Se você ainda está lendo essa parte, agradeço de todo coração, mas vamos continuar. Eu havia voltado ao meu país com dupla nacionalidade e como mulher, eu, como toda dona de casa, minha nova família – a do meu marido – vinha normalmente todo fim de semana nos visitar, especialmente para ver o pai dele, e adoravam vir comer o que eu preparava, desde um bom mole verde com frango ou porco até minhas costelas BBQ no forno. Diria que era uma relação muito, muito boa até hoje.
Quando o neto de 2 anos dele veio à casa para comemorar o aniversário, fiz hambúrgueres com batatas e o bolo. A verdade é que não esperava que naquele dia, com todos os filhos, netos, netas e noras, ele me pedisse em casamento com anel e tudo, justo um ano e meio depois de nos conhecermos. E eu, logicamente, aceitei. Falamos com o advogado, o juiz para o casamento civil, alugamos um jardim com buffet – eu paguei uma parte, meu marido outra – e quase toda a família dele veio. Lá conheci até primos mais velhos e outros parentes; quase 70 pessoas compareceram para assinar a certidão.
Para mim, a emoção começou desde o momento em que fomos ao Soriana comprar o bolo de casamento, quando minhas noras me acompanharam para comprar o vestido de noiva – vocês sabem, branco, algo elegante, nada vulgar, um corte sereia.
Tudo aconteceu: a assinatura da sociedade matrimonial com meu marido (sim, quando casei com ele há 5 anos, eu tinha 47 e ele 63), a garrafa para o brinde, a comida, cortar o bolo, e o mais bonito: sair do jardim no carro de recém-casados rumo à lua de mel e a noite de núpcias.
Lua de Mel e Primeira Noite de Marido e Mulher
Por mais estranho que pareça: muitas de nós mulheres adoramos foder! E quando digo foder, não me refiro a um miserável e rápido missionário uma vez por mês. Muitas de nós queremos que nosso marido ou namorado, ao chegar em casa, nos esmurrele contra a parede e, sem nos dar tempo para reagir, nos coma.
E o que dizer do sexo oral! A piada mais famosa entre os homens é:
Pergunta: "Em que se Parece uma lagosta à americana, mas é uma boa mamada?
Resposta: Aposto que não fazem isso pra você em casa!
E ainda por cima tiram sarro!
Daqui quero me reivindicar e, comigo, todo o sexo feminino:
Embora meu marido sempre tenha achado que eu tinha nojo: era mentira! Desde a primeira vez que provei o sêmen dele, eu desejava que uma noite ele me deixasse chupá-lo até secar e engolir seus "filhotes".
Meu marido foi educado à moda antiga e acreditava que uma mulher decente nunca poderia curtir chupar um pauzão. Por isso, sempre que eu tentava enfiar meu rosto entre as pernas dele, ele me obrigava a levantar sem deixar que eu metesse o pau dele na minha boca — ele só deixava eu fazer isso pra "acordá-lo".
Se falarmos da minha necessidade real de ter minha buceta chupada, pior ainda!
Juro que nas poucas vezes que meu homem se dignou a descer e comer minha buceta ou lamber meu cu, eu tinha curtido feito uma puta. Mas por mais que eu insinuasse que queria que ele fizesse isso, o cabeça de pica ria achando que era brincadeira. Talvez fosse a idade, ou então que pra me satisfazer ele precisava tomar Viagra.
Como a mulher fogosa e tarada que sou, preciso da minha dose diária de sexo. Desde que mudei de sexo, passei a adorar ser fodida com força, que meu homem use minha bunda à vontade, mas principalmente explorar e abusar do meu corpo com novas experiências.
Porra! Até seis meses atrás, nunca tinham me comido o cu! (só a vagina), nunca tinham me dado um tapa! Nem passava pela minha cabeça que meu marido me obrigasse a ficar nua em público e, pior ainda, sem me consultar, me compartilhasse com outra mulher!
Felizmente, graças a uma conversa com o melhor amigo dele antes do casamento, tudo mudou!
Quando eu estava mais desesperada, tive a ideia de pedir conselho pra ele porque estava seriamente pensando em não me casar. Fernando, assim se chama nosso compadre, quando expliquei que não me sentia desejada pelo Manuel, me perguntou:
— Você ama ele?
— Por... Claro, continuo apaixonada por ele, e se estou te contando é porque preciso que você diga a ele como me sinto – respondi.
Foi aí que aquele mulherengo soltou:
– Sei como resolver seu problema, mas você não vai gostar.
