Voltando do trampo

Faz dois meses, uma amiga minha ficou doente e internaram ela numa clínica aqui onde eu moro. Como é normal, fui visitar ela depois do trabalho. Visitei ela vários dias e sempre saía às 6 da tarde, nessa hora a luz do dia ainda tava muito boa. Então não me preocupava em acontecer nada de ruim comigo. Nos dias que eu visitava, o pessoal médico homem não tirava os olhos de mim. Nesse dia em especial, eu vesti uma minissaia branca que mal chegava no meio da coxa, meio folgada, tipo com babados, salto agulha preto, uma blusa de alcinha bem decotada preta e uma calcinha fio dental de renda rosa pastel.Voltando do trampoTodo mundo no hospital se ofereceu pra me ajudar, até o médico da minha amiga foi super cavalheiro. Quando entrou no quarto, me olhou e falou pra ela: "Você deve ser uma pessoa muito boa". Minha amiga perguntou: "Por que, doutor?" E ele respondeu: "Porque um anjo vem te visitar". Fiquei morrendo de vergonha. Depois, já mais à vontade, ele me perguntou se eu já tinha feito um check-up geral. Falei que não, e ele ofereceu os serviços particulares dele, mas eu disse que não tinha dinheiro pra pagar. "Nada disso, moça, dinheiro é o de menos, o importante é sua saúde." Nada na atitude dele indicava outra coisa além de interesse profissional, mas alguma coisa me fez ficar sem graça e, meio corada, falei que ia pensar. Quando o médico saiu, minha amiga soltou: "Nossa, ele com certeza quer te dar um check-up geral! Devia aproveitar, ele é gostoso" e caiu na risada. Eu ri junto, mas falei: "Você é maluca" e a gente riu (Mas o médico ia conseguir o que queria e realmente me faria o "check-up" geral no consultório dele, mas isso é outra história; depois conto). Dessa vez, o tempo passou tão gostoso que nem vi as horas. Quando me toquei, já passava das 7:40 da noite e o sol tava se pondo. Me despedi, e minha amiga ainda me enrolando pra eu vir buscá-la quando tivesse alta. Assim que saí do quarto, encontrei o médico, que me acompanhou até o elevador e, antes de eu entrar, falou: "Linda, te espero amanhã no meu consultório particular" e me deu o cartão dele. Ele era alto, olhos verdes de um olhar penetrante, cabelo preto com um topete branco, mãos grandes, mas dessa vez o olhar dele me varria de cima a baixo. Falei: "Acho que não, doutor, não preciso de check-up por enquanto", mas ele disse: "Te espero às 10 da manhã, não vai se arrepender" e se despediu. Alguma coisa em mim me fez aceitar o encontro. Saí da clínica e fui pro ponto de ônibus. Tinha que atravessar uma faixa de pedestres pra chegar lá. Quando cheguei, percebi que a iluminação de mercúrio era fraca, tinha pouca gente e, por ser domingo, tava bem vazio. tráfico e poucos caminhões, percebi que os homens não tiravam os olhos de mim, especialmente das minhas pernas. Enquanto esperava o ônibus, olhei meu relógio e eram 9:45 da noite. Depois de esperar mais de 30 minutos pelo transporte, um homem se aproximou e me perguntou se passava por ali uma certa linha. Falei que não sabia porque não era daqui. Ele perguntou de novo se eu estava esperando o ônibus há muito tempo, e eu disse que não. Então notei que ele era jovem, alto, de corpo forte, braços musculosos, mas com uma barriguinha, barba de cavanhaque e boné de beisebol. Vestia camiseta azul de manga curta e calça jeans. Desde que chegou, percebi que ele estava usando um perfume — um perfume que me lembrou muito alguém: meu treinador, o primeiro homem que me levou pra cama depois do meu marido. Aquele cheiro me marcou tanto que depois dei o mesmo perfume pro meu marido, e assim, toda vez que ele me fazia amor, ao fechar os olhos, era meu treinador, e não meu esposo, quem me possuía. Talvez eu tenha me apaixonado por ele, e agora, muito tempo depois, ele ainda era meu dono. Tantas coisas vieram à minha mente, e naquele momento percebi que aquele homem tinha uma certa semelhança com meu treinador, embora fisicamente não — meu treinador tinha um corpaço, e esse cara não — mas o cheiro dele! Me dominou tanto que, sem perceber, enquanto