Antes de começar, recomendo ver os capítulos anteriores dessa série pra entender melhor o contexto, os capítulos estão no meu perfil! Lembra de votar positivamente se gostou do capítulo. ------ Era uma noite de sábado, umas 23h, a gente tinha um evento pra ir com a minha mãe. Era formal, então botei um sapato e um terno preto, igual a camisa. Minha mãe, por outro lado, escolheu um vestido meio transparente, branco, meio curto, que ia até abaixo das coxas marcando bem a bunda, com um decote meio provocante e umas botas altas que iam até os joelhos, dava pra ver por baixo o conjunto preto meio fino. Quando terminamos de nos arrumar, fomos pro tal evento. Era do trabalho dela, os chefes dela tavam celebrando um aniversário e ela tava convidada, eu só fui por ser filho. Ela me avisou pra não fazer nenhuma merda, porque essa noite não podia ser arruinada, mas os dois sabíamos que meus desejos eram ordens e ela não podia negar, só prometi que ninguém ia ficar sabendo. A gente jantou normal, bebeu bastante (ela principalmente), o que deu abertura pra ela perder a timidez e fazer o que eu quisesse. Depois da meia-noite, as luzes principais se apagaram, virou uma festa, então o povo se juntou no centro pra dançar. A gente era dos poucos que tava sentado numa mesa meio afastada, que tinha uma toalha branca bem comprida, quase no chão. - Para de beber - Acendi um cigarro enquanto olhava pra ela. - Por quê? - Respondeu enquanto passava a mão na minha perna. - Porque quero que você desça e me chupe, putinha. - Amor, aqui não dá... - Falei que quero que me chupe, putinha, e depois a gente vai pro banheiro, então faz isso antes que eu faça um escândalo. Ela olhou ao redor por uns segundos, fingiu derrubar a bolsa e se meteu debaixo da mesa. Eu já tinha tirado ela pra fora, mas quando senti o hálito quente dela e as mãos segurando meu pau com firmeza, fiquei duro na hora. Senti entrando devagar na boca dela e chupando bem devagar, como se a gente tivesse em casa. —Ei, garoto, viu sua mãe? —Era o chefe. —Não, não vi. A-acho que vi ela saindo —Ele começou a passar a língua em volta da ponta enquanto acariciava minhas bolas, o que me fez tremer. O chefe foi embora, então puxei ela pelo cabelo pra tirar da boca, dava pra ver que já tava excitada. —Vamos pro banheiro, putinha, você tá muito safada. Ela sorriu pra mim, piscou o olho e fomos juntos pro banheiro. Não era separado por gênero, então não era estranho duas pessoas de gêneros diferentes entrarem. A gente garantiu que não tinha ninguém. Tinha várias cabines, entramos na última e, quando tranquei a porta, peguei ela pelo pescoço e apertei contra a porta. —Gostou de me provocar, puta suja? —Dei um tapa nela com a outra mão. —Ahh! Sim, amor, adorei! Amei! —Dei outro tapa. —Me bate, amor! Adoro! Coloquei ela de joelhos enquanto me sentava no vaso, tirei a pica e mandei ela chupar. Aos poucos, ela foi ficando da cor do batom dela. Ela tinha levantado o vestido até a cintura, então eu tinha uma visão perfeita da bunda enorme dela de quatro enquanto chupava. —E a Verônica, uff, com esse vestido curto —Voz 1. —Uff, essa puta adora provocar, ouvi dizer que vários já comeram ela ao mesmo tempo —Voz 2. Um grupo de colegas de trabalho tinha entrado no banheiro. Eu tinha que me vingar pelo que ela tinha feito um tempo atrás. Tirei a pica da boca dela e espremi ela contra a porta da cabine, apontando a bunda dela na minha direção. Separei as nádegas dela e comecei a chupar, enfiando a língua enquanto dedava a buceta dela. Ela tapou a boca, mas era impossível não fazer barulho. —MMM! —Ela tapou a boca. —E isso? —Voz 2. —Não deve ser nada, é a música lá fora. Ouvi o grupo indo embora, então minha mãe destapou a boca e virou a cabeça pra me olhar. —Filho da puta, quase nos pegam!