E então, como se o universo tivesse resolvido completar a piada, o tempo voltou. Ela tinha 20 anos de novo. A mesma faculdade. As mesmas festas. Os mesmos amigos e grupos de amigas. Mas agora era mulher. E tudo ia se repetir… exatamente igual, mas com um corpo que enlouquecia todo mundo. (Sofia)



A festa na casa do bairro Centro tinha virado um ritual selvagem, e naquela noite todo mundo sabia que a Sandra ia ser o centro absoluto do caos. Ela desceu as escadas com passos lentos e calculados, a regata preta de lycra tão justa que parecia pintada na pele. Os peitos novos dela — recém-aumentados para um copa DDD — transbordavam por cima e pelos lados, os bicos duros marcando como se quisessem rasgar o tecido. O short jeans era tão curto que deixava ver a curva de baixo da bunda e o começo da tira da calcinha fio-dental vermelho-sangue que mal cobria alguma coisa. O silêncio durou só dois segundos antes de explodirem os assobios, os gritos e os aplausos obscenos. Marco foi o primeiro a reagir. Agarrou ela pela cintura com as duas mãos, levantou como se não pesasse nada e levou ela quase arrastando até a cozinha aberta enquanto o resto gritava “Tira, tira!”. Enfiou ela contra a bancada de granito frio. As mãos dele subiram direto pra arrancar a regata de um puxão; os peitos pularam livres, pesados, com as auréolas grandes e escuras já enrugadas de tesão. — Porra, olha só esse par de peitos… parece peito de puta — rosnou Marco enquanto apertava com força, afundando os dedos até a pele ficar branca em volta —. Quanto você pagou por esses, hein? Porque valem cada puto centavo. Sandra arqueou as costas, empurrando o peito contra ele. — Paguei pra ser comida assim… arrebenta eles, filho da puta. Marco abaixou o zíper com uma mão enquanto com a outra arrancava o short e a calcinha fio-dental de um puxão só. A buceta já brilhava, inchada e molhada desde antes de descer as escadas. Ele meteu de uma enfiada brutal, até o fundo. O baque seco fez Sandra gritar e os peitos dela balançarem violentamente contra o peito dele. — Siim! Assim, mais fundo! Arrebenta minha buceta, faz doer amanhã! — gritava sem filtro. Da porta da cozinha, a Nayeli e a Elisa já tinham tirado as blusas. A Nayeli tinha dois dedos metidos dentro da Elisa enquanto as duas assistiam à cena com os olhos vidrados. —Olha como ela se entrega… que puta tão gostosa —sussurrou Nayeli mordendo o pescoço de Elisa. Na sala principal, Raúl já tinha a Laura de joelhos chupando ele enquanto Diego observava tudo do sofá com uma cerveja na mão e o pau duro marcando na calça. (Sandra/Enrique)







Marco fodia Sandra sem piedade, o som dos corpos se chocando ecoava por todo o térreo. Cada estocada fazia os peitos dela pularem pra cima e caírem pesados. Ele agarrava com as duas mãos, apertava, beliscava os bicos até ela gritar de prazer-dor. —Me dá tudo, filho da puta! Me enche! —implorava Sandra, cravando as unhas nos ombros dele. Marco gozou dentro dela com um rugido, empurrando tão forte que quase levantou ela do chão. Quando saiu, um fio grosso de porra começou a escorrer pela parte de dentro das coxas dela. Não deu tempo nem de respirar. Diego apareceu atrás, já pelado, o pau grosso e cheio de veias apontando pro teto. —Minha vez, gostosa. De quatro, agora —ordenou. Virou ela e colocou em cima da mesa da cozinha. Sandra apoiou os cotovelos, a bunda empinada, os peitos esmagados contra a superfície fria. Diego deu um tapa sonoro que deixou a marca vermelha na hora. —Olha essa bunda… e ainda escorrendo a porra do outro —disse rindo. Meteu de uma vez, mais devagar mas mais fundo que o Marco. Cada movimento fazia os peitos se arrastarem na mesa, os bicos roçando a superfície e mandando choques direto pro clitóris. —Que gostoso que esse cuzinho cheio de porra quente tá! —gemeu Diego—. Balança esses peitos, quero ver eles pulando enquanto te como. Sandra empurrava pra trás a cada estocada, fazendo os peitos baterem ritmado contra a madeira. —Mais forte! Aperta eles! Quero que me marque! —implorava. Diego obedeceu: uma mão na cintura, a outra agarrando um peito com tanta força que a pele ficou branca entre os dedos. Com a outra mão livre, começou a esfregar o clitóris dela em círculos rápidos. Na varanda perto da piscina, a cena se repetia em paralelo. Raúl tinha a Laura sentada na borda de uma mesa externa, as pernas abertas, chupando ela enquanto ela gemia olhando pra cozinha. Nayeli e Elisa tinham se juntado: Elisa estava de joelhos chupando enquanto Nayeli lambia os peitos da Laura e enfiava dois dedos nela ao mesmo tempo. — Vai, Raúl, come ela logo… pra Sandra não ser a única a gritar hoje à noite — disse Nayeli com voz rouca. Raúl se levantou, colocou Laura de bruços sobre a mesa e a penetrou de uma só vez. Laura gritou e arranhou a madeira. — Isso, assim! Me fode como uma puta! — ela berrava. Enquanto isso, na cozinha, Diego já tava perto do clímax. Tirou a pica e gozou nas nádegas e nas costas da Sandra, jorros grossos escorrendo pela pele suada dela. Ela ainda tremia, não tinha gozado ainda. Marco voltou, ainda meio duro. — Você não