conversávamos, ele já estava me seduzindo, e isso seria perigoso pra mim. Porque desde que senti aquele perfume, ele me fez sua. Então ele me tirou dos meus pensamentos: "Meu nome é Miguel", e estendeu a mão. Eu o cumprimentei, e ele perguntou: "E você, como se chama?" "Karla", respondi. "Ah, que nome lindo, igual a você", e ficou me perguntando onde eu morava, onde trabalhava, etc. Cada vez que me perguntava algo, me elogiava. A insistência dele me arrancava um sorriso de vez em quando. Ele me pareceu simpático, e não vi perigo nenhum em deixar ele puxar conversa enquanto meu transporte não chegava. Já tinha passado por isso antes, mas com um moleque de 17 anos — como dizem que pareço ter 17, ele se animou a puxar papo, mas quando descobriu que eu tinha... 34 ficou desanimado, por isso não vi perigo em deixar ele puxar conversa. Como eu estava enganada! Porque a proximidade dele e o perfume começaram a me atrair demais, e não sei se ele percebeu pelo jeito que eu olhava pra ele, porque aí ele tentou passar o braço pelos meus ombros pra me abraçar e eu me afastei, afastando a mão dele. "Ei! Qual é o seu problema?" falei, e ele continuou com os elogios como se nada tivesse acontecido. "É que você é muito gostosa, não consegui resistir à tentação de te abraçar kkkkkkkkkkkk" e me perguntou se eu tinha namorado. "Sou casada", falei, esperando que essa resposta desanimasse ele, mas pelo contrário, ele disse: "Hmmmmm, que bom! Já é uma garota com experiência nas delícias do amor. Que inveja do seu marido, que é o dono de um corpo desses!" Ele disse, me olhando de cima a baixo, e conseguiu me deixar mais nervosa do que eu já estava, me fazendo corar. Ele tentou me abraçar de novo, ou melhor, passar o braço por cima do meu ombro, e a insistência dele me pegou de surpresa, deixando ele fazer. Os elogios dele me faziam sentir lisonjeada, e ele era simpático, sei lá, talvez por causa do perfume eu quis deixar ele fazer aquilo, imaginando que era meu treinador, afinal, não deixaria ir além. De repente, sem dizer nada, ele pegou minha mão com a mão esquerda e eu falei "Ei!" e ele passou por trás dele, segurando com a outra mão, de um jeito que parecia que eu estava abraçando ele, e depois me segurou pela cintura com a outra mão pra me abraçar, colando meu corpo no dele. Quando ele fez isso, me apertou contra ele e um arrepio percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Ele pareceu notar, porque me apertou com força contra ele e os braços fortes dele me imobilizaram, o que ele aproveitou pra me levar devagar pra debaixo de um telhado onde a pouca luz de mercúrio nos deixava quase no escuro. Quando meu corpo ficou colado no dele, pude sentir um volume que deixava evidente a ereção enorme dele, que começou a roçar na minha buceta por cima da saia, fazendo meu sangue ferver. A boca dele ficou perto da minha e o hálito dele... Caliente, junto com o perfume dele, me embriagava. Por um momento, senti uma vontade incontrolável de beijá-lo, mas, como consegui, afastei minha boca da dele enquanto soltava minha mão esquerda e dava um tapa suave nele, sem convicção, que mais parecia um carinho. A situação tava me excitando, e o tapa foi mais um reflexo do que um ato de resistência. Aí ele tentou pegar minha boca, mas consegui desviar, e ele só acertou minha bochecha. Quando senti os lábios dele, meu corpo tremeu. Eu forcejava de leve, implorando pra ele me soltar, enquanto ele procurava minha boca. De repente, ele me soltou, o que me surpreendeu, porque inconscientemente eu queria que ele continuasse tentando me beijar. Tava gostando da situação, e dessa vez meu corpo não reagiu pra me afastar dele. Enquanto ele ainda segurava minha mão, a proximidade dele me excitava cada vez mais, e meu corpo não tentou se afastar. As outras pessoas que olhavam (e eram poucas) com certeza achavam que éramos namorados brigando. Ele continuou falando coisas bonitas enquanto segurava minha mão, dizendo que tinha inveja do homem que me despia pra me levar pra cama e curtia meu corpo, que ele queria ser