sofá lendo e eu sentei do lado dela pra ver TV. Depois de um tempo, ela levantou uma perna no sofá e começou a balançar de leve, mostrando um close da calcinha dela. Isso fez meu pau pular igual mola. Olhei pra ela pra ver se era provocação, mas ela lia distraída sem me dar bola.

A situação tava excitante demais pra mim e resolvi dar o primeiro passo. Me recostei no sofá de frente pra ela e enfiei meu pé entre as coxas dela. Ela desviou o olhar do livro por um segundo, mas não falou nada. Aí apertei com o dedão do pé a região onde marcava a buceta dela e passei ao longo dos lábios vaginais. Ela deu um pulo, desviou o olhar do livro de novo e me olhou inquieta. Continuei pressionando a bocetinha dela com o pé, fazendo a calcinha entrar nas dobras da buceta, e aí meu dedo entrou em contato com os lábios macios e rosados dela. Na hora senti como ela ficava molhada com os fluidos que já escorriam sem controle da xereca dela.

Minha tia tava com os olhos entreabertos e me olhava na expectativa. A umidade da buceta dela denunciava, tava muito quente e queria que eu continuasse. Tentei afastar a calcinha mas não consegui, queria enfiar meu dedão do Pé no interior da caverna rosada dela, mas não conseguia, então decidi acordá-la do torpor.

JAVIER// Tira a calcinha!!

Minha tia abriu os olhos, mas não reagiu.

JAVIER// Vamos! Tira a calcinha.

Na hora, ela levantou o quadril e puxou a calcinha pra baixo, tirando pelos pés. Agora tava na minha mão, deitada no sofá de pernas abertas, me oferecendo a buceta dela pra eu continuar meu jogo. Enfiei meu pé de novo entre as pernas dela e acariciei a vulva com ele; ao percorrer o sulco entre os lábios vaginais, eles envolviam meu dedão, encharcando ele com o líquido quente e viscoso que saía da buceta da minha tia. Ela tinha relaxado completamente e se deixava fazer enquanto acariciava os próprios peitos por cima do vestido.

Sem eu esperar, minha tia esticou um dos pés e começou a acariciar a ereção que marcava na minha calça. Sem perder um segundo, baixei ela e meu pau pulou na hora; agora era um "quid pro quo", eu acariciava a buceta dela com meu pé e ela retribuía acariciando meu pau com o dela.

Minha tia me olhou com safadeza e esticou o outro pé, segurando meu pau entre os dois. Com uma maestria que parecia estranha nela, começou a me punhetar com os dedos dos pés. Eu olhava besta enquanto ela subia e descia meu prepúcio, perfeitamente preso pelos dedos dela; às vezes, um deles passava pelo meu freio fazendo movimentos circulares que me excitavam e me deixavam louco.

Uffff, não entendia como ela conseguia fazer algo assim com tanta facilidade. O contato dos dedos dela na minha glande me deixava perdido de tesão, e ela sabia disso, me olhava sorrindo e mordia os lábios como provocação.

ANDREA// Cê gosta do jeito que eu faço? Quer que eu continue?

Não precisei responder; ela envolveu meu pau com os pés e começou a sacudi-lo ritmicamente. Eles deslizavam pra cima e pra baixo, punhetando meu pau de forma magistral, e eu só olhava sem saber o que dizer, só queria que ela continuasse. fazendo isso até eu gozar.

Em agradecimento, eu continuei acariciando o clitóris dela com meu pé, e pra isso contei com a colaboração dela, já que com os dedos ela afastava as dobras que o cobriam, permitindo que eu a masturbasse com mais facilidade.

ANDREA// Eu amo muito minha vida, me faz gozar.

O trabalho dos pés dela era de puro luxo, as carícias suaves e constantes no meu pau estavam prestes a cumprir sua missão e eu já sentia que ia gozar a qualquer momento.

JAVIER// Uffff. Vou gozar, Andrea.

Ela concentrou as carícias no meu freio e na hora saiu um jato de porra que respingou parte dos pés dela. Ao ver isso, continuou me punhetando com eles até me espremer e soltar a última gota. Na mesma hora, passou um dedo na minha glande recolhendo o que sobrou, pegou o pé com as mãos e levou à boca. Nunca imaginei que minha tia tivesse tanta flexibilidade, mas fiquei pasmo ao ver ela abrir os lábios e chupar os próprios dedos dos pés banhados com meu leite.