vai gozar com um só, vai? — disse com um sorriso torto. Levantou ela da mesa, carregou até a sala e jogou no sofá grande de três lugares. Raúl, que tinha acabado de gozar dentro da Laura, se aproximou junto com o Diego. Os três cercaram ela. Marco sentou no sofá e fez ela montar nele, empalando ela de novo. Diego ficou atrás, cuspiu no cu dela e começou a pressionar devagar com a ponta. — Quer as duas ao mesmo tempo, puta? — perguntou Diego. Sandra, com a voz entrecortada de prazer, só conseguiu concordar. — Siiim… enfia as duas… me arrebenta toda… Raúl se colocou na frente dela, agarrou ela pelo cabelo e enfiou a pica na boca dela até a garganta. Sandra gemia em volta da pica enquanto Marco e Diego começavam a se mover ao mesmo tempo, um na buceta e o outro abrindo caminho no cu dela. O sofá rangia com violência. Os peitos dela balançavam sem controle, batendo no peito do Marco. Diego dava tapas na bunda dela enquanto penetrava mais fundo. — Olha ela! Tá gozando com duas picas dentro! — gritou Nayeli de lado, se masturbando furiosamente enquanto Elisa lambia o clitóris dela. Sandra explodiu num orgasmo brutal: o corpo ficou tenso, os olhos viraram, um jorro quente saiu da buceta dela encharcando o Marco. Ela gritou tão alto que deu pra ouvir lá fora. Três homens gozaram quase ao mesmo tempo: Marco dentro da buceta, Diego no cu, Raúl tirando da boca e descarregando no rosto e nos peitos dela. Quando terminaram, Sandra ficou largada no sofá, tremendo, coberta de porra, suor e os próprios fluidos. Os peitos subiam e desciam com a respiração ofegante, brilhando de saliva e gozo. Nayeli se aproximou, ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber devagar a buceta e o cu, recolhendo tudo que escorria. — Boa menina…
Três anos depois, Sandra já tinha se adaptado perfeitamente à nova vida, e aquele novo corpo se sentia muito bem sendo mulher. Todas as rolas que tinha experimentado mudaram sua perspectiva de vida aos poucos. Ela ia esquecendo a vida antiga. A roupa que usava e o jeito de agir deixavam claro que era mulher feita e direita. Sempre usava decotes, sempre usava vestidos justos, saias e calças de lycra que destacavam muito o corpo e as curvas. Na rua, sempre assobiavam, cantavam, e sempre tinha um homem que chegava para paquerar. Na escola, até os professores tentavam transar com ela. No metrô, apertavam a bunda dela. E tudo isso era parte de ser mulher, e ela gostava. Gostava de ser olhada com desejo, como um troféu.
O verão voltou. O mesmo sítio. O mesmo cheiro de terra quente, mato seco e carne assando. A família reunida. Mas agora ela era a das curvas impossíveis. Inverteu os papéis com a irmã na hora. Sentiu o olhar do tio nos peitos logo de cara. As primeiras horas foram normais, ela passou batendo papo com os primos e primas. Depois, as tias pediram ajuda na cozinha, e toda vez que ia e voltava, sentia o olhar do tio na bunda e nos peitos. Ela sabia o que aquilo significava.
Desde o minuto um, quando pisou naquele lugar, o tio abraçou ela por tempo demais, sentindo os peitões contra o peito dele. As indiretas eram óbvias, e o dia inteiro ele ficou paquerando e deixando ela nervosa. Durante o churrasco... A paquera foi constante e cada vez mais descarada. A fumaça grossa da churrasqueira subia em colunas cinzentas, carregada do cheiro de carne queimada, carvão e gordura crepitando. O calor do fogo lambia a pele de todo mundo, fazendo o suor brilhar em gotas grossas nos braços, no pescoço e no decote dela. Cada vez que ela se inclinava pra servir tortilha ou molho, os peitões grandes e pesados balançavam por baixo da blusa leve e molhada, os bicos endurecidos marcando claramente contra o tecido fino. O tio não tirava os olhos dali nem por um segundo.






Ele se aproximou "pra ajudar" pela enésima vez, colando o corpo grande e quente por trás enquanto ela mexia a panela. A mão calejada roçou a cintura dela, depois desceu devagar até apertar o quadril com força. — Que *tasty* cê tá cheirando, sobrinha… a suor, a mulher quente e aquele molho picante — sussurrou rouco no ouvido dela, o bafo cheirando a cerveja e tabaco—. Olha como esses peitos tremem cada vez que você se mexe. Tão me deixando louco. Se não fosse a família, eu pegava eles agora mesmo e chupava até deixar vermelhinhos. Ela sentiu um choque de calor entre as pernas. A buceta se contraiu sozinha só com as palavras. Mordeu o lábio e respondeu baixinho, sem virar: — Tio… cê tá sendo muito safado. Mas eu gosto… gosto que cê me olhe assim. Se continuar falando desse jeito, vou ficar tão molhada que vai dar pra perceber. Ele soltou uma risada grossa e apertou mais o quadril dela, deixando o pau já duro encostar na bunda dela por cima da saia. — Então molha, sobrinha. Quero sentir o cheiro da sua buceta molhada daqui. Essa noite, quando todo mundo dormir, vou entrar no seu quarto e te foder como a putinha que você é. Vou abrir suas pernas e meter todo o meu pau até você gritar meu nome. A noite foi lenta e torturante. O tio continuou paquerando sem vergonha: servia cerveja roçando o braço e a lateral do