Viagem de reconciliação 2

A água escorria pelos meus ombros, minha mente não parava de pensar, o que eu fiz!!!!! , estava tentando salvar meu casamento, queria sexo sem limites e diversão com meu marido pra voltar aos velhos tempos, e o sexo sem limites eu tive com meu vizinho de quarto, um colombiano que conheci há dois dias. E foi maravilhoso voltar a ser uma puta infiel. Amava o Raúl, disso eu tinha certeza, era o homem da minha vida, anos de namoro, conhecíamos todos os nossos segredos, bom, menos que eu era uma puta, mas eu amava ele. Descemos pra tomar café sempre no limite do horário, aproveitávamos e era café da manhã e almoço juntos, entramos no salão, ainda cheio de gente, nos sentamos numa mesa que já estava pronta, deixamos nossas coisas na mesa e fomos nos servir, quando volto e me sento, e na mesa paralela à nossa e de frente pra mim, lá estava ele, meu adorável observador, Angel, com um chapéu, por isso não o reconheci, estava lindo, aquele gorro caía super bem nele. Comi a fruta que peguei, já nervosa porque ele sempre soube, me sentei do lado dele, ele me olhava e sorria, me levantei de novo e ele atrás de mim, estou me servindo e esperando umas torradas, e sinto ele de novo atrás, tanto o Raúl quanto a esposa dele ficaram nas mesas....."vão pra praia??", sim, vocês? ...."também, quando puder, entra na água sozinha" de novo loucura, não bastou o de ontem à noite???...."não, pra minha menina, lembra que é meu último dia, e quero ficar com você" nãooo, vamos fazer uma loucura, Angel........."te espero na água". E ele foi embora, sem me dar chance de responder, o tempo todo que ficamos no café da manhã, ele não tirou os olhos de mim, me olhava e sorria, ele é tão gato... Quando chegamos na praia, eles já estavam nas espreguiçadeiras, então eu procurei umas o mais longe possível, estava apavorada que o Raúl percebesse alguma coisa. O dia estava espetacular, na hora que estávamos, vejo o Angel ir pro mar sozinho, pergunto pro Raúl se ele queria vir nadar, ele me diz daqui a pouco, bemmm, entrei. Me aproximei uns dez metros dele e fiquei brincando com as ondas. Uma delas me derrubou porque eu tava mal equilibrada, e quando tentei me levantar, senti umas mãos passando nas minhas pernas. Era ele! Olhei assustada pra praia e, por sorte, os nossos respectivos ainda estavam pegando sol.Viagem de reconciliação 2Que cê tá fazendo, tá louco???..."que pele macia"... a gente tá se arriscando demais..."às três da tarde eu sempre subo pra deitar uma hora, a Elena sempre fica tomando sol, te espero nessa hora no meu quarto" nem louca, que eu vou falar pro Raúl..."só um momento, diz que vem no banheiro, te espero". E sai da água, sem esperar minha resposta de novo. Eu fico ali pensando como fazer, vontade tinha e muita, ia ver como... Bateu três horas, o Raúl tava dormindo depois das duas cervejas que tomou com alguma coisa que a gente comeu, vejo o Angel indo pro hotel e quando ele tá chegando na rua pra atravessar, ele me olha, a gente se olha e eu já sabia o que tinha que fazer. Sentei do lado do Raúl e falo: vou ali no hotel, vou no banheiro, cê tá mal? Não, não, tô mais confortável no banheiro do quarto, já volto. Atravesso, subo e bato na porta, e lá tava meu colombiano lindo me sorrindo: "veio, gostosa" tô tão louca quanto você, e a gente se funde no teu abraço e de novo nossas línguas se procuraram, se esfregavam, já ia sentir falta disso, dessa quentura, nunca tinha sentido com o Raúl. Me deitei e ele do meu lado. Não falava nada, mas me encostei no ombro dele e acariciava o peito dele sem saber nem o que fazer nem o que dizer. Ele acariciava meu cabelo. Beijei ele. Ele respondeu. O beijo se prolongou e minha mão acariciou ele. A gente não se soltava. De novo ele tava duro. Não queria parar de beijar ele. Cada vez mais apaixonado.vadiaAproveitando o momento, ele se encaixou entre minhas pernas. Sentia o pau dele duro me apertando. Meu tesão também tava subindo. Ele se levantou, baixou a cueca e, com habilidade, empurrou minha calcinha fio dental, me penetrando. Senti ele macio, duro e quente. Ele não tava de camisinha!!Bunda
rabaoMas eu gostava de sentir ela assim. Falei pra ela. Ela respondeu que tava no controle e começou a me foder devagar. Como eu gostava. Já tinha esquecido dos nossos maridos.