ANDREA// Ummmm. Que gostoso! Adoro.

JAVIER// Ufff. Andrea, foi a melhor, nunca imaginei que você soubesse fazer algo assim. Não sei como chama esse tipo de prática sexual, mas com certeza você é uma mestra.

ANDREA// Kkkk, também não sei como chama, mas entre eu e você, podemos chamar de “Holanimo”.

JAVIER// Porra, chama do que quiser, mas um dia você vai ter que repetir, me deixou super tesudo.

ANDREA// Bom, meu amor, agora você vai ter que me pagar o favor. Se importa?

Dizendo isso, ela abriu as pernas me oferecendo a buceta dela. Sem esperar um segundo, me joguei nela e comecei a devorar aquela bucetinha apetitosa, molhada e brilhante que se mostrava pra mim. Minha tia pegou minha cabeça com as mãos e me apertou contra ela enquanto eu percorria a vulva dela e penetrava a vagina com minha língua como se não houvesse amanhã. Devo ter feito muito bem, porque eu sentia a excitação dela crescer e ela me apertava com mais força contra a boceta dela. ANDREA// Assim, assim, mete bem a língua até eu gozar.

A paixão fazia com que minha tia se comportasse, como minha mãe diria, "como uma puta" e me provocasse com palavras de baixo calão.

ANDREA// Vai, filho da puta, come bem a minha buceta, adoro como você faz.

Ela mexia os quadris pra cima e pra baixo feito uma louca, e eu tentava chupar o clitóris dela o melhor que podia, mas no estado em que ela estava, era impossível — os movimentos dela eram frenéticos e eu só conseguia lamber a boceta dela com a língua, pegando os fluidos com a boca.

ANDREA// Assim que eu gosto, minha vida, assim que eu gosto, vou gozar.

Finalmente vi ela se apertar contra minha boca e gozar, gemendo como uma maluca.

ANDREA// Deus, foi incrível, te devo uma, pode pedir o que quiser.

Mil ideias passaram pela minha cabeça, mas não era a hora — eu já tinha gozado e preferia esperar uma situação melhor.

JAVIER// Pego sua palavra, você disse que vai fazer o que eu quiser.

Minha tia sorriu e fez um gesto afirmativo com a cabeça.

À noite, enquanto estudava no meu quarto, minha mãe me ligou no celular e pediu uma videochamada. Aceitei e, assim que apareci na tela, ela disse que meu pai tinha saído com os amigos ou com "a puta da amante", e ela estava em casa, entediada, sozinha e muito "tesuda". Só com as palavras dela já imaginei o que ela queria.

LORENA// Oi, amor, você não sabe quanta saudade eu tenho de você.

JAVIER// Sim, sim — de mim ou da minha pica?

LORENA// Hahaha, que malvado, tenho saudade dos dois.

Apesar dos problemas que ela enfrentava com meu pai, ela sempre tinha um sorriso pra mim. Na telinha do celular, ela estava radiante, e naquele instante percebi o quanto ela era gostosa e que, por estar tão longe, sentia muita falta dela. Já não era só sexo — eu adorava foder ela sempre que podia, mas também gostava de aproveitar a companhia dela e das brincadeiras dela.

LORENA// Meu amor, você não sabe quanta vontade eu tenho de voltar pra Las Palmas pra Estar contigo, sinto muita sua falta, espero que você também sinta a minha, embora imagine que sua tia vai fazer de tudo pra não ser tanto.

JAVIER// Bom, ela dá uma força, kkkk.

Minha mãe fez cara feia, talvez esperasse uma resposta mais carinhosa, mas ao ouvir aquilo percebi que havia um certo ciúme nas palavras dela e eu tinha que usar isso a meu favor. Conversei um pouco com ela sobre o que tinha feito naquele dia e finalmente fui direto ao que me interessava. Perguntei se ela estava no quarto dela, ela disse que não, então pedi pra ela ir até o quarto. Ela hesitou por um segundo, mas logo imaginou o que eu queria e disse que ia voando.

