Entro no quarto da minha irmã Fanny e percebo que ela tá dormindo profundamente. Ela tá deitada de frente pra janela, não pra porta. Então chego perto da cama na maciota e passo a mão no cabelo dela com cuidado. Ela nem sente minha presença... aí vou descendo a mão devagar pelas costas dela e começo a levantar o lençol pra ver se ela dorme de pijama ou pelada. Enquanto vou puxando o lençol, vejo que ela tá com uma blusinha de alça marrom e, quando chego na altura da bunda dela, descubro que ela tá usando uma calcinha branca meio transparente, bem sexy. Então, sem pensar duas vezes, levo a mão pra bunda dela e começo a massagear tudo, feito um tarado.
Essas carícias só duraram uns segundos, porque eu tava com medo dela acordar. Aí cobri ela de novo com o lençol e falei – enquanto mexia no corpo dela com a mão –… Ei, acorda. Volta pro teu quarto, ela falava sem nem virar pra me olhar. É que não consigo dormir, Fanny – eu dizia. Não tô nem aí… Sai do meu quarto, Santiago – ela insistia. Vai, acorda, não fica assim, irmã – eu respondia. Que porra tem de errado contigo? – ela perguntou. Mamãe volta hoje à noite, falei. Sim, eu sei… a filha da puta tá fazendo o que quer que faça – ela respondeu enquanto virava o corpo e me encarava com raiva. Não chama a mamãe assim, falei num tom sério. Mas ela é, respondeu minha irmã. Ok, mas ela volta amanhã? – perguntei. Não sei e não tô nem aí – respondeu na hora. E aí falou num tom mais calmo: por que você não vai pra cama e a gente conversa amanhã? É que não consigo dormir? – repeti. Só deita e tenta fechar os olhos, ela disse… Já tentei, falei. Você nem tá tentando, Santiago, respondeu. Tentei, mas não consigo, respondi. Nessa hora ela falou: hmmm, foda-se… aí levantou da cama, foi até a cômoda no canto, pegou uma garrafa de bebida, voltou pra cama, sentou na beirada, abriu a garrafa e deu um gole.
Mamãe não vai gostar disso, eu expliquei. Ela tá pouco se fodendo pro que a gente faz – respondeu enquanto dava outro gole na garrafa. Dá um pouco pra mim? – perguntei. Não… você ainda é muito novinha – respondeu enquanto largava a garrafa no chão e se virava pra deitar.
Bom, não importa – eu disse, balançando a cabeça de leve. Sabe o quê, falou minha irmã, melhor, toma um gole, pode ser que isso te ajude a dormir. Então peguei a garrafa, dei um gole e falei: ai, meu deus… mas que gosto horrível essa coisa tem. Minha irmã só riu de mim e depois disse: é pra ser tequila… então dá mais um gole e vaza daqui. Por favor, Fanny, vamos conversar – eu pedi. É uma da manhã, Santiago… Que porra a gente vai conversar? Ela perguntou com sarcasmo. Na hora, sem saber o que perguntar, eu só falei: Sei lá, me diz… como tá seu namorado? Tá bem – ela respondeu enquanto dava outro gole na garrafa. Acho que não sou muito querido por ele – eu falei. Talvez porque você é irritante pra caralho – ela respondeu sorrindo. E completou: ele não quer jogar videogame com você, não quer ser amigo de um adulto que age como um moleque. E eu também não quero um irmão mais novo. Por que você é tão ruim comigo o tempo todo? – perguntei curioso. Minha irmã sorriu, bebeu de novo da garrafa e disse: talvez eu esteja seguindo os passos da mamãe. Eu não respondi nada, só pedi a garrafa e dei um gole grande. Uns segundos depois, segurei a cabeça com as mãos e falei: acho que tô tonto. Não vai vomitar, hein. Porque não tô a fim de limpar essa hora – ela disse, meio preocupada. Você é minha irmã mais velha, tem que cuidar de mim… Então se eu fizer merda, você resolve – falei brincando. Você é maluco… como irmã mais velha, eu devia estar lá fora, numa balada com meu namorado, dançando e me preparando pra depois fuder. Mas o que você acha? Tô aqui, no meu quarto, com você, bebendo tequila uma da manhã – ela disse, cobrindo o rosto com as mãos. Naquele instante, quando ouvi a palavra fuder, me arrisquei a perguntar: você transa muito com seu namorado? E ela respondeu: claro que fodo muito com meu namorado… ou você acha Só de mãos dadas e andando pelo parque?
