Um dia que deixamos nosso filho com os avós, fomos tomar umas cervejas numa cervejaria famosa, que vende cerveja artesanal (hoje nem tanto, porque ficou muito comercial) e é um lugar bem movimentado no geral. Era um sábado de fim de maio, o tempo estava bom, então minha mulher aproveitou pra usar os últimos "modelitos" pré-mama que tinha comprado. Calça e camiseta que, apesar de marcar a barriga saliente, deixavam ver uma bunda impressionante, fruto de muitas horas de agachamento na academia, e uns peitões enormes, que ficavam ainda mais evidentes com o decote generoso da camiseta. Não sei bem por que ela escolheu esse conjunto, porque ultimamente andava sempre bem recatada, mas parece que naquele dia tinha algo diferente.
A cervejaria estava lotada quando chegamos, sem nenhuma mesa vaga. Fomos abrindo caminho até o garçom:
– Quantos são? – perguntou ele, olhando sem disfarçar o decote da minha mulher.
– Dois... se puder arrumar uma mesa na varanda pra gente... – respondeu minha mulher, fazendo cara de gostosa.
O garçom só tirou os olhos do decote dela pra ver como ela fazia olhinhos pra ele. Mesmo sem ver mesa vaga, a estratégia dela funcionou, porque ele pediu pra esperarmos um pouco e, quando voltou, montou uma mesa pra gente, ajudado por um colega que eu vi olhando pra minha mulher com cara de pura safadeza.
Nos levaram pra uma área mais afastada e nos sentaram. Enquanto montavam a mesa, eu via que eles não paravam de olhar pra minha mulher sem nenhum pudor. Primeiro os peitos, depois a bunda.
Minha mulher se fazia de sonsa, agindo como se não percebesse, mas claramente estava prestando atenção. Principalmente no segundo garçom: um cara negro, com uns 1,90 de altura, forte, de dreads.
Ficamos um tempo lá, e eu percebi que os dois garçons não paravam de passar na nossa frente e de olhar pra minha mulher. E ela também olhava pra eles, mesmo disfarçando.
De repente, recebi uma ligação do meu chefe. Num sábado, imagina. Era algo importante, então levantei e saí do bar pra atender a ligação. A chamada durou mais do que eu queria, uns 20 minutos, mas era algo que não podia ignorar. Quando voltei pra mesa, minha mulher não estava. Liguei várias vezes pro celular dela, mas ela não atendia. Dei uma olhada no banheiro feminino e não estava lá. Comecei a me preocupar quando lembrei que tínhamos ativado a opção de busca por localização. Aí vejo que mostra que ela está a uns 100 metros. A localização indicava um galpão. A porta tinha o logo do bar. No começo, não sabia se batia ou entrava direto, mas decidi tentar a segunda opção. A porta estava aberta e entrei. Era um depósito cheio de caixas, mas no fundo parecia ter uma espécie de escritório. Fiquei em silêncio e comecei a ouvir um barulho, que parecia gemidos. Me aproximei devagar da porta do escritório, que estava entreaberta, e consegui ver pela fresta. O que vi me deixou completamente em choque. Minha mulher estava de quatro, sendo comida pelo garçom negro, apoiando as mãos num sofá enquanto chupava a pica do outro garçom. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer, olhando a cena. De repente, minha mulher se afastou e ficou de joelhos na frente do cara negro e começou a chupar a pica dele. Ela chupava a pica como eu nunca tinha visto. O negro tinha uma pica boa e ainda pegava a cabeça dela e apertava, fazendo ela engasgar. O outro cara então foi pro lado e colocou a pica dele perto da boca dela, obrigando ela a meter as duas. Eu continuei escondido atrás da porta e não sabia bem como reagir. Por um lado, estava puto pra caralho, mas por outro, ainda mais forte, estava extremamente excitado vendo eles comendo minha mulher. O tesão falou mais alto e fiquei atrás da porta, olhando. De repente, minha mulher se vira e olha pra porta e me vê. No começo, por uns segundos, ela não reage e fica parada, mas de repente ela Levanta e, enquanto me olha fixamente, volta a se colocar no sofá de quatro, virando a cabeça levemente e olhando para a porta, e para mim, e diz:
– Enfia os dois paus no meu cu.
