Olá, gatas, aqui vai a continuação dos pedreiros e eu, mas se não comentarem, não vou postar mais histórias. Eles se juntaram ao meu redor e me puxaram pelo cabelo, de um jeito bem bruto, me machucavam puxando, me empurravam contra os paus deles fazendo eu engolir até a garganta, o que me engasgava e dava vontade de vomitar, mas aguentei. Me fizeram chorar, me senti usada, e comecei a ficar irritada porque estavam me tratando de forma muito agressiva. Mal terminava de chupar um e outro já me puxava pelo cabelo pra me engasgar com o pau dele que entrava até o fundo da minha garganta, deixando meus lábios vermelhos colados na base do pau. Assim ficaram brigando pra enfiar os paus na minha boca por uns 15 minutos. Me vi no espelho e a máscara de cílios estava escorrendo com as lágrimas de engasgo. Um deles me levantou puxando meu cabelo e me deu um tapa não muito forte, mas deixou minha bochecha ardendo. Senti que foi só pra me castigar, porque eu tinha pedido pra eles me causarem muita dor, então ele me jogou na cama.
—Você é bem gostosa, mamacita! Tem uma bunda bem gostosa! Empina pra eu meter no seu cu! —Eu obedeci pra ele não me bater de novo. Me excitou muito me sentir submissa. Miguel falou pra um dos peões dele: "Mano, vai buscar umas camisinhas na caminhonete, tão no porta-luvas". Quando ouvi isso, enquanto tava empinada na cama, virei com minha cara de puta e falei: "Quero sem camisinha, enche minha buceta e goza dentro, por favor". Miguel, surpreso, disse: "Tem certeza que quer que a gente meta sem camisinha e encha você?" "Sim, por favor." "Beleza, rapaziada. A puta já falou, é pra gozar dentro dela." Me inclinei, esticando os braços e deixando os peitos colados no colchão, curvando minhas costas pra baixo, deixando minha bunda linda e macia em formato de coração bem empinada. Meu cuzinho rosa e lubrificado tava sendo entregue pra aquele pedreiro sujo me empurrar com força. Senti muito medo porque ele tinha a rola mais comprida e grossa de todos, bem mais grossa que o plug anal. Senti como ele, com as mãos calejadas e sujas, abriu minhas nádegas e colocou a ponta da rola no meu cu. Me segurou bem forte pela cintura. "Quer que eu meta tudo de uma vez?" "Sim, adoro sentir meterem com força. Me fodam, mesmo que doa muito." "Já mete a rola toda nela." "É, já mete, dá pra ver que a mina é bem puta." —Falaram os outros pedreiros, ansiosos pra ver como iam arrebentar meu cu. "Sim, me fode! Me fode!" —Eu implorava pra ele arrebentar meu cu, esfregando minha bunda empinada nele. O pedreiro me deu um puxão forte contra o corpo dele ao mesmo tempo que empurrou a rola, me empurrando com tudo. Senti meu cu se abrir de forma rasgada, causando uma queimação violenta e uma pontada horrível no meu cu. Aquela rola abriu caminho dentro de mim brutalmente, senti ela bater no fundo, deixando uma queimação insuportável pelo caminho.
—Aaajjj! Aaajjj! Aaajjj! —Gritei bem alto, tenho certeza que deu pra ouvir lá na rua. Meu cu tava ardendo, foi uma sensação dolorosa pra caralho, como se tivesse fogo dentro de mim. Desabei num choro que não deixava eu falar, tava cheia de sentimento e, contraditoriamente, saber que tava tão machucada me deu um prazer que superava de longe a dor. Aquela sensação de estar sendo violada e ferida com tanta força me causou um prazer delicioso, digno de uma masoquista. —Tá doendo muito, novinha? —Ele me perguntou com tesão, enquanto esfregava o pau dele até o fundo, como se quisesse ir mais pra dentro, com estocadas lentas, mas bem brutas, enquanto me segurava pelo pescoço e pela cintura.

—Sim, tá doendo! —falei com meu choro cortado, fazendo sinal com a mão pra ele continuar—. Não para! Continua! O pedreiro tirou o pau inteiro, pra enfiar de novo com muita violência, até o fundo do meu cu. Senti meu cu se abrir de repente, causando um ardor forte e a pontada ficou mais dolorida, porque minha buceta tava sendo penetrada brutalmente. Dava pra ouvir o som do impacto do corpo dele contra minha bunda. —Aaajjj! Aaajjj! —Eu tava sofrendo pra caralho, mas o prazer pela dor era uma delícia. Tava vermelha de tanta dor que sentia, dava pra ver meu rosto com a maquiagem escorrendo pelo choro, minha cara branca toda vermelha de dor e prazer, minha boca aberta de onde saíam gritos e gemidos.