Tão desmoralizada que estava, pegando nas mãos dele, pedi que me dissesse qual era essa solução. Fernando, soltando uma gargalhada, me respondeu:
– Você tem que fazer ele acreditar que na noite de núpcias você é a mascote dele, sua raposinha, sua putinha, que você planeja que ele te deixe grávida (ele não sabe que sou trans).
Depois do casamento, chegamos ao hotel em Acapulco e, para minha surpresa, ao chegar no nosso quarto, fui ao banheiro, troquei de roupa por uma lingerie fio-dental e um sutiã muito sexy de renda, tudo ainda com meu véu, claro, para não sair do personagem.
– O que você quer? Gosta do que vê?
Dessa vez, ele respondeu imediatamente, dizendo:
– Uma mulher que me queira e me respeite.
Ao ouvir isso, soube que meu sonho estava virando realidade e, pegando meu celular, digitei:
– Te quero e te respeito.
Novamente, não demorou para receber sua resposta. Ao ler, senti minha buceta ficar encharcada de tesão.
– Prove – ele dizia.
Já pronta, me olhei no espelho e, satisfeita com o resultado, disse em voz alta:
– Pareço uma puta. Só espero que meu marido me veja assim e me trate como uma vagabunda.
Era o momento decisivo!
Balançando minha bunda como uma gata no cio, fiz minha jogada. "Esse não escapa de mim" e, ajoelhando-me no meio do quarto, rastejei até ele, dizendo o quanto o amava e como estava apaixonada.
Ele me respondeu e, sem dar meu braço a torcer, subi em seus joelhos e comecei a beijá-lo. Fazendo-se de durão, mas sem recusar minhas carícias, ele fechou os olhos.
"SOU trans, MAS HOJE ELE ME COME COMO SE ME ENGRAVIDASSE", exclamei mentalmente.
Me comportando como uma promíscua de strip-tease, esfreguei minha boceta contra a virilha dele. Embora ele continuasse me ignorando, seu pau o traiu (BENDITO VIAGRA), porque, crescendo dentro da calça, deixou claro que ele estava ficando com muito tesão. Esfregando minha xota contra o pau dele, consegui que em... em menos de dois minutos sua ereção estava considerável e decidida a aproveitar a oportunidade, eu abaixei a braguilha e o liberei.
"Que preciosidade", pensei ao vê-lo totalmente duro.
Ainda estava decidindo se me penetrava com ele ou fazia uma boquete quando ouvi meu marido me dizer:
— Com a boca me mostre que você é minha putinha submissa —
Juro que fui a primeira surpresa com a rapidez que meus desejos iam se realizar, e por isso senti minha vulva derreter quando, com gesto autoritário, ele o colocou na minha boca. Nem preciso contar o que fiz.
Aproveitando como a putinha em que me transformei tanta necessidade, abri meus lábios sem reclamar e pouco a pouco fui introduzindo na minha boca. Não dá pra ter ideia de como fiquei excitada ao sentir sua pica gradualmente enchendo minha garganta.
Tentando me concentrar nisso, fechei os olhos para lembrar o que havia sentido. Ele, interpretando mal esse gesto, gritou:
— Abre os olhos, puta! Quero que veja que é seu marido que você está chupando.
Ao ouvir isso, chorei de felicidade e, enquanto duas lágrimas enormes escorriam pelas minhas bochechas, com minha língua comecei a acariciar essa delícia que agora seria só minha. Decidida a fazer esse boquete memorável, introduzi toda sua extensão até o fundo da minha garganta, com tudo e os testículos. FODA-SE!
"Como eu gosto!", disse a mim mesma.
A partir desse momento, minha boca foi meu sexo e, metendo e sacando sua pica de dentro dela, fui ficando cada vez mais excitada. Já estava superexcitada quando, de repente, ele pressionou minha cabeça contra sua virilha, enfiando sua pica sem misericórdia. Quando já achava que nada poderia se comparar, ouvi ele dizer:
— Se masturbe com a mão, sua safada!
Seu insulto me enlouqueceu e, me sentindo sua submissa pela primeira vez, obedeci, separando os lábios da minha vulva e começando a me masturbar. Mal toquei meu clitóris, quase gozei, e por isso, soltando um gemido, torturei esse botão com rapidez sem parar de chupá-lo. A sensação de me sentir usada logo fez... me levou até o orgasmo e soltando um gritinho, gozei no carpete daquele quarto de hotel. Estimulado pelo volume dos meus gritos, meu marido usando minha boca como receptáculo do seu amor, se deixou levar e com sacudidas brutais, explodiu derramando sua semente dentro da minha boca. Ao saborear seu sabor agridoce, fiquei louca e já sem nenhum pudor comecei a aproveitar seu sêmen. Usando minha língua como colher, devorei toda a sua ejaculação sem deixar que nada se perdesse.
