e a história continua
agora na oficina mecânica
continua fazendo das suas
a gordinha peituda não para
aos que acompanham essa história, espero não decepcionar vocês
MUITO OBRIGADO POR ME LER
PELOS SEUS COMENTÁRIOS
E PELOS PONTOS
SÓ ESPERO QUE VOCÊS CURTAM MUITO
http://www.poringa.net/posts/relatos/5530422/Confesiones-cornudas-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5532663/Confesiones-cornudas-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5535092/Confesiones-cornudas-3-mi-mujer-mis-amigos.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5536932/Confesiones-cornudas-4-mi-esposa-mis-amigos-y-anita.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5538655/Confesiones-cornudas-5-a-el-y-a-ella.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5541335/Confesiones-cornudas-reunion-de-familia.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5543755/Confesiones-cornudas-vacacnes-y-otra-vez-prenada.html
Sandra, o que é real é que meu velho falou a mesma coisa, mas fazer o quê, assim a gente teve nosso carro, não é verdade?
É, você tem razão, mas era uma porcaria, vivia no mecânico.
Sandra, verdade que não, só quebrou uma vez.
Como assim? Se toda hora tava no mecânico por qualquer besteira.
Sandra, não, amor, só levava porque eu adorava como todo mundo me comia.
Por isso que me olhavam estranho quando eu passava por lá.
Sandra, quando eu levei pela primeira vez, foi você quem levou, e eu fui buscar, então você conhece o mecânico e os ajudantes, não é verdade?
Sim, sim, claro, o mecânico, o funileiro e os ajudantes de cada um. Não me diga que você comeu todos.
Sandra, não, bebê, eles me comeram e até me fizeram dar pra um cliente que veio buscar um carro. Nem a calcinha deixaram. Quer que eu conte como? Porque eu não fui com a intenção de dar pra ninguém, céus, mas fazer o quê, vi a chance de pagar bem menos pelo conserto e pensei: por que não? Ainda por cima, o mecânico não tirava os olhos das minhas tetas. Naquele dia tava calor e, como sempre, meu decote é bem generoso, e bom, foi assim que ele me mostrou como o carro ficou, e quando abriu o capô e eu me abaixei pra ver o motor, um dos ajudantes encostou a pica na minha bunda e começou a esfregar devagar. Na hora eu falei:
Sandra, aiii, cuidado, parece que tá muito quente aqui, o que meu marido diria se soubesse?
Ajudante: Seu marido nunca vai saber de nada.
Ele disse isso e eu deixei ele continuar enquanto tentava falar com o mecânico, até que tudo foi pro caralho. Me levaram pro escritório fazendo eu chupar as picas deles, e assim que entrei tive que engolir tudo. Eram quatro picas, todas bem diferentes. De novo perdi minha calcinha e logo tive o cu empalado. Os homens gostam muito de dar no cu, será que não sabem que às vezes dói? Enquanto me comiam a bundinha, eu tinha uma pica na boquinha. Eles se revezavam pra arrombar meu cu e pra eu limpar bem a pica. Um Aproxaram um colchão e me jogaram em cima dele, aí me encheram todos os buracos e eu, desafiando eles, pedia mais, mesmo me contorcendo de dor. E bem quando estavam terminando, chegou um cara pra buscar um carro. O mecânico disse que ele tinha uma puta no cio no escritório e me ofereceu. Claro que ele não recusou. Ele só entrou e, mesmo me vendo toda melada por todos os lados, puxou o pau pra fora da calça e meteu na minha buceta, dizendo que me conhecia e sempre teve vontade de me comer. Pode crer que ele tirou o atraso. Nessa altura, eu já tava exausta e sem forças pra resistir. Depois disso, fiquei sozinha com o mecânico, que me disse:
Mecânico: Toma, fala pro corno do teu marido que você pagou o conserto. Essa é a nota fiscal pra ele. E semana que vem quero você de novo na oficina.