Nenhum de nós dois hesita. O garoto preto fica atrás dela de quatro, enquanto o outro dá um jeito de se enfiar debaixo dela. Esse começa a chupar os peitos dela enquanto praticamente encosta o peito na barriga enorme da minha mulher. Enquanto isso, o garoto preto cospe na própria pica e, com as duas mãos, abre as nádegas da minha mulher. Depois de abertas, tenta segurá-las com a mão direita enquanto, com a esquerda, pega na pica e começa a enfiar no cu da minha mulher. Minha mulher começa a gemer e vira a cabeça de novo para me olhar na porta, fazendo uma cara de puta autêntica que eu nunca tinha visto. O preto começa a empurrar e, aos poucos, vai enfiando enquanto ela geme. O outro, enquanto isso, não para de chupar os peitos dela.
Assim que parece que o preto "terminou", o outro pega na própria pica e tenta enfiar também no cu. Roscando com a pica preta do outro garoto, e só segurando a própria pica, tenta sem sucesso. Então, segurando a pica com a direita, aproxima a mão esquerda e pega na pica do garoto preto, passando-a desde os ovos até onde começa o cu da minha mulher. Uma vez lá, enfia três dedos e tenta abrir o cu, ao mesmo tempo que tenta enfiar a pica dele. Contra todas as expectativas, o cu da minha mulher se dilata além da pica do preto, e o outro consegue enfiar a dele, aos poucos. Depois de dentro, começa a mexer e a foder, enquanto o preto não faz nada e só deixa a dela lá dentro.
Nessa altura, quase sem querer, eu já tinha tirado a pica para fora e estava batendo uma, quando vejo minha mulher virar a cabeça de novo para mim enquanto os dois a fodem no cu, só que dessa vez ela faz um gesto com a mão para eu me aproximar.
Quando abro a porta por completo, ela faz barulho e os dois garotos se viram, e, embora eu Olha, eles nem fingem que vão parar o que tão fazendo, embora minha mulher fale rápido:
"Tava morrendo de vontade de dar pra dois caras grávida."
Fico parado uns segundos, tiro a calça e a cueca e vou pra trás do sofá. Quando chego lá, os caras continuam comendo a bunda da minha mulher. Aí eu encosto a pica na boca dela e ela começa a chupar.
A situação dura pouco, uns dois minutos. Quem goza primeiro é o preto, que depois de acabar tira o pau cheio de porra da minha mulher. Na sequência, eu gozo, deixando ela tomar na boca, e segundos depois, o outro cara goza também.
Assim que ele termina, minha mulher se levanta, se veste, me pega pela mão e a gente sai direto pro carro, pra voltar pra casa, encerrando nossa aventura.
A cervejaria estava lotada quando chegamos, sem nenhuma mesa vaga. Fomos abrindo caminho até o garçom:
– Quantos são? – perguntou ele, olhando sem disfarçar o decote da minha mulher.
– Dois... se puder arrumar uma mesa na varanda pra gente... – respondeu minha mulher, fazendo cara de gostosa.
O garçom só tirou os olhos do decote dela pra ver como ela fazia olhinhos pra ele. Mesmo sem ver mesa vaga, a estratégia dela funcionou, porque ele pediu pra esperarmos um pouco e, quando voltou, montou uma mesa pra gente, ajudado por um colega que eu vi olhando pra minha mulher com cara de pura safadeza.
Nos levaram pra uma área mais afastada e nos sentaram. Enquanto montavam a mesa, eu via que eles não paravam de olhar pra minha mulher sem nenhum pudor. Primeiro os peitos, depois a bunda.
Minha mulher se fazia de sonsa, agindo como se não percebesse, mas claramente estava prestando atenção. Principalmente no segundo garçom: um cara negro, com uns 1,90 de altura, forte, de dreads.
Ficamos um tempo lá, e eu percebi que os dois garçons não paravam de passar na nossa frente e de olhar pra minha mulher. E ela também olhava pra eles, mesmo disfarçando.
