Passo uma foto que me pediram. Isso aconteceu comigo há anos atrás. Meu ex namorado tinha um grupo de amigos onde sempre colocavam apelidos, sempre me chamou a atenção de um dos amigos dele que, embora não fosse muito bonito, tinha um físico legal. Um dia, por curiosidade, resolvi perguntar o porquê do apelido dele… Tripa. Meu namorado na época começou a rir e me disse que o nome vinha de tripé e chamavam ele de tripa porque senão ficava muito comprido e acabou ficando assim. Eu, muito otária, perguntei de novo… “por que tripé?” e meu namorado, soltinho, me disse “é que o Seba tem o amigo muito grande”, e eu perguntei: “você viu?” e ele me contou uma história de quando eram mais novos, foram num puteiro e passaram 4 dos caras, incluindo o Seba, e ele tinha a pica tão grande que as putinhas só queriam chupar ele, não queriam transar com ele. A verdade é que na hora fiquei impactada com a história, que eu imaginava que meu namorado tinha incrementado, mas deixei pra lá. Passou o tempo e a verdade é que não via muito os amigos do meu namorado e tinha esquecido do assunto até que meu namorado me disse que um dos caras nos convidou pra um sítio onde todo mundo ia estar, inclusive o Seba, e íamos ficar uns dias. Chegamos e tudo normal, muita conversa com os caras e as minas. Eu tava na piscina conversando com uma das minas, o Seba se aproxima e entra na piscina, até aí tudo normal até que ele sai da piscina e marcava no short um volume mais que interessante, dava pra ver que ele não tava usando cueca por baixo e a sunga não tinha forro, então a pica marcava inteira. Ele senta na nossa frente na borda da piscina e levanta um pouco o short e, de frente, dava pra ver que a pica dele escapava um pouco pelo short. Desconfortável, falo pra mina com quem eu tava conversando se ela tava vendo a mesma coisa que eu e ela comentou que o namorado dela também tinha contado sobre os dotes do Tripa – “amiga, o Martin me disse que ele tem um braço balançando”. Reconheço que a situação, mais do que me deixar desconfortável, me deixou com tesão. Verdade? Eu queria ver e conhecer a pica do Tripa, e essa situação apareceu. No outro dia à noite, depois da piscina e tudo, a gente tava se preparando pra fazer um churrasco todo mundo junto. Eu tava no meu quarto sozinha com meu namorado, e no quarto ao lado tinha um com duas beliches. Subi pra pegar um protetor solar e o Seba tava de toalha no quarto, tinha acabado de sair do banho. A toalha mal fechava nele, e eu queria aproveitar que todo mundo tava lá embaixo arrumando a mesa pra ver a pica do Tripa. Fiz a simpática e comecei a falar com ele (eu tava de biquíni), e enquanto ele falava, eu ficava mexendo nos meus peitos de lado, fingindo que tava me ajeitando, mas tava era muito excitada, verdade. Ele só segurava a toalha pra não cair, porque não era muito grande. Ele se virou pra pegar alguma coisa no criado-mudo, e eu vi minha chance de fazer algo mais ousado. Ajeitei meus peitos pra deixar o mamilo durinho e mostrei um pouquinho da auréola. O Seba se virou e não conseguiu evitar de olhar pros meus peitos. A gente continuou falando besteira, eu tava louca de tesão e me fazendo de sonsa, e fiquei olhando pra entreperna dele. Ele entendeu a indireta e ajeitou a toalha de um jeito que a pica começou a aparecer. Não consegui tirar os olhos da entreperna dele, e avançando um pouco mais, porque ele parecia muito tímido, perguntei: "Ei, Seba, por que te chamam de Tripa?" Ele, rindo igual ao meu namorado idiota, olhou nos meus olhos, abriu