peito dela "sem querer", punha a mão na coxa dela debaixo da mesa e subia os dedos devagar até tocar a beirada da calcinha, sussurrava piadas sujas no ouvido ("Se esse molho arde tanto, imagina como sua buceta queima quando eu meto"), e olhava pra ela como se já estivesse despindo e penetrando ali mesmo. O ar tava pesado: cheiro de carne queimada, de suor masculino e feminino, de cerveja derramada e de desejo cru que dava pra quase mastigar. Quando finalmente todo mundo foi dormir, o sítio ficou em silêncio, quebrado só pelos grilos e pelo latido distante de um cachorro. O tio entrou no quarto sem fazer barulho, trancou a porta e empurrou ela contra A parede de madeira estalou com um baque seco. —Passei a noite inteira de pau duro pensando em você — ele rosnou, voz rouca e grave—. Nesses peitões grandes que você tem… sempre gostei deles assim, pesados e redondos. Diz que quer que eu te coma como uma putinha barata, sobrinha. Ela tremia de tesão, a buceta já escorrendo, a calcinha encharcada. —Sim, tio… me come como uma puta — ela gemeu, a voz falhando—. Quero sentir você me arrebentar… enfia tudo, não tem pena. Ele arrancou a camisola dela com um puxão brutal; o pano rasgou e caiu no chão. Os peitos dela pularam livres, pesados, brilhando de suor sob a luz fraca da lua que entrava pela janela. O tio agarrou os dois com as mãos grandes, apertando com força até a pele ficar branca entre os dedos. —Porra… que peitos gostosos — ele rosnou, abaixando a boca e chupando um mamilo duro e suado. Mordeu forte, puxando com os dentes até ela soltar um grito abafado. O outro mamilo ele lambeu em círculos, deixando um rastro de saliva quente que esfriou na hora e arrepiou a pele dela. Virou ela de repente, dobrou sobre a cama e levantou a saia. A calcinha estava encharcada, a buceta inchada e brilhando de tesão. Ele puxou a calcinha dela até os tornozelos e deu um tapa na bunda tão forte que o som estralou como um chicote no quarto silencioso. A nádega ficou vermelha na hora. —Olha como você tá escorrendo… putinha molhada — ele disse, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela e mexendo rápido, fazendo um barulho de chupeta obsceno—. Quer minha pica? Pede do jeito certo. —Sim, tio! Enfia logo! Quero que você arrebente minha buceta com essa pica grossa! Me come como se eu fosse sua putinha secreta! — ela implorou, empurrando a bunda pra trás. Ele baixou a calça e puxou o pau duro, grosso, cheio de veias, já escorrendo porra. Colocou na entrada e meteu de uma só vez, brutal, até o fundo. Ela gritou contra o travesseiro, as paredes da buceta esticando-se ao redor dele, apertando como um punho quente e molhado. —Assim… toma minha pica toda, sobrinha — ele grunhiu, começando a bombar forte, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem selvagemente contra o colchão—. Você é melhor que sua irmã… mais apertada, mais quente, mais puta. Sente como eu te rasgo. Ele agarrou as cadeiras dela com força, deixando marcas vermelhas, e acelerou. O som era brutal: tapa… tapa… tapa… squish… squish… squish. A buceta dela escorria sucos que desciam pelas coxas, se misturando com o suor. Ele deu mais uma palmada na bunda dela, depois outra, alternando os lados até o rabo ficar vermelho e quente.





—Mais forte, tio! Me arrebenta! Quero sentir você até o útero! Dá mais tapa na minha bunda! —gritava ela, a voz cortada pelos golpes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto a fodia, movendo no ritmo da rola dele. O estímulo duplo fez ela tremer violentamente. —Vou encher sua buceta e depois gozar no seu cu se você quiser —rosnou ele—. Diz que é minha puta… diz que quer meu leite dentro. —Sou sua puta, tio! Enche minha buceta! Quero sentir você jorrando dentro de mim! Goza forte, filho da puta! —implorou ela, gozando primeiro com um grito abafado, a buceta se contraindo em volta dele em espasmos brutais, escorrendo sucos quentes nas bolas dele. O tio não parou. Continuou fodendo ela mais rápido, mais selvagem, o suor escorrendo do peito dele nas costas dela. Agarrou os peitos dela por trás, apertando com força enquanto metia. —Vou gozar… toma tudo, sobrinha… toma meu leite quente —rugiu. Se esvaziou dentro com jorros potentes e grossos, grunhindo como um animal, empurrando fundo a cada vez que gozava. O semen quente encheu ela até transbordar, escorrendo pelas coxas dela em fios brancos e grossos. Ele ficou dentro por mais alguns segundos, ofegante, sentindo a rola ainda pulsando dentro da buceta apertada e cheia. Finalmente saiu com um som molhado e sujo. O semen escorria da buceta dela, descendo pelas pernas trêmulas. Ele se inclinou, deu um último tapa leve na bunda vermelha dela e sussurrou: —Não conta pra ninguém… isso fica entre nós, puta. Mas se quiser mais, sabe onde me encontrar. Saiu do quarto, deixando a porta entreaberta. Ela ficou jogada de bruços na cama, tremendo, a buceta ainda pulsando, o semen quente saindo devagar, o corpo suado e marcado. Sabia que a vida dela —a mesma vida de sempre— agora era um inferno de prazer proibido e viciante do qual nunca iria querer sair.