Eu: E ele é bom na cama?
Ela: Se não fosse bom, por que eu continuaria com ele?
Eu: —E o que faz ele ser bom?
Ela: —Simples… faz o que eu quero.
Depois de falar isso, ela começou a rir alto enquanto tentava beber da garrafa. Eu, por minha vez, me aproximei da beirada da cama e me sentei ao lado dos pés dela.
Ela: —Acho que você já tá mais bêbado… então vai pro seu quarto e tenta dormir.
Eu: —Você já quer dormir?
Ela: —Sim, tô muito cansada e preciso dormir.
Eu: —Tá bom, vou dormir… Mas antes de ir, deixa eu deitar uns 10 minutos na sua cama, porque tô meio tonto e não quero cair andando.
Nessa hora, ela abriu um espaço na cama pra mim, depois se deitou de costas pra mim, se cobriu com o lençol e pegou no sono de novo.
No meu caso, eu fiquei descoberto, olhando pro teto e com vontade de bater uma. Então esperei um tempo até minha irmã dormir pra depois tocar uma ali mesmo. E foi o que aconteceu… 15 minutos depois, eu abaixei meu short e minha cueca e comecei a me masturbar em silêncio.
Só que não conseguia gozar… então virei pra onde minha irmã estava, levantei o lençol de novo, igual no começo, e sem pensar comecei a passar meu pau por toda a bunda dela. Esfregava de leve e depois tentava roçar na racha das nádegas dela.
Ela não acordava… então levei minha mão direita até os peitos dela, acariciei por cima da blusa, depois tirei o peito direito dela pra fora e comecei a beliscar o mamilo enquanto, ao mesmo tempo, continuava roçando a bunda dela com meu pau.
Depois de alguns minutos, e sem saber por quê, me aproximei do ouvido dela e, num tom super quente, comecei a dizer… Hhhmmm que bunda gostosa você tem…. Você tem uns peitos incríveeeeeis Ufff… Ela, por sua vez, ao sentir meus toques e carícias, começou a acordar e disse: mas o que você está fazendo? Sério que você tá tentando me comer? Aí eu, meio bêbado, só respondi que não. Pois parece que você tá fazendo isso…. Disse ela, meio confusa. Desculpa… é que tô meio bêbado… nem sei o que tô fazendo… respondi enquanto me afastava um pouquinho dela. Você é meu irmão mais novo…. Um maldito moleque…. Mas que porra tá acontecendo com você, Santiago? – perguntou retoricamente. E depois gritou…. Vaza pro seu quarto. Desculpa, Fanny… é que tô muito excitado e só queria aliviar essa ereção – respondi enquanto pegava meu pau com a mão e mostrava pra ela. E daí…? Ela perguntou. Nada…. só quero que você me ajude a aliviar – expliquei sem nenhuma vergonha. Tá falando sério, Santiago? Isso é nojento – ela dizia enquanto se cobria de leve com o lençol.
Por favor… não vou contar pra ninguém, eu falei. Aí ela, meio puta, só respondeu: não me importa se você não contar pra ninguém. Não quero fazer isso… subir na sua cama… Eca! Eca! Naquele momento, os dois ficamos em silêncio, ela cobrindo o rosto com nojo e eu segurando meu pau, pensando se devia ir embora ou não… E antes que eu pudesse fazer o próximo movimento… ela disse… Você não vai me deixar em paz, vai? Aí eu respondi rápido que não. Na hora, ela sentou na cama, tirou os dois peitões lindos dela da blusa e depois disse: acho que só assim você me deixa em paz.
As tetas dela eram grandes e brancas. Os bicos, mais do que marrons, eram meio rosadinhos. São bem grandes, né? – Ela me perguntou enquanto passava a mão nelas… hhmmmm. Sim, são – eu falei enquanto me tocava o pau. Porra!! Teu pau é enorme mesmo – ela disse enquanto eu olhava pra ela. Depois disso, pra ficar mais confortável, eu deitei do lado dela e continuei batendo uma. Ela, que continuava sentada com as tetas de fora, não tirava os olhos do meu pau e até esticou a mão pra tocar, depois tirou, e tocou de novo enquanto o rosto dela ficava vermelho. Toca direito, eu falei, puxando a mão dela pro meu pau. Ela pegou com medo e começou a subir e descer… Mmmm… eu gemia… Aí eu estiquei a mão e comecei a apertar a teta esquerda dela… Apertava o bico com um pouco de força, como se quisesse tirar leite… e ela só soltava uns gemidos baixinhos… uuummmm… ahhhhh… Acho que meu pau precisa de um pouco de lubrificação… cê pode cuspir nele? – eu perguntei. Não… não vou cuspir não – ela falou meio indignada. Por favor, fanny – eu implorei. Nessa hora, ela aproximou a boca do meu pau e deixou cair um pouco de saliva. Depois, com a mão, começou a me masturbar rápido. E sem eu pedir, ela chegou perto de novo, colocou um pouco de cuspe na boca e passou bem na ponta do meu pau.
