Depois daquela mensagem que ela mandou pra ele num momento super quente, logo depois que a gente tinha transado e dito um monte de coisas, ele respondeu. Matias, o que ele respondeu? Mensagem vai, mensagem vem, e minha namorada resolveu esclarecer a situação, explicando em que contexto ela tinha mandado a mensagem, e aproveitou pra contar que eu tava no quarto com ela. "Fala pro cuck entrar na conversa" haha, mensagem que ela me passou com outras palavras, sem saber que aquele texto exato me excitava pra caralho. A gente começou a trocar umas mensagens, e eu falei pra minha namorada convidar ele pra vir em casa, com a namorada dele, claro, pra tomar algo e jantar os quatro numa boa. Num momento ele resistiu, porque queria ver ela a sós, mas depois que expliquei que tinha umas ideias na cabeça, ele topou o convite. Chamamos a namorada dele também. Ela é uma mina muito gostosa, a única coisa que vou dizer é que tem uma cara de puta linda, delicada, mas bem puta.
Combinamos de nos ver no dia seguinte. Era sábado e todo mundo podia curtir a noite, e no dia seguinte ninguém trabalhava. Eles se despediram depois de tudo acertado, e ele se despediu com uma mensagem típica dele: "Levo camisinha e óleos", sempre aumentando a aposta. Ela respondeu: "Não precisa, eu me molho muito." Eu lendo aquilo fiquei com o pau durasso, e a gente começou a fantasiar sobre o que podia rolar nesse encontro. Falei pra ela que, acontecesse o que acontecesse, se alguém se sentisse desconfortável, a gente parava. Ela me deu a palavra que seria assim.
No dia seguinte, fui fazer as compras à tarde. Compramos coisas pra fazer uma tábua de frios, algo tranquilo, e muita cerveja. Quando finalmente voltei do supermercado, ela tava toda produzida, vestida como se fosse pra uma balada esquentar pica a noite inteira. Adorei ver ela assim, e saber que não era pra mim que ela tava vestida daquele jeito. Quando finalmente tocaram a campainha, ela desesperada falou que ia descer pra abrir, e foi. Demoraram mais do que o normal, mas quando chegaram, os três vieram rindo, e a namorada dele... Ele disse: "Esses dois se pegaram muito no elevador, eu..." E minha namorada, na defensiva, exclamou: "Matias ficou me tocando, eu não fiz nada, ainda." E eles se olharam com cara de cúmplices, os dois. Minha rola subiu na hora. A gente ficou bebendo, comendo e conversando. Num momento, o Matias propôs jogar aquele mesmo jogo de cartas que a gente jogou no sítio. Na hora eu falei que não, e eles começaram a tentar me convencer. Foi aí que eu perguntei como eles, ou melhor, a namorada dele, não tinha ficado incomodada com o que rolou naquela noite. E foi aí que eles explicaram que tinham um relacionamento aberto e se permitiam certas coisas, além de se excitarem com esse tipo de situação. Eu e minha namorada entendemos tudo, e nos olhamos sabendo que podia ficar bem picante. Na hora ela levantou e foi buscar as cartas, cagando pro que eu tinha dito, e a gente começou a jogar. O Matias, inconscientemente, começou a apertar a rola dele, aquela rola bem grande que chamava a atenção de todo mundo na sala. Sim, sim, de todo mundo. Eu via e me chamava muito a atenção. Uma das primeiras prendas caiu pra ele, e ele tinha que tomar um copo inteiro de cerveja sem parar. Ele fez, foi super fácil, e me escolheu. Na hora ele disse: "Vou aumentar a aposta. Você tem que tocar na minha rola por dois minutos no relógio, ou perde e eu fico jogando sozinho com as duas." Claramente foi um movimento muito esperto, e ele achou que eu não teria coragem. Mas não foi bem assim. Eu me aproximei e comecei a tocar na rola dele, por cima da calça. No começo todo mundo ria, mas depois de 30 segundos a rola dele já tinha endurecido, e as minas já começavam a se olhar estranho, ambas querendo estar no meu lugar. Passaram os dois minutos e ele disse: "Ainda bem que não foi mais tempo, senão eu tirava ela da calça e colocava na sua boca, haja." Ele escolheu a namorada dele, e na hora, como prenda, mandou ela dar uns beijos ali pra acalmar ele um pouco. Ela nem pensou duas vezes, na nossa frente tirou a rola dele e começou a mamar. beijos bem sensuais, eu tava com a pica dura que me estourava e minha namorada percebeu, mas eu não conseguia parar de olhar praquela pica e aquele boquete ao vivo que deixou ela toda molhada, ela tava se tocando de leve achando que ninguém via, mas Matias, nem lento nem lerdo, falou pra ela "como é que você vai se tocar se tá com tesão tendo duas picas à disposição?" eu corrigi ele, falei "duas picas???"