No dia seguinte, o sol já tava pegando forte desde cedo, o ar cheirava a poeira seca, esterco fresco e feno recém-cortado. O rancho fervia de atividade: os peões tocavam as vacas pro pasto do fundo, a avó gritava ordens da cozinha e o avô — Seu Refúgio — tinha saído desde as seis pra revisar os cavalos nos estábulos velhos, aqueles que ficavam meio afastados, atrás do celeiro, onde quase ninguém ia naquela hora. Sandra tinha acordado com o corpo ainda dolorido e quente da noite anterior. As palmadas ardiam quando ela sentava, a buceta continuava sensível e inchada, e cada vez que andava sentia o rastro pegajoso do gozo seco entre as coxas. Vestiu um vestido leve de algodão, sem sutiã porque os bicos roçavam no tecido e doíam de tanto que o tio tinha chupado e mordido. Não colocou calcinha. Não queria. Queria sentir o ar roçando o sexo aberto, lembrando o quão puta ela tinha se tornado numa única noite. Foi levar o café pro avô, como sempre fazia. A jarra fumegando nas mãos, o pretexto perfeito. Atravessou o quintal com passos lentos, o vestido colando na pele suada. Quando chegou nos estábulos, o cheiro forte de cavalo e couro bateu nela. O avô estava sozinho, de costas, escovando o lombo de um quarto de milha preto que relinchou baixinho ao vê-la entrar. — Bom dia, vô — disse ela com voz suave, quase cantarolando. Ele se virou devagar. Era um homem grande ainda, embora os anos tivessem prateado o cabelo e endurecido as mãos. Olhos escuros, profundos, que sempre a olhavam um segundo a mais do que deviam. Largou a escova num gancho e limpou as mãos na calça. — Trouxe café… que moça boa — murmurou, mas o olhar já tinha descido pras tetas marcadas debaixo do tecido fino, pros bicos duros que apareciam. Ela se aproximou, colocou a jarra nas mãos dele. Os dedos se roçaram. Nenhum dos dois se afastou. — Noite passada não consegui dormir pensando em você — sussurrou Sandra, baixando o olhar. como se estivesse envergonhada, mas a buceta já pulsava só de ter ele por perto—. No jeito que você me olha há anos… no que você faria comigo se a gente estivesse sozinho. Seu Refúgio largou o jarro numa viga sem tirar os olhos dela. Deu um passo à frente. O estábulo cheirava a ele: suor limpo de homem, fumo velho, couro curtido. —Não brinca comigo, mocinha —disse sério, mas a voz saiu rouca—. Você sabe que eu não sou de me segurar. —Não tô brincando —respondeu ela, e se aproximou até os peitos roçarem no peito dele—. Quero que você me coma aqui mesmo… no meio dos cavalos. Quero cheirar você e eles ao mesmo tempo. Isso foi tudo que precisou. O velho agarrou ela pela nuca com uma mão grande e calejada, beijou com força, enfiando a língua até a garganta enquanto com a outra mão levantava o vestido dela até a cintura. Ao perceber que ela não tava de calcinha por baixo, grunhiu contra a boca dela. —Piranha sem vergonha… nem calcinha você vestiu. Empurrou ela contra a porta de um box vazio. O cavalo do lado relinchou e chutou a madeira, mas nenhum dos dois ligou. Ele abriu as pernas dela com um movimento brusco, se ajoelhou e meteu a cara entre as coxas dela sem rodeios. Lambeu ela inteira, língua larga e áspera percorrendo desde o cu até o clitóris, chupando os sucos que já escorriam. Sandra se agarrou nas grades do box, gemendo alto, sem se importar se alguém passasse perto. —Tem gosto de mel e de pecado, mocinha… —grunhiu ele entre lambidas—. Abre mais as pernas… deixa eu te comer direito.






Ela obedeceu, ficando na ponta dos pés, empurrando a buceta contra a boca dele. Ele enfiou dois dedos grossos e curvou eles lá dentro, procurando aquele ponto que fazia ela tremer. Quando achou, ela gritou e gozou na cara dele em menos de um minuto, escorrendo pela barba grisalha e pela gola da camisa. O avô se levantou, desabotoou o cinto com as mãos trêmulas de tesão. A pica saiu pesada, grossa, cheia de veias, mais escura que a do tio, com a cabeça brilhando de porra. Ele virou ela de repente, dobrou ela sobre um fardo de feno alto e levantou uma perna dela pra apoiar na viga baixa. —Me olha —ordenou. Sandra virou a cabeça, os olhos vidrados. Ele cuspiu na mão, passou na pica e colocou na entrada. Entrou devagar no começo, curtindo como as paredes da buceta se abriam pra ele, mas quando sentiu que ela já tava bem aberta, enfiou de uma vez até o fundo. —Porra… que buceta gostosa você tem, mija… mais apertada que a da sua avó quando era nova. Começou a bombar com força, fundo, devagar no início e depois cada vez mais rápido. O fardo de feno se mexia a cada estocada, a poeira voava, os cavalos relinchavam nervosos. Ele agarrou os peitos dela por trás, beliscando os bicos com gosto enquanto fodia ela como se quisesse partir no meio. —Fala que você gosta da pica do vovô… fala que você é minha putinha no cio —rosnou, mordendo o pescoço dela. —Sim, apá! Adoro sua pica grossa! Me fode como sua putinha! Quero que me encha como um garanhão! —gemeu ela, empurrando pra trás, a bunda batendo na pélvis dele com sons molhados e fortes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto continuava metendo, depois dois. A dupla esticada deixou ela louca. Gozou de novo, gritando contra o braço pra não alertar o rancho inteiro, a buceta se contraindo tão forte que quase expulsou ele pra fora. O avô não aguentou mais. Acelerou, os ovos batendo no clitóris, o suor escorrendo pelas costas. —Vou te engravidar, mija… vou te encher até que escorra por semanas —ele rugiu. Se esvaziou com um urro rouco, jatos grossos e quentes que inundaram ela por completo. Meteu fundo a cada gozada, rosnando putaria no ouvido dela: “toma meu leite… toma tudo… você é minha agora”. Quando terminou, ficou dentro, ofegante, sentindo o soro escorrer e descer pelas coxas dela em fios grossos que caíam no chão de terra. Ajudou ela a se levantar quando finalmente saiu. Baixou o vestido dela com mãos trêmulas, deu um beijo lento na boca, ainda saboreando o próprio gosto nos lábios dela. — Ninguém pode saber —disse sério, mas com os olhos ainda acesos. — Mas se quiser que eu monte em você de novo… vem pro estábulo quando todo mundo dormir. Vou te esperar com a pica dura. Sandra sorriu, as pernas tremendo, a buceta pulsando cheia e satisfeita. — Vou vir todas as noites que puder, pai… quero ser sua putinha favorita. Ele deu um tapinha suave, mas possessivo, na bunda dela e deixou ela ir. Ela saiu andando devagar, com o leite ainda escorrendo por dentro das coxas, o cheiro de cavalo, feno e sexo impregnado na pele. Sabia que isso era só o começo. O rancho nunca mais seria o mesmo. E ela também não.