Já vai gozar? – Ela perguntou enquanto acelerava a punheta. Eu respondi que não sabia. O que quer dizer com não sabe? – perguntou meio confusa. E antes que eu pudesse responder, ela levou a boca até meu pau e começou a chupar que nem uma putinha. Metia na boca e, quando tirava, tava coberto de saliva. Depois, com a língua, lambia o tronco até as bolas. Uffff... siiiim... assiiim, irmãzinha... eu gemia... Aperta meus peitos, ela pedia enquanto me chupava... E eu obedeci na hora...
Assiiiiim?" – perguntei com inocência.
Siiiiiiiii……..assiiiiim…. mmmmmmm……. Queeee delíciaaaaa….. ahhhhhhh…..ssiiiii…..Mmmmm – ela gemia enquanto tentava enfiar meu pau inteiro na garganta.
Uffffff…… você sabe mesmo chupar um pau…. falei enquanto empurrava a cabeça dela pra engolir meu pau todo, com as bolas.
Depois de uns minutos de boquetas incríveis, ela parou, aí pediu pra eu ficar de joelhos enquanto ela ficava de quatro e puxava a calcinha pro lado.
Vamos, maninho!!!... Vamos ver do que você é capaz, ela me disse num tom de desafio. Na sequência, peguei meu pau, rocei de leve na entrada do cu e da buceta dela, e então, sem avisar, enfiei meu pau na bocetinha dela. Ela gemeu com um... oooohhhhhhh... e depois, enquanto eu metia e tirava, ela gemia com um... Mmmmmmmmmm... sssssssssiiiiiii... uuuufffff... aaaaassssiiiiiiiiii... mmmm gostoso... me come gostoso, maninho... arrebenta minha bocetinhaaaaaaa... ooooohohhhhh... siiiiiiiiiiiii... você é bom pra caralho. Depois de um tempo metendo de quatro naquela bucetinha linda dela... virei ela rapidão... abri as pernas dela o máximo que pude, depois puxei a calcinha dela pro lado e ali pude ver os lábios da buceta dela bem inchadinhos... A buceta dela tava uma delíciaaaa...
Foi então que enfiei meu pau de uma vez e comecei a foder ela de novo…..oooooohhhhhh meu deeeeeeeussssss…. Mmmmmmmmmmmm……… queeeeeee delíciaaaaaa……siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii……. Aaaaaaaaaaammmmmm ………mmmmmmmmm ……assiiiiiiiiii……duro………mais….duro….. Eu, a cada gemido, metia mais forte e falava….. uuufffffff…… aperta com tua bucetaaaaaa irmãzinha……. Engole tudaaaaaa minha pirocaaaaa… Ficamos assim por uns minutos, até que ela me disse….. não goza ainda….. espera….. quero montar em cima de você…… roçar minha bucetinha no tronco do teu pau e depois enfiar…… Quando ouvi isso, diminuí um pouco o ritmo de cada metida e, quando já ia gozar, tirei…. depois me deitei na cama, ela montou em mim, pegou o cabelo dela com um coque que tinha na mão….. puxou a calcinha dela pro lado e começou a se mexer, sem penetração. Tipo…. Meu pau só roçava a buceta dela…. E ela adorava…. Já que se mexia como se a gente tivesse transando……. Uuuuuuuuuuuyyyyyyy…… queeeeeee delíciaaaaaa……essa posição me faz gozar rápidoooooo….. sinto teu pau roçando meu clitórisss….. é uma estimulação incrível…….ooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh……….siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…………assiiiiiiiiiiiiirmãozinho……… não se mexe……..
Naquele instante, quando ela já tava quase gozando, fez um movimento incrível que conseguiu enfiar meu pau na buceta dela rapidão…. depois mexeu a cintura em círculos por uns 12 segundos e gritou…..uuuuuuuuuuuuuuuyyyyyyyyyyyyyyyy…………tô gozandooooooooooooo………………….siimmmmmmmmmmmmmmmmmm……………assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii………….. Aí eu, com o pau já quase estourando…..enfiei até o fundoooooooo e explodi…… acho que a gente conseguiu gozar junto…. Depois disso…. em vez de ficar naquela posição, joguei ela na cama, me ajoelhei perto da boca dela e passei o resto da minha porra na boca dela.
