Faz um tempo que estou meio perdida, tudo por causa do trabalho, então resolvi arrumar um tempinho pra relembrar uma das minhas aventuras e, de quebra, contar pra vocês. Fantasias existem de todo tipo, e quando o assunto é sexo, não tem limite pra imaginar, mas algumas são super comuns, como se a sociedade mandasse a gente ter elas. Os ménages, as duplas penetrações, a zoofilia e muitas outras "perversões", como diria uma ex-professora minha da faculdade. Embora o que vou contar não fosse uma fantasia pra mim, eu sentia uma certa curiosidade sobre o assunto... Em 2012, eu e Martin fomos passar uns dias no litoral. Escolhemos Mardel porque, mesmo não sendo muito a minha praia, ficava no caminho pra visitar uns amigos. Alugamos um duplex em Punta Mogotes, a umas quadras do mar. Era bem espaçoso e confortável. Num dos quartos tinha uma mini academia com pesos, um caixote de salto pra CrossFit, um banco reclinável pra musculação e outros aparelhos. A dona explicou que, como éramos só eu e Martin, ela não tinha desocupado o quarto, e que usava ele pra malhar, já que como tinha outros apartamentos, esse quase nunca alugava. Como Mardel tava lotado, ela abriu uma exceção pra gente. Pra mim foi sensacional, porque eu tinha voltado pra academia fazia pouco tempo e podia continuar durante as férias. De manhã, Martin saía pra correr na praia, e como eu não sou fã de corrida, aproveitava pra malhar no apartamento. Na primeira manhã que Martin foi correr, ele voltou com um presente: arrumou um tempo pra ir numa loja e me comprou um biquíni branco. Eu sou morena, como já contei antes, e o branco realça minha pele, ainda mais depois de uns dias pegando sol. A fio dental sumia na minha bunda, que é meu ponto forte, já que de peito não tenho muito. Então, quando eu ia pra praia com aquele biquíni, mais de um virava pra olhar meu rabo. Claro que essa era a intenção do Martin! Uma tarde que... Voltávamos da praia, subindo a escada do nosso apartamento, quando percebemos que nossos vizinhos não tiravam os olhos de mim. E não eram vizinhos qualquer, eram dois negros "de raça", como o Martin diria. Martin, rápido nos reflexos, quando chegamos no terraço, me pegou pela cintura, me virou de costas pra eles, pra que pudessem ver minha bunda, e me beijou de língua. Com uma mão me apertava contra ele na cintura e com a outra apertava meu rabo. A tanguinha do biquíni tava sumida entre minhas coxas. Entramos no apartamento certos de que nossos vizinhos tinham curtido ver um pouquinho do que a gente presenteou eles. Que não foi muito. Martin pegou umas cervejas e saímos pra sentar nas escadas. Eu ainda tava de biquíni e uma regata. Tinha prendido o cabelo com a bunda bem empinada, do jeito que o Martin gosta. A gente falava de tudo um pouco quando Martin me perguntou se era verdade que os negros têm pau grande, respondi que se ele quisesse eu descobria na hora, e a gente caiu na gargalhada. Num instante Martin cortou a risada de repente, me olhou fixo e mandou eu pedir fogo pros vizinhos. A ideia não me agradou, já que não sabíamos se eles tavam sozinhos, com namoradas, e nem se falavam português, porque só tinham nos cumprimentado com um aceno. Martin levantou, entrou no apartamento e voltou com um baseado. "Vai, pede fogo que isso não falha", ele disse rindo. Me ajudou a levantar e amarrou minha regata na altura do umbigo, pra não tampar minha bunda e eles poderem ver quando eu voltasse. Ele sentou de novo nas escadas e ficou me esperando, terminando a cerveja. Bem nervosa, bati na porta deles. Pareceu uma eternidade o tempo que demoraram pra abrir. Era um negrão de uns dois metros, magro, cabelo bem curtinho. O rosto dele era anguloso e os olhos enormes e expressivos. Ele disse "em que posso ajudar?" com um sotaque equatoriano claro. Pelo menos a língua não era um problema. Perguntei se ele tinha fogo e mostrei o baseado. Ele disse pra eu entrar enquanto caminhava até a mesa da sala de jantar. Eu fiquei parada na porta, sem coragem de entrar. O moreno pegou o isqueiro e me chamou de novo, fazendo um sinal com a mão pra eu entrar. Virei a cabeça e olhei pro nosso apartamento. O moreno percebeu que eu tava na dúvida por causa do Martin. Eu entrei tímida, deixando a porta aberta. Me aproximei com o baseado na boca e ele chegou perto, acendeu meu beck e perguntou qual era meu nome. Ele disse que se chamava Roberto, e me contou que tava de férias pela Argentina e Chile com o parceiro dele, Alan, que naquele momento tava tomando banho. Não consegui