Como se uma desconhecida tivesse se apropriado do meu corpo, ordenei seu membro com um frenesi que nem mesmo me envergonhou ouvi-lo dizer ao terminar:
- Gostou, esposinha?
Precisando de pau, fiquei de quatro e soltando um berro, pedi que ele me fodesse. Foi então que o vi se aproximar de mim e, colocando-se atrás de mim, me deu um tapa enquanto com voz dura, me dizia:
- Abre sua bunda com as mãos, sua puta.
Se bem que estava aterrorizada porque nunca ninguém tinha usado minha entrada traseira, não pude me recusar a fazê-lo embora visse suas intenções. Implorando que tivesse cuidado porque minha bunda estava sem lubrificação, separei minhas nádegas. Naquele momento pensei que ele ia rasgar minha bunda sem mais nem menos, mas felizmente, o que senti foi sua língua percorrendo as bordas do meu esfíncter enquanto seus dedos se dedicavam a acariciar meu já mais que excitado clitóris.
- Que delícia - suspirei aliviada ao notar que não ia me comer a bunda de qualquer jeito e já mais tranquila comecei a aproveitar aquela dupla carícia.
Meu marido, vendo minha entrega, untou seus dedos com minha saliva e como se fosse algo habitual nele começou a lubrificar meu ânus com esse líquido viscoso chamado saliva. Ao sentir que um de seus dedos se abria caminho pelo meu esfíncter, fiquei com medo e embora não me atrevesse a me afastar, gritei aterrorizada:
- Por favor! Não faça isso!
- Cala a boca, sua vagabunda - foi sua resposta ao meu pedido.
Assumindo que ele ia me desvirginar quisesse ou não, apoiei minha cabeça no sofá tentando facilitar suas manobras. Satisfeito pela minha... Claudicação se divertiu brincando com a ponta do dedo dentro do meu cu. Se já aquela sensação estava me encantando, vocês não sabem o que foi receber naquele instante outro tapa forte nas minhas nádegas.
- Ahhhh - gritei, mordendo o lábio.
Meu gemido de prazer foi mal interpretado pelo meu marido e, pensando que estava doendo, ele pegou mais lubrificação da minha buceta e, com os dedos encharcados, continuou relaxando minha bunda.
"Deus, como eu gosto", pensei, movendo meus quadris para aproveitar ainda mais aquele momento.
Meu marido, quebrando todos os meus esquemas, me surpreendeu gratamente porque, se comportando como um amante experiente em vez de me sodomizar direto, teve cuidado e continuou me dilatando enquanto, com a outra mão, voltou a me masturbar.
- Não pode ser! - uivei, confusa, ao perceber o quanto estava começando a gostar que minhas duas entradas fossem objeto das suas carícias e, sem conseguir evitar, levei as mãos aos seios e belisquei com força meus mamilos, buscando aumentar ainda mais minha excitação.
Ao notar que Manuel forçava meu ânus com dois dedos, senti que morria e, soltando um uivo, gozei como há anos não gozava. Meu prazer o informou que eu estava pronta e, sem me deixar descansar, ele untou seu pau com meu líquido e, abrindo minhas duas nádegas, levou a cabeça até minha entrada:
- Deseja que seu marido tome o que é dele? - me perguntou, sabendo que estava no comando enquanto brincava com meu esfíncter.
Tão necessitada estava de experimentar pela primeira vez alguém me dando o cu que nem esperei ele terminar de falar e, jogando meu corpo para trás, comecei a me enfiar nele. O medo me fez ir devagar e por isso aproveitei cada centímetro do seu pauzão abrindo caminho pelo meu ânus.
O prazer de me sentir indefesa enquanto meu marido desvirginava minha bunda foi maior que a dor que subia do meu cu.
"Deus, como dói!" exclamei em silêncio.
Quase chorando, aguentei aquele delicioso castigo e, sem reclamar, continuei enfiando o membro dele até que... Senti a base dele contra minha bunda, me enchendo por completo. Tremendo de cima a baixo, mas decidida a buscar perdão pelo meu suposto deslize, pedi que ele me fodesse. O desejo refletido na minha voz o convenceu de que havia alcançado seu objetivo e, aproveitando seu novo poder, com calma, ele foi retirando seu pau de dentro de mim.