Essas carícias só duraram uns segundos, porque eu tava com medo dela acordar. Aí cobri ela de novo com o lençol e falei – enquanto mexia no corpo dela com a mão –… Ei, acorda. Volta pro teu quarto, ela falava sem nem virar pra me olhar. É que não consigo dormir, Fanny – eu dizia. Não tô nem aí… Sai do meu quarto, Santiago – ela insistia. Vai, acorda, não fica assim, irmã – eu respondia. Que porra tem de errado contigo? – ela perguntou. Mamãe volta hoje à noite, falei. Sim, eu sei… a filha da puta tá fazendo o que quer que faça – ela respondeu enquanto virava o corpo e me encarava com raiva. Não chama a mamãe assim, falei num tom sério. Mas ela é, respondeu minha irmã. Ok, mas ela volta amanhã? – perguntei. Não sei e não tô nem aí – respondeu na hora. E aí falou num tom mais calmo: por que você não vai pra cama e a gente conversa amanhã? É que não consigo dormir? – repeti. Só deita e tenta fechar os olhos, ela disse… Já tentei, falei. Você nem tá tentando, Santiago, respondeu. Tentei, mas não consigo, respondi. Nessa hora ela falou: hmmm, foda-se… aí levantou da cama, foi até a cômoda no canto, pegou uma garrafa de bebida, voltou pra cama, sentou na beirada, abriu a garrafa e deu um gole.
Mamãe não vai gostar disso, eu expliquei. Ela tá pouco se fodendo pro que a gente faz – respondeu enquanto dava outro gole na garrafa. Dá um pouco pra mim? – perguntei. Não… você ainda é muito novinha – respondeu enquanto largava a garrafa no chão e se virava pra deitar.
Bom, não importa – eu disse, balançando a cabeça de leve. Sabe o quê, falou minha irmã, melhor, toma um gole, pode ser que isso te ajude a dormir. Então peguei a garrafa, dei um gole e falei: ai, meu deus… mas que gosto horrível essa coisa tem. Minha irmã só riu de mim e depois disse: é pra ser tequila… então dá mais um gole e vaza daqui. Por favor, Fanny, vamos conversar – eu pedi. É uma da manhã, Santiago… Que porra a gente vai conversar? Ela perguntou com sarcasmo. Na hora, sem saber o que perguntar, eu só falei: Sei lá, me diz… como tá seu namorado? Tá bem – ela respondeu enquanto dava outro gole na garrafa. Acho que não sou muito querido por ele – eu falei. Talvez porque você é irritante pra caralho – ela respondeu sorrindo. E completou: ele não quer jogar videogame com você, não quer ser amigo de um adulto que age como um moleque. E eu também não quero um irmão mais novo. Por que você é tão ruim comigo o tempo todo? – perguntei curioso. Minha irmã sorriu, bebeu de novo da garrafa e disse: talvez eu esteja seguindo os passos da mamãe. Eu não respondi nada, só pedi a garrafa e dei um gole grande. Uns segundos depois, segurei a cabeça com as mãos e falei: acho que tô tonto. Não vai vomitar, hein. Porque não tô a fim de limpar essa hora – ela disse, meio preocupada. Você é minha irmã mais velha, tem que cuidar de mim… Então se eu fizer merda, você resolve – falei brincando. Você é maluco… como irmã mais velha, eu devia estar lá fora, numa balada com meu namorado, dançando e me preparando pra depois fuder. Mas o que você acha? Tô aqui, no meu quarto, com você, bebendo tequila uma da manhã – ela disse, cobrindo o rosto com as mãos. Naquele instante, quando ouvi a palavra fuder, me arrisquei a perguntar: você transa muito com seu namorado? E ela respondeu: claro que fodo muito com meu namorado… ou você acha Só de mãos dadas e andando pelo parque? Eu: E ele é bom na cama?
Ela: Se não fosse bom, por que eu continuaria com ele?
Eu: —E o que faz ele ser bom? Ela: —Simples… faz o que eu quero.
Depois de falar isso, ela começou a rir alto enquanto tentava beber da garrafa. Eu, por minha vez, me aproximei da beirada da cama e me sentei ao lado dos pés dela.