a toalha e disse: "Por isso." A pica que o Tripa tinha é algo que nunca vou esquecer na vida. Entendi perfeitamente por que as putas não queriam dar pra ele. Era comprida, uns 20/21 cm eu calculava, mas a grossura... era tipo um termo de meio litro, enorme. Não parava de olhar pra ela, e aí rolou essa conversa: Eu – Uau, Seba, que filho da puta, hahaha, agora entendi. S – O que você entendeu? Eu – C (a inicial do nome do meu namorado) me contou que foram em putas e que elas não querem dar pra você. Eu não acreditava nele, achava que era exagero, mas não. S – Poucas encaram. Anima aí, o que cê acha? Eu—enorme, ontem te mijei um pouco na piscina e tinha me parecido. É enorme (gesto com as mãos), te parabenizo, amigo (amigo, eu disse… dá pra acreditar?). As que te pegam devem se divertir pra caralho. S—Ainda tá meio mole, tá murchinha porque dá pra ver teu mamilo. Não se faz de sonsa, “amiga” (ele disse com sarcasmo), “que antes você não tinha assim, queria me provocar…” Eu—bom, um pouco, queria conhecer ela depois de te olhar na piscina, tá errado? S—Não, errado não tá, errado é me provocar e não fazer nada. Eu—o que cê quer? Com isso aí não me pega nem fudendo, teu amigo não tem tão grossa quanto você. S—Chupa ela e tira meu leite, vai, que você tá morrendo de vontade, “amiga”, e me mostra esses peitos que você tem, quero chupar eles. Daí não falei mais nada, a gente viu que a situação de gente tava controlada e não ia aumentar, me abaixei, peguei com a mão (não fechava) e comecei a bater uma pra ele e lubrificar. Era enorme, coloquei na boca e na sorte só conseguia chupar a cabeça, fazia todo esforço e não dava mais, minha mandíbula tava doendo, levantei e ofereci meus peitos, ele tava desesperado, chupou eles (não muito bem, pra ser sincera) e começou a me tocar a buceta. Eu—mano, não pode ter tão grande, que cock boa você tem. S—Abaixa a sunga, vai, deixa eu enfiar a cabecinha. Eu—Nem fudendo, mais que cabecinha, cabeção, é enorme, Seba, você vai me matar e eu sou gritona. S—Um pouquinho, vai, se você tá toda molhada, putinha, e chupou pouco e já tava doendo a boca. Eu—O que cê quer? É gigante, mano, é anormal essa cock (eu balançando a cock dele com a mão). Encosta um pouco, mas não muito, por favor, que teu amigo quer me comer hoje e você vai me abrir toda. Virei, abaixei a sunga e ajustei. Dava pra ver que não era um grande comedor, quem diria que com uma cock dessas ele ia ficar tão nervoso e ser bruto. Ele encostou e empurrou de uma vez, eu soltei um grito “aaaaahhhh filho da puta, não não não, tira, é enorme,” Não consigo segurar uma parada dessas, bato uma pra você e goza nos meus peitos que eu tomo um banho e pronto. Bati uma por 2 minutos, gozei entre os peitos e no rosto, e nós dois falamos: "por favor, nem uma palavra, senão me expulsam do grupo" – "fica entre nós", eu disse. Nunca mais tive nenhuma situação com barriga, mas jamais vou esquecer dessa pica. No outro dia, contei pra Vane, a mina que tava comigo na piscina, e falei: eu – "boba, viu ontem que fui tomar banho? Acabei chupando o Seba" V – e aí? Conta, boba… que loucura. Eu – Nada, horrível… ele tem uma enorme, não cabe na minha boca, mas não sabe foder, com essa pica devia ter mais cuidado. V – mas você comeu ele? Eu – nãooo ele quis meter e foi tão bruto que falei que não. V – simmm o Martin me disse que todas fugiam dele, achei que exagerava, mas agora que você fala, vejo que não. E como ficou? Eu – nada, já era, matei a vontade. Espero que tenham gostado.
