Brisa se toca enquanto a gente fode (cap 62)

A casa do Day e do Natanael não era liberal, nem swinger, nem nada do tipo. Mas eles eram tão vilões, tão turrões gostosos que, somado à turrice da minha Jesi e a mim, que vivia curtindo esses benefícios turros, a casa tinha virado um oceano de situações excitantes. E o que me deixava louco era justamente essa contradição bem girl que a Jesica e a Dayana tinham. Por exemplo, lembro delas domingo ao meio-dia, conversando enquanto esperavam o churrasco, com a minha mina indignada comentando que na YPF vendiam camisinha à vista de todo mundo. "Amiga, não sei o que é isso da YPF com as camisinha ali. Tipo, até as Bendis viram, que raiva." Ela falava super indignada e, pra piorar, a Dayana respondia que sim, que não entendia como deixavam fazer aquilo. "São uns filhos da puta, porque meus filhos têm que ficar vendo isso?" O que me dava muito tesão era ouvir elas falarem, já que na noite anterior eu tinha fodido com a Jesica bem pesado e a Brisa, filha da Dayana, tinha ouvido tudo. Mas não só isso: dez minutos depois da indignação com a venda de camisinha, elas já tinham começado a zoar com a foda de ontem e os gritos da Jesi. Dayana: "Alguém se divertiu pra caralho ontem à noite, não, puta?" Jesica rindo: "E aí, quem pode, pode, minha rainha. Tava com uma vontade de foder, chick." Dayana: "Esquece, aproveitem... Hoje vou deixar esse daqui seco." Disse se apoiando no ombro do Natanael. O mais lindo e quente ao mesmo tempo é que a Brisa estava ali com o celular, ouvindo a conversa toda. Assim como falavam disso, na mesma hora passavam pro preço da batata na verdureira e podiam voltar pra algo de sexo e voltar pra outra coisa. Tudo como se nada fosse. Enquanto comíamos o churrasco, obviamente com bastante vinho, até o Nata, que tava calado, soltava algum comentário totalmente pesado, mas como se não fosse grande coisa. Por exemplo, a Day se levantava pra pegar algo e ele dizia: "Amo essa raba, hoje vou te arrebentar toda, hein." "Hoje você fica grávida de novo." A Day ria e dava uma rebolada. de bunda pra fora como provocando mais ainda. Eu, que tinha virado um trouxa qualquer, aproveitei um pedaço da conversa pra também destacar como fazia nata e, aproveitando que Jesi tinha sentado no meu colo, falei: "hoje a gente repete, meu amor, quer menina ou menino?". Jesica tava no meu colo, sem calcinha por baixo de uma calcinha azul escura brilhante, bem pelada. Tanto que aparecia por cima um pouquinho do fio branco. Jesica se mexeu, rebolando a bunda no meu volume e soltando uma risadinha, respondeu: "o bônus do Bolsa Família". Dayana ria e falou: "olha que rápida que você é hein". Jesica, fazendo a bundinha subir bem no meu volume, respondeu: "e sim, amiga, já que vem outro otário pra me fazer trocar o chip". Dayana e Jesica então comentavam quanto tiravam por mês com o Bolsa Família, xingavam bem alto o então presidente e lembravam dos tempos da Dilma. Jesi: "aff, com os 150 reais (daquela época que pagava o Bolsa Família) eu fazia as unhas e comprava roupa. Agora não dá nem pras unhas". Dayana: "sim, esses playboys de merda, como eu odeio. Eles porque têm tudo, que venham pra lama pra ver se gostam". Pra onde você olhava, alguma coisa te excitava, e é que se a bunda pelada e sem calcinha da minha mina não bastasse, dava pra ver a Dayana. Também sem calcinha por baixo de uma calça preta bem fininha e, claro, toda a tanga fio completamente transparente. Pra piorar, vermelha. Umas duas vezes meus olhos foram parar naquela bundinha. E a cereja do bolo, obviamente, era a menina. Brisa. Não falava muito durante o almoço, ficava mexendo no celular e tirava fotos se fazendo de gostosa. Fazendo biquinho com os lábios e mostrando o decote. Brisa tava de saia jeans bem curta e uma regata decotada branca. As duas vezes que vi ela sentar, curti ver a tanga roxa por baixo da saia tão curta. O que mais me deixou com tesão foi quando, já depois de vários copos de vinho, minha mina falou pra Brisa: "você não vai conseguir dormir hoje, desculpa, sobrinha", rindo pra caralho. E não só falou na frente da Day e da Nata, mas que a Brisa não ocorreu nada melhor do que responder: "tranca que com essa (pela Day, mãe dela) já tô acostumada". Claramente dizendo pra gente que já tinha ouvido a Day várias vezes. Day deu uma risadinha e falou: ai Bri, isso não se conta. Mas, na real, duvido que ela tenha ligado. Jesi aproveitando o embalo respondeu: Olha ela hein, gritona a slutty. Brisa se acabando de rir: "as duas, não sei quem é pior, hein". A tarde passamos assim, zoando, rindo e vendo os jogos de fundo. Brisa, que curtia umas liberdades, foi com os amigos. Basicamente um jeito chique de dizer os vagabundos rochos do bairro, pra encher a cara e fumar por ali perto dos trilhos do trem. O dia inteiro com essas duas girls descalsadas e provocando, e já tava nós dois, tanto o nata quanto eu, com a