Ela: —Acho que você já tá mais bêbado… então vai pro seu quarto e tenta dormir.
Eu: —Você já quer dormir?
Ela: —Sim, tô muito cansada e preciso dormir.
Eu: —Tá bom, vou dormir… Mas antes de ir, deixa eu deitar uns 10 minutos na sua cama, porque tô meio tonto e não quero cair andando.
Nessa hora, ela abriu um espaço na cama pra mim, depois se deitou de costas pra mim, se cobriu com o lençol e pegou no sono de novo.
No meu caso, eu fiquei descoberto, olhando pro teto e com vontade de bater uma. Então esperei um tempo até minha irmã dormir pra depois tocar uma ali mesmo. E foi o que aconteceu… 15 minutos depois, eu abaixei meu short e minha cueca e comecei a me masturbar em silêncio.
Só que não conseguia gozar… então virei pra onde minha irmã estava, levantei o lençol de novo, igual no começo, e sem pensar comecei a passar meu pau por toda a bunda dela. Esfregava de leve e depois tentava roçar na racha das nádegas dela.
Ela não acordava… então levei minha mão direita até os peitos dela, acariciei por cima da blusa, depois tirei o peito direito dela pra fora e comecei a beliscar o mamilo enquanto, ao mesmo tempo, continuava roçando a bunda dela com meu pau.
Depois de alguns minutos, e sem saber por quê, me aproximei do ouvido dela e, num tom super quente, comecei a dizer… Hhhmmm que bunda gostosa você tem…. Você tem uns peitos incríveeeeeis Ufff… Ela, por sua vez, ao sentir meus toques e carícias, começou a acordar e disse: mas o que você está fazendo? Sério que você tá tentando me comer? Aí eu, meio bêbado, só respondi que não. Pois parece que você tá fazendo isso…. Disse ela, meio confusa. Desculpa… é que tô meio bêbado… nem sei o que tô fazendo… respondi enquanto me afastava um pouquinho dela. Você é meu irmão mais novo…. Um maldito moleque…. Mas que porra tá acontecendo com você, Santiago? – perguntou retoricamente. E depois gritou…. Vaza pro seu quarto. Desculpa, Fanny… é que tô muito excitado e só queria aliviar essa ereção – respondi enquanto pegava meu pau com a mão e mostrava pra ela. E daí…? Ela perguntou. Nada…. só quero que você me ajude a aliviar – expliquei sem nenhuma vergonha. Tá falando sério, Santiago? Isso é nojento – ela dizia enquanto se cobria de leve com o lençol.
Por favor… não vou contar pra ninguém, eu falei. Aí ela, meio puta, só respondeu: não me importa se você não contar pra ninguém. Não quero fazer isso… subir na sua cama… Eca! Eca! Naquele momento, os dois ficamos em silêncio, ela cobrindo o rosto com nojo e eu segurando meu pau, pensando se devia ir embora ou não… E antes que eu pudesse fazer o próximo movimento… ela disse… Você não vai me deixar em paz, vai? Aí eu respondi rápido que não. Na hora, ela sentou na cama, tirou os dois peitões lindos dela da blusa e depois disse: acho que só assim você me deixa em paz.
As tetas dela eram grandes e brancas. Os bicos, mais do que marrons, eram meio rosadinhos. São bem grandes, né? – Ela me perguntou enquanto passava a mão nelas… hhmmmm. Sim, são – eu falei enquanto me tocava o pau. Porra!! Teu pau é enorme mesmo – ela disse enquanto eu olhava pra ela. Depois disso, pra ficar mais confortável, eu deitei do lado dela e continuei batendo uma. Ela, que continuava sentada com as tetas de fora, não tirava os olhos do meu pau e até esticou a mão pra tocar, depois tirou, e tocou de novo enquanto o rosto dela ficava vermelho. Toca direito, eu falei, puxando a mão dela pro meu pau. Ela pegou com medo e começou a subir e descer… Mmmm… eu gemia… Aí eu estiquei a mão e comecei a apertar a teta esquerda dela… Apertava o bico com um pouco de força, como se quisesse tirar leite… e ela só soltava uns gemidos baixinhos… uuummmm… ahhhhh… Acho que meu pau precisa de um pouco de lubrificação… cê pode cuspir nele? – eu perguntei. Não… não vou cuspir não – ela falou meio indignada. Por favor, fanny – eu implorei. Nessa hora, ela aproximou a boca do meu pau e deixou cair um pouco de saliva. Depois, com a mão, começou a me masturbar rápido. E sem eu pedir, ela chegou perto de novo, colocou um pouco de cuspe na boca e passou bem na ponta do meu pau.