Passo uma foto que me pediram. Isso aconteceu comigo há anos atrás. Meu ex namorado tinha um grupo de amigos onde sempre colocavam apelidos, sempre me chamou a atenção de um dos amigos dele que, embora não fosse muito bonito, tinha um físico legal. Um dia, por curiosidade, resolvi perguntar o porquê do apelido dele… Tripa. Meu namorado na época começou a rir e me disse que o nome vinha de tripé e chamavam ele de tripa porque senão ficava muito comprido e acabou ficando assim. Eu, muito otária, perguntei de novo… “por que tripé?” e meu namorado, soltinho, me disse “é que o Seba tem o amigo muito grande”, e eu perguntei: “você viu?” e ele me contou uma história de quando eram mais novos, foram num puteiro e passaram 4 dos caras, incluindo o Seba, e ele tinha a pica tão grande que as putinhas só queriam chupar ele, não queriam transar com ele. A verdade é que na hora fiquei impactada com a história, que eu imaginava que meu namorado tinha incrementado, mas deixei pra lá. Passou o tempo e a verdade é que não via muito os amigos do meu namorado e tinha esquecido do assunto até que meu namorado me disse que um dos caras nos convidou pra um sítio onde todo mundo ia estar, inclusive o Seba, e íamos ficar uns dias. Chegamos e tudo normal, muita conversa com os caras e as minas. Eu tava na piscina conversando com uma das minas, o Seba se aproxima e entra na piscina, até aí tudo normal até que ele sai da piscina e marcava no short um volume mais que interessante, dava pra ver que ele não tava usando cueca por baixo e a sunga não tinha forro, então a pica marcava inteira. Ele senta na nossa frente na borda da piscina e levanta um pouco o short e, de frente, dava pra ver que a pica dele escapava um pouco pelo short. Desconfortável, falo pra mina com quem eu tava conversando se ela tava vendo a mesma coisa que eu e ela comentou que o namorado dela também tinha contado sobre os dotes do Tripa – “amiga, o Martin me disse que ele tem um braço balançando”. Reconheço que a situação, mais do que me deixar desconfortável, me deixou com tesão. Verdade? Eu queria ver e conhecer a pica do Tripa, e essa situação apareceu. No outro dia à noite, depois da piscina e tudo, a gente tava se preparando pra fazer um churrasco todo mundo junto. Eu tava no meu quarto sozinha com meu namorado, e no quarto ao lado tinha um com duas beliches. Subi pra pegar um protetor solar e o Seba tava de toalha no quarto, tinha acabado de sair do banho. A toalha mal fechava nele, e eu queria aproveitar que todo mundo tava lá embaixo arrumando a mesa pra ver a pica do Tripa. Fiz a simpática e comecei a falar com ele (eu tava de biquíni), e enquanto ele falava, eu ficava mexendo nos meus peitos de lado, fingindo que tava me ajeitando, mas tava era muito excitada, verdade. Ele só segurava a toalha pra não cair, porque não era muito grande. Ele se virou pra pegar alguma coisa no criado-mudo, e eu vi minha chance de fazer algo mais ousado. Ajeitei meus peitos pra deixar o mamilo durinho e mostrei um pouquinho da auréola. O Seba se virou e não conseguiu evitar de olhar pros meus peitos. A gente continuou falando besteira, eu tava louca de tesão e me fazendo de sonsa, e fiquei olhando pra entreperna dele. Ele entendeu a indireta e ajeitou a toalha de um jeito que a pica começou a aparecer. Não consegui tirar os olhos da entreperna dele, e avançando um pouco mais, porque ele parecia muito tímido, perguntei: "Ei, Seba, por que te chamam de Tripa?" Ele, rindo igual ao meu namorado idiota, olhou nos meus olhos, abriu a toalha e disse: "Por isso." A pica que o Tripa tinha é algo que nunca vou esquecer na vida. Entendi perfeitamente por que as putas não queriam dar pra ele. Era comprida, uns 20/21 cm eu calculava, mas a grossura... era tipo um termo de meio litro, enorme. Não parava de olhar pra ela, e aí rolou essa conversa: Eu – Uau, Seba, que filho da puta, hahaha, agora entendi. S – O que você entendeu? Eu – C (a inicial do nome do meu namorado) me contou que foram em putas e que elas não querem dar pra você. Eu não acreditava nele, achava que era exagero, mas não. S – Poucas encaram. Anima aí, o que cê acha? Eu—enorme, ontem te mijei um pouco na piscina e tinha me parecido. É enorme (gesto com as mãos), te parabenizo, amigo (amigo, eu disse… dá pra acreditar?). As que te pegam devem se divertir pra caralho. S—Ainda tá meio mole, tá murchinha porque dá pra ver teu mamilo. Não se faz de sonsa, “amiga” (ele disse com sarcasmo), “que antes você não tinha assim, queria me provocar…” Eu—bom, um pouco, queria conhecer ela depois de te olhar na piscina, tá errado? S—Não, errado não tá, errado é me provocar e não fazer nada. Eu—o que cê quer? Com isso aí não me pega nem fudendo, teu amigo não tem tão grossa quanto você. S—Chupa ela e tira meu leite, vai, que você tá morrendo de vontade, “amiga”, e me mostra esses peitos que você tem, quero chupar eles. Daí não falei mais nada, a gente viu que a situação de gente tava controlada e não ia aumentar, me abaixei, peguei com a mão (não fechava) e comecei a bater uma pra ele e lubrificar. Era enorme, coloquei na boca e na sorte só conseguia chupar a cabeça, fazia todo esforço e não dava mais, minha mandíbula tava doendo, levantei e ofereci meus peitos, ele tava desesperado, chupou eles (não muito bem, pra ser sincera) e começou a me tocar a buceta. Eu—mano, não pode ter tão grande, que cock boa você tem. S—Abaixa a sunga, vai, deixa eu enfiar a cabecinha. Eu—Nem fudendo, mais que cabecinha, cabeção, é enorme, Seba, você vai me matar e eu sou gritona. S—Um pouquinho, vai, se você tá toda molhada, putinha, e chupou pouco e já tava doendo a boca. Eu—O que cê quer? É gigante, mano, é anormal essa cock (eu balançando a cock dele com a mão). Encosta um pouco, mas não muito, por favor, que teu amigo quer me comer hoje e você vai me abrir toda. Virei, abaixei a sunga e ajustei. Dava pra ver que não era um grande comedor, quem diria que com uma cock dessas ele ia ficar tão nervoso e ser bruto. Ele encostou e empurrou de uma vez, eu soltei um grito “aaaaahhhh filho da puta, não não não, tira, é enorme,” Não consigo segurar uma parada dessas, bato uma pra você e goza nos meus peitos que eu tomo um banho e pronto. Bati uma por 2 minutos, gozei entre os peitos e no rosto, e nós dois falamos: "por favor, nem uma palavra, senão me expulsam do grupo" – "fica entre nós", eu disse. Nunca mais tive nenhuma situação com barriga, mas jamais vou esquecer dessa pica. No outro dia, contei pra Vane, a mina que tava comigo na piscina, e falei: eu – "boba, viu ontem que fui tomar banho? Acabei chupando o Seba" V – e aí? Conta, boba… que loucura. Eu – Nada, horrível… ele tem uma enorme, não cabe na minha boca, mas não sabe foder, com essa pica devia ter mais cuidado. V – mas você comeu ele? Eu – nãooo ele quis meter e foi tão bruto que falei que não. V – simmm o Martin me disse que todas fugiam dele, achei que exagerava, mas agora que você fala, vejo que não. E como ficou? Eu – nada, já era, matei a vontade. Espero que tenham gostado.
2 comentários - Tripa, el amigo de mi novio