O homem continuou tirando o pau inteiro e enfiando fundo e violentamente. Meu cu tava sendo forçado a receber aquele pau que entrava empurrando, rasgando meu cu a cada estocada que ele dava. Assim se passaram uns 5 minutos de tormento. Aos poucos, a dor foi indo embora, dando lugar ao prazer absoluto. —Aaai! Que gostoso! Me come! Mais rápido! Mais forte! —Eu tava gozando pra caralho—. Aaajjj! Aaajjj! Ai que gostoso! Aaai! Aaajjj! Sentia um calor delicioso no meu cu, já era uma necessidade sentir o pau dele entrando até o fundo e saindo de dentro de mim, cada vez que ele tirava, eu queria muito que enfiasse de novo. Enquanto os outros tão se masturbando, preparando o pinto pra me foder —Aaajjj! Que pau gostoso você tem! Aaai! Me machucou! Aaajjj! —O pedreiro me machucava quando batia dentro do meu cu com a ponta do pau dele. —Mas você gosta, sua puta, dá pra ver que você adora quando eu meto bem forte. —Eu apertava o pau dele com meu esfíncter anal, como se tivesse mordendo com o cu. —Me come mais forte! Aaai! Que gostoso! Assim, mais rápido! É tão gostoso! Ai que gostoso! Tá ardendo gostoso pra caralho! Me fode! Me fode! —Eu jogava minha bunda contra o pedreiro, queria que ele enfiasse mais fundo, sentia delicioso. Queria que ele me partisse ao meio.

Dito isso, o pedreiro me segurou pela cintura com muita força e me puxou contra o pau dele violentamente, começou uma penetração frenética. Sentia minha bunda dolorida e cansada, dava pra ouvir o som do impacto dos nossos corpos se batendo pele com pele. Ele puxava meu cabelo pra trás e doía, então eu jogava minha bunda contra o pau dele pra amenizar a dor. Continuou me penetrando analmente uns 15 minutos até que eu ouvi os gemidos do pedreiro gozando, uns jatos de porra quente estavam me enchendo por dentro, fiquei muito excitada, porque aquele homem tinha acabado de gozar dentro de mim, me fazendo de putinha dele. Aí ele tirou o pau do meu cu e eu senti a porra escorrendo do meu rabo e se espalhando nos lençóis. —Caralho, o cu dela ficou aberto! Dá pra ver dentro da bunda dela! Porra, você abriu o cu dela! —Falaram os outros pedreiros, vendo meu cu dilatado. —É, essa mina é muito gostosa, é uma delícia meter o pau nela. A bunda dela é bem quente por dentro, aperta gostoso pra caralho e é bem limpinha, dá pra ver que já comeram ela por trás. Aí eu enfiei os dedos no meu cu e senti que tava totalmente aberto, perdi a força no esfíncter anal e ficou dilatado pronto pra receber mais paus, quando olhei meus dedos molhados de porra vi que também tinha sangue e isso me excitou pra caralho porque foi o resultado de uma penetração anal violenta, que me fez sentir muita dor e ser dominada por aquele homem. Os outros 4 pedreiros continuaram se revezando pra me penetrar analmente até gozarem todos dentro de mim. Enquanto esperavam a vez deles pra me comer, eles apalpavam meus peitos e me entupiam a boca com os paus deles. A gente fez isso por umas uma hora. Peguei a garrafa de vodka e dei um gole bem grande, que me deixou acabada, e minha entrega pra esses caras ficou ainda maior. —Eu queria que vocês me penetrassem no cu e na buceta ao mesmo tempo, nunca fiz isso. —Sugeri meio bêbada e com tesão, com minha voz de uma pirralha ninfomaníaca. —A gente te come do jeito que você quiser, mamacita. Quem diria que você era tão puta, pelo visto você adora uma pica, né? —Sim, adoro ser comida, é uma delícia. Quero que continuem me comendo bem forte. —Essa menina deixa minha pica bem dura. A minha já ficou dura de novo também. A minha também, já tá bem dura de novo, porra. —Eles comentavam surpresos entre si. Eu sabia que o viagra tava fazendo efeito e que, por causa disso, iam continuar me aproveitando muito. Então um deles se deitou na cama de barriga pra cima com a pica bem grossa, ereta, descoberta e babada de porra. Montei naquele homem, coloquei a ponta da pica deliciosa e suculenta dele na minha buceta e, simplesmente, me deixei cair, me enfiando naquele membro viril cheio de veias. Eu não tinha forças nas pernas, a pica dele abriu caminho dentro de mim, pelas minhas paredes vaginais, sentia meu corpo se completar, era como se minha buceta tivesse esperado há muito tempo uma pica grossa e comprida que a enchesse. O pedreiro me segurou pelas nádegas e me levava pra cima e pra baixo, me comendo do jeito que ele queria, colocou as mãos nos meus peitos, esfregava e beliscava meus mamilos, me excitava muito, eu tava com os mamilos bem duros e ele me castigava beliscando bem forte e puxando eles, quando de repente senti outro homem atrás de mim, que se colou nas minhas costas e me inclinou, senti ele colocar a pica grossa na entrada do meu cu e ir enfiando até o fundo, naquele momento já tinha duas picas dentro de mim, era uma delícia sentir uma pica na buceta e outra no cu, dava pra sentir essas duas picas entrando até o fundo, batendo bem forte lá dentro. Cada pica ia no seu ritmo, minha barriga tava muito quente, sentia contrações no abdômen o tempo todo, meus peitos estavam muito sensíveis e excitados porque o pedreiro que tava atrás de mim me penetrando analmente, me abraçava e acariciava os peitos enquanto lambia minha pescoço.
