Primeira parte----->Minha mãe Silvina - Tchau, Belém
Série anterior que se conecta com essa saga------>Minha irmã BelémComo é que a gente continuava agora que a gente tinha se masturbado cada um de um lado da porta do quarto dela?
As coisas tinham chegado a um ponto com a minha mãe que minha obsessão por ela era total.
Minha mãe, toda perturbada, não saiu do quarto e eu, por minha vez, limpei o chão e fui pro meu quarto.
Não vou mentir. Depois de gozar, veio a culpa em mim. Comecei a me perguntar se eu não era um pervertido. Primeiro, minha irmã e agora, minha mãe.
Dormi e no dia seguinte não hesitei em acordar e abrir o WhatsApp da minha mãe no meu computador.
O que vi me deixou chocado. Minha mãe confessava pra irmã dela que tinha sentido meu pau no cu dela e tinha ficado muito excitada. Ela não chegou a confessar que tinha se masturbado.
Nesse ponto, percebi que todo mundo só confessava uma parte do que tava rolando. Eu confessava meus avanços pro escritor de contos eróticos e ele me incentivava, mas me segurava pra eu não passar dos limites.
O que aconteceu à noite foi ideia dele e até hoje eu ainda sou grato a ele.
Continuando com o que minha mãe dizia pra minha tia, vou colocar na íntegra o que ela escreveu pra irmã dela: Meu filho tem uma p*** (dessa vez ele escreveu) enorme, eu senti, é gigante Uffff – disse minha tia Não sei como vou fazer pra me segurar Você tem que fazer isso – minha tia me disse Mas você não sabe o que é… — minha mãe me dizia Tô me esquentando toda só de imaginar – disse minha tia
Nem sei como me segurei pra não bater uma enquanto lia aquele diálogo.
Naquela noite, minha mãe saiu com o Omar e não pude fazer nada.
Fiquei conversando no chat com meu conselheiro escritor de contos e bolamos juntos um plano pra me aproximar mais da minha mãe.
No dia seguinte, tudo se encaixou.
Por enquanto, comecei a preparar o cenário pra noite. Tava bem frio e sugeri pra minha mãe se depois do jantar ela não queria ver um filme na TV nova. Ela topou, meio contrariada pelo que tinha rolado no dia anterior.
Fiquei fuçando o catálogo erótico de todas as plataformas e confesso que era decepcionante, nada parecia se encaixar no que eu precisava.
Achei uma bem pesada com umas cenas boas numa plataforma alternativa e, como era meio antiga, deixei pronta pra começar – ela nem percebeu que não tava em nenhuma das plataformas tradicionais.
Deitamos no sofá um do lado do outro, igual da outra vez. Eu tinha deixado um cobertor do meu lado.
O filme começou, era de época antiga e isso deixava tudo mais realista. A protagonista casa virgem e transa com o marido. Já na primeira cena, minha mãe comentou: Bom, já começamos... por que você sempre coloca esse tipo de filme? Não sabia como era - menti Dá pra lá, não acredito em você" – ela disse com uma risada.
A risada dela me relaxou e, quando vi que ela olhou pro meu volume que estava crescendo, admiti: E aí, a cena era boa, tu não vai negar… — falei pra ela Sim, pra falar a verdade, sim.
Dei o primeiro tiro e pensei que tinha ido pra merda: Você não fica com tesão não? Não vou te negar… que a cena é muito boa, hahaha – disse ela, bem divertida
O filme continuava e dava pra ver que a protagonista não curtia o sexo com o marido e conhece um cara um pouco mais novo com quem começa a flertar. Quando rola o sexo entre eles, no meio de muita culpa e muito tesão da parte dela, a cena ficou completamente erótica Esta cena tá melhor – falei pra ela O que é que eu tô fazendo vendo filme quase pornô com meu filho? Não é porno, mami, é erótico. Bem… Não acha essa cena melhor, mamãe? – eu dizia pra ela.
Agora, na TV enorme, o amante chupava o mamilo dela num puta close. Muito melhor
Chegou a hora, falei pra mim mesmo e arrisquei uma jogada que não tava nos planos.
Enfiei a mão dentro da minha calça, tirei minha pica, que minha mãe viu e não falou nada, e guardei de novo. Olhei pra ela e falei:
— Eu ficava irritada Bom – disse ela engolindo saliva É inevitável ficar com tesão vendo esse filme – soltei pra ela
Minha mãe deu um "sim" quase inaudível
O filme continuava e a cena agora era entre os amantes num lugar público, se escondendo pra poder foder porque não aguentavam o tesão. O marido dela perde ela de vista e os dois se trancam num quarto. Me chamou a atenção que deu pra ver o pau dele meio duro. Aí está pra você também aproveitar – soltei pra ela Siii – ela disse agora se mexendo no sofá As pernas dela roçavam nas minhas e me deixavam com muito tesão. Não sei por que falei, mas soltei: O cara tem uma piroca boa, né? Sim, mas não te faz sombra. – ela me disse
Fiquei duro por inteiro com o comentário dela. E entre a cena e o comentário, comecei a esfregar a pica por cima da calça de moletom.
Minha mãe ficava olhando de soslaio e assistindo ao filme. De vez em quando, a cabeça da minha pica aparecia por cima do elástico da calça. Você não quer ir pro seu quarto?" – ela me perguntou. É que não quero parar de ver o filme. Você vai se machucar – ela me disse, olhando para o meu pau com desejo. Posso tirar ela? – me atrevi Não! Não vou ficar te vendo bater uma, Kevin, cê tá louco?
Por sorte, reagi rápido antes que tudo fosse pro saco. Espera, tenho uma ideia – falei, lembrando do meu papo com meu conselheiro. O quê?
Peguei o cobertor que tava do meu lado e coloquei pra cobrir nós dois. O que você tá fazendo? Agora não dá pra ver nada" – falei com um sorriso
Num movimento só, tirei o tênis, a calça e a cueca, tomando cuidado pra minha mãe não ver nada Você é louco – dizia ela.- Assim você não vê nada e eu posso continuar. Kevin, filho – ele disse aquela palavra que me deixou com tesão – isso não está certo. Mami, para de encher o saco, a gente tá quente – falei e comecei a bater uma.
Pra piorar, a cena era boa e lenta. Agora a protagonista abria as pernas e ele, por trás, se ajoelhava pra chupar ela, enquanto um close no rosto dela mordendo o lábio.
Olhei pra minha mãe e ela fez o mesmo. Isso me deu raiva e soltei: Toca você também, gostosa – Nãooo – disse ela, sem muita convicção. Vai, com a coberta a gente não se vê Você é louco" – ela disse e eu percebi uma das mãos dela descendo por baixo do cobertor Vai lá, gostosa, é justo, eu me toco, você também. – falei pra ela
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