flor humilhando o cuck

Assim que a história da Flor continua.
Espero que vocês curtam muito.
Muito bom fim de semana pra todo mundo.










Um ano era tempo demais pra ver um preto arrombando a bunda do meu amado, mas eu só podia esperar por aquele momento. No escritório, as coisas continuavam na mesma, nenhum dos caras tinha coragem de fazer mais do que flertar comigo, e assim, à noite, quando a gente trepava, eu fantasiava sobre um deles me comendo pelas costas dele.


Amor, pra isso eu teria que ir vestida de outro jeito, mais confortável, com uma saia rodada, porque com legging demora muito, bebê. Você me deixa ir do jeito que eu quiser?


Fer seguro que vai com uma que mostre bem a sua bunda, não é mesmo? Você, sério, quer comer todo mundo, meu bem, ou tem algum em especial que te excita?


Você quer que eu te diga quem me excita, amor, ufff, não sei, amor, acho que todos eles têm maior que o seu, amor


Fer, imagina se te fizessem o mesmo que o Alberto te fez nas serras, céu, isso te daria tesão?




Que me usem como uma puta todos juntos, e aí, arquivar minha vida? Ah sim, meu céu, mas sem você saber e sem você perceber.


Fer, se esse é o seu capricho, então começa a ser bem vadia e a gente vê no que dá, amor. Você sabe que eu só quero te fazer feliz, minha vida.




E depois como eu paro eles? Vão querer me comer o tempo todo, bebê, e a verdade é que isso me dá medo.


Fala sério, não sou bobinha. Eles não vão querer que eu saiba, então só vou dar um perdido quando você quiser.


Não, minha vida, assim não quero. Eu trabalho lá todo dia e, sinceramente, por mais que me excite ser a putinha deles, não quero ser sempre. Depois vai acontecer igual com seu pai, vou virar escrava deles.


Fer, seria uma escrava deles, mas só quando você quisesse, porque isso seria sem eu saber. E nunca te deixaria sozinha, a menos que você me pedisse, bebê.


Bom, se é assim, então vamos experimentar.


Ficou tão excitada que a gente trepou igual cachorro no cio e depois, claro, terminou como sempre, eu arrebentando a bunda do meu marido. Isso já era normal na nossa relação. Foi aí que comecei a ir mais ousada pro escritório e, claro, os caras perceberam, mas ninguém tinha coragem de fazer nada. Uma tarde, ao sair do trabalho, sugeri pro meu marido irmos num barzinho, coisa que a gente fazia direto, mas nunca assim vestida. Na hora a gente percebeu o espanto do garçom ao me ver daquele jeito, mesmo ele já nos conhecendo.


Amor, viu como o garçom me olhou? Ele me comeu com os olhos, céu.


Fez você ficar com tesão, bebê.


Já quero sentar nesse pau, meu anjo.


Fer, pega logo essa porra, bebê, já que com os caras do escritório tu não dá.


O garçom trouxe as bebidas que a gente pediu, o bar tava cheio de gente e, mesmo sabendo muito bem onde ficavam os banheiros, perguntei pra ele onde era o banheiro.


Mozo, sim claro, lá no fundo à direita.


Acordei bem putinha e fui andando assim até os banheiros, rebolando a bunda. Passei bem perto de uma mesa, um dos caras que tava lá levantou e me seguiu. Cheguei nas portas e parei, o cara me pegou pela cintura e falou


Tipo, aqui tá o que você procura


E aí ele me meteu no banheiro dos homens. Assim que entrei, ele me abraçou e as mãos dele levantaram minha saia, isso me deixou com muito tesão. Um completo estranho estava tomando conta de mim, e meu marido sentado na mesa sem saber. Minhas mãos procuraram o pau dele na hora, sem dizer uma palavra já estava ajoelhada na frente dele chupando a rola. Em um minuto ele me levantou, me encostou na pia, puxou minha calcinha fio dental e cravou o pau dele com fúria na minha pussy. Não consegui evitar gemer.


Tipo, cala a boca, vadia, que o corno que tá contigo vai vir até aqui.


É meu maridooo aiii aiii que delícia me comer mais mais me dá maiss


Tipo, vou te arrebentar a buceta, puta, que fome que tu tem.


Tirei da minha buceta e cumpriu o que prometeu, o pau dele entrava e saía do meu cu a mil por segundo, me deixava louca de prazer e de dor. Gozou rápido, tirou minha calcinha fio dental, lavou o pau e foi embora. Lá estava eu, tremendo da foda que levei. Como pude, lavei minha buceta e o cu e saí do banheiro. Na porta estava o garçom.


Cara, comigo você vai se divertir muito mais, eu cuido do corno.


Ela me pegou pelo braço e me levou até outra porta, lá tinha um colchão, me jogou nele e veio pra cima de mim, não tive tempo de reagir, sem perceber já tava me comendo igual um bruto sem falar uma palavra, eu tava gozando que nem uma gostosa, mais pelo tesão do que o corno tava me esperando na mesa sem saber que a esposa dele tava sendo comida por dois estranhos de todo jeito.


Arrebenta minha buceta, arrebenta minha buceta pra fazer os chifres do otário crescerem até o céuuuuu


Me quebrou de verdade, me deu tão forte que mal conseguia andar pra sair de lá, nem percebi que minhas pernas estavam escorrendo da porra desses dois safados. Assim que cheguei na mesa, mal consegui sentar, de ladinho, claro.


Fer, que que foi, amor? Não me diga que já comeu o garçom.


Não só ele, não, meu corno. Também um cliente daqui. Não vira, não. É um loirinho que agora tá com um moreno tomando uma cerveja. Tu não sabe a vontade que eu tô de comer os dois.


Fer, mas se você já comeu ela, será que a rola dela é tão boa assim?


A verdade? A melhor foi a do garçom, esse sim me matou, meu bem. Melhor a gente ir, porque se ficar, vou foder vocês dois e não sei como vou voltar andando, acho que não chego nem no carro.


Fer, sem problema, eu espero você se recuperar, céu. Ainda não comemos nada, amor.


Você quem procurou, então é melhor não falar nada.


Me levantei de novo e, quando ia pro banheiro, pisquei o olho pro moreno. Na hora, os dois me seguiram e, no banheiro masculino, me comeram de novo entre os dois. Não tiveram pena nenhuma de mim, zoaram meu marido e não paravam de me chamar de puta que eu sou. O moreno era o mais obcecado, além de ser o mais pirocudo. Cada pirocada dele era um delírio de dor que me fazia gozar igual uma gostosa. No fim, cansaram de me foder — ou será que não tinham mais tempo pra isso? Fiquei lá, toda desarrumada, com o rímel e o batom borrados. Me arrumei como deu e voltei pra mesa com meu marido, que já tinha pedido alguma coisa pra comer. O mesmo garçom que tinha me comido trouxe o pedido. Mais tarado, impossível.


Fer love, você tem que me contar tudo o que rolou naquele banheiro quando a gente chegar em casa.


Ah não, bebê, hoje não, melhor amanhã, tô acabada agora, meu bem.


Adorei a ideia de deixar o corno com vontade, chegamos em casa e fomos deitar, o promíscuo tava morrendo de curiosidade pra saber o que tinha rolado e como eu só queria dormir, não deixei ele nem chupar minha buceta toda lambuzada de porra, ele mesmo bateu uma punheta enquanto eu tentava pegar no sono e até adivinhei pelos movimentos dele como ele enfiava os dedos no próprio cu, já queria ver um macho partindo ele ao meio.

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