—Ai que gostoso! Aaaai! Aai! Isso! Aaaai! Aai, que gostoso! Isso! Me comam gostoso! Mais forte! Mais! Mais! Não parem! Aai, que gostoso! —Eu estava me sentindo muito amada e aproveitada por aqueles homens. De repente, um sentimento de vulnerabilidade me invadiu e arrepiou minha pele. Eu não tinha força nas pernas, sentia elas dormentes, um calor na minha buceta estava me avisando que vinha um orgasmo que seria forte, já que eu estava experimentando uma dupla penetração. —Aaaai! Aaaai! Vou gozar! Aai que gostoso! Que gostoso! Aaaai! —Meus pezinhos rosados endureceram mais e se alongaram como montanhas. Meus homens começaram a trabalhar mais forte pra mim, senti que eu era deles e eles meus, todo o tesão que eu tinha causado neles valeu a pena. Toda a dor que senti estava sendo compensada com prazer, de repente senti um calor gostoso no meu ventre, estava tendo um orgasmo tremendo; fiquei exausta. —Aaaai! Aaaai! Aaaai! Aaaai! Ai que gostoso! Aaaai! —O homem que estava debaixo de mim me penetrando na buceta, acariciava meus peitos e beliscava os biquinhos. E o pedreiro que estava atrás de mim me penetrando no cu me abraçava e enfiava a língua no meu ouvido. Eu estava no clímax, enquanto eles continuavam me comendo bem forte até que senti como começaram a jorrar jatos de porra quente na minha buceta e no cu, foi uma delícia. Quando tiraram os paus de dentro de mim, senti como se faltasse algo, como se tivessem tirado um doce de mim. Eu precisava que outros paus me comessem, queria sentir aqueles jatos de porra dentro de novo. Minha ninfomania pedia mais, eu me via tão linda e safada pedindo mais pra aqueles pedreiros. Eles se revezaram pra me satisfazer por horas, me trocando de posições na cama, me levando contra o espelho grande que tinha no meu quarto pra me comer de pé, fizeram tudo que quiseram, gozaram na minha boca vários deles e eu engoli até a última gota da porra deles, outros gozaram. Na minha cara, dentro da buceta, no meu cu, eu tava cheia de porra. Quando eles já tinham cansado de me penetrar, depois de me usar do jeito que queriam, eu quis experimentar algo que nunca tinha tentado com ninguém, porque me dava um pouco de vergonha pedir. Tava tão bêbada que deixei sair toda a vadia que sou, até porque nunca mais ia ver aqueles caras. Então peguei o lubrificante feminino que tinha deixado na cama. — Seu Miguel, tem uma coisa que eu tô com curiosidade de fazer, mas me dá vergonha — falei com voz de tesão. — Por que, princesa? O que você quer fazer? — ele perguntou enquanto olhava pro meu corpo com muita safadeza. — É que eu vi uns vídeos pornô na internet e tem uma parada chamada "fisting", é o senhor colocar a mão dentro de mim, e eu queria que fizesse isso no meu cu, mas se não quiser, tudo bem — falei nervosa, morrendo de vergonha por me sentir tão puta e doente por pedir aquilo. — Sim! Vou fazer sim! Já vi isso também e tava doido pra fazer com uma mulher, mas nunca tive uma que topasse. E se você quer, a gente tenta. — ele respondeu todo animado, com a cara vermelha de tesão. — Sim, faz isso, por favor — respondi toda excitada. — Chega mais pra passar lubrificante na sua mão. — Vem cá, princesa. — Ele estendeu a mão direita e eu passei lubrificante na mão inteira, que por sinal tava suja de cimento, o que me deixou com mais tesão ainda. — Tem que estar bem lubrificada pra não machucar tanto e entrar mais fácil. — falei nervosa e com medo enquanto olhava pros dedos grossos e calejados dele. — Não se preocupa, princesa, vou fazer com cuidado. Vou te dedando até ver que entra tudo, e você vai me avisando. Me inclinei na cama com os peitos bem colados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando o rabo bem empinado, e pedi pra ele enfiar a mão inteira até o pulso dentro do meu cu. Então ele começou a me dedar. — Vem cá, princesa, vou enfiar três dedos. porque eu vejo que você já aguenta, né? —Ele me disse enquanto enfiava os três dedos no meu cu—. Sim, gostosa, eles entram bem gostoso, né? —Sim, Aaai! Aaai! É uma delícia, agora mete quatro. —Foi uma delícia sentir os dedos de um homem dentro do meu cu. —Já tão entrando, tenho meus quatro dedos aí dentro. Como você tá se sentindo? —Tô me sentindo muito gostoso, dói um pouquinho Aaai! Aaai! Agora mete a mão inteira, devagar, com muito cuidado. —Já tá entrando minha mão, mas você tá muito apertada, me fala se doer. —Eu senti meu cu se rasgando, nunca tinha submetido ele a um esticão desses, ardia muito, parecia que ia estourar e eu fiquei com medo, mas a excitação era maior. —Aaai! Aaai! Tá doendo pra caralho! Aaai! Aaai! Agora vai! Mais forte! —Meu cu tava se esticando, abrindo cada vez mais. Ardia em volta do cu, mas era gostoso. —Vou meter um pouco mais forte. —Quando ele disse isso, fiquei muito excitada e com vontade de sentir aquela mão grossa, suja e bruta dentro de mim. Isso me fez jogar a bunda pra trás, me entregando pra que a mão dele entrasse até o pulso.