Ao fazer isso, senti uma felicidade extrema enquanto o pau dele forçava os músculos do meu cu. Desejando continuar aproveitando esse prazer, e quando ele quase havia terminado de tirar de dentro da minha bunda, com um movimento de seus quadris, ele o enfiou novamente até o fundo. A mistura de dor e prazer me dominou completamente e, desejando que nunca terminasse, fui objeto de sua luxúria enquanto meu marido acelerava o ritmo com que me comia.
"Meu Deus!", pensei, "Não para!"
Sentindo que meu esfíncter estava suficientemente relaxado, Manuel transformou sua cavalgada tranquila em uma galope desenfreado e, querendo ter um ponto de apoio, agarrou meus peitos para não cair.
— Eu adoro! — não tive vergonha de confessar ao sentir o quanto estava gostando.
Ao ouvir meu gemido e enquanto dava outra palmada dolorida, ele respondeu:
— Sua puta!
Longe de me irritar com o insulto, isso me incitou a mostrar a ele o tipo de raposa com quem ele havia se casado, e por isso, implorei que me desse outra palmada. Se ele ficou surpreso com essa confissão, não demonstrou e, sem que eu precisasse pedir novamente, alternando entre minhas duas nádegas, ele foi me dando palmadas altas e doloridas, marcando o ritmo com que me penetrava.
Pode soar estranho e até pervertido, mas esse tratamento rude me levou à beira de um êxtase desconhecido e, sem aviso prévio, comecei a tremer ao sentir os sintomas de um orgasmo brutal. Aproveitando como nunca e enquanto todo meu corpo tremia de prazer, gritando como uma cerva no cio, roguei que continuasse me batendo:
— Não para, por favor! — gritei ao sentir todas minhas células entrarem em colapso pelas sensações que brotavam de dentro do meu cu. Minha entrega total. Foi o estímulo que faltava e, pegando meus mamilos entre seus dedos, ele os beliscou com força enquanto usava minha bunda como uma raquete. Sem conseguir suportar tanto prazer, soltei um grito, gozei e caí desmaiada sobre o carpete.
—Não aguento mais! —guinchei.
Meu marido, decidido a punir minha infidelidade, não quis perder essa oportunidade e forçou meu esfínter ao máximo com selvagens estocadas de sua espada. Reconheço que, mesmo exausta, gostei que ele não me deixasse descansar e continuasse violando sem parar meu âno dolorido. Mais ainda, quando, soltando um grito, ele exigiu que eu colaborasse com seu prazer, senti novos ânimos e, mexendo meus quadris, transformei minha bunda em uma espécie de ordenhadeira. Pressionando meu âno sobre seu pênis, busquei sua ejaculação com um fervor que até a mim me deixou surpresa.
Meu novo entusiasmo provocou em meu marido um orgasmo brutal e, derramando sua semente em meus intestinos, vi ele estremecer de prazer enquanto me chamava de traidora. Convencida de qual era meu papel, continuei ordenhando seu membro até deixá-lo seco. Ao terminar, meu marido tirou seu pênis da minha bunda e, exausto, se deixou cair sobre o sofá.
Sabendo que era o momento de demonstrar minha total submissão, me aconcheguei ao seu lado e, com beijos apaixonados, agradeci tanto por me ter comido quanto por me ter dado tanto prazer. Foi então quando, pela primeira vez, meu marido me tratou como submissa (coisa que eu, só cuidava da casa, ele, como aposentado, só vivia como rei) e, me dando um empurrão, me jogou no chão enquanto me dizia:
—Agora você é minha esposa para sempre e o mais importante. Você é uma vadia, mas quero que seja minha vadia! Se me prometer me dar prazer, comprarei o que você pedir.
Ajoelhada a seus pés e baixando meu olhar, perguntei qual era sua fantasia mais secreta:
—Se me permitir realizá-la, juro que nunca se arrependerá.
Satisfeito com minha resposta, soltando uma gargalhada, ele respondeu:
—Vista sua roupa íntima, vamos para a cama dormir para amanhã ir à praia. Traga-me um uísque. Quero uma taça enquanto observo você me chupar de novo.
Ao ouvir da boca dela qual era meu destino, soube que tinha vencido e, sem conseguir evitar que meu rosto mostrasse minha alegria, levantei-me para cumprir sua ordem. Enquanto servia a taça, com um sorriso nos lábios, pensei em todos os anos que havia perdido e, com uma felicidade transbordante, disse a mim mesma:
"Agora que sou uma mulher, que sou casada, pretendo aproveitar!... e se meu marido não estiver à altura, vou arrumar um macho que esteja".
