As fantasias começaram com troca de casais, depois só ménages e agora tem um tesão por ménages com negros dotados, todas as fantasias hoje realizadas.
Meu marido sempre ficou excitado com outros homens me olhando com desejo, sejam amigos ou até parentes homens dele, por isso ele me deixa usar blusinhas decotadas e meio transparentes.
Quando saímos na rua, num shopping pra comer ou fazer alguma atividade, a gente sempre brinca com os olhares pra ver se tem algum cara me encarando mais do que devia e começamos a fantasiar. Ele finge que não tá olhando enquanto eu, literalmente, "mostro o peito", e a única coisa que preciso fazer é, disfarçadamente, soltar uns botões da minha blusa pra ver os homens morderem a isca e ficarem virando pra olhar toda hora, hahaha! Adoro quando eles ficam nervosos.
Minha história começa há 4 anos. Meu marido contrata operários conforme a demanda de trabalho, e eu ajudo ele na parte contábil da empresa, indo só alguns dias por lá.
Todos os operários e funcionários me tratam com muito respeito. Há 4 anos, meu marido contratou um jovem moreno de 1,80m de altura, com um físico forte, mãos grandes e calejadas, porque ele tinha trabalhado na construção civil. Precisava dele pra serviços pesados, além de ser operário na empresa, ele fazia entregas fora da cidade e transportava mercadoria na caminhonete. Também usava ele como motorista particular quando precisava viajar longas distâncias, e pra mim também, quando eu tinha que sair da cidade em trajetos longos, já que não gosto de dirigir por muito tempo.
A primeira coisa que me chamou a atenção no Marcos foi a dentadura branca e bem cuidada. Ele não tinha brincos nem tatuagens e parecia um cara sério e bom trabalhador, mas, como sempre, na nossa cabeça (a minha e do meu marido), a gente já ficava com tesão na ideia de fazer ménages ou traições com homens recém-conhecidos.
No entanto, a ideia de conquistar um funcionário da empresa tava fora de qualquer possibilidade por causa do que isso implicava com o dono e gerente da empresa (meu marido).
Mas essa mesma ideia de proibir meter qualquer funcionário no "jogo" só deixava a situação mais doida e bizarra:
Toda vez que eu encontrava o Marcos na empresa, um choque passava pelo meu corpo pensando em todas aquelas fantasias que eu e meu marido tínhamos bolado
Certa vez pedi o favor pra ele instalar a antena nova de tv satelital aqui em casa e ele topou, mas só depois de pedir permissão pro meu marido,
Não sei se foi meu subconsciente, mas naquele dia (quarta-feira) justamente a empregada não veio, juro que só me toquei quando vi o Marcos na porta da minha casa bem umas 7 da manhã como ele tinha prometido, eu ainda de pijama e sem café, recebi ele e mostrei onde tava o equipamento, a escada e as ferramentas.
As crianças na escola, meu marido já fora e eu sozinha em casa com um negão grande, de mãos calejadas, sorriso limpo e costas largas, mil coisas passaram pela minha cabeça e aquele choque, aquele maldito choque denunciador tava no meu corpo e agora era mais forte e constante, eu pensava por que não vesti o baby doll transparente?, aquele mesmo que eu me mostro e me insinuo pro meu marido nas nossas noites de safadeza e que só ele me viu, uff, me deu um calafrio,
subi pra tomar banho e enquanto me lavava e passava a barra de sabão no corpo só pensava como será que umas mãos grandes e calejadas se sentem deslizando numa pele branca e delicada?, uma mão aberta do Marcos dava pra cobrir uma teta inteira minha!!, aí com a outra mão ele podia cobrir a outra teta,
Enquanto me secava e passava meu hidratante no corpo, eu ainda pelada e sentada na cama de casal, ouvia os barulhos no telhado, o Marcos tava bem em cima de mim ou por cima de mim? tecnicamente ele tava por cima de mim, só separava uma fina camada de concreto.
Eu me sentia gostosa, poderosa, me sentia Atrevida e sem vergonha, uma puta — e eu tava gostando daquilo. Então peguei umas calcinhas de renda delicadas e, sem pensar duas vezes, vesti o short mais apertado que eu tinha, aquele de jeans desfiado, e uma blusa larga e curta, branca, de botões, sem mangas. E pra fechar com chave de ouro: coloquei sem sutiã!! Qual seria o pior que podia acontecer? Ele ficar nervoso e sair correndo? Ou, pelo contrário, se excitar e me fazer dele na minha própria cama de casal, exatamente como meu marido sonha que aconteça um dia.