cock dura. Pra piorar e por acaso do destino, nenhum de nós dois usava cueca. Então dava pra ver absolutamente tudo. Dava pra ver o quanto a gente tava com tesão. Lá pras onze da noite, as duas girls colocaram as Bendis pra dormir e cada casal foi pro seu quarto. Um detalhe pra considerar: a gente tinha fechado a porta da entrada e a Brisa não tinha levado a chave. Já no nosso quarto, Jesica, minha girl putona, veio pra cima de mim na hora. Me abaixou o jogging e começou a chupar minha cock. Ela tinha ficado mais head master e mais putona, principalmente depois que a Abril nasceu. Curtia chupar minha cock e deixar ela a ponto de estourar. Ela se engasgava me mamando tanto que dava pra ouvir aquele barulho gostoso de cock entalada na boquinha da girl. As paredes, claro, sem reboco, o chão de cimento e a janela com a moldura toda enferrujada. Jesica, minha girl putona, me mamando, duas Bendis dormindo num quarto emprestado e um Fiat Uno branco com vidro fumê e escapamento cortado. Mais turro que isso, impossível? O blow job foi foda, mas me deu uma sede gostosa de chupar a pussy dela. Então, baixei a calcinha dela e depois a tanga, e ali em cima da cama (emprestada também) comecei a chupar aquela pussy linda e peludinha. Passava a a linguinha nos lábios carnudos dela. Sentia todo o fluxo na minha boca. A pika pulsava e minha mina soltava uns gemidos de prazer incríveis. Agudos, mas potentes. Daqueles que com certeza se ouviam do quarto da Day. Com a buceta bem chupada e melada, coloquei ela de quatro. De frente pra "porta". Não tinha porta na real, era a entrada do quarto. Pra quem quer mais adrenalina, sabia que tava fodendo sem porta. Igual no velho rancho. Obviamente sem camisinha, pele com pele, meti toda a pika dura cabeçuda até o fundo da buceta. Jesi deu dois gritos intensos, profundos e sinistros. "Aaaaaaaiiiii filho da puta" "siiiiiiiiii aaaaaaa". Comecei a bombar a pika dentro do anel dela. Deixando ela de quatro, curtia a tatuagem que a puta tinha feito numa das bandas da raba. Além de dar uns tapas. Como tava no tesão total e metendo a pika sem parar, falei: "eu sou teu macho, entendeu, puta? Essa buceta é toda minha". Jesica gemendo e gozando respondia: "sim, meu amor, toda tua, toda tua". Outro tapa na raba fez ela soltar dois gritos bem excitantes: "aiii papai siiiim" "me dá toda essa pika, me engravida, faz o que quiser comigo". No meio da foda, pela janela entra uma pessoa. Eu fiquei parado, achando que era algum acerto de contas com o Natanael e que a gente tava ferrado. Jesica demorou um segundo a mais pra perceber, mas entre o porre que tava e o tesão, pouco se importou. "Me come" foram as palavras dela. "Desculpa, tia, desculpa" se ouviu, e com um pouco de luz vimos que era a Brisa. "Esses tarados foram foder, fiquei tipo de fora de casa" disse rindo. Quando ela percebeu que a gente tava no meio da foda, notei que a respiração dela acelerou. "Ufff" soltou primeiro e tentou disfarçar. "Desculpa, não vi nada" disse enquanto sorria. Jesica mexeu a raba um pouco e falou: "me come toda, papai". Enquanto eu voltava a meter a pika nela. Quatro, notei como cruzamos olhares com a Brisa. Ela olhou pro meu rosto, pro pau entrando e saindo, e de volta pro meu rosto. Sorriu pra mim e passou rebolando a bunda pra parte dela do quarto. Mas não entrou no quarto dela, ficou colada no móvel, nos olhando, com certeza muito, mas muito tesuda. Mesmo estando tudo escuro, eu sentia a respiração dela e sabia que não tinha ido pro lado dela. Sabia que ela tava ali. Então comecei a meter mais forte de quatro na Jesi. Os gritos da minha mina ecoavam pela casa toda, mas entre um grito e outro dava pra ouvir a respiração ofegante e quente da Brisa. Eu sabia que ela tava se tocando na buceta. Sentia o barulhinho dos dedos escorregando no fluxo. No meio dos gritos da Jesica, já conseguia diferenciar cada gemido. A Brisa gemia tentando disfarçar, mas dava pra ver que já tava muito molhada. Nem sei quanto tempo a gente ficou nessa, mas sei que foi um bom tempo. Quando minha mina gozou, eu sentia os jorros de fluxo saindo igual louca da buceta dela. A cama tava encharcada e ela continuava se molhando. Eu gozei tudo dentro da minha mina. Foi uma explosão de porra bem fundo nela, enquanto a Jesi falava "me enche de porra, papai, me dá tudo". Nessa hora, perdi a noção da Brisa. Minha vilinha linda desabou na cama toda melada e dormiu como se nada tivesse acontecido. Eu tava suado e com o pau melado. Quando virei a cabeça, a Brisa tava colada em mim. "Quero que você me coma, entendeu?"... Obviamente, continua...Brisa se toca enquanto a gente fode (cap 62)



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9 comentários - Brisa se toca enquanto a gente fode (cap 62)

Van a quedar todos prelados ja gracias por compartir +10
hay q poblar la matanza amigo jaja
Luktz89 +1
T falta coger con tu cuñada la ortiva y ahora con dayana