Ao voltar para o quarto, dormimos abraçados até o dia seguinte, quando iríamos para a praia e eu lhe daria uma surpresa com meus micro-biquínis.
Quando o neto de 2 anos dele veio à casa para comemorar o aniversário, fiz hambúrgueres com batatas e o bolo. A verdade é que não esperava que naquele dia, com todos os filhos, netos, netas e noras, ele me pedisse em casamento com anel e tudo, justo um ano e meio depois de nos conhecermos. E eu, logicamente, aceitei. Falamos com o advogado, o juiz para o casamento civil, alugamos um jardim com buffet – eu paguei uma parte, meu marido outra – e quase toda a família dele veio. Lá conheci até primos mais velhos e outros parentes; quase 70 pessoas compareceram para assinar a certidão.
Para mim, a emoção começou desde o momento em que fomos ao Soriana comprar o bolo de casamento, quando minhas noras me acompanharam para comprar o vestido de noiva – vocês sabem, branco, algo elegante, nada vulgar, um corte sereia.
Tudo aconteceu: a assinatura da sociedade matrimonial com meu marido (sim, quando casei com ele há 5 anos, eu tinha 47 e ele 63), a garrafa para o brinde, a comida, cortar o bolo, e o mais bonito: sair do jardim no carro de recém-casados rumo à lua de mel e a noite de núpcias.
Lua de Mel e Primeira Noite de Marido e Mulher
Por mais estranho que pareça: muitas de nós mulheres adoramos foder! E quando digo foder, não me refiro a um miserável e rápido missionário uma vez por mês. Muitas de nós queremos que nosso marido ou namorado, ao chegar em casa, nos esmurrele contra a parede e, sem nos dar tempo para reagir, nos coma.
E o que dizer do sexo oral! A piada mais famosa entre os homens é:
Pergunta: "Em que se Parece uma lagosta à americana, mas é uma boa mamada?
Resposta: Aposto que não fazem isso pra você em casa!
E ainda por cima tiram sarro!
Daqui quero me reivindicar e, comigo, todo o sexo feminino:
Embora meu marido sempre tenha achado que eu tinha nojo: era mentira! Desde a primeira vez que provei o sêmen dele, eu desejava que uma noite ele me deixasse chupá-lo até secar e engolir seus "filhotes".
Meu marido foi educado à moda antiga e acreditava que uma mulher decente nunca poderia curtir chupar um pauzão. Por isso, sempre que eu tentava enfiar meu rosto entre as pernas dele, ele me obrigava a levantar sem deixar que eu metesse o pau dele na minha boca — ele só deixava eu fazer isso pra "acordá-lo".
Se falarmos da minha necessidade real de ter minha buceta chupada, pior ainda!
Juro que nas poucas vezes que meu homem se dignou a descer e comer minha buceta ou lamber meu cu, eu tinha curtido feito uma puta. Mas por mais que eu insinuasse que queria que ele fizesse isso, o cabeça de pica ria achando que era brincadeira. Talvez fosse a idade, ou então que pra me satisfazer ele precisava tomar Viagra.
Como a mulher fogosa e tarada que sou, preciso da minha dose diária de sexo. Desde que mudei de sexo, passei a adorar ser fodida com força, que meu homem use minha bunda à vontade, mas principalmente explorar e abusar do meu corpo com novas experiências.
Porra! Até seis meses atrás, nunca tinham me comido o cu! (só a vagina), nunca tinham me dado um tapa! Nem passava pela minha cabeça que meu marido me obrigasse a ficar nua em público e, pior ainda, sem me consultar, me compartilhasse com outra mulher!
Felizmente, graças a uma conversa com o melhor amigo dele antes do casamento, tudo mudou!
Quando eu estava mais desesperada, tive a ideia de pedir conselho pra ele porque estava seriamente pensando em não me casar. Fernando, assim se chama nosso compadre, quando expliquei que não me sentia desejada pelo Manuel, me perguntou:
— Você ama ele?
— Por... Claro, continuo apaixonada por ele, e se estou te contando é porque preciso que você diga a ele como me sinto – respondi.
Foi aí que aquele mulherengo soltou:
– Sei como resolver seu problema, mas você não vai gostar.
Tão desmoralizada que estava, pegando nas mãos dele, pedi que me dissesse qual era essa solução. Fernando, soltando uma gargalhada, me respondeu:
– Você tem que fazer ele acreditar que na noite de núpcias você é a mascote dele, sua raposinha, sua putinha, que você planeja que ele te deixe grávida (ele não sabe que sou trans).