evitar de pensar que nunca saberíamos se os negros têm pica grande e um sorriso escapou. Ele me convidou pra sentar, foi até a geladeira e voltou com duas cervejas. Disse que era má educação beber sozinho, e pra eu acompanhar ele. Já tava mais tranquila, então sentei, dei uma tragada e ofereci pra ele. Ele aceitou. Foi nessa que o Alan apareceu enrolado numa toalha branca, fez uma cara de surpresa e pediu pro Roberto apresentar a "amiguinha" dele, fingindo uma cena de ciúmes e exagerando no tom afeminado da voz. Nós três rimos. Ele me cumprimentou com um beijo na bochecha enquanto o Roberto contava que tinha ido pedir fogo. Eu não consegui evitar de reparar no volume debaixo da toalha. O Alan pegou uma cerveja na geladeira e sentou com a gente. Pediu o baseado e deu uma tragada funda. O Alan era bem mais baixo que o parceiro, no máximo um metro e setenta. Corpo atlético, músculos bem definidos, pescoço largo e cabeça redonda e raspada. A gente conversou, fumou, tomou cerveja e riu por umas boas horas. Tanto que esqueci do Martin e do motivo de estar ali. Eles me contaram sobre a vida deles, as viagens pelo mundo, o que deixava claro o poder aquisitivo que tinham. Levantei de repente, falei que tinha esquecido do meu parceiro que tava me esperando lá fora, e os três rimos. Me despedi com um beijo e quando tava saindo, o Alan falou: que se o Martin não tivesse problema, a gente podia sair os quatro pra jantar ou, se preferíssemos, nos encontrar num dos apartamentos. Quando voltei, o Martin tava vendo TV. Ele virou a cabeça e me olhou surpreso. Na hora eu comecei a rir enquanto contava que nossos vizinhos eram gays. A gente se trocou e foi num açougue, comprou carne, lenha, passou pra comprar vinho, cerveja e uma sobremesa. O Martin me pediu pra convidar meus novos amigos pra jantar, pra eles provarem o "chorizo argentino", ele disse enquanto ria. Saí pra convidar eles e fui tomar banho. Como praticamente ia ficar entre minas, coloquei um shorts que usava pra malhar, que deixava minhas coxas de fora, uma regata curta, daquelas de putaria, e os pés descalços. Gosto de ficar confortável. Quando saí do quarto, encontrei os três no quintal, na frente da churrasqueira, no maior debate de como se faz um churrasco. Nossos vizinhos e o Martin já tinham se conhecido sem eu precisar apresentar. O Roberto tava de bermuda e camisa florida, o Alan um short justo que marcava o pauzão dele e uma regata branca. Não dava pra duvidar do tamanho com aquele short apertado! Quando me viram, me cumprimentaram com um beijo e falaram que eu tava gostosa, eu ria porque eles exageravam no tom afeminado quando falavam. O jantar foi entre risadas, histórias e elogios pro churrasco. Até o momento em que o Martin abriu o jogo e comentou que, quando a gente viu eles na varanda, ficamos na dúvida se era verdade que os morenos tinham pica grande, e que por isso eu tinha ido pedir fogo. Mas que a gente tinha levado um susto porque eles eram um casal. Fez-se um silêncio, o Alan e o Roberto se olharam e começaram a rir. Falaram pro Martin que, se eu não me ofendesse, eles topavam tirar essa dúvida. Eu e o Martin nos olhamos e não tinha o que dizer. A gente já conhecia nossos olhares. O Martin levantou da mesa e disse que ia tomar um banho, já que tinha ficado de fazer o churrasco e não tinha conseguido se lavar. Mas que se eu ainda tinha curiosidade de descobrir se era mito ou não, ele não se opôs. Fui pra cozinha abrir outro vinho quando senti uma mão na cintura, era o Alan que tinha me seguido. Se ofereceu pra ajudar com a rolha. Me roçou com o pau dele enquanto se posicionava do lado. Mandei tudo pra puta que pariu, já tava no jogo, peguei na rola dele por cima do short e apertei enquanto acariciava de cima até descer pras bolas. Durou na hora, eu passava a mão na pica dele e o negão brincava com meus peitinhos por cima da camiseta. Ele virou de costas pra bancada e me apertou contra ele enquanto me beijava. Apertava minha bunda com força. Tava nessa quando senti alguém me apoiando por trás, era o Roberto. Fiquei presa entre os dois. Estiquei uma mão pra trás e peguei na rola do Roberto, que também era grande, mas não igual a do Alan. Os caras tavam me comendo dos dois lados! Que sorte a minha!! O Roberto começou a baixar meu short e minha calcinha, deixou no meio das pernas e passava o pau na minha buceta. Fazia um sanduíche com minha bunda e o pau dele era o recheio. O Alan quis me fazer descer na pica dele, mas rapidinho falei que não chupava. Soltei