A festa na casa do bairro Centro tinha virado um ritual selvagem, e naquela noite todo mundo sabia que a Sandra ia ser o centro absoluto do caos. Ela desceu as escadas com passos lentos e calculados, a regata preta de lycra tão justa que parecia pintada na pele. Os peitos novos dela — recém-aumentados para um copa DDD — transbordavam por cima e pelos lados, os bicos duros marcando como se quisessem rasgar o tecido. O short jeans era tão curto que deixava ver a curva de baixo da bunda e o começo da tira da calcinha fio-dental vermelho-sangue que mal cobria alguma coisa. O silêncio durou só dois segundos antes de explodirem os assobios, os gritos e os aplausos obscenos. Marco foi o primeiro a reagir. Agarrou ela pela cintura com as duas mãos, levantou como se não pesasse nada e levou ela quase arrastando até a cozinha aberta enquanto o resto gritava “Tira, tira!”. Enfiou ela contra a bancada de granito frio. As mãos dele subiram direto pra arrancar a regata de um puxão; os peitos pularam livres, pesados, com as auréolas grandes e escuras já enrugadas de tesão. — Porra, olha só esse par de peitos… parece peito de puta — rosnou Marco enquanto apertava com força, afundando os dedos até a pele ficar branca em volta —. Quanto você pagou por esses, hein? Porque valem cada puto centavo. Sandra arqueou as costas, empurrando o peito contra ele. — Paguei pra ser comida assim… arrebenta eles, filho da puta. Marco abaixou o zíper com uma mão enquanto com a outra arrancava o short e a calcinha fio-dental de um puxão só. A buceta já brilhava, inchada e molhada desde antes de descer as escadas. Ele meteu de uma enfiada brutal, até o fundo. O baque seco fez Sandra gritar e os peitos dela balançarem violentamente contra o peito dele. — Siim! Assim, mais fundo! Arrebenta minha buceta, faz doer amanhã! — gritava sem filtro. Da porta da cozinha, a Nayeli e a Elisa já tinham tirado as blusas. A Nayeli tinha dois dedos metidos dentro da Elisa enquanto as duas assistiam à cena com os olhos vidrados. —Olha como ela se entrega… que puta tão gostosa —sussurrou Nayeli mordendo o pescoço de Elisa. Na sala principal, Raúl já tinha a Laura de joelhos chupando ele enquanto Diego observava tudo do sofá com uma cerveja na mão e o pau duro marcando na calça. (Sandra/Enrique)







Marco fodia Sandra sem piedade, o som dos corpos se chocando ecoava por todo o térreo. Cada estocada fazia os peitos dela pularem pra cima e caírem pesados. Ele agarrava com as duas mãos, apertava, beliscava os bicos até ela gritar de prazer-dor. —Me dá tudo, filho da puta! Me enche! —implorava Sandra, cravando as unhas nos ombros dele. Marco gozou dentro dela com um rugido, empurrando tão forte que quase levantou ela do chão. Quando saiu, um fio grosso de porra começou a escorrer pela parte de dentro das coxas dela. Não deu tempo nem de respirar. Diego apareceu atrás, já pelado, o pau grosso e cheio de veias apontando pro teto. —Minha vez, gostosa. De quatro, agora —ordenou. Virou ela e colocou em cima da mesa da cozinha. Sandra apoiou os cotovelos, a bunda empinada, os peitos esmagados contra a superfície fria. Diego deu um tapa sonoro que deixou a marca vermelha na hora. —Olha essa bunda… e ainda escorrendo a porra do outro —disse rindo. Meteu de uma vez, mais devagar mas mais fundo que o Marco. Cada movimento fazia os peitos se arrastarem na mesa, os bicos roçando a superfície e mandando choques direto pro clitóris. —Que gostoso que esse cuzinho cheio de porra quente tá! —gemeu Diego—. Balança esses peitos, quero ver eles pulando enquanto te como. Sandra empurrava pra trás a cada estocada, fazendo os peitos baterem ritmado contra a madeira. —Mais forte! Aperta eles! Quero que me marque! —implorava. Diego obedeceu: uma mão na cintura, a outra agarrando um peito com tanta força que a pele ficou branca entre os dedos. Com a outra mão livre, começou a esfregar o clitóris dela em círculos rápidos. Na varanda perto da piscina, a cena se repetia em paralelo. Raúl tinha a Laura sentada na borda de uma mesa externa, as pernas abertas, chupando ela enquanto ela gemia olhando pra cozinha. Nayeli e Elisa tinham se juntado: Elisa estava de joelhos chupando enquanto Nayeli lambia os peitos da Laura e enfiava dois dedos nela ao mesmo tempo. — Vai, Raúl, come ela logo… pra Sandra não ser a única a gritar hoje à noite — disse Nayeli com voz rouca. Raúl se levantou, colocou Laura de bruços sobre a mesa e a penetrou de uma só vez. Laura gritou e arranhou a madeira. — Isso, assim! Me fode como uma puta! — ela berrava. Enquanto isso, na cozinha, Diego já tava perto do clímax. Tirou a pica e gozou nas nádegas e nas costas da Sandra, jorros grossos escorrendo pela pele suada dela. Ela ainda tremia, não tinha gozado ainda. Marco voltou, ainda meio duro. — Você não vai gozar com um só, vai? — disse com um sorriso torto. Levantou ela da mesa, carregou até a sala e jogou no sofá grande de três lugares. Raúl, que tinha acabado de gozar dentro da Laura, se