Já vai gozar? – Ela perguntou enquanto acelerava a punheta. Eu respondi que não sabia. O que quer dizer com não sabe? – perguntou meio confusa. E antes que eu pudesse responder, ela levou a boca até meu pau e começou a chupar que nem uma putinha. Metia na boca e, quando tirava, tava coberto de saliva. Depois, com a língua, lambia o tronco até as bolas. Uffff... siiiim... assiiim, irmãzinha... eu gemia... Aperta meus peitos, ela pedia enquanto me chupava... E eu obedeci na hora...
Assiiiiim?" – perguntei com inocência. Siiiiiiiii……..assiiiiim…. mmmmmmm……. Queeee delíciaaaaa….. ahhhhhhh…..ssiiiii…..Mmmmm – ela gemia enquanto tentava enfiar meu pau inteiro na garganta.
Uffffff…… você sabe mesmo chupar um pau…. falei enquanto empurrava a cabeça dela pra engolir meu pau todo, com as bolas.
Depois de uns minutos de boquetas incríveis, ela parou, aí pediu pra eu ficar de joelhos enquanto ela ficava de quatro e puxava a calcinha pro lado.
Vamos, maninho!!!... Vamos ver do que você é capaz, ela me disse num tom de desafio. Na sequência, peguei meu pau, rocei de leve na entrada do cu e da buceta dela, e então, sem avisar, enfiei meu pau na bocetinha dela. Ela gemeu com um... oooohhhhhhh... e depois, enquanto eu metia e tirava, ela gemia com um... Mmmmmmmmmm... sssssssssiiiiiii... uuuufffff... aaaaassssiiiiiiiiii... mmmm gostoso... me come gostoso, maninho... arrebenta minha bocetinhaaaaaaa... ooooohohhhhh... siiiiiiiiiiiii... você é bom pra caralho. Depois de um tempo metendo de quatro naquela bucetinha linda dela... virei ela rapidão... abri as pernas dela o máximo que pude, depois puxei a calcinha dela pro lado e ali pude ver os lábios da buceta dela bem inchadinhos... A buceta dela tava uma delíciaaaa...
Foi então que enfiei meu pau de uma vez e comecei a foder ela de novo…..oooooohhhhhh meu deeeeeeeussssss…. Mmmmmmmmmmmm……… queeeeeee delíciaaaaaa……siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii……. Aaaaaaaaaaammmmmm ………mmmmmmmmm ……assiiiiiiiiii……duro………mais….duro….. Eu, a cada gemido, metia mais forte e falava….. uuufffffff…… aperta com tua bucetaaaaaa irmãzinha……. Engole tudaaaaaa minha pirocaaaaa… Ficamos assim por uns minutos, até que ela me disse….. não goza ainda….. espera….. quero montar em cima de você…… roçar minha bucetinha no tronco do teu pau e depois enfiar…… Quando ouvi isso, diminuí um pouco o ritmo de cada metida e, quando já ia gozar, tirei…. depois me deitei na cama, ela montou em mim, pegou o cabelo dela com um coque que tinha na mão….. puxou a calcinha dela pro lado e começou a se mexer, sem penetração. Tipo…. Meu pau só roçava a buceta dela…. E ela adorava…. Já que se mexia como se a gente tivesse transando……. Uuuuuuuuuuuyyyyyyy…… queeeeeee delíciaaaaaa……essa posição me faz gozar rápidoooooo….. sinto teu pau roçando meu clitórisss….. é uma estimulação incrível…….ooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh……….siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…………assiiiiiiiiiiiiirmãozinho……… não se mexe……..
Naquele instante, quando ela já tava quase gozando, fez um movimento incrível que conseguiu enfiar meu pau na buceta dela rapidão…. depois mexeu a cintura em círculos por uns 12 segundos e gritou…..uuuuuuuuuuuuuuuyyyyyyyyyyyyyyyy…………tô gozandooooooooooooo………………….siimmmmmmmmmmmmmmmmmm……………assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii………….. Aí eu, com o pau já quase estourando…..enfiei até o fundoooooooo e explodi…… acho que a gente conseguiu gozar junto…. Depois disso…. em vez de ficar naquela posição, joguei ela na cama, me ajoelhei perto da boca dela e passei o resto da minha porra na boca dela.
5 comentários - Ontem comi minha irmã mais velha (história + fotos)
Sería bueno que cuentes tu historia con tu hermana.