Assim que entrou no quarto, fechou a porta e sentou na cama. Em seguida, olhou sorrindo pra câmera do celular e perguntou ansiosa o que eu queria. Eu respondi que ela já sabia muito bem o que eu queria, mas ela se fez de desentendida e perguntou de novo.

JAVIER// Você sabe perfeitamente o que eu quero, me mostra sua roupa íntima, quero saber o que você tá vestindo.

Minha mãe sorriu de forma safada e deixou o celular apoiado na cama enquanto se despia com movimentos lentos e sensuais. Deixou o vestido cair e ficou só de calcinha e sutiã. Sentou na cama, pegou o celular de novo e focou direto no triângulo da calcinha que cobria a buceta dela. A imagem era bem reveladora, a mancha de umidade que se espalhava por todo o tecido mostrava o quanto ela tava excitada.

JAVIER// Afasta a calcinha e me mostra essa buceta, quero ver o quanto você tá molhada.

Ela afastou rapidamente o tecido com os dedos e abriu as pernas, me dando uma visão perfeita da buceta dela aberta e molhada. Pelo celular dava pra ver as gotas de lubrificação escorrendo pela vulva.

JAVIER// Agora se toca, quero que você se masturbe pra mim.

Sem esperar um segundo, ela levou os dedos ao clitóris, afastou as dobras que o cobriam e começou a acariciar com movimentos circulares suaves. O tempo todo ela cuidava pra que eu pudesse ver tudo. Primeiro plano, do jeito que ela fazia.

LORENA// Cê gosta do jeito que eu faço, meu filho?

JAVIER// Siiim, assim que eu gosto, agora me diz o que você faria se eu tivesse aí, fala como se tivesse falando pra um daqueles amigos que você comia quando era nova.

Ao ouvir meu pedido, minha mãe suspirou fundo, não esperava por isso e foi muito excitante pra ela.

LORENA// Ummmm. Cê quer mesmo, minha vida? Vai pensar que sou muito puta.

Não respondi à pergunta dela, sabia que minha proposta tinha deixado ela louca e que ela ia fazer de qualquer jeito.

LORENA// Tomara que você estivesse aqui comigo, adoraria pegar no seu pau com a minha mão, chupar ele e depois engolir inteiro.

JAVIER// Me diz, o que mais você faria?

LORENA// Uffff, tô muito tesuda, minha vida, faria tudo que você pedisse, chuparia seu cu e enfiaria minha língua no seu rabo, tenho certeza que você ia amar do jeito que eu faço.

Minha mãe mexia o dedo rápido no clitóris e os gemidos dela ficavam cada vez mais altos.

JAVIER// Me mostra seus peitos, quero ver como você toca neles.

LORENA// Sim, amor, o que você quiser.

Ela levantou o celular e eu vi que já tinha tirado os peitos do sutiã e beliscava os bicos.

JAVIER// Assim que eu gosto, belisca mais forte.

Na hora, ela pegou um dos bicos e torceu com raiva, soltando um gemido enorme.

LORENA// Meu Deus! Como eu gosto. Me diz o que mais você quer, minha vida.

JAVIER// Continua se tocando e me pede o que você gostaria que eu fizesse, mas me pede por favor.

O peito dela subia e descia sem parar, e ela apertava os peitos desesperada. Cada coisa que eu pedia aumentava a excitação dela, e os gemidos só cresciam. Ela tava no ponto, e eu queria que ela soubesse quem mandava. De agora em diante, ela tinha que aceitar que faria tudo que eu quisesse.

LORENA// Sim, meu amor, eu gostaria que você apertasse meus peitos com suas mãos, que beliscasse forte meus bicos, adoro quando você faz isso.

JAVIER// Assim não, me pede por favor.

LORENA// Sim, céu, torce meus bicos por favor, aperta eles forte, não não tenha medo, eu gosto que você faça isso.

JAVIER // Era assim que você pedia pros caras que te comiam? Faz como se eu fosse um deles.

LORENA // Uffff. Não, meu amor, não consigo.

JAVIER // Como assim não? Prefere que a gente pare?

Ele percebeu a mudança no meu tom de voz e se assustou, sentiu que eu podia desligar e deixar ela no meio, então na hora se tocou e fez o que eu mandava, agindo como eu pedia.

LORENA // Me come logo, seu filho da puta! Pelo amor de Deus, enfia bem fundo.