—Aaajjj! Aaajjj! Aaay! Tá doendo pra caralho! Aaajjj! Tá doendo! Aaay! —Senti meu cu rasgando e o rabo todo aberto. Não aguentei mais e desabei no choro, lágrimas pretas e salgadas escorriam a rímel dos meus cílios, rolando pelas minhas bochechas. —Já entrou toda, gostosa, tenho a mão inteira dentro do teu cu, tá uma delícia, bem quentinho. Tá doendo muito, né? Quer que eu tire? —A mão daquele homem me deixou destruída, senti meu cu tentando se contrair e apertando a mão do pedreiro. —Não, não tira, deixa ela um tempinho aí dentro. Quero aproveitar, tô sentindo muita dor, mas é tão gostoso, sinto uma delícia. —Tá bom, gostosa, então vou deixar aí dentro um pouco. —E deixou por uns 5 minutos. Eu me sentia transbordando de luxúria e tesão, aquela mistura de dor e prazer me fazia sentir completa. Saber que um homem tinha a mão dele dentro de mim me causando tanta dor foi o combustível perfeito pro meu masoquismo. —Agora tenta fechar o punho dentro de mim —pedi, sabendo que ia doer mais—. Aaajjj! Aaajjj! Tá doendo pra caralho! Aaajjj! Tô adorando! Agora, tira a mão com cuidado, por favor, bem devagar. Quando o Miguel tirou a mão do meu cu de vez, todo mundo viu como meu cu ficou aberto, mostrando pra todos o interior do meu rabo, como se pedisse mais. Isso me deu muita vergonha, porque perdi a força no esfíncter e ele ficou aberto por alguns segundos. Pedi pro Miguel colocar de novo, ele colocou e começou a meter e tirar a mão inteira com facilidade. Depois pedi pra ele tirar a mão e me penetrar com o punho fechado várias vezes. Quando ele fez, senti meu cu se abrindo mais por dentro, causando um pouco de dor, mas era muito excitante saber que aquela mão caleada estava dentro de mim. Os outros pedreiros, vendo aquilo, ficaram muito excitados e brigavam pra meter a mão também. Vendo eles tão tesudos e loucos pra enfiar a mão no meu cu, fui chamando um por um. pra colocar lubrificante e deixar eles fazerem "fisting" em mim, foi assim que fizeram, com o punho fechado entrando e saindo do meu cu por uns trinta minutos. Depois de receber aquele "fisting" delicioso, e com os pedreiros de pau duro de novo por causa do viagra, eu me deitei na cama e pedi pra eles gozarem no meu corpo todo. Então eles se masturbaram e me banharam com jatos de porra. Fiquei exausta na cama, toda melada de sêmen, com minha buceta e meu cu arrombados, vazando porra, meu cu sangrava e minha barriga doía pra caralho. A gente nem tinha olhado o relógio, já era tarde, quase 9 da noite, faltava pouco pra minha mãe chegar. Então os pedreiros desceram pra terminar de rebocar o muro com cimento. Juntaram as coisas bem na hora que minha mãe tava chegando, entregaram o serviço bem feito e foram embora. Enquanto isso, eu tomei banho e vesti meu pijama. Troquei os lençóis porque estavam molhados e cheirando a fluidos sexuais. Quando senti que o efeito do álcool tinha passado um pouco, desci pra cozinha pegar algo pra jantar, porque não tinha comido nada. Minhas pernas estavam bambas, minha buceta sensível e meus olhos brilhando de tanto prazer que eu tinha recebido. Cumprimentei minha mãe e sentei com ela pra ver TV, com o cu todo arrebentado e ainda doendo pra caralho. Deitei no sofá porque não conseguia sentar, tava com o cu destruído, minha barriga doía muito. Pelo meu jeito de me mexer, minha mãe perguntou se eu tava me sentindo mal, e eu disse que sim. Ela perguntou o que tinha me feito mal, e eu, na minha cabeça: "ser tão puta e deixar 5 caras de pau grande me comerem e deslocarem meu útero".
