Uma noite chuvosa lá em 2018, a casinha caiu e inundou completamente. Em parte, era lógico: em tantos anos desde que me mudei, nem as minas nem eu tínhamos gastado um tostão nela. Como boa gostosa, a Jéssica preferia gastar a grana em tênis caros, calcinhas fio dental e um som que fizesse o bairro inteiro tremer. A questão é que, numa tempestade forte, cedeu uma parte das chapas e a gente ficou com uma piscina dentro de casa. E, embora não tenha acontecido nada com a gente, ficamos sem ter onde ficar até pelo menos consertar umas rachaduras importantes. Foi aí que entraram em cena o Natanael, a Dayana e a Brisa. O Natanael e a Dayana eram um casal um pouco mais velho que a gente, mas que se conheciam do bairro com toda a família da minha mina. Eram amigos de infância, sempre juntos fazendo bagunça por todo lado. Depois eles se juntaram e tiveram a Brisa, a filha mais velha. Uns anos depois, minha mina engravidou do Dylan e começou nossa linda história. E assim a amizade tinha se distanciado um pouco. No entanto, talvez por sorte ou um aceno do destino, naquele 2018 a gente tinha ido várias vezes passar o dia na casa deles. O Nata e a Day eram muito legais, bem malandros, curtiam igual a gente beber, zoar, e as nossas crianças, que já estavam maiores, brincavam com o segundo filho deles. Enfim, a questão é que, quando souberam do que aconteceu na nossa casinha, mandaram a gente passar umas noites na casa deles, que tinha espaço. A gente, sem outro lugar pra ir, aceitou na hora. Pegamos umas sacolas e duas mochilas e enfiamos roupa dentro. Subimos no Fiat Uno (já tinha vendido o glorioso 147) e arrancamos pra lá. Umas vinte e cinco quadras, mais ou menos, então não era tão longe. E, apesar de estarmos em condição de refugiados, minha mina não ia perder aquela putaria, aquela safadeza tão própria dela. Então saiu de casa com uma calcinha preta fininha que deixava ver e transparecer toda a sua fio dental branca. Um topzinho Negro e com a barriga de fora. Os mamilos marcados no top. Só de ver ela assim, me dava uma vontade de dar uma bela foda. Quando chegamos, Nata e Day estavam esperando ansiosos e nos ajudaram a descer as coisas. A primeira coisa que me surpreendeu foi o quarto que íamos usar. Nós íamos dormir num quarto que era dividido do quarto da Brisa por um guarda-roupa que não chegava até o teto e que tinha um espaço para passar andando. Mas não só isso, tinha uma única porta de acesso e estava do nosso lado. Ou seja, a Brisa tinha que passar na nossa frente, sim ou sim, para entrar ou sair. Nisso, a Brisa saiu justamente da parte dela do quarto e eu fiquei de boca aberta. Bem gostosinha, com a bundinha bem empinada, dava pra ver que tava toda nua por baixo e com um topsinho meio decotado, pra piorar, sem sutiã. Informação demais de uma vez. Vamos por partes. Ela se aproximou gritando "tia, tia, chegou" e se jogou na Jesica pra dar um beijo e um abraço. Aí eu percebi primeiro a bundinha bem empinada. Firme, redondinha, própria da idade. Toda nua por baixo. Depois, ela virou e veio me cumprimentar. "Padriiiii" e me deu um beijo no rosto e um abraço gostoso. Na verdade, nunca fui padrinho, mas ela sempre me chamou de padri. Aí eu vi que no decote dava pra ver um pouco, bastante, a parte de cima dos peitinhos dela e que ela tava sem sutiã. Uff, pensei, que gostosa. "O que a gente vai beber hoje à noite, tia?" falou a Brisa, olhando pra Jesica. Ah, essa mina é super atirada, pensei. O melhor é que a Day e a Nata nem falavam nada, era como se fosse tudo super normal. O mundo dos trouxas é fabuloso, pensei. O Nata, muito gente boa, me fez entrar o Uno no quintal enquanto as meninas ficavam cochichando. Eu aproveitei o momento pra agradecer tudo que eles estavam fazendo e voltamos pra arrumar o que ia ser o quarto das nossas Bendis com o filho mais novo deles. Os meninos, felizes da vida, iam brincar o tempo todo. Naquela noite, ficamos bebendo algo no quintal, aproveitando que o clima estava gostoso, quente. A Brisa continuava com aquela... calsita toda pelada que marcava o bocão e eu tentava não olhar muito, mas a verdade é que me chamava muita atenção. Pra piorar, eu tinha minha mina sentada no meu colo, então a tesão ia subindo cada vez mais ao sentir o roçar do meu pau com a bundinha dela também sem calcinha. O clima era genial, a gente morria de rir, zoava. Num momento, bem antes de irmos "dormir", a Day olha pra gente e fala: "olha que naquele quarto eu engravidei do Bastian, hein". As duas minas riram e a Jesica respondeu: "e aí, se chegar mais um rebento, você vai ser a madrinha". Elas riam, zoavam, e eu pensava: será que ela tá dando carta branca pra gente foder no quarto sabendo que a filha tá lá? Ou literalmente cagou pra tudo? De