As coisas estavam meio tranquilas. Sara e mamãe continuavam usando roupas bem confortáveis em casa, e eu só podia ficar olhando, porque meus avós tinham vindo visitar por uns dias. Não tínhamos tempo a sós nem com a Sara nem com a mamãe, então foram uns dias bem estressantes. Eu só podia ver a mamãe e a Sara tão lindas e gostosas, mas não podia fazer nada com elas. O tempo todo assim, e até a vovó já estava parecendo muito sexy. Mesmo sendo mais velha e com o cabelo branco, ela ainda tem uma figura bonita e, igual à mamãe e à Sara, umas pernas de dar inveja, mesmo na idade dela. E ainda mais porque ela sempre usava meias longas que deixavam tudo brilhando. Ela sempre usava saias confortáveis e vestidos, porque, pela idade dela, calças não eram comuns. Ela era muito carinhosa, diferente da mamãe, e vivia beliscando minhas bochechas e dando uns tapinhas na minha bunda, como quando eu era criança. E passava o tempo penteando meu cabelo, sempre ajeitando minha camiseta ou camisa e me chamando de lindo. O vovô era ainda mais velho que a vovó, uns 10 anos mais velho que ela, e além de velho, era muito rabugento e sério. Acho que a mamãe puxou o gênio do pai dela. Enfim, os avós iam ficar um tempinho porque estavam reformando a casa deles. E agora não tinha um momento em que não tivesse alguém em casa que me deixasse aliviar meu estresse com a mamãe ou com a Sara. A Sara ainda estava bem brincalhona comigo. Ela me apertava uma bunda quando ninguém estava olhando e me mandava umas fotos bem gostosas, igual à primeira que ela me mandou quando estava naquela noite com a Karla, a amiga dela. Eu amava aquelas fotos, mas só me deixavam com tesão e frustrado, porque não podia fazer nada. Um dia de manhã, eu ia descer para tomar café. Abri a porta do meu quarto, voltei para pegar algo que tinha esquecido, e quando voltei para sair de novo, vi a Sara na porta com um sorriso safado. Ela estava com aqueles shorts de lycra que pareciam mais uma calcinha e um top que parecia não precisar de sutiã por baixo. Ela olhou para os dois lados do corredor e levantou o top... Caralho... eu só fiquei parado. vendo aquele par de lindos, pequenos, redondinhos, empinadinhos, branquinhos, rosadinhos, perfeito par de peitos que minha irmã tinha e pra melhorar ainda mais, ela mexeu um pouco e eles balançaram de um jeito sublime de um lado pro outro… Resumindo, a melhor coisa que já vi na vida. Só pude ver por uns 4 segundos e aí ela abaixou o top de novo e saiu correndo, não aguentei, com aquela imagem na mente fui rápido pro banheiro me masturbar e puta merda, foi tão gostoso, quase como as vezes que eu gozava com a mamãe, fiquei tão relaxado que demorei uns minutos a mais no banheiro pra me acalmar. Quando cheguei na cozinha, mamãe me deu uma bronca porque demorei pra descer, Sara já tava tomando café e só me deu um olhar safado e sexy por uns segundos antes de levar outra garfada na boca. Durante a tarde, mamãe e a vovó saíram pra comprar umas coisas pro jantar e só ficou o vovô com a gente, mas ele tava na sala vendo uma série velha de faroeste na internet e pra falar a verdade, o vovô não tava nem aí pra gente, então quando ficamos sozinhos, eu tava no meu quarto jogando videogame e Sara no quarto dela ouvindo música, vendo vídeos no notebook e trocando mensagem com a amiga. Saí do quarto, me certifiquei que mamãe e a vovó não estavam e que o vovô tava lá embaixo, e fui pro quarto da Sara, bati na porta e ela abriu sozinha, deixando a entrada livre, então entrei. Sara tava deitada de bruços na cama com aqueles shorts de lycra tão curtos e as pernas tão brancas, desde as coxas até os pés, e o mais sexy, as solas dos pés rosadinhas que contrastavam de um jeito muito, muito