Olá, queridos leitores e amigos do Poringa.net.Quero agradecer a todos por me lerem e pela boa vibe de sempre, por todas as mensagens de vocês.
Como sempre, muito grato. Pra continuar melhorando.
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Sem mais enrolação, vamos começar.Essa história começa quando fui de férias pra Córdoba.
Na primeira vez que fui, me hospedei naquela pousada. Tinha umas referências muito boas.
Era tocada pelos pais da Raquel e pelo marido dela.
Com uma ex-namorada, a gente tinha amado o lugar.
É lindo, no meio das serras. Uma piscina muito gostosa. Atendimento nota dez.
A gente se divertiu pra caralho e ficava perto de tudo.
Minha ex tinha virado amiga da Raquel e da mãe dela.
No ano seguinte, fui pela segunda vez, mas dessa vez fui sozinho.
Quando cheguei na recepção, quem me atendeu foi a mãe da Raquel.
Ela perguntou pela minha parceira.
A Mari tinha caído nas graças delas, e ela estranhou me ver sozinho.
"Não pôde vir, tá cheia de trabalho", falei.
"A gente se vê daqui a 7 dias em Tucumán, onde ela tá trabalhando."
Ela me deu as chaves do quarto e fui direto tomar um banho.
Quando saí do banho, pelado, me secando. Não ouvi ninguém entrar.
Bom, na real, nenhum dos dois esperava por aquilo.
A gente ficou paralisado de susto.
Eu, completamente nu, e na minha frente, estava ela.
Uma mulher gostosa com um corpo de dar água na boca. De legging, que destacava as pernas lindas dela.
Uma blusa com um decote que deixava ver um pouco dos peitos durinhos.
O cabelo castanho e os olhos azuis lindos que percorreram meu corpo e grudaram na minha pica.
Raquel: "Uai... desculpa, não sabia que tava ocupado.
Mil perdões, trouxe as toalhas, já vou...
Fica tranquilo, não vi nada."
Eu: "Valeu, tá de boa, desculpa você, não ouvi a porta." respondi,
enquanto me cobria como dava.
Ela deixou as toalhas na ponta da cama e, rindo sem graça, foi embora.
Naquele dia, toda vez que me via, sorria e ficava vermelha.
Vamos dizer que pra ela foi uma coisa trágico-cômica.
Naquela noite, depois da janta, saí pro pátio que dá pra cozinha.
Acendi um cigarro e ouvi uma briga feia entre a Raquel e o marido.
Pouco depois, ela saiu da cozinha chorando.
Na escuridão, ela não percebeu que eu tava ali, sentou num banco... Banqueta perto da piscina.
Com as mãos no rosto, ela chorava.
Me aproximei e perguntei o que tinha acontecido e se ela estava bem. Como se não tivesse ouvido nada.
Ela enxugou as lágrimas e tentou disfarçar.
Me perguntou pela minha parceira, mudando de assunto.
Respondi a mesma coisa que pra mãe.
Raquel: que casal lindo vocês formam.
O melhor é que vocês têm confiança.
Já que ela trabalha longe e você de férias.
Isso é bonito.
Eu: sim, confiança é essencial no casal, senão não rola.
E agora, o que tá rolando com você?
Me conta por que você tava chorando?
Enquanto tirava um cigarro e ofereci um pra ela.
Ela pegou e agradeceu.
Raquel: tá bom, por onde começo?
Não tô passando um bom momento com meu marido.
Peguei ele com uma ex-funcionária no flagra da traição.
Imagina, armou uma puta confusão.
Mandamos ela embora e ele também.
Depois da sacanagem dele, tudo mudou e agora a gente tá assim.
Eu não confio nele, e ele não ajuda, fica com ciúmes de mim. Sendo que eu fui a corna.
Eu: nossa... imagino.
Ele fez merda pra caralho e agora deveria consertar as coisas, mas ao invés disso, só complica mais.
Bom... não se preocupa, você não tem culpa de nada.
Com certeza ele tem medo de você trair ele também.
Raquel: medo de mim?
Eu sou tão idiota que vivo trabalhando pra poder ficar bem.
Nunca me passaria pela cabeça fazer uma coisa dessas.
Não consigo imaginar você ou sua parceira sendo infiéis.
Eu: olha, eu não sou exemplo de fidelidade.
Amo minha parceira, mas... tive minhas coisas.
Raquel: ah... então, que confissão. Você foi infiel.
Claro, você é homem, é verdade que são todos iguais então?
Eu: me surpreende você falar uma frase tão básica.
Tenho amigas que são infiéis e isso não é questão de gênero.