Quando ela falou isso, percebi que ela se masturbava com mais força, os dedos praticamente judiavam do clitóris dela, agora ela tava revivendo os momentos da vida dela em que mais tinha curtido o sexo.

LORENA // Uffff. Arrebenta meu cu, por favor! Preciso que você me coma o cu, quero sentir seu pau dentro. Enfia de uma vez, sua puta!

No auge da excitação, vi minha mãe olhar assustada pra porta e se cobrir com as mãos, na hora ouvi a voz do meu pai xingando ela e perguntando com quem ela tava falando no telefone. Ela respondeu que não interessava com quem ela falava e que ele saísse do quarto e fosse pra puta que o pariu. Depois ouvi uma batida de porta e minha mãe voltou a falar comigo, toda nervosa. Naquele momento, na minha mente doentia, surgiu uma ideia, eu tinha que testar até onde ela ia obedecer meus desejos.

JAVIER // Ufff, mãe, você não faz ideia do tesão que me deu.

LORENA // Sério, meu filho? Eu também tô muito excitada, mas aquele filho da puta do seu pai nos interrompeu. Quer continuar?

Era a hora de testar ela usando a rivalidade com minha tia.

JAVIER // Sabe o que eu realmente queria?

LORENA // Fala, querido, a gente faz o que você quiser.

JAVIER // Sério? Jura?

LORENA // Claro, meu amor, você sabe que vou fazer o que você mandar.

JAVIER // Bom, nesse caso, o que eu mais queria era ver você dando agora mesmo, ia ficar louco vendo alguém te comer o cu, foi a última coisa que você pediu, então acho que você também quer. Gostaria.
LORENA// Uff. Claro que gostaria, mas agora é impossível.
JAVIER// Impossível nada, chama o pai e dá pra ele naquela cama, assim eu posso ver.
LORENA// Você é louco? Dar pro filho da puta do seu pai? Nem sonhando.

Momento pra manipulação, agora eu tinha que jogar tudo no fogo.

JAVIER// Você me prometeu que faria qualquer coisa que eu pedisse, mas vejo que depois não cumpre sua palavra, de agora em diante já sei que não posso confiar em você.
LORENA// Mas filho, é que você tá me pedindo uma coisa muito pesada, quer que eu transe com o filho da puta que me botou chifre. E ainda na sua frente.

Ela me olhava nervosa pela câmera esperando algum sinal de concordância da minha parte, mas em vez disso eu desviei o olhar e balancei a cabeça.

JAVIER// Vejo que você não entende, se eu pedisse pra tia Andrea ela não hesitaria, ela realmente me ama e me apoia e faria qualquer coisa por mim, mas você, pra uma coisinha que peço já nega.
LORENA// Não fala isso minha vida, pelo amor de Deus, não me fala isso porque sabe que não é verdade.
JAVIER// A gente tava super bem os dois e agora você vem e estraga tudo. Você não sabe o tesão que eu tô, tava quase gozando vendo você se tocar e agora tô com uma dor nos ovos que você não imagina, mas peço pra você fazer algo pra me ajudar a aliviar e você nega. Enfim, vou deixar você, vou ver se a tia é mais boazinha comigo e me ajuda a descarregar.
LORENA// Não pelo amor de Deus, não me abandona filho. Sabe que faria qualquer coisa por você, mas é que é muito difícil fazer o que você pede. Mas se você deseja tanto assim.

Já era! Só faltava o último empurrãozinho.

JAVIER// Olha mãe, encara como sua despedida de solteira. Além disso, assim você pode mostrar pro pai a mulher gostosa que ele tá perdendo.

Minha mãe esboçou um sorrisinho, essa última parte ela tinha gostado, podia provar que transava melhor que a puta com quem ele tinha se envolvido. Pensou um pouco e finalmente aceitou.

LORENA// Tá bom! Vou faço.
JAVIER// Essa é minha mãe, sim senhor.

Agora ri abertamente, olhou fixamente pra câmera do celular e me perguntou como a gente fazia, eu disse pra colocar o telefone em cima da cômoda apontando pra cama e ela se deitou pra ver se tava aparecendo direitinho. Quando tudo tava pronto, falei pra ela espiar no corredor e chamar ele pra vir no quarto dela. O show tava armado.

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