esse homem, que ele me faria sentir mulher como ninguém nunca fez, que me faria amor como nunca, que se ele me fizesse dele, eu nunca largaria ele, etc. Eu ria de nervoso e falava: "Hahahahaha, nem se você tivesse tanta sorte assim!" E nisso, aproveitei uma distração leve dele pra me soltar e me afastar. Tava começando a gostar da situação, e isso era perigoso. Aí, animado pela minha pouca resistência, ele me seguiu e se animou a me abraçar de novo pela cintura com uma mão. Me deixou confusa, e eu não soube o que fazer, enquanto ele continuava falando como se nada tivesse acontecido. O perfume dele continuava trabalhando nos meus sentidos sem eu perceber. De repente, ele se aproximava do meu ouvido pra falar algo engraçado e me fazia rir sentir o hálito dele no meu ouvido, me dando cócegas. Ele tava conseguindo fazer com que eu gostasse do cheiro, do calor e da proximidade dele, a ponto de, sem perceber... Meu corpo se grudou no dele instintivamente. Ele se aproximou do meu ouvido de novo e eu pensei que fosse falar mais alguma coisa, mas sem aviso, a língua dele lambeu minha orelha, me arrepiando toda. Me soltei de novo, tomada por uma excitação intensa, tentava fugir, sabia que estava em perigo, mas meu corpo não conseguia se afastar muito dele e ele não desistia, sabia que estava ganhando terreno e não me deixaria escapar. Ele me seguiu e agora me abraçou por trás, prendendo meus braços entre os dele. Tentei afastar minha bunda do volume da ereção dele, mas foi inútil porque ficou bem no meio das minhas nádegas. Me senti totalmente indefesa, a ponto de meus braços caírem inertes ao lado do corpo enquanto eu fechava os olhos, tomada por uma excitação indescritível, e ele aproveitou para beijar e morder de leve meu pescoço, provocando uma série de arrepios no meu corpo que me fizeram, involuntariamente, empinar a bunda pra trás, parando pra sentir melhor aquele pau potente enquanto fechava os olhos... "Parece que vou ter sorte de te levar pra cama mesmo, mamacita, e vou te meter todinha..." ele sussurrou no meu ouvido, fazendo imagens eróticas de nós dois pelados e transando invadirem minha mente, me enlouquecendo enquanto a língua dele entrava no meu ouvido de novo, me dando arrepios. "Você me excita" ele disse enquanto minha respiração ficava cada vez mais ofegante. "Não, não, me solta..." eu falei, ofegante, sem conseguir resistir. "Que corpo lindo, você é uma gostosa, que pernas, que boca, que rabo tão gostoso e essa pintinha..." sem saber, ele tocou no meu ponto fraco, meu corpo tremeu como nunca e, ao ver, ele percebeu que tinha acertado em cheio e continuou: "Deve ser uma delícia chupar essa pintinha, lamber, morder, enquanto eu tô por cima de você na cama e meto tudo até te fazer gritar..." era demais, as palavras dele me faziam imaginá-lo pelado e por cima de mim a tal ponto que minha buceta escorria, desejando aquela penetração. Meu corpo reagia cada vez mais às carícias e palavras dele, eu estava perdendo a... Vontade, minhas mãos instintivamente se moveram pra trás procurando a barriga dele pra acariciar, eu estava me rendendo devagar... Como pude, num último esforço de sanidade, me soltei e avancei daquela esquina pra outra, chegando numa rua meio escura tentando fugir, mas ele não tava disposto a me deixar ir, me seguiu como um predador atrás da presa, sabendo pelas minhas reações que eu tava me entregando, me alcançou e, puxando meu braço, me levou pra aquela rua onde ficamos longe das pessoas na escuridão e me fez virar e me abraçou de frente de novo, envolvendo meus braços com os dele, me deixando totalmente à disposição dele, e nossas bocas ficaram perto de novo, quase se roçando nossos lábios, e aquele desejo incontrolável de beijar ele voltou mais forte do que nunca "Me solta, pelo amor de Deus" falei suplicando, cheia de medo do que tava se soltando dentro de mim "Me solta, te imploro!" falei entre suspiros enquanto meus lábios instintivamente se aproximavam dos dele, entreabertos, saboreando o hálito dele enquanto meus suspiros denunciavam