aproximou junto com o Diego. Os três cercaram ela. Marco sentou no sofá e fez ela montar nele, empalando ela de novo. Diego ficou atrás, cuspiu no cu dela e começou a pressionar devagar com a ponta. — Quer as duas ao mesmo tempo, puta? — perguntou Diego. Sandra, com a voz entrecortada de prazer, só conseguiu concordar. — Siiim… enfia as duas… me arrebenta toda… Raúl se colocou na frente dela, agarrou ela pelo cabelo e enfiou a pica na boca dela até a garganta. Sandra gemia em volta da pica enquanto Marco e Diego começavam a se mover ao mesmo tempo, um na buceta e o outro abrindo caminho no cu dela. O sofá rangia com violência. Os peitos dela balançavam sem controle, batendo no peito do Marco. Diego dava tapas na bunda dela enquanto penetrava mais fundo. — Olha ela! Tá gozando com duas picas dentro! — gritou Nayeli de lado, se masturbando furiosamente enquanto Elisa lambia o clitóris dela. Sandra explodiu num orgasmo brutal: o corpo ficou tenso, os olhos viraram, um jorro quente saiu da buceta dela encharcando o Marco. Ela gritou tão alto que deu pra ouvir lá fora. Três homens gozaram quase ao mesmo tempo: Marco dentro da buceta, Diego no cu, Raúl tirando da boca e descarregando no rosto e nos peitos dela. Quando terminaram, Sandra ficou largada no sofá, tremendo, coberta de porra, suor e os próprios fluidos. Os peitos subiam e desciam com a respiração ofegante, brilhando de saliva e gozo. Nayeli se aproximou, ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber devagar a buceta e o cu, recolhendo tudo que escorria. — Boa menina…Três anos depois, Sandra já tinha se adaptado perfeitamente à nova vida, e aquele novo corpo se sentia muito bem sendo mulher. Todas as rolas que tinha experimentado mudaram sua perspectiva de vida aos poucos. Ela ia esquecendo a vida antiga. A roupa que usava e o jeito de agir deixavam claro que era mulher feita e direita. Sempre usava decotes, sempre usava vestidos justos, saias e calças de lycra que destacavam muito o corpo e as curvas. Na rua, sempre assobiavam, cantavam, e sempre tinha um homem que chegava para paquerar. Na escola, até os professores tentavam transar com ela. No metrô, apertavam a bunda dela. E tudo isso era parte de ser mulher, e ela gostava. Gostava de ser olhada com desejo, como um troféu.
O verão voltou. O mesmo sítio. O mesmo cheiro de terra quente, mato seco e carne assando. A família reunida. Mas agora ela era a das curvas impossíveis. Inverteu os papéis com a irmã na hora. Sentiu o olhar do tio nos peitos logo de cara. As primeiras horas foram normais, ela passou batendo papo com os primos e primas. Depois, as tias pediram ajuda na cozinha, e toda vez que ia e voltava, sentia o olhar do tio na bunda e nos peitos. Ela sabia o que aquilo significava.
Desde o minuto um, quando pisou naquele lugar, o tio abraçou ela por tempo demais, sentindo os peitões contra o peito dele. As indiretas eram óbvias, e o dia inteiro ele ficou paquerando e deixando ela nervosa. Durante o churrasco... A paquera foi constante e cada vez mais descarada. A fumaça grossa da churrasqueira subia em colunas cinzentas, carregada do cheiro de carne queimada, carvão e gordura crepitando. O calor do fogo lambia a pele de todo mundo, fazendo o suor brilhar em gotas grossas nos braços, no pescoço e no decote dela. Cada vez que ela se inclinava pra servir tortilha ou molho, os peitões grandes e pesados balançavam por baixo da blusa leve e molhada, os bicos endurecidos marcando claramente contra o tecido fino. O tio não tirava os olhos dali nem por um segundo.







Ele se aproximou "pra ajudar" pela enésima vez, colando o corpo grande e quente por trás enquanto ela mexia a panela. A mão calejada roçou a cintura dela, depois desceu devagar até apertar o quadril com força. — Que *tasty* cê tá cheirando, sobrinha… a suor, a mulher quente e aquele molho picante — sussurrou rouco no ouvido dela, o bafo cheirando a cerveja e tabaco—. Olha como esses peitos tremem cada vez que você se mexe. Tão me deixando louco. Se não fosse a família, eu pegava eles agora mesmo e chupava até deixar vermelhinhos. Ela sentiu um choque de calor entre as pernas. A buceta se contraiu sozinha só com as palavras. Mordeu o lábio e respondeu baixinho, sem virar: — Tio… cê tá sendo muito safado. Mas eu gosto… gosto que cê me olhe assim. Se continuar falando desse jeito, vou ficar tão molhada que vai dar pra perceber. Ele soltou uma risada grossa e apertou mais o quadril dela, deixando o pau já duro encostar na bunda dela por cima da saia. — Então molha, sobrinha. Quero sentir o cheiro da sua buceta molhada daqui. Essa noite, quando todo mundo dormir, vou entrar no seu quarto e te foder como a putinha que você é. Vou abrir suas pernas e meter todo o meu pau até você gritar meu nome. A noite foi lenta e torturante. O tio continuou paquerando sem vergonha: servia cerveja roçando o braço e a lateral do peito dela "sem querer", punha a mão na coxa dela debaixo da mesa e subia os dedos devagar até tocar