—Você é bem gostosa, mamacita! Tem uma bunda bem gostosa! Empina pra eu meter no seu cu! —Eu obedeci pra ele não me bater de novo. Me excitou muito me sentir submissa. Miguel falou pra um dos peões dele: "Mano, vai buscar umas camisinhas na caminhonete, tão no porta-luvas". Quando ouvi isso, enquanto tava empinada na cama, virei com minha cara de puta e falei: "Quero sem camisinha, enche minha buceta e goza dentro, por favor". Miguel, surpreso, disse: "Tem certeza que quer que a gente meta sem camisinha e encha você?" "Sim, por favor." "Beleza, rapaziada. A puta já falou, é pra gozar dentro dela." Me inclinei, esticando os braços e deixando os peitos colados no colchão, curvando minhas costas pra baixo, deixando minha bunda linda e macia em formato de coração bem empinada. Meu cuzinho rosa e lubrificado tava sendo entregue pra aquele pedreiro sujo me empurrar com força. Senti muito medo porque ele tinha a rola mais comprida e grossa de todos, bem mais grossa que o plug anal. Senti como ele, com as mãos calejadas e sujas, abriu minhas nádegas e colocou a ponta da rola no meu cu. Me segurou bem forte pela cintura. "Quer que eu meta tudo de uma vez?" "Sim, adoro sentir meterem com força. Me fodam, mesmo que doa muito." "Já mete a rola toda nela." "É, já mete, dá pra ver que a mina é bem puta." —Falaram os outros pedreiros, ansiosos pra ver como iam arrebentar meu cu. "Sim, me fode! Me fode!" —Eu implorava pra ele arrebentar meu cu, esfregando minha bunda empinada nele. O pedreiro me deu um puxão forte contra o corpo dele ao mesmo tempo que empurrou a rola, me empurrando com tudo. Senti meu cu se abrir de forma rasgada, causando uma queimação violenta e uma pontada horrível no meu cu. Aquela rola abriu caminho dentro de mim brutalmente, senti ela bater no fundo, deixando uma queimação insuportável pelo caminho.
—Aaajjj! Aaajjj! Aaajjj! —Gritei bem alto, tenho certeza que deu pra ouvir lá na rua. Meu cu tava ardendo, foi uma sensação dolorosa pra caralho, como se tivesse fogo dentro de mim. Desabei num choro que não deixava eu falar, tava cheia de sentimento e, contraditoriamente, saber que tava tão machucada me deu um prazer que superava de longe a dor. Aquela sensação de estar sendo violada e ferida com tanta força me causou um prazer delicioso, digno de uma masoquista. —Tá doendo muito, novinha? —Ele me perguntou com tesão, enquanto esfregava o pau dele até o fundo, como se quisesse ir mais pra dentro, com estocadas lentas, mas bem brutas, enquanto me segurava pelo pescoço e pela cintura.

—Sim, tá doendo! —falei com meu choro cortado, fazendo sinal com a mão pra ele continuar—. Não para! Continua! O pedreiro tirou o pau inteiro, pra enfiar de novo com muita violência, até o fundo do meu cu. Senti meu cu se abrir de repente, causando um ardor forte e a pontada ficou mais dolorida, porque minha buceta tava sendo penetrada brutalmente. Dava pra ouvir o som do impacto do corpo dele contra minha bunda. —Aaajjj! Aaajjj! —Eu tava sofrendo pra caralho, mas o prazer pela dor era uma delícia. Tava vermelha de tanta dor que sentia, dava pra ver meu rosto com a maquiagem escorrendo pelo choro, minha cara branca toda vermelha de dor e prazer, minha boca aberta de onde saíam gritos e gemidos.