a excitação crescente que já me dominava, então ele me olhou e falou "Mmmmmm, você gosta do que eu te faço sentir, certeza que quer que eu te beije, mamacita" ele falou olhando nos meus olhos e eu falei "Quem você pensa que é? É melhor me soltar..." falei tentando parecer desafiadora sem tirar os olhos dos dele, mas tava com medo do que ele me fazia sentir e ele falou "Sim, você tá se entregando porque quer que eu te beije" "Faz isso e eu grito" falei, e ele respondeu dando uma gargalhada "¡¡¡Jajajajajajaja!!! Se quisesse ir embora já teria gritado, mas você gosta do que sente, sua putinha" ele falou enquanto me afastava mais das pessoas naquela rua, pra um alpendre escuro, pra que as sombras nos cobrissem. Tirei uma mão e dei outro tapa nele, mas foi igual ao anterior, mais uma carícia pra aquele bruto "Não me chame assim de novo, seu desgraçado" falei olhando nos olhos dele enquanto a boca dele se aproximava cada vez mais da minha, quase conseguia me beijar e o hálito dele queimava meus lábios. A boca dele estava quase na minha… Nós nos olhamos fixamente, o olhar dele estava cheio de desejo, de luxúria. Ele disse de novo: sua puta! Você não pode negar! Você tem um olhar de tesão! Desde que cheguei perto de você, dá pra ver que você gosta de pau! Com certeza você tá molhada! Ele falava me fazendo tremer, e então aproveitou pra buscar minha boca e quase conseguiu, os lábios dele roçaram os meus, fazendo minha buceta molhar ainda mais a calcinha fio dental e pulsar como uma louca. Consegui desviar, mas ele beijou o canto dos meus lábios. Aquele roçar me sacudiu de novo, porque na minha mente voltaram as imagens de quando meu treinador me possuiu, se misturando com as que esse homem me fez imaginar, e sem saber, graças ao perfume dele, eu já estava perdida, mas ainda não tinha me dado conta. Eu tremia nos braços dele toda vez que a boca dele buscava a minha, e ele, ao perceber, procurava cada vez mais meus lábios enquanto eu tentava evitar o inevitável. Ele me tinha subjugada, e era questão de tempo até conseguir tomar posse da minha boca. Naquele alpendre escuro, longe dos olhares, ele continuava na tentativa de me beijar, cada vez mais perto da minha boca. Ao me apoiar na parede, não conseguia jogar a cabeça para trás, só virá-la, e a cada virada os lábios dele quase tomavam minha boca, além de esfregar o volume dele na minha buceta encharcada, me levando à loucura. Como podia, ainda com um pouco de sanidade, eu evitava a boca dele, só conseguia virar a cabeça, e cada vez que fazia isso, ele roçava meus lábios, beijava os cantos, conseguia tocar cada vez mais meus lábios. Quando eu virava o rosto para evitar os beijos dele, ele ofegava desesperado para tomar meus lábios, e minha respiração era quase gemidos. "SE DEIXA BEIJAR, PUTA, SE DEIXA! DE QUALQUER JEITO VOU TE FODER! DE QUALQUER JEITO VOCÊ VAI SER MINHA, ENTÃO SE DEIXA BEIJAR, PUTA!" ele dizia, desesperado para dominar o pouco que restava da minha vontade. "Não, me deixa, por favor!" eu supliquei de novo, sentindo meu sangue ferver. "HEHEHEHEHE, SUA BOCA DIZ QUE NÃO, PUTA, MAS SEU CORPO DIZ QUE SIM, QUE VOCÊ GOSTA!" e ele tinha razão, minha boca suplicava. mas meu corpo não reagia pra me defender, pelo contrário, percebi que quanto mais eu implorava, mais minha excitação aumentava ao me sentir submissa, violada, me sentia indefesa nas mãos de um animal e isso me esquentava cada vez mais a cada súplica que não tinha resposta, sentia a pele dele queimando no contato com a minha, ele tentava me beijar sabendo que se conseguisse me teria à mercê dele, até na ansiedade dele ele colocou a língua pra fora tentando alcançar meus lábios e conseguiu em parte quando virei a cabeça tentando evitar aquele contato, a língua dele lambeu meus lábios que involuntariamente se entreabriram ao sentir aquele roçar ardente, as mãos dele no escuro seguravam minha cintura, as minhas tentavam se soltar, mas pareciam mais acariciar a barriga dele e ao perceber isso e não conseguir beijar minha boca, ele beijava e lambia meu pescoço