Sim, sim, duas picas, ou será que você não vê que ela tá morrendo de vontade de meter na boca também? Olhei pra ela e ela sorriu como concordando. A próxima a cumprir uma prenda era ela, e mandaram ela dar uns beijos nela na boca, as duas se pegaram e foi muito sexy, ele interrompeu o beijo perguntando se ela conseguiu sentir o gosto da pica dele na boca da namorada, e minha namorada disse que sim, que tava gostoso e queria provar mais, eu já tava de enfeite nessa altura e sem ter que cumprir nenhuma prenda, ela se aproximou dele, ajoelhou e olhou pra mim. "Desculpa, gordão, vou provar um pouco, te incomoda?" Como eu não respondi, ela começou a chupar a pica dele como se não houvesse amanhã, nunca vi ela tão puta assim, e a namorada do Mati ajudava, beijava ela e era um trio lindo, sou sincero. Num momento ela me fala, vem, gordão, junta-se. Eu, iludido, em vez de ir e tirar minha pica pra elas chuparem, me abaixei do lado delas e comecei a olhar de perto. Tinha as caras delas e a pica enorme dele a só alguns centímetros, era muito excitante ver e sentir todos os cheiros, tava com muito tesão e quando menos espero, minha namorada me olha e me beija na boca, realmente tinha muito gosto de pica na boca. Era um excesso tudo, ela me pergunta se eu gostei do beijo, do gosto, e eu falei que sim de um jeito bem tímido e até envergonhado... ela percebeu que podia ir um pouco mais, e me perguntou se eu queria provar com a pica dele na mão. Eu hesitei, não sabia o que dizer, o que iam pensar, até que ouvi com uma voz dominante o Matias, me pegando pela nuca e falando "Vai, promíscuo, come ela que você tá morrendo de vontade
Combinamos de nos ver no dia seguinte. Era sábado e todo mundo podia curtir a noite, e no dia seguinte ninguém trabalhava. Eles se despediram depois de tudo acertado, e ele se despediu com uma mensagem típica dele: "Levo camisinha e óleos", sempre aumentando a aposta. Ela respondeu: "Não precisa, eu me molho muito." Eu lendo aquilo fiquei com o pau durasso, e a gente começou a fantasiar sobre o que podia rolar nesse encontro. Falei pra ela que, acontecesse o que acontecesse, se alguém se sentisse desconfortável, a gente parava. Ela me deu a palavra que seria assim.