a beirada da calcinha, sussurrava piadas sujas no ouvido ("Se esse molho arde tanto, imagina como sua buceta queima quando eu meto"), e olhava pra ela como se já estivesse despindo e penetrando ali mesmo. O ar tava pesado: cheiro de carne queimada, de suor masculino e feminino, de cerveja derramada e de desejo cru que dava pra quase mastigar. Quando finalmente todo mundo foi dormir, o sítio ficou em silêncio, quebrado só pelos grilos e pelo latido distante de um cachorro. O tio entrou no quarto sem fazer barulho, trancou a porta e empurrou ela contra A parede de madeira estalou com um baque seco. —Passei a noite inteira de pau duro pensando em você — ele rosnou, voz rouca e grave—. Nesses peitões grandes que você tem… sempre gostei deles assim, pesados e redondos. Diz que quer que eu te coma como uma putinha barata, sobrinha. Ela tremia de tesão, a buceta já escorrendo, a calcinha encharcada. —Sim, tio… me come como uma puta — ela gemeu, a voz falhando—. Quero sentir você me arrebentar… enfia tudo, não tem pena. Ele arrancou a camisola dela com um puxão brutal; o pano rasgou e caiu no chão. Os peitos dela pularam livres, pesados, brilhando de suor sob a luz fraca da lua que entrava pela janela. O tio agarrou os dois com as mãos grandes, apertando com força até a pele ficar branca entre os dedos. —Porra… que peitos gostosos — ele rosnou, abaixando a boca e chupando um mamilo duro e suado. Mordeu forte, puxando com os dentes até ela soltar um grito abafado. O outro mamilo ele lambeu em círculos, deixando um rastro de saliva quente que esfriou na hora e arrepiou a pele dela. Virou ela de repente, dobrou sobre a cama e levantou a saia. A calcinha estava encharcada, a buceta inchada e brilhando de tesão. Ele puxou a calcinha dela até os tornozelos e deu um tapa na bunda tão forte que o som estralou como um chicote no quarto silencioso. A nádega ficou vermelha na hora. —Olha como você tá escorrendo… putinha molhada — ele disse, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela e mexendo rápido, fazendo um barulho de chupeta obsceno—. Quer minha pica? Pede do jeito certo. —Sim, tio! Enfia logo! Quero que você arrebente minha buceta com essa pica grossa! Me come como se eu fosse sua putinha secreta! — ela implorou, empurrando a bunda pra trás. Ele baixou a calça e puxou o pau duro, grosso, cheio de veias, já escorrendo porra. Colocou na entrada e meteu de uma só vez, brutal, até o fundo. Ela gritou contra o travesseiro, as paredes da buceta esticando-se ao redor dele, apertando como um punho quente e molhado. —Assim… toma minha pica toda, sobrinha — ele grunhiu, começando a bombar forte, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem selvagemente contra o colchão—. Você é melhor que sua irmã… mais apertada, mais quente, mais puta. Sente como eu te rasgo. Ele agarrou as cadeiras dela com força, deixando marcas vermelhas, e acelerou. O som era brutal: tapa… tapa… tapa… squish… squish… squish. A buceta dela escorria sucos que desciam pelas coxas, se misturando com o suor. Ele deu mais uma palmada na bunda dela, depois outra, alternando os lados até o rabo ficar vermelho e quente.





—Mais forte, tio! Me arrebenta! Quero sentir você até o útero! Dá mais tapa na minha bunda! —gritava ela, a voz cortada pelos golpes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto a fodia, movendo no ritmo da rola dele. O estímulo duplo fez ela tremer violentamente. —Vou encher sua buceta e depois gozar no seu cu se você quiser —rosnou ele—. Diz que é minha puta… diz que quer meu leite dentro. —Sou sua puta, tio! Enche minha buceta! Quero sentir você jorrando dentro de mim! Goza forte, filho da puta! —implorou ela, gozando primeiro com um grito abafado, a buceta se contraindo em volta dele em espasmos brutais, escorrendo sucos quentes nas bolas dele. O tio não parou. Continuou fodendo ela mais rápido, mais selvagem, o suor escorrendo do peito dele nas costas dela. Agarrou os peitos dela por trás, apertando com força enquanto metia. —Vou gozar… toma tudo, sobrinha… toma meu leite quente —rugiu. Se esvaziou dentro com jorros potentes e grossos, grunhindo como um animal, empurrando fundo a cada vez que gozava. O semen quente encheu ela até transbordar, escorrendo pelas coxas dela em fios brancos e grossos. Ele ficou dentro por mais alguns segundos, ofegante, sentindo a rola ainda pulsando dentro da buceta apertada e cheia. Finalmente saiu com um som molhado e sujo. O semen escorria da buceta dela, descendo pelas pernas trêmulas. Ele se inclinou, deu um último tapa leve na bunda vermelha dela e sussurrou: —Não conta pra ninguém… isso fica entre nós, puta. Mas se quiser mais, sabe onde me encontrar. Saiu do quarto, deixando a porta entreaberta. Ela ficou jogada de bruços na cama, tremendo, a buceta ainda pulsando, o semen quente saindo devagar, o corpo suado e marcado. Sabia que a vida dela —a mesma vida de sempre— agora era um inferno de prazer proibido e viciante do qual nunca iria querer sair.