desesperado, mordeu meu pescoço e um arrepio percorreu meu corpo todo e um gemido escapou dos meus lábios sem que eu pudesse evitar ¡¡¡¡AAAAHHHH, NÃOOOO, AAAAAHHHHHHHH!!!! Aí, animado pelos meus suspiros e gemidos, ele abriu um pouco minha jaqueta e lambia meu peito até onde a blusa deixava enquanto, encorajado pela escuridão, se atreveu a enfiar os dedos no meio da minha bunda por cima da saia ¡¡¡¡¡AAAAHHHH, NÃOOOO, NÃO, AAAAHHHH!!!!! eu gemi e naquele momento me senti perdida, submissa, dominada totalmente, minha respiração era desesperada, meu coração batia descontrolado diante do ataque dele que me dominou e minha resistência tinha se dissipado completamente...vadiaEntão, vendo que meu corpo já não resistia mais, ele afrouxou o abraço e meus braços o envolveram sem que eu pudesse evitar. Ele tinha vencido, meu corpo e minha vontade eram dele e eu desejava ser possuída. Nisso, meu transporte chegou. Daquela rua escura eu vi, mas não reagi para me soltar. Vi, mas já não me importava mais com nada. Eu estava com tesão, querendo mais putaria daquele macho bestial, e em vez de me afastar, mordi e beijei o pescoço dele, ofegando perdidamente de tesão. Então a mão dele agarrou minha bunda inteira enquanto ele dizia: "Chegou seu transporte. Quer ir embora, mamacita? Ou quer que eu continue te enrabando?" Não respondi, só abaixei a cabeça, enfiando-a no peito dele enquanto continuava ofegando, toda excitada e tremendo da cabeça aos pés com o tesão que aquele animal me causou. Então o pessoal subiu e o ônibus foi embora, nos deixando sozinhos, me deixando à mercê dele. Já eram 11 da noite. Ele tinha me provocado até quebrar minha resistência. Então segurou meu queixo, levantou meu rosto e me olhou fixamente nos olhos, onde pôde ler meu tesão. Ao ver aquilo, percebi que era totalmente dele. O olhar dele, de um garanhão prestes a copular, me fez perceber que, a partir daquele momento, eu era sua escrava. E foi então que ele finalmente realizou seu desejo: me beijou… e eu correspondi com paixão desenfreada. Então o homem, sem me soltar, me levou para debaixo da ponte, onde estava mais escuro. Me apoiou contra o pilar e, enquanto seus braços me seguravam firme pela cintura, agora sim, a boca dele continuou tomando conta da minha, enfiando a língua num beijo longo e ardente, onde nossas línguas se entrelaçaram. Um beijo que me mostrou, se ainda restava alguma dúvida, que eu já era dele e estava completamente à sua disposição.bunda grande

raposa
amiga
cu grandeJá nessa altura, nossas respirações eram gemidos. Então, enquanto me beijava, ao mesmo tempo que abria minhas pernas com as dele, levantando levemente minha saia pra esfregar o volume dele na minha buceta, minha calcinha fio dental estava completamente molhada, igual a calça dele, produto da excitação. E assim que ele encostou o volume dele na minha vagina, começou a se mover como se estivesse me possuindo, arrancando gemidos abafados pela língua dele. Ele abriu minha jaqueta e levantou minha blusa pra apalpar meus peitos à vontade, e então me disse: "Acho que você já não vai poder ir embora, esse foi o último ônibus, vai ter que ficar na minha casa, gostosa, mas como só tenho uma cama, vai ter que dormir comigo hehehehehehe". Só de ouvir isso, eu gemia mais. Saber que estava nas mãos dele e à mercê dele me excitava loucamente. Ele falou no meu ouvido de novo: "Sim, você vai ter que ficar na minha casa, vai se deitar comigo, eu durmo pelado e vou te deixar nua e te comer todinha, gostosa", enquanto a língua dele percorria meu pescoço, lambia meus lábios e minha pinta, chegando até meus peitos, e as mãos dele na minha costa descendo até segurar minha bunda, que estava nua por causa da saia que ele levantou, me enlouquecendo. "Vou te montar como uma gostosa, como uma putinha", ele disse de novo no meu ouvido, me fazendo tremer. "Vou te foder, vou meter tudo nessa sua bunda gostosa". As sacanagens dele me deixavam louca, e ele sabia disso, porque cada vez que ele falava alguma coisa, eu gemia mais. Ele não parava de falar