No dia seguinte, fui fazer as compras à tarde. Compramos coisas pra fazer uma tábua de frios, algo tranquilo, e muita cerveja. Quando finalmente voltei do supermercado, ela tava toda produzida, vestida como se fosse pra uma balada esquentar pica a noite inteira. Adorei ver ela assim, e saber que não era pra mim que ela tava vestida daquele jeito. Quando finalmente tocaram a campainha, ela desesperada falou que ia descer pra abrir, e foi. Demoraram mais do que o normal, mas quando chegaram, os três vieram rindo, e a namorada dele... Ele disse: "Esses dois se pegaram muito no elevador, eu..." E minha namorada, na defensiva, exclamou: "Matias ficou me tocando, eu não fiz nada, ainda." E eles se olharam com cara de cúmplices, os dois. Minha rola subiu na hora. A gente ficou bebendo, comendo e conversando. Num momento, o Matias propôs jogar aquele mesmo jogo de cartas que a gente jogou no sítio. Na hora eu falei que não, e eles começaram a tentar me convencer. Foi aí que eu perguntei como eles, ou melhor, a namorada dele, não tinha ficado incomodada com o que rolou naquela noite. E foi aí que eles explicaram que tinham um relacionamento aberto e se permitiam certas coisas, além de se excitarem com esse tipo de situação. Eu e minha namorada entendemos tudo, e nos olhamos sabendo que podia ficar bem picante. Na hora ela levantou e foi buscar as cartas, cagando pro que eu tinha dito, e a gente começou a jogar. O Matias, inconscientemente, começou a apertar a rola dele, aquela rola bem grande que chamava a atenção de todo mundo na sala. Sim, sim, de todo mundo. Eu via e me chamava muito a atenção. Uma das primeiras prendas caiu pra ele, e ele tinha que tomar um copo inteiro de cerveja sem parar. Ele fez, foi super fácil, e me escolheu. Na hora ele disse: "Vou aumentar a aposta. Você tem que tocar na minha rola por dois minutos no relógio, ou perde e eu fico jogando sozinho com as duas." Claramente foi um movimento muito esperto, e ele achou que eu não teria coragem. Mas não foi bem assim. Eu me aproximei e comecei a tocar na rola dele, por cima da calça. No começo todo mundo ria, mas depois de 30 segundos a rola dele já tinha endurecido, e as minas já começavam a se olhar estranho, ambas querendo estar no meu lugar. Passaram os dois minutos e ele disse: "Ainda bem que não foi mais tempo, senão eu tirava ela da calça e colocava na sua boca, haja." Ele escolheu a namorada dele, e na hora, como prenda, mandou ela dar uns beijos ali pra acalmar ele um pouco. Ela nem pensou duas vezes, na nossa frente tirou a rola dele e começou a mamar. beijos bem sensuais, eu tava com a pica dura que me estourava e minha namorada percebeu, mas eu não conseguia parar de olhar praquela pica e aquele boquete ao vivo que deixou ela toda molhada, ela tava se tocando de leve achando que ninguém via, mas Matias, nem lento nem lerdo, falou pra ela "como é que você vai se tocar se tá com tesão tendo duas picas à disposição?" eu corrigi ele, falei "duas picas???"
Sim, sim, duas picas, ou será que você não vê que ela tá morrendo de vontade de meter na boca também? Olhei pra ela e ela sorriu como concordando. A próxima a cumprir uma prenda era ela, e mandaram ela dar uns beijos nela na boca, as duas se pegaram e foi muito sexy, ele interrompeu o beijo perguntando se ela conseguiu sentir o gosto da pica dele na boca da namorada, e minha namorada disse que sim, que tava gostoso e queria provar mais, eu já tava de enfeite nessa altura e sem ter que cumprir nenhuma prenda, ela se aproximou dele, ajoelhou e olhou pra mim. "Desculpa, gordão, vou provar um pouco, te incomoda?" Como eu não respondi, ela começou a chupar a pica dele como se não houvesse amanhã, nunca vi ela tão puta assim, e a namorada do Mati ajudava, beijava ela e era um trio lindo, sou sincero. Num momento ela me fala, vem, gordão, junta-se. Eu, iludido, em vez de ir e tirar minha pica pra elas chuparem, me abaixei do lado delas e comecei a olhar de perto. Tinha as caras delas e a pica enorme dele a só alguns centímetros, era muito excitante ver e sentir todos os cheiros, tava com muito tesão e quando menos espero, minha namorada me olha e me beija na boca, realmente tinha muito gosto de pica na boca. Era um excesso tudo, ela me pergunta se eu gostei do beijo, do gosto, e eu falei que sim de um jeito bem tímido e até envergonhado... ela percebeu que podia ir um pouco mais, e me perguntou se eu queria provar com a pica dele na mão. Eu hesitei, não sabia o que dizer, o que iam pensar, até que ouvi com uma voz dominante o Matias, me pegando pela nuca e falando "Vai, promíscuo, come ela que você tá morrendo de vontade
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