Começou com estocadas suaves mas profundas, arrancando um gemido meu em cada uma. A respiração dela no meu ouvido e o ombro dela na minha boca, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela e arranhavam suas costas. Logo acelerou. Queria que eu gozasse. Eu queria mais.vadia
cuzao
infielParei ele e fiz ele deitar de costas. Eu queria controlar. Comecei a mexer minha cintura sem subir e descer, apertando o pau dele contra minha pélvis. Ele gostou. Soltei os braços dele e me apoiei no peito dele. Senti o coração dele batendo. As mãos dele foram pro meu cu e minhas coxas. Comecei a cavalgar ele, me deixando cair com força.estupida
passivo
cu gostosoSoltava o ar dos meus pulmões a cada descida, e ele também, numa sinfonia de respirações e gemidos abafados. Pedi pra ele avisar se fosse gozar. Ele não falou nada e continuei cavalgando. Já tava perto do fim. Esqueci da camisinha. Só sentia o pau dele. Em poucos segundos, as primeiras contrações vieram, e eu desabei pesada no peito dele, enquanto ele mexia a cintura pra não parar de roçar lá dentro. Mordi o ombro dele pra não fazer barulho. Assim que terminei, desmontei. Ele queria mais, embora já tivesse perto. Deitei e falei: "Tá esperando o quê pra me dar meu gozo?" Ele se posicionou com as pernas dos lados da minha cintura e começou a bater uma me olhando, enquanto eu acariciava a perna e a bunda dele. Mas ele tava impaciente e não chegava lá. Eu sabia como fazer. Empurrei a bunda dele pra aproximar o pau da minha boca, e ele entendeu o recado. Começou a meter na minha boca. Nunca tinha provado um gosto tão forte de mim. Acariciei as bolas dele e, em segundos, sem avisar, ele começou a gozar na minha boca com gemidos abafados, até se esvaziar e deitar do meu lado. Engoli tudo e, rápido como na primeira noite na sacada, ele me beijou apaixonadamente, misturando nossas salivas e os restos do gozo gostoso dele.bunda grande infernal
Viagem de reconciliação 2

vadiaNão dava mais tempo pra nada, me arrumei e precisei descer, já tinha passado mais de meia hora e tava com medo do Raúl voltar. "... calma, vem aqui na sacada que a gente vê" e a gente se debruçou na sacada dele procurando eles no meio da praia, o que foi fácil por causa da localização dos guarda-sóis do hotel, todos amarelos, e lá estavam os dois largados nas espreguiçadeiras. Ele me abraçou pela cintura e começou a acariciar minha bunda... "isso você não vai me dar???" tá maluco, nunca fiz isso por aí, era mentira, não queria parecer tão puta e já te falei que seria pro meu marido... "olha como eu tô, só deixa eu acariciar" fiquei apoiada na sacada olhando pros nossos cônjuges, ele beijava meu ombro, meu pescoço, me virei e nossas línguas se encontraram de novo. Esse garoto tava me deixando louca, a gente tinha acabado de terminar e ele já tava duro de novo. Ele se afasta, vai até a mesa de cabeceira, eu olhando pra baixo, ele se abaixa e começa a chupar minha buceta, eu empinei a raba pra facilitar o trabalho, tudo era fogo, de repente ele enfia um dedo como na noite anterior, no meu cu, nãooo falo aí nãooo... "só um pouquinho, só o dedo" mas senti que aquele dedo tava muito escorregadio, o que você colocou, "um creminho pra não doer" o dedo nada mais, começou a brincar com o dedinho e eu tava gostando e ele não parava de me chupar, tava louca e com tesão, de repente sinto o pau dele no meu cu, nãooo isso não, "só a pontinha pra eu levar uma lembrança" nãooo Anjo, não seja mau, vai doer, isso é muito grosso "só a pontinha, se doer eu tiro e pronto". Calma, meu amor... relaxa... você vai gozar, eu já tinha feito aquilo e com paus grandes, mas eles ficam mais excitados quando pensam que é sua primeira vez. Senti a língua dele entrando no meu cu, gostei, gostei como sempre me deixa louca ter meu cu arrombado... depois senti um dos dedos dele que suavemente acariciava meu buraquinho, tentando entrar, dei um pulinho quando ele venceu a resistência do meu esfíncter e se introduziu, ficou parado ali um instante até que eu me acostumei com ele e começou um vai e vem suave que eu adorava. Estendi minha mão procurando o pau dele e quando encontrei, senti ele firme nas minhas mãos, já estava pronto de novo.Bunda
rabao—Me dá… quero agora… — Foi a única coisa que eu disse e levantei minha bunda, ficando de quatro ou “de quatro” como já tinha lido uma vez. Ele se aproximou por trás de mim e começou a percorrer toda a minha buceta com o pau dele, dando investidas rápidas. Percebi que era pra lubrificar, com os sucos que escorriam e o gozo do encontro anterior.vadia
cuzaoDepois começou bem devagar, senti a ponta do pau dele encostando no meu buraquinho, ele só falou: "Relaxa, meu amor... assim você vai gozar gostoso.infiel
estupida