Sandra: Foi assim que eu voltei pra dar uns retoques no carro, mas não durou muito, porque você logo quis vender ele. E como os meninos estavam crescendo, eu não tinha muito tempo. Por isso que minhas safadezas não duraram muito, mas beleza, não era ruim, porque comecei a pedir seu pau com muito mais frequência e você nunca negava.
Será que eu neguei alguma vez? Que eu saiba, sempre te deixei bem satisfeita.
agora na oficina mecânica
continua fazendo das suas
a gordinha peituda não para
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Sandra, o que é real é que meu velho falou a mesma coisa, mas fazer o quê, assim a gente teve nosso carro, não é verdade?
É, você tem razão, mas era uma porcaria, vivia no mecânico.
Sandra, verdade que não, só quebrou uma vez.
Como assim? Se toda hora tava no mecânico por qualquer besteira.
Sandra, não, amor, só levava porque eu adorava como todo mundo me comia.
Por isso que me olhavam estranho quando eu passava por lá.
Sandra, quando eu levei pela primeira vez, foi você quem levou, e eu fui buscar, então você conhece o mecânico e os ajudantes, não é verdade?
Sim, sim, claro, o mecânico, o funileiro e os ajudantes de cada um. Não me diga que você comeu todos.
Sandra, não, bebê, eles me comeram e até me fizeram dar pra um cliente que veio buscar um carro. Nem a calcinha deixaram. Quer que eu conte como? Porque eu não fui com a intenção de dar pra ninguém, céus, mas fazer o quê, vi a chance de pagar bem menos pelo conserto e pensei: por que não? Ainda por cima, o mecânico não tirava os olhos das minhas tetas. Naquele dia tava calor e, como sempre, meu decote é bem generoso, e bom, foi assim que ele me mostrou como o carro ficou, e quando abriu o capô e eu me abaixei pra ver o motor, um dos ajudantes encostou a pica na minha bunda e começou a esfregar devagar. Na hora eu falei:
Sandra, aiii, cuidado, parece que tá muito quente aqui, o que meu marido diria se soubesse?
Ajudante: Seu marido nunca vai saber de nada.
Ele disse isso e eu deixei ele continuar enquanto tentava falar com o mecânico, até que tudo foi pro caralho. Me levaram pro escritório fazendo eu chupar as picas deles, e assim que entrei tive que engolir tudo. Eram quatro picas, todas bem diferentes. De novo perdi minha calcinha e logo tive o cu empalado. Os homens gostam muito de dar no cu, será que não sabem que às vezes dói? Enquanto me comiam a bundinha, eu tinha uma pica na boquinha. Eles se revezavam pra arrombar meu cu e pra eu limpar bem a pica. Um Aproxaram um colchão e me jogaram em cima dele, aí me encheram todos os buracos e eu, desafiando eles, pedia mais, mesmo me contorcendo de dor. E bem quando estavam terminando, chegou um cara pra buscar um carro. O mecânico disse que ele tinha uma puta no cio no escritório e me ofereceu. Claro que ele não recusou. Ele só entrou e, mesmo me vendo toda melada por todos os lados, puxou o pau pra fora da calça e meteu na minha buceta, dizendo que me conhecia e sempre teve vontade de me comer. Pode crer que ele tirou o atraso. Nessa altura, eu já tava exausta e sem forças pra resistir. Depois disso, fiquei sozinha com o mecânico, que me disse:
Mecânico: Toma, fala pro corno do teu marido que você pagou o conserto. Essa é a nota fiscal pra ele. E semana que vem quero você de novo na oficina.
Sandra: Foi assim que eu voltei pra dar uns retoques no carro, mas não durou muito, porque você logo quis vender ele. E como os meninos estavam crescendo, eu não tinha muito tempo. Por isso que minhas safadezas não duraram muito, mas beleza, não era ruim, porque comecei a pedir seu pau com muito mais frequência e você nunca negava.
Será que eu neguei alguma vez? Que eu saiba, sempre te deixei bem satisfeita.
1 comentários - confesiones cornudas 7 ahora en el taller mecanico
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