no meu ouvido que ia me foder, me penetrar na cama dele, lamber minha bucetinha. "Isso, putinha, vou aproveitar seu corpo gostoso. Desde que te vi ali, com sua minissaia deliciosa, falei: Filha da puta!!! Que puta gostosa!!! Que pernão, que bunda, quero comer ela!!! Isso, vadiazinha, vou te engravidar, gostosa". Cada coisa que ele falava me esquentava mais e mais, minha bucetinha e meu cu pulsavam loucamente. Quase não passavam carros, e ele aproveitava pra me beijar loucamente, as mãos dele amassavam meu cabelo, percorriam minha cintura até minha bunda, que ele segurou com força com as mãos enquanto abaixava meu sutiã sugou meus peitos enquanto ele dedava minha bucetinha, foi isso, uma descarga me percorreu, eu estava tendo um orgasmo. A situação me deixava louca. O perfume dele, a boca e o hálito queimavam minha pele, as mãos dele me acendiam e as sacanagens dele perfuravam minha alma e minha mente me subjugando, ele ainda não tinha me penetrado e eu já tinha enlouquecido. Então ele me virou, apoiando minhas mãos na coluna, levantou minha saia vendo minha calcinha fio dental enfiada entre minhas nádegas e, abrindo-as, colocou o volume dele no meu rabo, esfregando e depois me segurando pela cintura e dedando meu cu. Ele me fazia gemer intensamente enquanto puxava meu cabelo e ao mesmo tempo dava várias palmadas na minha bunda.infiel
estuproSIM, pussy, ME COME, ME COME TODA!" eu disse entre gemidos. Então ele me abraçou forte por trás, segurando meus peitos, e enquanto a boca dele mordia minha orelha e esfregava o volume dele na minha bunda, ele dizia "Mamacita, dá pra ver que você tá gostosa, eu também tô, quero meter em você, quero te comer" e eu só gemia "Você quer ir pra um lugar mais privado pra ficarmos sozinhos?" eu só concordei entre gemidos. Ele me tinha nas mãos. Ele me pegou pela mão e entramos numa rua meio escura, eu o seguia submissa, tremendo, sabendo que não tinha volta. Eu tremia de tanto tesão que a situação causava no meu corpo: Um desconhecido me seduziu e agora eu ia pra casa dele pra ser fodida por ele, totalmente submissa e desejando que aquele homem saciasse em mim os desejos carnais mais sujos dele. Eu queria pica e ser estuprada com força, esse homem tinha despertado em mim desejos de ser possuída como uma puta, de ser o brinquedo dele, a ponto de segui-lo sem medir consequências, sem me importar com nada nem ninguém... Depois de andar várias ruas, chegamos a uma vila malcheirosa e suja, cheia de barracos de madeira. Quando entramos no corredor, ouvi gemidos de mulheres sendo possuídas e pensei "Ele me trouxe pra um puteiro!" e hesitei. Ele percebeu e intuiu o que se passava, e disse "Não se preocupa, mamita, não é um puteiro, é uma vila, todos somos homens sozinhos e meus camaradas estão comendo umas vadias como você" e me puxou, me fazendo entrar. Enquanto avançávamos, os gemidos me excitavam cada vez mais. Só de pensar que todos me ouviriam gemer me fazia sentir mais e mais uma puta. Ao entrar no quartinho, ele acendeu uma lâmpada que mal iluminava, deixando-nos na meia-luz. Quando ouvi o clique da chave, num segundo muitas coisas passaram pela minha cabeça. Senti medo de estar ali sozinha na casa de um desconhecido, saber que ele ia me possuir, que talvez convidasse vários pra fazer isso, que eu não ia chegar em casa com meu marido por estar em outra parte sendo uma puta... MEU MARIDO! Essa lembrança me... Me deu vontade de sair correndo, mas quando me virei, ele não me deu tempo pra nada. Ao me virar, nos trombei de frente e ele segurou minha bunda de novo com uma mão, enquanto a outra puxou meu cabelo com força e enfiou a língua na minha boca num beijo selvagem, enquanto as mãos dele acariciavam minhas coxas, subindo a saia e amassando minhas nádegas. Foi isso, o tesão intenso abafou qualquer medo e me acendeu de novo. Já não importava mais nada nem ninguém, só queria aquele pauzão no meu coelhinho.

4 comentários - Voltando do trampo

yo en la calle te hubiera mamado los senos en vivo y hasta leche te hubiera yo sacado de tanto mamar