sexy. Nessa altura, depois do que tinha feito com a mamãe, os pés me pareciam muito sexy e os da Sara eram lindos, mas o que mais chamava a atenção era a bunda dela, tão redondinha e macia, até aparecia um pedaço da bunda pelo short. Tive uma ereção na hora, me virei e tranquei a porta, parece que ela não tinha me visto nem ouvido porque tava de fone. Pois é, parei um momento pra admirar ela. Tava deitada, como eu disse, e ficava brincando com as pernas, levantando e abaixando de um jeito inocente e gostoso ao mesmo tempo. Cheguei por trás e peguei um dos pés dela. Sara levou um susto, deu um gritinho e se virou na hora. — Alexx!!! Você me assustou, idiota, o que tá fazendo aqui? — Bem, a mamãe e a vovó foram comprar algo pra janta, e o vovô tá lá embaixo vendo uma série. Praticamente estamos sozinhos, e eu ainda tô bem excitado com o que rolou de manhã. — Falei, e ela ficou me olhando, depois sorriu. — Não me enche, tô trocando mensagem com a Karla e ouvindo música. — Ela se virou de novo e me ignorou, mas começou a brincar mais com as pernas e a levantar mais a bunda. Entendi na hora que tava me dando liberdade pra brincar com ela, então tirei o shorts e deixei meu pau, já bem duro e pronto, pra fora da cueca. Comecei massageando os pés e tornozelos dela, e fui subindo devagar: as panturrilhas, os joelhos, as coxas, até chegar na bunda. Era ainda mais macia do que parecia, mas também firme. Comecei a massagear em círculos, apertando. Sara não falava nada, continuava ouvindo música e mandando mensagens, mas já tava excitada também, porque de vez em quando soltava um gemidinho bem baixinho. Voltei pra coxa dela, na parte de dentro, e Sara, sozinha, sem eu falar nada, abriu as pernas e me deu passagem pra buceta dela. Toquei devagar com os dedos, e tava bem quente e molhada, quase tão quente quanto a da mamãe. Comecei a massagear a ppk dela, e foi aí que Sara largou o celular, enterrou a cabeça no travesseiro e começou a rebolando no ritmo da minha mão. Fiz um “L” com o polegar e o indicador e massageava mais aquela parte, e também senti o cuzinho dela através do short. Sara já tava bem molhada nessa altura e começou a gemer mais no travesseiro. Ela começou a se mexer mais e se contorcer de prazer enquanto eu continuava massageando, e minha mão já tava começando a doer um pouco de tanto esforço. Esforço que eu fazia, mas adorava sentir a buceta molhada dela e o cuzinho tão apertado e pequeno. A Sara não aguentou mais e começou a ter um orgasmo, soube porque ela gritou de prazer várias vezes bem alto e se contorceu tanto que tive que tirar a mão, e ela agarrou a própria xereca enquanto se contorcia, gritava e gemia de prazer, até as pernas tremeram. E depois que começou a fazer isso, terminou, calou a boca e parou de tremer e se contorcer, mas deixou a mão na virilha enquanto recuperava o fôlego. O cabelo dela, que antes estava penteado, agora estava no rosto e nos olhos. A Sara ficou assim uns segundos, puxando ar pela boca, e depois me disse: — Isso foi incrível, valeu. — Falou meio sem fôlego — Agora é sua vez. — Disse depois. — Pera, faltou eu — falei indignado, mas ela disse — Mamãe me mandou mensagem, disse que você não tava respondendo e que eu te avisasse que ela e a vó já chegaram e pra você ir ajudar elas a trazer as compras. — Droga, falei comigo mesmo, mas o que eu podia fazer? Mamãe e a vó já tinham chegado e eu tinha que ir ajudar. Levantei e fiquei um momento de pé enquanto a ereção baixava. A Sara também se levantou, me abraçou por trás e pegou no meu pau com a mão. — Tô te devendo uma, amiguinho. — Falou como se estivesse falando com meu pau, e depois me tirou do quarto dela.
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