Depois do casamento, chegamos ao hotel em Acapulco e, para minha surpresa, ao chegar no nosso quarto, fui ao banheiro, troquei de roupa por uma lingerie fio-dental e um sutiã muito sexy de renda, tudo ainda com meu véu, claro, para não sair do personagem.
– O que você quer? Gosta do que vê?
Dessa vez, ele respondeu imediatamente, dizendo:
– Uma mulher que me queira e me respeite.
Ao ouvir isso, soube que meu sonho estava virando realidade e, pegando meu celular, digitei:
– Te quero e te respeito.
Novamente, não demorou para receber sua resposta. Ao ler, senti minha buceta ficar encharcada de tesão.
– Prove – ele dizia.
Já pronta, me olhei no espelho e, satisfeita com o resultado, disse em voz alta:
– Pareço uma puta. Só espero que meu marido me veja assim e me trate como uma vagabunda.
Era o momento decisivo!
Balançando minha bunda como uma gata no cio, fiz minha jogada. "Esse não escapa de mim" e, ajoelhando-me no meio do quarto, rastejei até ele, dizendo o quanto o amava e como estava apaixonada.
Ele me respondeu e, sem dar meu braço a torcer, subi em seus joelhos e comecei a beijá-lo. Fazendo-se de durão, mas sem recusar minhas carícias, ele fechou os olhos.
"SOU trans, MAS HOJE ELE ME COME COMO SE ME ENGRAVIDASSE", exclamei mentalmente.
Me comportando como uma promíscua de strip-tease, esfreguei minha boceta contra a virilha dele. Embora ele continuasse me ignorando, seu pau o traiu (BENDITO VIAGRA), porque, crescendo dentro da calça, deixou claro que ele estava ficando com muito tesão. Esfregando minha xota contra o pau dele, consegui que em... em menos de dois minutos sua ereção estava considerável e decidida a aproveitar a oportunidade, eu abaixei a braguilha e o liberei.
"Que preciosidade", pensei ao vê-lo totalmente duro.
Ainda estava decidindo se me penetrava com ele ou fazia uma boquete quando ouvi meu marido me dizer:
— Com a boca me mostre que você é minha putinha submissa —
Juro que fui a primeira surpresa com a rapidez que meus desejos iam se realizar, e por isso senti minha vulva derreter quando, com gesto autoritário, ele o colocou na minha boca. Nem preciso contar o que fiz.
Aproveitando como a putinha em que me transformei tanta necessidade, abri meus lábios sem reclamar e pouco a pouco fui introduzindo na minha boca. Não dá pra ter ideia de como fiquei excitada ao sentir sua pica gradualmente enchendo minha garganta.
Tentando me concentrar nisso, fechei os olhos para lembrar o que havia sentido. Ele, interpretando mal esse gesto, gritou:
— Abre os olhos, puta! Quero que veja que é seu marido que você está chupando.
Ao ouvir isso, chorei de felicidade e, enquanto duas lágrimas enormes escorriam pelas minhas bochechas, com minha língua comecei a acariciar essa delícia que agora seria só minha. Decidida a fazer esse boquete memorável, introduzi toda sua extensão até o fundo da minha garganta, com tudo e os testículos. FODA-SE!
"Como eu gosto!", disse a mim mesma.
A partir desse momento, minha boca foi meu sexo e, metendo e sacando sua pica de dentro dela, fui ficando cada vez mais excitada. Já estava superexcitada quando, de repente, ele pressionou minha cabeça contra sua virilha, enfiando sua pica sem misericórdia. Quando já achava que nada poderia se comparar, ouvi ele dizer:
— Se masturbe com a mão, sua safada!
Seu insulto me enlouqueceu e, me sentindo sua submissa pela primeira vez, obedeci, separando os lábios da minha vulva e começando a me masturbar. Mal toquei meu clitóris, quase gozei, e por isso, soltando um gemido, torturei esse botão com rapidez sem parar de chupá-lo. A sensação de me sentir usada logo fez... me levou até o orgasmo e soltando um gritinho, gozei no carpete daquele quarto de hotel. Estimulado pelo volume dos meus gritos, meu marido usando minha boca como receptáculo do seu amor, se deixou levar e com sacudidas brutais, explodiu derramando sua semente dentro da minha boca. Ao saborear seu sabor agridoce, fiquei louca e já sem nenhum pudor comecei a aproveitar seu sêmen. Usando minha língua como colher, devorei toda a sua ejaculação sem deixar que nada se perdesse.