Desci descalça, com o cabelo ainda molhado, até o pátio onde ficava a escada. Com a desculpa de secar o cabelo no sol, eu balançava e enxugava com a toalha, me abaixava de costas pro Marcos, dando a ele um baita espetáculo que ele com certeza tava curtindo lá de cima.
De baixo, eu continuava olhando pra ele e via como a camiseta justa grudava mais no torso dele por causa do suor. Insisti de novo se ele queria alguma coisa pra comer, que eu ia preparar algo pra mim. Ele insistiu:
— Por enquanto não, talvez água, mas eu desço.
— Como é que pode? Eu levo pra você, falei.
Inconscientemente, já tava tratando ele por "você"!!, buscando de repente uma aproximação mais íntima? Uff, que gostoso se ele também me tratasse assim quando estivéssemos a sós, que perdesse a vergonha, que tivesse um papel dominante comigo, que a sós me tratasse com confiança, ousadia ou descaramento.
Descalça e com movimentos atrapalhados de nervoso, subi um copão de água gelada, entreguei nas mãos dele. E com as duas mãozonas grossas e ásperas, ele envolveu minha mão e o copo, e devagar deslizou as mãos, pegou o copo, me olhou com um sorriso e disse obrigado. Num piscar de olhos, virou a água toda com a cabeça pra trás. Enquanto ele bebia, eu via o suor no pescoço dele, o movimento da água descendo pela garganta e a veia do pescoço pulsando.
Eu, um pouco abaixo do nível da visão dele, tinha me apressado em desabotoar... o primeiro botão da blusa antes de subir, eu sem sutiã e o Marcos lá de cima, com certeza se deleitando enquanto eu pegava o copo dele e explicava que já tava quase acabando.
—Vou te preparar um café da manhã bem *tasty* — falei (de novo tratando ele por tu).
Desci rápido e me mandei pra preparar o café dele, rápido e nervosa peguei os ingredientes e as panelas pra atender aquele macho que tava trabalhando pra mim, de baixo perguntava o que ele queria, ovo?, café ou chocolate?, suco? Ele só respondia:
—O que a senhora quiser tá bom, dona Ana.
Aí eu falei:
—Nãão, porque qualquer coisa que eu fizer também não, e se você não gostar?
Uffa, não dava pra acreditar, já tava eu no papel de servir ele e queria que ele ficasse satisfeito com o que eu preparava.
Mesmo assim, eu insistia, mas como você gosta dos ovos? Mexidos, fritos?, prefere um omelete?, queria atender ele bem, aí ele solta o primeiro sinal ou cantada: “Nada que você preparar com essas mãos vai ficar feio, eu como com o maior prazer do mundo, mas se quer saber, gosto de ovo frito, café, pão e suco de laranja”.
Eu tava lá embaixo e não acreditava, ele me tratou por tu e mandou uma cantada, eu só lembrava daquele pedaço: “eu como com o maior prazer”, será que tava falando dos ovos ou de mim?, hahahaha.
Nessa altura já tava mais relaxada, com uma mão na testa pra tampar o sol e a outra na cintura, numa pose gostosa com a blusa meio aberta, falei de baixo:
—Tem certeza que come tudo o que te servirem?
—TUDO! — respondeu o Marcos sem hesitar.
Ficamos uns segundos nos olhando, tipo nos desafiando pra ver quem desviava o olhar primeiro, mas rimos e entrei sorrindo na cozinha pra preparar praquele macho o café que ele tinha me pedido.
Tava servindo e arrumando tudo na mesa da cozinha, pra não faltar nada, pão, café, ovos, o café dele do jeito que ele tinha pedido, eu tava recebendo ordens do pedreiro e, bem obediente, cumprindo as exigências dele, será que de De agora em diante, vai continuar me dando ordens?
De repente, um estrondo horrível!!! Quando Marcos desceu, escorregou na escada e caiu! E no muro lateral, raspou o braço. Saí correndo pra ver o que tinha acontecido com ele. Por sorte, foi só um arranhão forte no braço esquerdo, só um pouco de sangue do raspão. Foi mais o susto e o barulho.
Rimos e entramos na cozinha. Já tinha o café da manhã dele servido como um rei. Enquanto ele lavava as mãos, eu corri pra pegar álcool e gaze pra limpar o arranhão. Nessa hora, me apressei em desabotoar o segundo botão da minha blusa e, quando ele ia se sentar à mesa, me aproximei por trás e, sem pedir permissão, bem natural, tentei levantar a camisa bem justa dele, grudada no corpo por causa do suor. Ele não queria, mas eu insisti e falei que era minha responsabilidade. Enquanto ele sentado tomava café, eu, de pé ao lado dele, limpava suavemente o ferimento.