O homem continuou tirando o pau inteiro e enfiando fundo e violentamente. Meu cu tava sendo forçado a receber aquele pau que entrava empurrando, rasgando meu cu a cada estocada que ele dava. Assim se passaram uns 5 minutos de tormento. Aos poucos, a dor foi indo embora, dando lugar ao prazer absoluto. —Aaai! Que gostoso! Me come! Mais rápido! Mais forte! —Eu tava gozando pra caralho—. Aaajjj! Aaajjj! Ai que gostoso! Aaai! Aaajjj! Sentia um calor delicioso no meu cu, já era uma necessidade sentir o pau dele entrando até o fundo e saindo de dentro de mim, cada vez que ele tirava, eu queria muito que enfiasse de novo. Enquanto os outros tão se masturbando, preparando o pinto pra me foder —Aaajjj! Que pau gostoso você tem! Aaai! Me machucou! Aaajjj! —O pedreiro me machucava quando batia dentro do meu cu com a ponta do pau dele. —Mas você gosta, sua puta, dá pra ver que você adora quando eu meto bem forte. —Eu apertava o pau dele com meu esfíncter anal, como se tivesse mordendo com o cu. —Me come mais forte! Aaai! Que gostoso! Assim, mais rápido! É tão gostoso! Ai que gostoso! Tá ardendo gostoso pra caralho! Me fode! Me fode! —Eu jogava minha bunda contra o pedreiro, queria que ele enfiasse mais fundo, sentia delicioso. Queria que ele me partisse ao meio.

Dito isso, o pedreiro me segurou pela cintura com muita força e me puxou contra o pau dele violentamente, começou uma penetração frenética. Sentia minha bunda dolorida e cansada, dava pra ouvir o som do impacto dos nossos corpos se batendo pele com pele. Ele puxava meu cabelo pra trás e doía, então eu jogava minha bunda contra o pau dele pra amenizar a dor. Continuou me penetrando analmente uns 15 minutos até que eu ouvi os gemidos do pedreiro gozando, uns jatos de porra quente estavam me enchendo por dentro, fiquei muito excitada, porque aquele homem tinha acabado de gozar dentro de mim, me fazendo de putinha dele. Aí ele tirou o pau do meu cu e eu senti a porra escorrendo do meu rabo e se espalhando nos lençóis. —Caralho, o cu dela ficou aberto! Dá pra ver dentro da bunda dela! Porra, você abriu o cu dela! —Falaram os outros pedreiros, vendo meu cu dilatado. —É, essa mina é muito gostosa, é uma delícia meter o pau nela. A bunda dela é bem quente por dentro, aperta gostoso pra caralho e é bem limpinha, dá pra ver que já comeram ela por trás. Aí eu enfiei os dedos no meu cu e senti que tava totalmente aberto, perdi a força no esfíncter anal e ficou dilatado pronto pra receber mais paus, quando olhei meus dedos molhados de porra vi que também tinha sangue e isso me excitou pra caralho porque foi o resultado de uma penetração anal violenta, que me fez sentir muita dor e ser dominada por aquele homem. Os outros 4 pedreiros continuaram se revezando pra me penetrar analmente até gozarem todos dentro de mim. Enquanto esperavam a vez deles pra me comer, eles apalpavam meus peitos e me entupiam a boca com os paus deles. A gente fez isso por umas uma hora. Peguei a garrafa de vodka e dei um gole bem grande, que me deixou acabada, e minha entrega pra esses caras ficou ainda maior. —Eu queria que vocês me penetrassem no cu e na buceta ao mesmo tempo, nunca fiz isso. —Sugeri meio bêbada e com tesão, com minha voz de uma pirralha ninfomaníaca. —A gente te come do jeito que você quiser, mamacita. Quem diria que você era tão puta, pelo visto você adora uma pica, né? —Sim, adoro ser comida, é uma delícia. Quero que continuem me comendo bem forte. —Essa menina deixa minha pica bem dura. A minha já ficou dura de novo também. A minha também, já tá bem dura de novo, porra. —Eles comentavam surpresos entre si. Eu sabia que o viagra tava fazendo efeito e que, por causa disso, iam continuar me aproveitando muito. Então um deles se deitou na cama de barriga pra cima com a pica bem grossa, ereta, descoberta e babada de porra. Montei naquele homem, coloquei a ponta da pica deliciosa e suculenta dele na minha buceta e, simplesmente, me deixei cair, me enfiando naquele membro viril cheio de veias. Eu não tinha forças nas pernas, a pica dele abriu caminho dentro de mim, pelas minhas paredes vaginais, sentia meu corpo se completar, era como se minha buceta tivesse esperado há muito tempo uma pica grossa e comprida que a enchesse. O pedreiro me segurou pelas nádegas e me levava pra cima e pra baixo, me comendo do jeito que ele queria, colocou as mãos nos meus peitos, esfregava e beliscava meus mamilos, me excitava muito, eu tava com os mamilos bem duros e ele me castigava beliscando bem forte e puxando eles, quando de repente senti outro homem atrás de mim, que se colou nas minhas costas e me inclinou, senti ele colocar a pica grossa na entrada do meu cu e ir enfiando até o fundo, naquele momento já tinha duas picas dentro de mim, era uma delícia sentir uma pica na buceta e outra no cu, dava pra sentir essas duas picas entrando até o fundo, batendo bem forte lá dentro. Cada pica ia no seu ritmo, minha barriga tava muito quente, sentia contrações no abdômen o tempo todo, meus peitos estavam muito sensíveis e excitados porque o pedreiro que tava atrás de mim me penetrando analmente, me abraçava e acariciava os peitos enquanto lambia minha pescoço.
