Tudo começou quando meu pai traiu minha mãe com outra mulher e foi morar com ela, deixando eu, minha mãe e minha irmã abandonados. Eu tive que assumir a responsabilidade de homem da casa. A gente morava num povoado bem largado, e com o tempo minha mãe começou a ter problemas com minha avó por causa da casa onde a gente vivia — ela dizia que a casa era dela, porque o terreno onde meu pai construiu era da minha avó, e ela queria cobrar aluguel. Mas minha mãe não tinha dinheiro pra pagar, e aí decidimos sair de lá. A gente não tinha onde dormir, muito menos o que comer. Foi num dia que encontrei um amigo — na verdade, o pai de um amigo — e começamos a conversar. Foi quando ele disse: "Eu tenho um trabalho pra você, mas não é aqui, é em outra cidade. Se quiser, falo com meu patrão pra te dar uma chance de trabalhar." E eu aceitei. Foi assim que a gente se mudou pra outra cidade. O pai do meu amigo foi me buscar e disse: "Ei, o patrão aceitou. Falou pra você ir conversar com ele pra saber como é a coisa lá onde você vai." Fui lá, falei com ele, peguei o endereço e tudo. Chegamos, mas qual foi minha surpresa? Não tinha onde dormir. Era só um terreno onde guardavam material, ferramentas e essas coisas da empresa. O que tinha era um quartinho de uns 3 metros quadrados. Não tinha banheiro — o banheiro era só pra fazer o número 2 e o número 1, não tinha como tomar banho. Se um de nós três quisesse se lavar, os outros dois tinham que sair. E a gente vivia assim. Pra dormir, a gente colocava papelão no chão e se cobria com um cobertor. Depois, com meu primeiro salário, comprei um colchão. Às vezes, de noite, fazia muito calor, e eu dormia colado na Patry, com minha irmã no meio e minha mãe na borda do colchão. Numa noite, eu não conseguia dormir e ouvi a voz da minha mãe me dizendo: "Filho, se quiser, vem pra cá do meu lado, e passa sua irmã pra perto da parede, eu fico no meio." E foi assim que a gente trocou de lugar. Consegui dormir bem o resto da noite. Foi de madrugada que eu acordei descoberto, mas com uma ereção daquelas. Minha mãe percebeu, mas eu... Fiz que tava dormindo. Quando a noite chegou, minha mãe falou pra minha irmã: "Você vai ter que dormir colada na parede, seu irmão vai dormir na beirada, porque com esse calor ele não consegue dormir e tem que trabalhar amanhã." "Tá bom", respondeu minha irmã. "Eu vou dormir no meio, filho", disse ela. Chegou a hora de dormir, tudo normal. Foi de madrugada que comecei a sentir alguém tocando na minha pica. Fiquei parado. Assim passou um tempão, até que resolvi abrir os olhos e vi minha mãe acariciando minha pica com as unhas. Acho que ela percebeu e virou de lado, fingindo que tava dormindo. Chegou a hora de acordar, minha mãe já tinha achado uma escola pra minha irmã, o ensino médio. Tava muito calor e resolvi tomar banho. Nisso, minha mãe falou: "Ah, filho, eu também quero tomar banho pra ir na escola da sua irmã." Falei: "Então eu saio e você toma." Ela respondeu: "Ah, filho, vai ficar tarde pra você. Não se preocupa, mãe, com isso." E ela disse: "Bom, se você quiser e não tiver vergonha, a gente pode tomar banho juntos, pra ser mais rápido." Eu: "Mãe, o que você tá dizendo?" Mãe: "Ué, quem vai nos ver? Além do mais, você não lembra como eu te dava banho quando você era criança?" Eu: "Lembro, mãe, mas isso já passou, e ainda tem a minha irmã." Mãe: "Não se preocupa, já vou mandar ela sair. E pra mim você continua sendo um menino." Eu: "Tá bom, então vou pegar outro balde de água." Minha irmã saiu, e eu e minha mãe começamos a nos despir. Eu tava envergonhado, e ela percebeu. Mãe: "O que você tem, filho? Vergonha do quê?" Eu: "Nada, mãe, tá tudo bem." Mãe: "Bom, pra você perder essa timidez, vai ter que ensaboar minhas costas inteiras." Eu olhei pra ela, e ela começou a jogar água no corpo todo. Pegou o sabão e disse: "Vem, começa a me ensaboar direitinho. Passa o sabão por todas as minhas costas." Eu comecei a esfregar com vergonha, e ela disse: "Ah, filho, faz direito, assim que se toma banho. Tá aí, pega e passa em todo o meu corpo." Comecei a ensaboar as costas dela, quando ela pegou minha mão e disse: "Para de ficar enrolando e me dá banho direito, esfrega assim." Nisso, a mão dela levou a minha até a bunda dela. Aí, esfrega bem minhas pernas, tudo, filho. Meus peitos, minha buceta também, você tem que ensaboar. Terminei de esfregar ela, eu já tava com uma ereção daquelas, ela percebia, mas fazia de conta que era normal.