O machucado era na altura do ombro e antebraço, então aproveitei pra tocar nos bíceps e ombro dele. Minhas coxas nuas ficavam na altura do braço dele, então, disfarçadamente, eu me aproximava e sentia a pele quente dele contra as minhas coxas. Ele não recolheu o braço em nenhum momento; pelo contrário, abriu mais pra fora da mesa pra facilitar meu trabalho de encostar o ombro dele nas minhas coxas. E no ritmo de um vai e vem inconsciente que tomou conta de mim, eu roçava mais forte minhas coxas nuas contra os músculos tonificados dele.
Enquanto eu limpava as costas dele com uma toalha úmida, tão úmida quanto minha buceta naquele momento, minha "amiguinha" estava toda lubrificada e eu me encontrava numa sensação confusa entre excitação e nervosismo. Naquela hora, mesmo recém-tomada banho e perfumada, me sentia suja e a mais puta das vadias, e isso me excitava.
O contraste de uma pele morena e brilhante de suor, mãos calejadas, um operário sem muito estudo, e saber que eu tinha a doutora na corda bamba dentro da própria casa dela, imaginando que podiam dominar ela e fazer dela o que quisessem. na própria cama de casal dele.
Se o Marcos quisesse, ele poderia ter arrancado minha blusa branca folgada com um só puxão — naquela altura, dos três botões da blusa, só um ainda estava abotoado, os outros dois eu já tinha desabotoado: o primeiro quando subi o copo d'água e o segundo quando fui pegar o álcool, foi o mais difícil de desabotoar, com uma garrafa de álcool numa mão e a gaze na outra, andando em direção à cozinha, quase desabotoei na frente dele.
só um pequeno botão separava meus peitos brancos das mãos grandes, ásperas e brutas dele, só uma pecinha de plástico insignificante me separava de sentir as mãos dele tomando conta dos meus peitos, de descobrir como é ser dominada por mãos proibidas, ser apalpada, amassada, esmagada, apertada, beliscada, humilhada.
O Marcos poderia ter feito o que a putinha dele quisesse comigo naquela manhã, me fazer fazer o que ele quisesse e eu não teria resistido nada, nada mesmo!. isso continua
Meu marido sempre ficou excitado com outros homens me olhando com desejo, sejam amigos ou até parentes homens dele, por isso ele me deixa usar blusinhas decotadas e meio transparentes.
Quando saímos na rua, num shopping pra comer ou fazer alguma atividade, a gente sempre brinca com os olhares pra ver se tem algum cara me encarando mais do que devia e começamos a fantasiar. Ele finge que não tá olhando enquanto eu, literalmente, "mostro o peito", e a única coisa que preciso fazer é, disfarçadamente, soltar uns botões da minha blusa pra ver os homens morderem a isca e ficarem virando pra olhar toda hora, hahaha! Adoro quando eles ficam nervosos.
Minha história começa há 4 anos. Meu marido contrata operários conforme a demanda de trabalho, e eu ajudo ele na parte contábil da empresa, indo só alguns dias por lá.
Todos os operários e funcionários me tratam com muito respeito. Há 4 anos, meu marido contratou um jovem moreno de 1,80m de altura, com um físico forte, mãos grandes e calejadas, porque ele tinha trabalhado na construção civil. Precisava dele pra serviços pesados, além de ser operário na empresa, ele fazia entregas fora da cidade e transportava mercadoria na caminhonete. Também usava ele como motorista particular quando precisava viajar longas distâncias, e pra mim também, quando eu tinha que sair da cidade em trajetos longos, já que não gosto de dirigir por muito tempo.
A primeira coisa que me chamou a atenção no Marcos foi a dentadura branca e bem cuidada. Ele não tinha brincos nem tatuagens e parecia um cara sério e bom trabalhador, mas, como sempre, na nossa cabeça (a minha e do meu marido), a gente já ficava com tesão na ideia de fazer ménages ou traições com homens recém-conhecidos.
No entanto, a ideia de conquistar um funcionário da empresa tava fora de qualquer possibilidade por causa do que isso implicava com o dono e gerente da empresa (meu marido).