—Ai que gostoso! Aaaai! Aai! Isso! Aaaai! Aai, que gostoso! Isso! Me comam gostoso! Mais forte! Mais! Mais! Não parem! Aai, que gostoso! —Eu estava me sentindo muito amada e aproveitada por aqueles homens. De repente, um sentimento de vulnerabilidade me invadiu e arrepiou minha pele. Eu não tinha força nas pernas, sentia elas dormentes, um calor na minha buceta estava me avisando que vinha um orgasmo que seria forte, já que eu estava experimentando uma dupla penetração. —Aaaai! Aaaai! Vou gozar! Aai que gostoso! Que gostoso! Aaaai! —Meus pezinhos rosados endureceram mais e se alongaram como montanhas. Meus homens começaram a trabalhar mais forte pra mim, senti que eu era deles e eles meus, todo o tesão que eu tinha causado neles valeu a pena. Toda a dor que senti estava sendo compensada com prazer, de repente senti um calor gostoso no meu ventre, estava tendo um orgasmo tremendo; fiquei exausta. —Aaaai! Aaaai! Aaaai! Aaaai! Ai que gostoso! Aaaai! —O homem que estava debaixo de mim me penetrando na buceta, acariciava meus peitos e beliscava os biquinhos. E o pedreiro que estava atrás de mim me penetrando no cu me abraçava e enfiava a língua no meu ouvido. Eu estava no clímax, enquanto eles continuavam me comendo bem forte até que senti como começaram a jorrar jatos de porra quente na minha buceta e no cu, foi uma delícia. Quando tiraram os paus de dentro de mim, senti como se faltasse algo, como se tivessem tirado um doce de mim. Eu precisava que outros paus me comessem, queria sentir aqueles jatos de porra dentro de novo. Minha ninfomania pedia mais, eu me via tão linda e safada pedindo mais pra aqueles pedreiros. Eles se revezaram pra me satisfazer por horas, me trocando de posições na cama, me levando contra o espelho grande que tinha no meu quarto pra me comer de pé, fizeram tudo que quiseram, gozaram na minha boca vários deles e eu engoli até a última gota da porra deles, outros gozaram. Na minha cara, dentro da buceta, no meu cu, eu tava cheia de porra. Quando eles já tinham cansado de me penetrar, depois de me usar do jeito que queriam, eu quis experimentar algo que nunca tinha tentado com ninguém, porque me dava um pouco de vergonha pedir. Tava tão bêbada que deixei sair toda a vadia que sou, até porque nunca mais ia ver aqueles caras. Então peguei o lubrificante feminino que tinha deixado na cama. — Seu Miguel, tem uma coisa que eu tô com curiosidade de fazer, mas me dá vergonha — falei com voz de tesão. — Por que, princesa? O que você quer fazer? — ele perguntou enquanto olhava pro meu corpo com muita safadeza. — É que eu vi uns vídeos pornô na internet e tem uma parada chamada "fisting", é o senhor colocar a mão dentro de mim, e eu queria que fizesse isso no meu cu, mas se não quiser, tudo bem — falei nervosa, morrendo de vergonha por me sentir tão puta e doente por pedir aquilo. — Sim! Vou fazer sim! Já vi isso também e tava doido pra fazer com uma mulher, mas nunca tive uma que topasse. E se você quer, a gente tenta. — ele respondeu todo animado, com a cara vermelha de tesão. — Sim, faz isso, por favor — respondi toda excitada. — Chega mais pra passar lubrificante na sua mão. — Vem cá, princesa. — Ele estendeu a mão direita e eu passei lubrificante na mão inteira, que por sinal tava suja de cimento, o que me deixou com mais tesão ainda. — Tem que estar bem lubrificada pra não machucar tanto e entrar mais fácil. — falei nervosa e com medo enquanto olhava pros dedos grossos e calejados dele. — Não se preocupa, princesa, vou fazer com cuidado. Vou te dedando até ver que entra tudo, e você vai me avisando. Me inclinei na cama com os peitos bem colados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando o rabo bem empinado, e pedi pra ele enfiar a mão inteira até o pulso dentro do meu cu. Então ele começou a me dedar. — Vem cá, princesa, vou enfiar três dedos. porque eu vejo que você já aguenta, né? —Ele me disse enquanto enfiava os três dedos no meu cu—. Sim, gostosa, eles entram bem gostoso, né? —Sim, Aaai! Aaai! É uma delícia, agora mete quatro. —Foi uma delícia sentir os dedos de um homem dentro do meu cu. —Já tão entrando, tenho meus quatro dedos aí dentro. Como você tá se sentindo? —Tô me sentindo muito gostoso, dói um pouquinho Aaai! Aaai! Agora mete a mão inteira, devagar, com muito cuidado. —Já tá entrando minha mão, mas você tá muito apertada, me fala se doer. —Eu senti meu cu se rasgando, nunca tinha submetido ele a um esticão desses, ardia muito, parecia que ia estourar e eu fiquei com medo, mas a excitação era maior. —Aaai! Aaai! Tá doendo pra caralho! Aaai! Aaai! Agora vai! Mais forte! —Meu cu tava se esticando, abrindo cada vez mais. Ardia em volta do cu, mas era gostoso. —Vou meter um pouco mais forte. —Quando ele disse isso, fiquei muito excitada e com vontade de sentir aquela mão grossa, suja e bruta dentro de mim. Isso me fez jogar a bunda pra trás, me entregando pra que a mão dele entrasse até o pulso.