passivoEu sabia que ia gostar pra caralho, então relaxei e fiquei molinha. Senti ele entrando, primeiro a cabeça, doeu porque fazia tempo que não fazia. — Ai… Anjo… tá doendo — falei, e ele parou. Depois de uns segundos, continuou empurrando, enquanto acariciava minha buceta pra umedecer a mão e com ela lubrificar o pau dele. Devagar e com muita paciência, foi se introduzindo. Eu sentia dor, mas era uma dor com prazer, uma sensação totalmente diferente: uma dor na entrada e outra bem diferente lá dentro. Aquela cabeçona grande dilatando tudo por dentro, a dor se espalhava pelo corpo todo, eu sentia descendo pelas costas e chegando até a raiz do cabelo. — Ai… dói, meu amor… dói, Anjo… mas continua… continua… quero tudo… tudo… — Você gosta de dar o cu pra puta mais puta de todas as mulheres? — eu quase gritava. — Siim… adoro o cu dessa puta… — ele gritou — Meu… meu… meu… — Já tava tudo dentro, sentia os colhões dele encostados na minha buceta. Ele fez um movimento pra tirar… — Ai… meu macho… — foi meu gemido.cu gostosoEle enfiou de novo até o fundo e já não doía tanto. Devagar, começou a aumentar a velocidade… um vai e vem que me fazia gemer, gritar de dor, mas pedir mais e mais.bunda grande infernal
Viagem de reconciliação 2
vadiaEntrava e saía com uma facilidade que me surpreendia e um prazer que me levava ao auge. Eu enfiava a mão na minha buceta, amassava meu clitóris, ele com as mãos nos meus quadris me comia com violência dessa vez. De novo senti o arrepio no corpo todo… me invadiu até o fundo da minha alma e senti também seus gemidos e bufadas de prazer… senti a porra quente dele escorrendo e enchendo todo meu cu… eu tinha entregado o que faltava pra ele… a última barreira tinha caído. Ficamos deitados um do lado do outro, sentia meu cu ardendo depois daquela arrombada violenta. Angel passou um creme pra aliviar a queimação, mas mais do que aliviar, me excitava sentir o dedo dele com creme no meu cu, continuamos nos acariciando, até que vi Raul se levantar da espreguiçadeira e vir pro hotel Meu marido vem, mas ele só levantou e andou pela areia pra depois ir pro mar, eu tinha mais tempo com ele. Você conseguiu o que queria…"gostou, minha menina?" sim, mas tô nervosa se eles sobem, mas amei. você arrombou meu cu, muito gostoso. Nos beijamos de novo, e falei isso é ruim porque vou sentir sua falta "e eu a sua, pena que estamos tão longe" deixamos como uma lembrança linda, Angel, algo que vai estar sempre aqui e você será inesquecível pra mim… "a vida nem sempre é justa," e me beijou de novo, a gente não queria se separar, eu tinha me apaixonado feito uma menina, como ele dizia, temos que nos despedir já… "não, hoje às 3 a gente se despede, ok?" é que não sei se vou conseguir sair hoje, melhor a gente se despedir agora, me dá seu telefone e a gente se fala pelo WhatsApp, que acha? " passei meu telefone, ele já salvou no dele, e depois outro beijo apaixonado, como se fosse o último, prometemos ir pra sacada nos despedir. Naquela noite eu tinha que cumprir com meu marido, mas meu cu ardia apesar do creminho que Angel passou, ele tinha sido muito bruto por causa do bum, mas muito gostoso, eu tinha amado, a gente transou com Raúl fez do jeito rotineiro que a gente sempre fazia, e a gente dormiu. Eu não, esperei a nossa hora pra me despedir do amor da minha vida. Mesmo de fio dental pra sair na sacada, tirei igual na primeira noite, e ele já tava lá me esperando. Rápido fez sinal com a mão pra eu aproximar a cadeira e em um minuto tava do meu lado. Foram carinhos, abraços, beijos, mordidas, paixão. Eu tinha me apaixonado perdidamente por alguém que nunca mais ia ver, foram só dois dias... meu adorável voyeur. Não transamos de novo naquela noite, mesmo com muita vontade, mas ficamos abraçados, falando da gente, prometendo nos ver de novo, contando um monte de coisa que a gente não sabia. Ele trabalhava num banco em Bogotá, a esposa era colega de trabalho, tavam juntos há mais de 4 anos e morando juntos há 2. Enquanto isso, a gente se beijava sem separar a boca um minuto. Um barulho no meu quarto alertou a gente, espiei rápido e o Raúl só tinha virado de lado. Senti pânico, e só deu tempo de nos despedirmos, a gente não queria soltar as mãos de sacada pra sacada. No dia seguinte no café da manhã ele já não tava mais, uma tristeza infinita me tomou. Raúl me perguntou o que eu tinha, falei que algo me fez mal e tava com o estômago enjoado, além disso minha bunda ainda tava doendo pra caralho e falei que tava com uma dor na parte de baixo. Ele disse que era melhor ir ao médico, mas eu sabia o porquê. Nunca mais vi o Angel, só nos escrevemos de vez em quando, sempre lembrando das nossas noites na Costa Gostosa, naquela sacada maravilhosa. A gente tem a promessa de que um dia vai se encontrar de novo... Deus que dirá.Bunda

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