Mas essa mesma ideia de proibir meter qualquer funcionário no "jogo" só deixava a situação mais doida e bizarra:
Toda vez que eu encontrava o Marcos na empresa, um choque passava pelo meu corpo pensando em todas aquelas fantasias que eu e meu marido tínhamos bolado
Certa vez pedi o favor pra ele instalar a antena nova de tv satelital aqui em casa e ele topou, mas só depois de pedir permissão pro meu marido,
Não sei se foi meu subconsciente, mas naquele dia (quarta-feira) justamente a empregada não veio, juro que só me toquei quando vi o Marcos na porta da minha casa bem umas 7 da manhã como ele tinha prometido, eu ainda de pijama e sem café, recebi ele e mostrei onde tava o equipamento, a escada e as ferramentas.
As crianças na escola, meu marido já fora e eu sozinha em casa com um negão grande, de mãos calejadas, sorriso limpo e costas largas, mil coisas passaram pela minha cabeça e aquele choque, aquele maldito choque denunciador tava no meu corpo e agora era mais forte e constante, eu pensava por que não vesti o baby doll transparente?, aquele mesmo que eu me mostro e me insinuo pro meu marido nas nossas noites de safadeza e que só ele me viu, uff, me deu um calafrio,
subi pra tomar banho e enquanto me lavava e passava a barra de sabão no corpo só pensava como será que umas mãos grandes e calejadas se sentem deslizando numa pele branca e delicada?, uma mão aberta do Marcos dava pra cobrir uma teta inteira minha!!, aí com a outra mão ele podia cobrir a outra teta,
Enquanto me secava e passava meu hidratante no corpo, eu ainda pelada e sentada na cama de casal, ouvia os barulhos no telhado, o Marcos tava bem em cima de mim ou por cima de mim? tecnicamente ele tava por cima de mim, só separava uma fina camada de concreto.
Eu me sentia gostosa, poderosa, me sentia Atrevida e sem vergonha, uma puta — e eu tava gostando daquilo. Então peguei umas calcinhas de renda delicadas e, sem pensar duas vezes, vesti o short mais apertado que eu tinha, aquele de jeans desfiado, e uma blusa larga e curta, branca, de botões, sem mangas. E pra fechar com chave de ouro: coloquei sem sutiã!! Qual seria o pior que podia acontecer? Ele ficar nervoso e sair correndo? Ou, pelo contrário, se excitar e me fazer dele na minha própria cama de casal, exatamente como meu marido sonha que aconteça um dia.
Desci descalça, com o cabelo ainda molhado, até o pátio onde ficava a escada. Com a desculpa de secar o cabelo no sol, eu balançava e enxugava com a toalha, me abaixava de costas pro Marcos, dando a ele um baita espetáculo que ele com certeza tava curtindo lá de cima.
De baixo, eu continuava olhando pra ele e via como a camiseta justa grudava mais no torso dele por causa do suor. Insisti de novo se ele queria alguma coisa pra comer, que eu ia preparar algo pra mim. Ele insistiu:
— Por enquanto não, talvez água, mas eu desço.
— Como é que pode? Eu levo pra você, falei.
Inconscientemente, já tava tratando ele por "você"!!, buscando de repente uma aproximação mais íntima? Uff, que gostoso se ele também me tratasse assim quando estivéssemos a sós, que perdesse a vergonha, que tivesse um papel dominante comigo, que a sós me tratasse com confiança, ousadia ou descaramento.
Descalça e com movimentos atrapalhados de nervoso, subi um copão de água gelada, entreguei nas mãos dele. E com as duas mãozonas grossas e ásperas, ele envolveu minha mão e o copo, e devagar deslizou as mãos, pegou o copo, me olhou com um sorriso e disse obrigado. Num piscar de olhos, virou a água toda com a cabeça pra trás. Enquanto ele bebia, eu via o suor no pescoço dele, o movimento da água descendo pela garganta e a veia do pescoço pulsando.
Eu, um pouco abaixo do nível da visão dele, tinha me apressado em desabotoar... o primeiro botão da blusa antes de subir, eu sem sutiã e o Marcos lá de cima, com certeza se deleitando enquanto eu pegava o copo dele e explicava que já tava quase acabando.
—Vou te preparar um café da manhã bem *tasty* — falei (de novo tratando ele por tu).
Desci rápido e me mandei pra preparar o café dele, rápido e nervosa peguei os ingredientes e as panelas pra atender aquele macho que tava trabalhando pra mim, de baixo perguntava o que ele queria, ovo?, café ou chocolate?, suco? Ele só respondia:
—O que a senhora quiser tá bom, dona Ana.
Aí eu falei:
—Nãão, porque qualquer coisa que eu fizer também não, e se você não gostar?
Uffa, não dava pra acreditar, já tava eu no papel de servir ele e queria que ele ficasse satisfeito com o que eu preparava.