~ —Quem tem a mãe mais puta de todas! —Peguei ela pelo cintura e enfiei dentro da buceta dela. Tava toda molhada, apertando meu pau como se não quisesse soltar. — Toma, piranha! — Dei um tapa forte na bunda dela que ecoou no banheiro inteiro e comecei a meter forte, sem me importar se alguém entrasse. — Me dá pau, amo! Nesse ponto, os dois tavam muito no fogo. Testamos várias posições: em cima de mim no vaso, de costas pra ela ver a bunda quicando, de quatro, até com intervalos longos onde eu enfiava o pau na garganta dela por vários minutos. Mas queria ir além. Tirei o vestido dela e puxei pelos cabelos, arrastando pra fora do box e trancando a porta. — O que cê tá fazendo?! Se alguém entrar, tô morta, abre a porta! Dei uma risada. — Não vai sair de graça, piranha. Seria uma pena seu vestido ficar todo arruinado — respondi sarcástico. — Não, por favor, amo! Pede o que quiser, eu faço! Soou convincente pra mim, então saí e, com um tapa, joguei ela contra a pia, passei o vestido na frente do pescoço dela e usei como coleira enquanto encostava meu pau na bunda apertada dela, já dilatada pelas longas sessões de sexo que tínhamos toda semana. — Pega minha bunda, amo, arrebenta e enche, mas por favor não estraga o ves... AHHH! Enfiei até o fundo de uma vez, bruto, batendo minhas bolas na buceta dela. Vi uma lágrima escorrer pela bochecha, mas a excitação dela era maior que a dor, então ela só abriu mais as pernas e empurrou a bunda pra trás pra eu ficar mais confortável. — Não vou estragar seu vestido, mas em troca você vai fazer duas coisas essa noite — metia devagar na bunda dela enquanto falava no ouvido. — Pede, amo, o que quiser — respondeu entre gemidos. — A primeira é que você vai ficar com a bunda escorrendo porra o resto da noite, e a segunda é que você vai se deixar humilhar por uma pessoa aleatória que eu escolher nesse lugar todo. — M-Mas é demais... Peguei meu celular e coloquei na cara dela, abri os vídeos de sexo que tinha gravado até agora. De Mirko até a orgia no hotel. —Isso vai chegar pro seu chefe em questão de segundos se você decidir não aceitar. É isso que você quer, sua puta? —Não, meu amo, mas do que se trata essa humilhação? —Se humilhar significa que você vai fazer o que ele pedir e deixar isso claro desde o início. Você vai dizer que fantasia com ele fazendo o que quiser com você e te usando do jeito que bem entender. —T-tá bem, meu amo, o que você mandar, só não para de me foder~ Meus movimentos ficaram mais brutos e duros até que eu a enfiei no fundo do cu dela enquanto enchia ele de porra. O banheiro, que tinha inundado com o som das batidas constantes, tinha diminuído, e só se ouvia os suspiros ofegantes dela. Ela saiu do banheiro com a buceta escorrendo porra, a noite continuou normalmente, pelo menos pra mim. Ela tava com o cu dolorido e, por causa das palmadas que tinha levado de mim, as bochechas dela estavam meio vermelhas. Eram 5h da manhã quando o evento tava acabando, alguns convidados começaram a ir embora, e eu ia tirar a vontade de ver outro comendo ela. Ela não sabia, mas era tipo uma "despedida". O boato de que ela era uma puta tava começando a se espalhar, e a gente tinha que ser discreto por um tempo, então seria a última vez que eu ia emprestar ela antes de dar uma pausa onde só eu ia usar ela. Na parte de trás do salão, tava um dos gerentes da empresa onde ela trabalhava. Vale dizer que o pátio era lindo, tinha bar aberto, uma semi-arborizada com piscina e várias espreguiçadeiras com vista. As cortinas estavam sendo fechadas, então não dava mais pra ver o pátio. Com um olhar, minha mãe entendeu o que eu queria, e não recusou. Ela tinha material, porque Germán era um homem que parecia disciplinado, tinha um corpo bom, era alto, dava pra ver que malhava direto, e já tinha dado em cima da minha mãe mais de uma vez. A gente foi pro estacionamento (que ficava a só alguns metros do pátio) e esperou todos os carros irem embora. —Tô sexy? —Tá com uma cara de puta gostosa como sempre. mas te faltam uns detalhes -Levantei um pouco mais o vestido dela, fazendo com que, com sorte, chegasse na parte de baixo da bunda dela, baguncei um pouco o cabelo dela e pintei os lábios dela de um vermelho intenso- Agora sim, vai