—Aaajjj! Aaajjj! Aaay! Tá doendo pra caralho! Aaajjj! Tá doendo! Aaay! —Senti meu cu rasgando e o rabo todo aberto. Não aguentei mais e desabei no choro, lágrimas pretas e salgadas escorriam a rímel dos meus cílios, rolando pelas minhas bochechas. —Já entrou toda, gostosa, tenho a mão inteira dentro do teu cu, tá uma delícia, bem quentinho. Tá doendo muito, né? Quer que eu tire? —A mão daquele homem me deixou destruída, senti meu cu tentando se contrair e apertando a mão do pedreiro. —Não, não tira, deixa ela um tempinho aí dentro. Quero aproveitar, tô sentindo muita dor, mas é tão gostoso, sinto uma delícia. —Tá bom, gostosa, então vou deixar aí dentro um pouco. —E deixou por uns 5 minutos. Eu me sentia transbordando de luxúria e tesão, aquela mistura de dor e prazer me fazia sentir completa. Saber que um homem tinha a mão dele dentro de mim me causando tanta dor foi o combustível perfeito pro meu masoquismo. —Agora tenta fechar o punho dentro de mim —pedi, sabendo que ia doer mais—. Aaajjj! Aaajjj! Tá doendo pra caralho! Aaajjj! Tô adorando! Agora, tira a mão com cuidado, por favor, bem devagar. Quando o Miguel tirou a mão do meu cu de vez, todo mundo viu como meu cu ficou aberto, mostrando pra todos o interior do meu rabo, como se pedisse mais. Isso me deu muita vergonha, porque perdi a força no esfíncter e ele ficou aberto por alguns segundos. Pedi pro Miguel colocar de novo, ele colocou e começou a meter e tirar a mão inteira com facilidade. Depois pedi pra ele tirar a mão e me penetrar com o punho fechado várias vezes. Quando ele fez, senti meu cu se abrindo mais por dentro, causando um pouco de dor, mas era muito excitante saber que aquela mão caleada estava dentro de mim. Os outros pedreiros, vendo aquilo, ficaram muito excitados e brigavam pra meter a mão também. Vendo eles tão tesudos e loucos pra enfiar a mão no meu cu, fui chamando um por um. pra colocar lubrificante e deixar eles fazerem "fisting" em mim, foi assim que fizeram, com o punho fechado entrando e saindo do meu cu por uns trinta minutos. Depois de receber aquele "fisting" delicioso, e com os pedreiros de pau duro de novo por causa do viagra, eu me deitei na cama e pedi pra eles gozarem no meu corpo todo. Então eles se masturbaram e me banharam com jatos de porra. Fiquei exausta na cama, toda melada de sêmen, com minha buceta e meu cu arrombados, vazando porra, meu cu sangrava e minha barriga doía pra caralho. A gente nem tinha olhado o relógio, já era tarde, quase 9 da noite, faltava pouco pra minha mãe chegar. Então os pedreiros desceram pra terminar de rebocar o muro com cimento. Juntaram as coisas bem na hora que minha mãe tava chegando, entregaram o serviço bem feito e foram embora. Enquanto isso, eu tomei banho e vesti meu pijama. Troquei os lençóis porque estavam molhados e cheirando a fluidos sexuais. Quando senti que o efeito do álcool tinha passado um pouco, desci pra cozinha pegar algo pra jantar, porque não tinha comido nada. Minhas pernas estavam bambas, minha buceta sensível e meus olhos brilhando de tanto prazer que eu tinha recebido. Cumprimentei minha mãe e sentei com ela pra ver TV, com o cu todo arrebentado e ainda doendo pra caralho. Deitei no sofá porque não conseguia sentar, tava com o cu destruído, minha barriga doía muito. Pelo meu jeito de me mexer, minha mãe perguntou se eu tava me sentindo mal, e eu disse que sim. Ela perguntou o que tinha me feito mal, e eu, na minha cabeça: "ser tão puta e deixar 5 caras de pau grande me comerem e deslocarem meu útero".
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