Como se uma desconhecida tivesse se apropriado do meu corpo, ordenei seu membro com um frenesi que nem mesmo me envergonhou ouvi-lo dizer ao terminar:
- Gostou, esposinha?
Precisando de pau, fiquei de quatro e soltando um berro, pedi que ele me fodesse. Foi então que o vi se aproximar de mim e, colocando-se atrás de mim, me deu um tapa enquanto com voz dura, me dizia:
- Abre sua bunda com as mãos, sua puta.
Se bem que estava aterrorizada porque nunca ninguém tinha usado minha entrada traseira, não pude me recusar a fazê-lo embora visse suas intenções. Implorando que tivesse cuidado porque minha bunda estava sem lubrificação, separei minhas nádegas. Naquele momento pensei que ele ia rasgar minha bunda sem mais nem menos, mas felizmente, o que senti foi sua língua percorrendo as bordas do meu esfíncter enquanto seus dedos se dedicavam a acariciar meu já mais que excitado clitóris.
- Que delícia - suspirei aliviada ao notar que não ia me comer a bunda de qualquer jeito e já mais tranquila comecei a aproveitar aquela dupla carícia.
Meu marido, vendo minha entrega, untou seus dedos com minha saliva e como se fosse algo habitual nele começou a lubrificar meu ânus com esse líquido viscoso chamado saliva. Ao sentir que um de seus dedos se abria caminho pelo meu esfíncter, fiquei com medo e embora não me atrevesse a me afastar, gritei aterrorizada:
- Por favor! Não faça isso!
- Cala a boca, sua vagabunda - foi sua resposta ao meu pedido.
Assumindo que ele ia me desvirginar quisesse ou não, apoiei minha cabeça no sofá tentando facilitar suas manobras. Satisfeito pela minha... Claudicação se divertiu brincando com a ponta do dedo dentro do meu cu. Se já aquela sensação estava me encantando, vocês não sabem o que foi receber naquele instante outro tapa forte nas minhas nádegas.
- Ahhhh - gritei, mordendo o lábio.
Meu gemido de prazer foi mal interpretado pelo meu marido e, pensando que estava doendo, ele pegou mais lubrificação da minha buceta e, com os dedos encharcados, continuou relaxando minha bunda.
"Deus, como eu gosto", pensei, movendo meus quadris para aproveitar ainda mais aquele momento.
Meu marido, quebrando todos os meus esquemas, me surpreendeu gratamente porque, se comportando como um amante experiente em vez de me sodomizar direto, teve cuidado e continuou me dilatando enquanto, com a outra mão, voltou a me masturbar.
- Não pode ser! - uivei, confusa, ao perceber o quanto estava começando a gostar que minhas duas entradas fossem objeto das suas carícias e, sem conseguir evitar, levei as mãos aos seios e belisquei com força meus mamilos, buscando aumentar ainda mais minha excitação.
Ao notar que Manuel forçava meu ânus com dois dedos, senti que morria e, soltando um uivo, gozei como há anos não gozava. Meu prazer o informou que eu estava pronta e, sem me deixar descansar, ele untou seu pau com meu líquido e, abrindo minhas duas nádegas, levou a cabeça até minha entrada:
- Deseja que seu marido tome o que é dele? - me perguntou, sabendo que estava no comando enquanto brincava com meu esfíncter.
Tão necessitada estava de experimentar pela primeira vez alguém me dando o cu que nem esperei ele terminar de falar e, jogando meu corpo para trás, comecei a me enfiar nele. O medo me fez ir devagar e por isso aproveitei cada centímetro do seu pauzão abrindo caminho pelo meu ânus.
O prazer de me sentir indefesa enquanto meu marido desvirginava minha bunda foi maior que a dor que subia do meu cu.
"Deus, como dói!" exclamei em silêncio.
Quase chorando, aguentei aquele delicioso castigo e, sem reclamar, continuei enfiando o membro dele até que... Senti a base dele contra minha bunda, me enchendo por completo. Tremendo de cima a baixo, mas decidida a buscar perdão pelo meu suposto deslize, pedi que ele me fodesse. O desejo refletido na minha voz o convenceu de que havia alcançado seu objetivo e, aproveitando seu novo poder, com calma, ele foi retirando seu pau de dentro de mim.
Ao fazer isso, senti uma felicidade extrema enquanto o pau dele forçava os músculos do meu cu. Desejando continuar aproveitando esse prazer, e quando ele quase havia terminado de tirar de dentro da minha bunda, com um movimento de seus quadris, ele o enfiou novamente até o fundo. A mistura de dor e prazer me dominou completamente e, desejando que nunca terminasse, fui objeto de sua luxúria enquanto meu marido acelerava o ritmo com que me comia.