Mesmo assim, eu insistia, mas como você gosta dos ovos? Mexidos, fritos?, prefere um omelete?, queria atender ele bem, aí ele solta o primeiro sinal ou cantada: “Nada que você preparar com essas mãos vai ficar feio, eu como com o maior prazer do mundo, mas se quer saber, gosto de ovo frito, café, pão e suco de laranja”.
Eu tava lá embaixo e não acreditava, ele me tratou por tu e mandou uma cantada, eu só lembrava daquele pedaço: “eu como com o maior prazer”, será que tava falando dos ovos ou de mim?, hahahaha.
Nessa altura já tava mais relaxada, com uma mão na testa pra tampar o sol e a outra na cintura, numa pose gostosa com a blusa meio aberta, falei de baixo:
—Tem certeza que come tudo o que te servirem?
—TUDO! — respondeu o Marcos sem hesitar.
Ficamos uns segundos nos olhando, tipo nos desafiando pra ver quem desviava o olhar primeiro, mas rimos e entrei sorrindo na cozinha pra preparar praquele macho o café que ele tinha me pedido.
Tava servindo e arrumando tudo na mesa da cozinha, pra não faltar nada, pão, café, ovos, o café dele do jeito que ele tinha pedido, eu tava recebendo ordens do pedreiro e, bem obediente, cumprindo as exigências dele, será que de De agora em diante, vai continuar me dando ordens?
De repente, um estrondo horrível!!! Quando Marcos desceu, escorregou na escada e caiu! E no muro lateral, raspou o braço. Saí correndo pra ver o que tinha acontecido com ele. Por sorte, foi só um arranhão forte no braço esquerdo, só um pouco de sangue do raspão. Foi mais o susto e o barulho.
Rimos e entramos na cozinha. Já tinha o café da manhã dele servido como um rei. Enquanto ele lavava as mãos, eu corri pra pegar álcool e gaze pra limpar o arranhão. Nessa hora, me apressei em desabotoar o segundo botão da minha blusa e, quando ele ia se sentar à mesa, me aproximei por trás e, sem pedir permissão, bem natural, tentei levantar a camisa bem justa dele, grudada no corpo por causa do suor. Ele não queria, mas eu insisti e falei que era minha responsabilidade. Enquanto ele sentado tomava café, eu, de pé ao lado dele, limpava suavemente o ferimento.
O machucado era na altura do ombro e antebraço, então aproveitei pra tocar nos bíceps e ombro dele. Minhas coxas nuas ficavam na altura do braço dele, então, disfarçadamente, eu me aproximava e sentia a pele quente dele contra as minhas coxas. Ele não recolheu o braço em nenhum momento; pelo contrário, abriu mais pra fora da mesa pra facilitar meu trabalho de encostar o ombro dele nas minhas coxas. E no ritmo de um vai e vem inconsciente que tomou conta de mim, eu roçava mais forte minhas coxas nuas contra os músculos tonificados dele.
Enquanto eu limpava as costas dele com uma toalha úmida, tão úmida quanto minha buceta naquele momento, minha "amiguinha" estava toda lubrificada e eu me encontrava numa sensação confusa entre excitação e nervosismo. Naquela hora, mesmo recém-tomada banho e perfumada, me sentia suja e a mais puta das vadias, e isso me excitava.
O contraste de uma pele morena e brilhante de suor, mãos calejadas, um operário sem muito estudo, e saber que eu tinha a doutora na corda bamba dentro da própria casa dela, imaginando que podiam dominar ela e fazer dela o que quisessem. na própria cama de casal dele.
Se o Marcos quisesse, ele poderia ter arrancado minha blusa branca folgada com um só puxão — naquela altura, dos três botões da blusa, só um ainda estava abotoado, os outros dois eu já tinha desabotoado: o primeiro quando subi o copo d'água e o segundo quando fui pegar o álcool, foi o mais difícil de desabotoar, com uma garrafa de álcool numa mão e a gaze na outra, andando em direção à cozinha, quase desabotoei na frente dele.
só um pequeno botão separava meus peitos brancos das mãos grandes, ásperas e brutas dele, só uma pecinha de plástico insignificante me separava de sentir as mãos dele tomando conta dos meus peitos, de descobrir como é ser dominada por mãos proibidas, ser apalpada, amassada, esmagada, apertada, beliscada, humilhada.
O Marcos poderia ter feito o que a putinha dele quisesse comigo naquela manhã, me fazer fazer o que ele quisesse e eu não teria resistido nada, nada mesmo!. isso continua
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