qualquer jeito, a gente ia aproveitar. Quando a Day e a Nata foram pro quarto delas, a gente foi pro nosso. Começamos a nos beijar bem quentes, eu e minha mina. Eu tava com o pau duro pra caralho e ela com a buceta encharcada. Tirei o top dela e comecei a chupar os peitos dela com toda a adrenalina de saber que a qualquer momento a Brisa entrava pra ir pro lado dela do quarto. Passava a língua nos bicos, chupava e mordia. A Jesica gemia de prazer e eu, com a mão, apalpava a buceta dela por cima da calcinha. Já tava toda molhada, escorrendo pra caralho. Com os peitos dela de fora, tirei meu moletom esportivo e fiquei com o pau duro, bem cabeçudo, no ar. Ela se ajoelhou no chão de cimento e começou a dar beijos na cabeça dele. Esses beijos viraram lambidas por todo o pau até que finalmente enfiou tudo na boquinha dela. Encheu a boca com meu pau e começou a chupar bem bebada e tesuda. Chupava que dava gosto, e naquele momento, enquanto minha mina se engasgava com meu pau, a Brisa entrou no quarto. Eu tenho cara de otário, mas não sou otário. Percebi na hora como os olhos dela foram direto pra cena, pro meu pau e pra Jesica chupando ele. Ela me olhou, fixou os olhos em mim e soltou um sorriso e uma risadinha. "Tia, te amo". disse enquanto ainda segurava uma lata de breja. Jesica nem olhou pra mim, continuou chupando minha pica como se nada tivesse acontecido. Brisa passou a um metro da gente, rebolando aquela bundinha minúscula e gostosa, e foi pro lado dela. Eu tava com a pica a ponto de explodir. Tanto que tive que me segurar um pouco pra não gozar no boquete. O olhar da Brisa, o sorriso dela, tava gravado na minha mente. Minha mina me jogou na cama e veio pra cima de mim. Com a pica toda melada, óbvio que sem camisinha entrou perfeito na buceta carnuda de luchona villera dela. Os peitos dela no meu peito e os gemidos dela viraram gritos de prazer. "Aaaaaiiii siiiii meu amor me garcha toda siiiiii me dá essa pica". Ela falava sem parar. Eu tava voando de tesão, sentia um vulcão prestes a explodir na pica. Sabia que a Brisa tava no máximo a dois metros da gente, separada só por um armário de merda. Até virei a cabeça duas vezes pra ver se via alguma coisa, mas nada. Mal dava pra ver a luz, tipo de tela de celular. Quanto mais a Jesica gritava, mais gozava e curtia minha pica. Ela pulava em cima de mim, destruía minha pica. Eu chupava os peitos dela e tentava me controlar, tava muito tarado. O sorriso de menina puta da Brisa não saía da minha cabeça, e com a cavalgada violenta da minha mina e toda a situação, não devem ter passado nem cinquenta minutos quando eu enchi ela de porra. Que explosão de porra, tudo dentro da buceta carnuda e um pouco peludinha dela. Senti jorros e jorros de porra saindo da minha pica, tudo direto pra buceta dela. Minha mina me beijou na boca e gozou de prazer. Se deitou do meu lado e, toda suja e gostosa, sem tomar banho, dormiu. Eu demorei mais pra pegar no sono, mas no fim dormi. Na manhã seguinte, acordei um pouco cedo pra um domingo. Fui tomar banho enquanto todo mundo dormia. Minha mina de peitos de fora e buceta de fora. Saí do quarto e olhei de relance pro quarto dos nossos filhos. Dylan e Abril dormiam feito dois anjinhos. São tão lindos quando Tão dormindo e não tão destruindo tudo por onde passam. Aproveitei essa paz pra tomar um banho bem gostoso. Notei que o chuveiro não tinha cortina. Liguei o aquecedor elétrico e esperei um pouco. Mesmo assim, tava calor. Desliguei, abri a água e comecei a me lavar. Não deu nem dois minutos e a porta do banheiro abriu. Não deu tempo de falar "ocupado" e já vi a Brisa entrando com uma fio dental fuccia que mal segurava aquela buceta linda e divina. E uma regata cortada por cima que mal cobria os peitos dela. Diria que metade dos peitos, de tão cortada que era. "Desculpa, padri, tava morrendo de vontade de mijar", ela falou como se nada. Sentou no vaso, baixou a fio dental e começou a mijar. Eu olhei, não conseguia me controlar, tinha que ver aquilo. Além do mais, ela entrou. Não vi muito por causa da posição, mas que linda, por favor. A fio dental quase no chão e ela com aquela buceta linda e perfeita. Os peitos dela quase no ar por causa da regata. E um jato de mijo enorme que ecoava no banheiro todo. A safada se levantou, se limpou com um papel que jogou no chão, nem no lixo, e subiu a fio dental. Antes de sair, olhou pro chuveiro e disse: "que sorte a tia, como você cuidou dela ontem à noite, hein". Virou as costas e saiu rebolando a raba. Continua...
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12 comentários - Minha gostosa me come na frente da filha da amiga (cap 61)
No soy Argentino y me sorprendo bastante, ni es Estados unidos o Europa se ve algo asi xd