Sou fiel a mim mesmo. Isso é errado?
Não sou casado com ela e nem quero.
Raquel: desculpa se pareço básica.
Não sou como suas amigas.
Tenho que ser uma puta igual suas amigas?
Pra não ficar sofrendo por essa traição que fodeu minha vida? vida?
Eu: olha, Raquel. não vou discutir isso com você.
minhas amigas não são putas.
são pessoas muito boas. que não enchem o saco de ninguém nem choram pelos cantos.
não gosto de discutir, nem política, religião e muito menos infidelidade.
então peço desculpas e vou dormir.
até amanhã.
Levantei e, enquanto isso, ela ficou paralisada com minha resposta.
Acho que ela não esperava por isso.
Só conseguiu me dizer:
Raquel: ah... bom, descanse, até amanhã.
Fui pro meu quarto.
Estava muito calor e, como a noite estava tão linda, peguei uma cadeira e, como meu quarto dava pro outro pátio, peguei uma cerveja da geladeira e fiquei sentado debaixo de uma árvore.
Pouco depois, vi ela passar pelo corredor e bater na porta do meu quarto.
Eu a chamei de onde estava, e ela veio até mim.
Raquel: oi de novo.
queria saber se precisa de algo da cozinha, já fechamos.
Eu: não, obrigado, já tenho tudo.
daqui a pouco vou dormir.
valeu.
Ela respondeu "de nada".
Foi embora de cabeça baixa, meio sem graça.
Do jeito que veio, foi.
A bunda gostosa dela balançava, sumindo lá no fundo do corredor.
Deve ter passado uns 10 minutos. Quando vejo ela voltar.
Com duas latas de cerveja na mão.
Raquel: oi de novo.
vim em clima de paz.
me pagam pra tratar bem os clientes, não pra deixar eles chateados.
então tô aqui. não vamos falar de política, religião e muito menos infidelidade.
Eu: não se preocupa, não tô chateado.
só não queria discutir sobre o assunto.
só te vi chorando e me preocupei, nada mais. foi por intrometido.
Raquel: ok, melhor se não tá chateado.
a culpa é minha, não devia ter falado o que falei das suas amigas.
nem que você era ruim por ser infiel.
como você mesmo disse, se aproximou porque me viu chorando. isso não te faz ruim.
Nós dois conversamos por um bom tempo.
Mas o assunto da infidelidade não ficou de fora da conversa.
Ela ouvia atenta alguns exemplos de infidelidade das minhas amigas.
Em vez de Horrorizada como antes os compreendeu.
As cervejas que ele trouxe acabaram, mas a noite pedia mais.
Por sorte, eu tinha mais no meu quarto.
Raquel: Entendo por que eles fazem isso. Não me entenda mal.
A maioria das mulheres que você me conta é por despeito.
Não por não serem felizes, buscam fora o que não encontram em casa e, para não quebrar a família, fazem por sexo. Fazem e, bom, até aí digamos que entendo.
Necessidade e despeito.
A verdade é que admiro elas pela coragem.
Mas você, por quê?
Você não é casado, mas tem uma namorada gostosa.
Pelo que parece, são felizes e mesmo assim você trai ela? Não entendo.
Meu marido fez o mesmo e por isso o odeio, entende?
Eu: Não sei o caso do seu marido, não conheço ele.
Mas no meu caso, sou sexualmente muito ativo.
Curto desde a conquista, o flerte, até chegar na cama.
Tem homem que curte ir pro estádio ou pescar.
Eu curto outras coisas da vida.
Raquel: Opa, não esperava essa resposta.
Mas você não ama sua parceira? Não tem medo de perdê-la?
Eu: Claro que amo, mas isso não tem nada a ver.
Respeito ela e curto quando ela está comigo.
Mas ela trabalha muito e, como agora não pode estar aqui, o que eu faço? Não vou tirar férias porque ela não pode?
Raquel: Bom, tá certo. Não sei o que dizer.
Melhor eu ir dormir.
Se precisar de algo, estou na recepção de plantão.
Depois do que aconteceu, vou dormir lá.
Não vou pra casa, ainda mais com meu marido lá. Ele ficou puto com isso e daí a briga de hoje.
Eu: Ué... que merda. E por que você não volta?
Não quer resolver as coisas?
Raquel: Quero... mas toda vez que vou, a gente acaba discutindo e brigando.
Já cansei disso. Então é melhor eu ficar aqui.
Que bom que você não curte ir pro estádio. Meu marido vai sempre ver o Talleres e, se não vê, assiste na TV.
Aliás, ele adora pescar.