e faz o teu, usa o teu charme. -Tá bem, chefe -Ela sorriu gostoso e se virou, indo na direção dele. Troquei de lugar, me escondi num arbusto perto e peguei meu celular pra gravar e poder ver e ouvir tudo direitinho. Ela se aproximou tímida e cumprimentou ele com dois beijos. Ele, sem disfarçar, não conseguia parar de olhar o corpo dela. Minha mãe sabia que era a hora, então depois de trocar umas palavras, ela se ajoelhou. -Germán, tô muito tesuda -Ela mordeu o lábio- Por favor, me come, me usa do teu jeito, faz aqui, me enche de porra e me deixa largada como se eu fosse teu depósito de porra. -Porra, Verônica, como você me deixou -Ele levantou a camisa, mostrando o volume já duro- Vou te comer como nunca te comeram, foxy. -Sim, me usa! Me come como nunca me comeram! -Ela tirou a rola da calça do Germán e ficou surpresa. Eu também, um pouco. Era gigante. Minha mãe só sorriu e enfiou na boca com um pouco de dificuldade. Germán juntou o cabelo dela num rabo de cavalo e guiava os movimentos, pegava a boca dela do jeito que queria. -Porra, puta! Desse jeito você vai arrancar minha cabeça da rola! -Não vejo a hora de ter ela dentro, tua rola é deliciosa~ -Vem cá, puta -Ele pegou ela pelo cabelo, colocou contra o balcão e levantou o vestido dela. Tirou a calcinha dela, mas quando se abaixou pra chupar, notou que a bunda dela ainda tava escorrendo porra- Mas o que é isso? Você tá escorrendo! -Eu sei, é que não me segurei~ -Já não basta te comer, antes vou te castigar. Vou fazer umas perguntas primeiro, e cada uma vai ser um tapa. Ele pegou ela pelo pescoço de forma brusca, fazendo até eu me assustar, virou ela sentando no balcão com as pernas abertas e ficou na frente dela. -Você é uma puta sem valor? -Sim! Eu sou -Ela levou um tapa. -Quer ela no teu cu sujo e cheio de porra? -Sim! Quero que você me arrebente toda com teu pauzão! - Levou outro tapa, ao qual respondeu com uma risada debochada. - Do que você tá rindo, puta? - Você bate que nem um imbecil. - Minha mãe cuspiu no rosto do Germán, o que despertou o lado mais animal dele. - Agora sim você vai ter o que merece, vagabunda barata! - Germán deu quatro tapas nela com a mão aberta, de um lado e do outro, e depois enfiou o pau no cu dela. - AIHHHH! Os gritos eram uma mistura de dor e tesão, Germán tava moendo ela, e em mais de uma vez minha mãe pedia piedade, mas era ignorada por alguém que já tava decidido a possuir ela. - T-tá doendo meu cu! - Cala a boca, puta! - As súplicas pareciam motivar ele ainda mais, os movimentos ficavam cada vez mais brutos. Nem eu comia ela daquele jeito, o cu dela tava vermelho de tanta palmada, as bochechas num tom avermelhado, mas parecia que não era suficiente. - Toma! - outro tapa - Por foxy! - outro - Por suja! - outro - Por puta! - Os estalos ecoavam longe - Uff! Vou gozar!! - Goza dentro! Amo sentir o leite! AIHH!!! Germán começou a se esvaziar no fundo do cu da minha mãe. O ambiente ficou em silêncio, só os suspiros cansados dos dois. Uns segundos depois, ele tirou o pau e se acomodou de novo como se nada tivesse acontecido. Germán colocou a mão no queixo da minha mãe, apertando as bochechas dela, e cuspiu no rosto dela. - Pelo serviço - soltou ela, empurrando a cabeça de leve, e foi embora. Minha mãe desmaiou de cansaço, eu me aproximei e filmei ela em close. Ela tava no chão, depois da provável foda mais selvagem até agora, com o cu escorrendo porra, vários orgasmos acumulados e horas exaustivas de sexo. - Bom trabalho - Eu me masturbava sem parar de gravar ela, porque tinha ficado excitado. - Ele me destruiu - Ela disse como conseguiu, enquanto suspirava de prazer. Eu me ajoelhei, colocando o pau do lado do rosto dela. - Abre bem, putinha, pega o prêmio. Ela obedeceu, colocando a língua pra fora com as últimas forças, gozei dentro da boca dela e depois fui pro carro, pouco depois. apareceu pelada, já que o Germán tinha levado o vestido dela e a gente foi pra casa.
1 comentários - Minha mãe virou minha puta - Cap. 5: Evento de trabalho