De repente, recebi uma ligação do meu chefe. Num sábado, imagina. Era algo importante, então levantei e saí do bar pra atender a ligação. A chamada durou mais do que eu queria, uns 20 minutos, mas era algo que não podia ignorar. Quando voltei pra mesa, minha mulher não estava. Liguei várias vezes pro celular dela, mas ela não atendia. Dei uma olhada no banheiro feminino e não estava lá. Comecei a me preocupar quando lembrei que tínhamos ativado a opção de busca por localização. Aí vejo que mostra que ela está a uns 100 metros. A localização indicava um galpão. A porta tinha o logo do bar. No começo, não sabia se batia ou entrava direto, mas decidi tentar a segunda opção. A porta estava aberta e entrei. Era um depósito cheio de caixas, mas no fundo parecia ter uma espécie de escritório. Fiquei em silêncio e comecei a ouvir um barulho, que parecia gemidos. Me aproximei devagar da porta do escritório, que estava entreaberta, e consegui ver pela fresta. O que vi me deixou completamente em choque. Minha mulher estava de quatro, sendo comida pelo garçom negro, apoiando as mãos num sofá enquanto chupava a pica do outro garçom. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer, olhando a cena. De repente, minha mulher se afastou e ficou de joelhos na frente do cara negro e começou a chupar a pica dele. Ela chupava a pica como eu nunca tinha visto. O negro tinha uma pica boa e ainda pegava a cabeça dela e apertava, fazendo ela engasgar. O outro cara então foi pro lado e colocou a pica dele perto da boca dela, obrigando ela a meter as duas. Eu continuei escondido atrás da porta e não sabia bem como reagir. Por um lado, estava puto pra caralho, mas por outro, ainda mais forte, estava extremamente excitado vendo eles comendo minha mulher. O tesão falou mais alto e fiquei atrás da porta, olhando. De repente, minha mulher se vira e olha pra porta e me vê. No começo, por uns segundos, ela não reage e fica parada, mas de repente ela Levanta e, enquanto me olha fixamente, volta a se colocar no sofá de quatro, virando a cabeça levemente e olhando para a porta, e para mim, e diz:
– Enfia os dois paus no meu cu.
Nenhum de nós dois hesita. O garoto preto fica atrás dela de quatro, enquanto o outro dá um jeito de se enfiar debaixo dela. Esse começa a chupar os peitos dela enquanto praticamente encosta o peito na barriga enorme da minha mulher. Enquanto isso, o garoto preto cospe na própria pica e, com as duas mãos, abre as nádegas da minha mulher. Depois de abertas, tenta segurá-las com a mão direita enquanto, com a esquerda, pega na pica e começa a enfiar no cu da minha mulher. Minha mulher começa a gemer e vira a cabeça de novo para me olhar na porta, fazendo uma cara de puta autêntica que eu nunca tinha visto. O preto começa a empurrar e, aos poucos, vai enfiando enquanto ela geme. O outro, enquanto isso, não para de chupar os peitos dela.
Assim que parece que o preto "terminou", o outro pega na própria pica e tenta enfiar também no cu. Roscando com a pica preta do outro garoto, e só segurando a própria pica, tenta sem sucesso. Então, segurando a pica com a direita, aproxima a mão esquerda e pega na pica do garoto preto, passando-a desde os ovos até onde começa o cu da minha mulher. Uma vez lá, enfia três dedos e tenta abrir o cu, ao mesmo tempo que tenta enfiar a pica dele. Contra todas as expectativas, o cu da minha mulher se dilata além da pica do preto, e o outro consegue enfiar a dele, aos poucos. Depois de dentro, começa a mexer e a foder, enquanto o preto não faz nada e só deixa a dela lá dentro.
Nessa altura, quase sem querer, eu já tinha tirado a pica para fora e estava batendo uma, quando vejo minha mulher virar a cabeça de novo para mim enquanto os dois a fodem no cu, só que dessa vez ela faz um gesto com a mão para eu me aproximar.
Quando abro a porta por completo, ela faz barulho e os dois garotos se viram, e, embora eu Olha, eles nem fingem que vão parar o que tão fazendo, embora minha mulher fale rápido:
"Tava morrendo de vontade de dar pra dois caras grávida."
Fico parado uns segundos, tiro a calça e a cueca e vou pra trás do sofá. Quando chego lá, os caras continuam comendo a bunda da minha mulher. Aí eu encosto a pica na boca dela e ela começa a chupar.
A situação dura pouco, uns dois minutos. Quem goza primeiro é o preto, que depois de acabar tira o pau cheio de porra da minha mulher. Na sequência, eu gozo, deixando ela tomar na boca, e segundos depois, o outro cara goza também.
Assim que ele termina, minha mulher se levanta, se veste, me pega pela mão e a gente sai direto pro carro, pra voltar pra casa, encerrando nossa aventura.
5 comentários - Minha esposa de 8 meses comendo por 2, eu só olhando