Embora você também pesque mulher, e com a vara que você tem, não me surpreende, hahaha.
Ué... desculpa, a cerveja me faz falar besteira. haha.
Eu: hahaha mentirosa... disse que não viu nada... hahaha
olha só que safada... se quiser eu te acompanho...
Raquel: é brincadeira... hahaha.
Sem fazer barulho, passamos pelo corredor pra não incomodar quem tava dormindo.
Chegamos na recepção.
Me aproximei e me despedi, não lembro o que falei.
Ela, com aquele sotaque cordobês lindo, me disse:
Raquel: já vai?
posso te perguntar uma coisa?
se sua parceira chupa bem e curte isso, você trai ela do mesmo jeito?
tipo, se ela curte transar com você, tanto faz?
porque não entendo por que meu marido me traiu sendo que sou do jeito que sou.
Eu: opa, você é assim? Na real, não devia se você atende ele bem.
a verdade é que não sei por que seu marido te traiu.
eu já te falei o motivo.
se minha parceira não trabalhasse tanto, talvez eu não teria tempo pra fazer isso, por quê?
mas não se torture mais com isso.
você não tem culpa de nada. ou perdoa ele ou larga, não tem outra saída.
para de se torturar e vai dormir.
Quando me despeço com um beijo. Ela virou o rosto e nos beijamos na boca.
Não sei se ela quis ou foi sem querer.
Mas ficamos naquele selinho por um momento, nos olhando nos olhos.
Na sequência, demos mais uns selinhos.
Até nos deixarmos levar e nos beijamos com paixão.
Muita boca e muita língua.
Aproveitei pra envolver a cintura dela com meus braços.
Ela respondeu abraçando minhas costas.
Logo ela começou a buscar o atrito.
A buceta dela se esfregava até encontrar minha pica já dura.
Raquel: mmm não fala nada, sei que vou me arrepender disso...
não. aqui não, vamos pro quarto atrás do balcão.
aqui podem nos ver.
Trancou a porta da frente com chave e, já dentro do quartinho, também trancou.
Tirei a roupa dela chupando o pescoço, os peitos, e ela fez o mesmo comigo.
Num instante, os dois ficamos pelados.
Ela se ajoelhou e eu fiquei olhando pra ela por um bom tempo.
Enquanto tocava nela com calma, ela me disse:
Raquel: vou te mostrar como eu faço, tá?
você me diz se eu mereço. que meu marido me coma.
Mas sejam bem sinceros.
Passo a língua por todo o comprimento do meu pau, da base até a cabeça.
A língua dele subia e descia, deixando a saliva quente molhando meu cacete.
Enquanto chupava minhas bolas, me masturbava devagar, me deixando louco.
Depois, sem parar de me olhar com aqueles olhos azuis cristalinos lindos.
Começou a chupar e devorar com prazer.
Não precisei explicar nada, porque meus gemidos diziam tudo.
Os boquetes dele eram o prazer absoluto.
Eu: mmm... que delícia, como você chupa bem, mmm...é, você é muito boa mmm...
seu marido não merece você...
Raquel: mmm... adoro chupar pau...
nunca digo que não... mmm...
seu pau é muito gostoso... mmm..
as mamadas dela eram muito quentes e ficavam cada vez melhores.
Ela chupava gostoso, tinha uma boa sucção. Língua, boca e uns massagens boas nos ovos.
Levei ela pra cama, mas ela não soltava meu pau por nada.
Quando deitei ela, puxou minha rola pra continuar chupando.
Não mentiu quando disse que adorava chupar.
Raquel: mmm... se quiser gozar, sem problema...
pode fazer, eu gosto.....
ou você é aguentador?
Eu: não se preocupa comigo, continua chupando, adoro.
fica tranquila, aguento tudo o que você quiser.
Enquanto ela chupava com muita paixão e malícia pra eu gozar, eu aguentei.
Enquanto meus dedos e mãos brincavam com a buceta suculenta dela.
Aproveitando que dou uma pausa, tirei ela da boca. Abri as pernas dela e comecei a chupar devagar e com gosto.
Raquel: uf... porquinho... lindo... mmm...
ai... sim... meu marido não me chupa se eu tô molhada... a...
ai, sim, come minha buceta assim... mmm...
meu deus, você gosta do meu gosto... mmm...
Eu: mmm... sim... é uma delícia, coração...
como é que teu marido te traiu se não curte isso...
Raquel: ah... não sei...... só sei que você sabe chupar pra caralho.....
nem ele faz igual você.....
ah... vou gozar se continuar assim com seus dedos......
Eu: não segura não....
vai... quero sentir você.....