No dia seguinte, o sol já tava pegando forte desde cedo, o ar cheirava a poeira seca, esterco fresco e feno recém-cortado. O rancho fervia de atividade: os peões tocavam as vacas pro pasto do fundo, a avó gritava ordens da cozinha e o avô — Seu Refúgio — tinha saído desde as seis pra revisar os cavalos nos estábulos velhos, aqueles que ficavam meio afastados, atrás do celeiro, onde quase ninguém ia naquela hora. Sandra tinha acordado com o corpo ainda dolorido e quente da noite anterior. As palmadas ardiam quando ela sentava, a buceta continuava sensível e inchada, e cada vez que andava sentia o rastro pegajoso do gozo seco entre as coxas. Vestiu um vestido leve de algodão, sem sutiã porque os bicos roçavam no tecido e doíam de tanto que o tio tinha chupado e mordido. Não colocou calcinha. Não queria. Queria sentir o ar roçando o sexo aberto, lembrando o quão puta ela tinha se tornado numa única noite. Foi levar o café pro avô, como sempre fazia. A jarra fumegando nas mãos, o pretexto perfeito. Atravessou o quintal com passos lentos, o vestido colando na pele suada. Quando chegou nos estábulos, o cheiro forte de cavalo e couro bateu nela. O avô estava sozinho, de costas, escovando o lombo de um quarto de milha preto que relinchou baixinho ao vê-la entrar. — Bom dia, vô — disse ela com voz suave, quase cantarolando. Ele se virou devagar. Era um homem grande ainda, embora os anos tivessem prateado o cabelo e endurecido as mãos. Olhos escuros, profundos, que sempre a olhavam um segundo a mais do que deviam. Largou a escova num gancho e limpou as mãos na calça. — Trouxe café… que moça boa — murmurou, mas o olhar já tinha descido pras tetas marcadas debaixo do tecido fino, pros bicos duros que apareciam. Ela se aproximou, colocou a jarra nas mãos dele. Os dedos se roçaram. Nenhum dos dois se afastou. — Noite passada não consegui dormir pensando em você — sussurrou Sandra, baixando o olhar. como se estivesse envergonhada, mas a buceta já pulsava só de ter ele por perto—. No jeito que você me olha há anos… no que você faria comigo se a gente estivesse sozinho. Seu Refúgio largou o jarro numa viga sem tirar os olhos dela. Deu um passo à frente. O estábulo cheirava a ele: suor limpo de homem, fumo velho, couro curtido. —Não brinca comigo, mocinha —disse sério, mas a voz saiu rouca—. Você sabe que eu não sou de me segurar. —Não tô brincando —respondeu ela, e se aproximou até os peitos roçarem no peito dele—. Quero que você me coma aqui mesmo… no meio dos cavalos. Quero cheirar você e eles ao mesmo tempo. Isso foi tudo que precisou. O velho agarrou ela pela nuca com uma mão grande e calejada, beijou com força, enfiando a língua até a garganta enquanto com a outra mão levantava o vestido dela até a cintura. Ao perceber que ela não tava de calcinha por baixo, grunhiu contra a boca dela. —Piranha sem vergonha… nem calcinha você vestiu. Empurrou ela contra a porta de um box vazio. O cavalo do lado relinchou e chutou a madeira, mas nenhum dos dois ligou. Ele abriu as pernas dela com um movimento brusco, se ajoelhou e meteu a cara entre as coxas dela sem rodeios. Lambeu ela inteira, língua larga e áspera percorrendo desde o cu até o clitóris, chupando os sucos que já escorriam. Sandra se agarrou nas grades do box, gemendo alto, sem se importar se alguém passasse perto. —Tem gosto de mel e de pecado, mocinha… —grunhiu ele entre lambidas—. Abre mais as pernas… deixa eu te comer direito.






Ela obedeceu, ficando na ponta dos pés, empurrando a buceta contra a boca dele. Ele enfiou dois dedos grossos e curvou eles lá dentro, procurando aquele ponto que fazia ela tremer. Quando achou, ela gritou e gozou na cara dele em menos de um minuto, escorrendo pela barba grisalha e pela gola da camisa. O avô se levantou, desabotoou o cinto com as mãos trêmulas de tesão. A pica saiu pesada, grossa, cheia de veias, mais escura que a do tio, com a cabeça brilhando de porra. Ele virou ela de repente, dobrou ela sobre um fardo de feno alto e levantou uma perna dela pra apoiar na viga baixa. —Me olha —ordenou. Sandra virou a cabeça, os olhos vidrados. Ele cuspiu na mão, passou na pica e colocou na entrada. Entrou devagar no começo, curtindo como as paredes da buceta se abriam pra ele, mas quando sentiu que ela já tava bem aberta, enfiou de uma vez até o fundo. —Porra… que buceta gostosa você tem, mija… mais apertada que a da sua avó quando era nova. Começou a bombar com força, fundo, devagar no início e depois cada vez mais rápido. O fardo de feno se mexia a cada estocada, a poeira voava, os cavalos relinchavam nervosos. Ele agarrou os peitos dela por trás, beliscando os bicos com gosto enquanto fodia ela como se quisesse partir no meio. —Fala que você gosta da pica do vovô… fala que você é minha putinha no cio —rosnou, mordendo o pescoço dela. —Sim, apá! Adoro sua pica grossa! Me fode como sua putinha! Quero que me encha como um garanhão! —gemeu ela, empurrando pra trás, a bunda batendo na pélvis dele com sons molhados e fortes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto continuava metendo, depois dois. A dupla esticada deixou ela louca. Gozou de novo, gritando contra o braço pra não alertar o rancho inteiro, a buceta se contraindo tão forte que quase expulsou ele pra fora. O avô não aguentou mais. Acelerou, os ovos batendo no clitóris, o suor escorrendo pelas costas. —Vou te engravidar, mija… vou te encher até que escorra por semanas —ele rugiu. Se esvaziou com um urro rouco, jatos grossos e quentes que inundaram ela por completo. Meteu fundo a cada gozada, rosnando putaria no ouvido dela: “toma meu leite… toma tudo… você é minha agora”. Quando terminou, ficou dentro, ofegante, sentindo o soro escorrer e descer pelas coxas dela em fios grossos que caíam no chão de terra. Ajudou ela a se levantar quando finalmente saiu. Baixou o vestido dela com mãos trêmulas, deu um beijo lento na boca, ainda saboreando o próprio gosto nos lábios dela. — Ninguém pode saber —disse sério, mas com os olhos ainda acesos. — Mas se quiser que eu monte em você de novo… vem pro estábulo quando todo mundo dormir. Vou te esperar com a pica dura. Sandra sorriu, as pernas tremendo, a buceta pulsando cheia e satisfeita. — Vou vir todas as noites que puder, pai… quero ser sua putinha favorita. Ele deu um tapinha suave, mas possessivo, na bunda dela e deixou ela ir. Ela saiu andando devagar, com o leite ainda escorrendo por dentro das coxas, o cheiro de cavalo, feno e sexo impregnado na pele. Sabia que isso era só o começo. O rancho nunca mais seria o mesmo. E ela também não.
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