Mãe: Agora eu vou te ensaboar pra você ver como se lava uma mulher. E começou a ensaboar meu corpo inteiro. Ensaboou meu pau, pegava nele com toda delicadeza e disse: Filho, tá muito grande, você já cresceu.
Eu: Só fiz um sorriso com a boca. Terminou de me ensaboar e de me esfregar, nisso ela se ajoelha, pega no meu pau e fica me olhando nos olhos, e vejo ela bem devagar começando a colocar na boca dela, enquanto a gente se olhava. Umas 2 minutos depois, mamãe tira o pau da boca, se levanta e diz: Vem, vamos pro colchão.
Eu: Mãe, e minha irmã que tá lá fora?
Mãe: Não se preocupa, vem. Quero aproveitar seu pau, não aguento mais, filho. Começou a chupar meu pau de novo, aí ela mesma sentou no meu pau, deixando os peitos dela no meu rosto e os bicos pra eu chupar e lamber.
Mãe: Assim, filho, que gostoso, que pau lindo você tem, grande e grosso. Aaai, me dá, filho, me dá. Aí eu coloquei ela de lado, levantei a perna dela e comecei a penetrar ela de lado, ela curtia muito. Depois coloquei ela de quatro, a gente se beijou bem apaixonado e, por último, porque já tava ficando tarde, ela ficou de putinha, deixando aquele rabo na minha disposição. Beijei, passei a língua e falei: Essa vai ser outra ocasião pra aproveitar com calma. Comecei a penetrar ela, nisso ela diz: Quero que você goze dentro, filho, quero sentir esse esperma quente na minha buceta. E assim eu fiz, gozei dentro dela. Depois fiquei uns 5 minutos deitado em cima dela, a gente se levantou e começou a se trocar pra sair. E nisso ela diz:
Mãe: A partir de agora, você vai ser meu homem, meu macho. Você vai ser meu marido e eu, sua mulher.
Eu: E minha irmã?
Mãe: Não se preocupa com ela, eu vou falar com ela e ela tem que aceitar, não tem outra escolha. Vou dizer que você é o homem da casa. A gente se beijou e eu fui pro meu quarto. trampo. Continua... Depois eu conto como foi que pedi a bunda da minha irmã pra minha mãe.
Mãe: Agora eu vou te ensaboar pra você ver como se lava uma mulher. E começou a ensaboar meu corpo inteiro. Ensaboou meu pau, pegava nele com toda delicadeza e disse: Filho, tá muito grande, você já cresceu.
Eu: Só fiz um sorriso com a boca. Terminou de me ensaboar e de me esfregar, nisso ela se ajoelha, pega no meu pau e fica me olhando nos olhos, e vejo ela bem devagar começando a colocar na boca dela, enquanto a gente se olhava. Umas 2 minutos depois, mamãe tira o pau da boca, se levanta e diz: Vem, vamos pro colchão.
Eu: Mãe, e minha irmã que tá lá fora?
Mãe: Não se preocupa, vem. Quero aproveitar seu pau, não aguento mais, filho. Começou a chupar meu pau de novo, aí ela mesma sentou no meu pau, deixando os peitos dela no meu rosto e os bicos pra eu chupar e lamber.
Mãe: Assim, filho, que gostoso, que pau lindo você tem, grande e grosso. Aaai, me dá, filho, me dá. Aí eu coloquei ela de lado, levantei a perna dela e comecei a penetrar ela de lado, ela curtia muito. Depois coloquei ela de quatro, a gente se beijou bem apaixonado e, por último, porque já tava ficando tarde, ela ficou de putinha, deixando aquele rabo na minha disposição. Beijei, passei a língua e falei: Essa vai ser outra ocasião pra aproveitar com calma. Comecei a penetrar ela, nisso ela diz: Quero que você goze dentro, filho, quero sentir esse esperma quente na minha buceta. E assim eu fiz, gozei dentro dela. Depois fiquei uns 5 minutos deitado em cima dela, a gente se levantou e começou a se trocar pra sair. E nisso ela diz:
Mãe: A partir de agora, você vai ser meu homem, meu macho. Você vai ser meu marido e eu, sua mulher.
Eu: E minha irmã?
Mãe: Não se preocupa com ela, eu vou falar com ela e ela tem que aceitar, não tem outra escolha. Vou dizer que você é o homem da casa. A gente se beijou e eu fui pro meu quarto. trampo. Continua... Depois eu conto como foi que pedi a bunda da minha irmã pra minha mãe.
1 comentários - Minha mãe e minha irmã são minhas mulheres