o short dele e fiz o monstro que ele tinha entre as pernas aparecer. Arrastei os dois pelas rolas até o quarto. Tava nessa quando o Roberto viu do corredor o quarto com os aparelhos de academia. Me levantou no colo e me levou pra dentro daquele quarto. Nos despimos aos trancos. O Roberto me fez montar no banco reclinável dos pesos como se fosse um cavalo. Minha cara ficou colada no encosto meio reclinado. Ele virou minha bunda e começou a lamber meu cu e minha buceta por trás. Me deixava louca! Num momento virei pra ver e o Alan tava chupando o cu do Roberto enquanto o Roberto me lambia. Que prazer!!! O Alan e o Roberto trocaram de posição. Agora o Alan passava a pica enorme no meu cu lubrificado!! De vez em quando encostava a cabeça do pau no meu buraquinho e pressionava. Fez isso por um tempo até que Meu esfínter foi cedendo e a cabeça enorme dele começou a entrar. O pau dele parecia pedra. Pulsava dentro de mim e meu intestino demorou pra se acostumar, era muito grosso. O negão empurrava devagar até o fundo, fazia uma pausa enquanto acariciava minhas costas e começava a tirar tão devagar quanto tinha metido!!! Tava me matando de prazer!!! Assim ele me teve por um bom tempo!! Eu delirando e esperando o Martin sair do chuveiro pra ver o quão puta eu podia ser pra ele, que ele gostava de me ver assim. De novo mudaram de posição, me levantavam e me viravam como se eu fosse uma boneca. Roberto sentou no banco, com as costas encostadas no espaldar, me fez sentar com o pau dele no cu, que não era tão grande quanto o do Alan. Ele me segurava pelos quadris e marcava o ritmo com as mãos, fazia bem devagar e suave, igual o Alan. Parecia que esse era o jeito deles comerem. Num momento senti o Alan se levantar atrás de mim e a saliva quente dele escorreu pelo meu cu até meu buraco que tava sendo penetrado pelo Roberto. Ele apoiou o pau e fez pressão de leve. Queriam me arrebentar o cu com os dois paus ao mesmo tempo!!! Consegui gritar que não, tentei me soltar mas era quase impossível! Os dois morenos estavam travados contra meu corpo. Por sorte respeitaram minha decisão. Olhei pro lado e vi que o Martin já tava com a gente, e olhava de uma cadeira com o pau na mão. O Alan chegou perto dele e quis chupar. Martin disse que só ia olhar e o Alan nem ligou, voltou pra nós. Eu queria sentir um desses paus na minha buceta, tava queimando de vontade, mas não tava nos planos dos meus novos amigos me arrebentar a buceta. Me comeram não sei quanto tempo naquele banco de academia, até o Alan botar os olhos no caixote de salto. Ele me pegou pela cintura e me fez ajoelhar com a barriga em cima do caixote. Juntou minhas pernas, os joelhos bem juntos, e enterrou o pau até o fundo. Roberto se levantou na minha frente, me pegou pela queixo, ela abriu minha boca violentamente, enfiando os dedos e, atrás deles, o pau dele. Não me deixou resistir. Me segurava pela nuca e enfiava tudo que podia. Não conseguia evitar os engasgos, e a baba escorria pelo meu rosto e pescoço. Alan estava destruindo minha buceta, já não era mais suave. Tudo ficou bruto. Quando parecia que eu ia desmaiar por falta de ar por causa daquele pau na minha garganta, Roberto tirou ele da minha boca. Ele ficou atrás de Alan, que parou os movimentos sem tirar o pau da minha buceta, e enfiou o dele em Alan. Virei a cabeça e não podia acreditar, éramos um trenzinho!!! Alan retomou os movimentos, agora devagar de novo, e eu senti ele gozar ao mesmo tempo que Roberto começava a gemir num orgasmo. Eles se vestiram, se despediram de mim ali mesmo em cima do caixote de CrossFit onde eu continuei deitada até o Martin voltar de acompanhá-los até a porta. Não entendemos por que a pressa em ir embora. Martin voltou e eu ainda estava em cima do caixote, com a buceta bem aberta, com um tesão danado e muita vontade de leite! Martin se ajoelhou atrás de mim, separou minhas coxas e ficou dizendo como meu cu tinha ficado arrombado e aberto! Ele me comeu assim mesmo, pelo cu. Depois fomos para o nosso quarto e ele me fez gozar como uma puta, me partiu a buceta e eu consegui matar a vontade!!! No dia seguinte, nossos vizinhos passaram para se despedir, trocamos números só de boa e seguiram viagem para o sul, segundo eles. Se os negros têm pau grande? Esses que eu provei tinham pau grande, mas não maior que o do Martin. Detalhe importante: o tempo todo usamos camisinha. Por ser puta e apressada, uma amiga pegou HIV. Sempre com proteção!!!!
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