"Meu Deus!", pensei, "Não para!"
Sentindo que meu esfíncter estava suficientemente relaxado, Manuel transformou sua cavalgada tranquila em uma galope desenfreado e, querendo ter um ponto de apoio, agarrou meus peitos para não cair.
— Eu adoro! — não tive vergonha de confessar ao sentir o quanto estava gostando.
Ao ouvir meu gemido e enquanto dava outra palmada dolorida, ele respondeu:
— Sua puta!
Longe de me irritar com o insulto, isso me incitou a mostrar a ele o tipo de raposa com quem ele havia se casado, e por isso, implorei que me desse outra palmada. Se ele ficou surpreso com essa confissão, não demonstrou e, sem que eu precisasse pedir novamente, alternando entre minhas duas nádegas, ele foi me dando palmadas altas e doloridas, marcando o ritmo com que me penetrava.
Pode soar estranho e até pervertido, mas esse tratamento rude me levou à beira de um êxtase desconhecido e, sem aviso prévio, comecei a tremer ao sentir os sintomas de um orgasmo brutal. Aproveitando como nunca e enquanto todo meu corpo tremia de prazer, gritando como uma cerva no cio, roguei que continuasse me batendo:
— Não para, por favor! — gritei ao sentir todas minhas células entrarem em colapso pelas sensações que brotavam de dentro do meu cu. Minha entrega total. Foi o estímulo que faltava e, pegando meus mamilos entre seus dedos, ele os beliscou com força enquanto usava minha bunda como uma raquete. Sem conseguir suportar tanto prazer, soltei um grito, gozei e caí desmaiada sobre o carpete.
—Não aguento mais! —guinchei.
Meu marido, decidido a punir minha infidelidade, não quis perder essa oportunidade e forçou meu esfínter ao máximo com selvagens estocadas de sua espada. Reconheço que, mesmo exausta, gostei que ele não me deixasse descansar e continuasse violando sem parar meu âno dolorido. Mais ainda, quando, soltando um grito, ele exigiu que eu colaborasse com seu prazer, senti novos ânimos e, mexendo meus quadris, transformei minha bunda em uma espécie de ordenhadeira. Pressionando meu âno sobre seu pênis, busquei sua ejaculação com um fervor que até a mim me deixou surpresa.
Meu novo entusiasmo provocou em meu marido um orgasmo brutal e, derramando sua semente em meus intestinos, vi ele estremecer de prazer enquanto me chamava de traidora. Convencida de qual era meu papel, continuei ordenhando seu membro até deixá-lo seco. Ao terminar, meu marido tirou seu pênis da minha bunda e, exausto, se deixou cair sobre o sofá.
Sabendo que era o momento de demonstrar minha total submissão, me aconcheguei ao seu lado e, com beijos apaixonados, agradeci tanto por me ter comido quanto por me ter dado tanto prazer. Foi então quando, pela primeira vez, meu marido me tratou como submissa (coisa que eu, só cuidava da casa, ele, como aposentado, só vivia como rei) e, me dando um empurrão, me jogou no chão enquanto me dizia:
—Agora você é minha esposa para sempre e o mais importante. Você é uma vadia, mas quero que seja minha vadia! Se me prometer me dar prazer, comprarei o que você pedir.
Ajoelhada a seus pés e baixando meu olhar, perguntei qual era sua fantasia mais secreta:
—Se me permitir realizá-la, juro que nunca se arrependerá.
Satisfeito com minha resposta, soltando uma gargalhada, ele respondeu:
—Vista sua roupa íntima, vamos para a cama dormir para amanhã ir à praia. Traga-me um uísque. Quero uma taça enquanto observo você me chupar de novo.
Ao ouvir da boca dela qual era meu destino, soube que tinha vencido e, sem conseguir evitar que meu rosto mostrasse minha alegria, levantei-me para cumprir sua ordem. Enquanto servia a taça, com um sorriso nos lábios, pensei em todos os anos que havia perdido e, com uma felicidade transbordante, disse a mim mesma:
"Agora que sou uma mulher, que sou casada, pretendo aproveitar!... e se meu marido não estiver à altura, vou arrumar um macho que esteja".
Ao voltar para o quarto, dormimos abraçados até o dia seguinte, quando iríamos para a praia e eu lhe daria uma surpresa com meus micro-biquínis.
1 comentários - El dia mas feliz de cualquier Mujer Trans