A putinha goza com tudo que tem
Os gemidos dela eram lindos e cheios de frases.
Com aquele sotaque e aquela entonação típica que me deixava muito excitado.
Mas fui mais longe pra ver o que ela fazia.
Enquanto minha língua ia mais fundo e minha boca comia a buceta dela.
Meu dedo massageava o cuzinho apertado e molhado com minha saliva.
Raquel: ui.... papai.... cuidado com meu cu......
ai.... uf... dói isso... ai....
mmm....
Doía, mas ela não tirava a bunda, sei que até queria.
Eu aproveitei pra dedar e meter a língua.
Vendo como ela se tremia de prazer.
Enquanto eu me dedicava a dar prazer pra ela, fui surpreendido ao ver que ela pegou o celular e tirou várias fotos do meu trabalho.
Eu: — Hummm... quer guardar lembranças da sua infidelidade?
Hummm... você é bem safada, hein, gata...
Raquel: — Sempre quis tirar fotos assim.
E você, não?
Eu: — Claro, mas depois quero ficar com elas pra mim.
Adoro como você é e, sinceramente, não entendo seu marido.
Montei nela.
Ela me olhava com aqueles olhos lindos.
Tava pronta.
— Tá pronta? Não tenho camisinha, te incomoda?
Mas fica tranquila, não vou gozar dentro.
Pode confiar em mim.
Raquel: — Não se preocupa, eu também me cuido.
Faz comigo o que você quiser.
Não havia mais espaço pra palavras.
Era hora dos fatos.
A cabeça da minha pica começou a se esfregar nos lábios da buceta dela.
Sentindo o calor e a umidade.
Até que, devagar, fui enfiando.
Sua buceta molhada se encharcava recebendo meu pau. Centímetro por centímetro entrava bem apertada. Como se fosse feita pra mim.
Seus gemidos de prazer eram maravilhosos.
Raquel: ai... Deus... mmm...
ai... papai... ai Deus que gostoso... mmm...
vou gozar... ai...
a... ah... ha... ai... mmm...
Eu: mmm... sim, coração, aproveita... mmm...
adoro te ver assim... mmm...
Coloquei os pés dela nos meus ombros.
Comecei a meter como um louco.
Ela gemia e curtia até explodir de tesão.
A cara dela ficava vermelha até gozar barulhento.
Com aquele último orgasmo, ela desabou a chorar. Sem entender o que rolava, abracei ela e beijei.
Eu: Minha vida, cê tá bem?
Te machuquei... ou o que foi?
Raquel: Não, minha vida... desculpa...
Não são lágrimas de dor nem de tristeza, pelo contrário...
Senti você o tempo todo. Não só no meu corpo, mas na minha cabeça e na minha alma.
Juro pelos meus pais amados que nunca aconteceu nada assim comigo na vida.
Agora entendo a infidelidade das suas amigas e das suas...
Eu tava muito errada.
Eu: Ah... coração, não pode ser tão doce assim.
Fico feliz que cê tá bem.
Também senti você.
Raquel: Adorei como você me comeu.
Não faltou nada: sexo, beijos e carícias.
Foi lindo, obrigada...
Já gozou?
Eu: Não, coração. Parei porque você tava chorando.
Quer continuar?
Ela me beijou e disse: vamos.
Coloquei ela de quatro.
Ela arqueou as costas pra aproveitar o que vinha.
Meu pau entrou e meus quadris começaram o vai e vem.
Ela começou a gemer.Raquel: mmm... sim, adoro a energia que você tem.
mmm todas as posições, em todas você me faz gozar.
nunca me molhei tanto... uf... mmm...
sabe que meu marido nunca durou tanto.
mmm... a... ha... ah... mmm que gostoso...
ui... sim... enche minha buceta pelo amor de Deus...
enche ela com seu gozo mmm...
quero seu gozo quente bem dentro...
Tem certeza? perguntei.
Ela gritou sim por favor, em resposta automática.
Bombando mais duro e mais forte, descarreguei todo meu abundante esperma bem dentro.
Coroado com um grito de prazer.
Gozamos juntos.
Foi uma sinfonia de prazer.
Sem parar de foder ela, aproveitei aquela buceta até não aguentar mais.
Ela estava extasiada.
Raquel: uf... tira uma foto minha, amor...
quero ver minha xereca bem fodida e seu gozo nela.
Eu: mmm, essa tá divina, olha que delícia, hein? Que lembrança gostosa ficou.
Raquel: mmm... parece tão bom quanto foi mmm...
valeu, meu amor.
A gente conversou e se divertiu mais um pouco.
Sempre com beijos e carícias.
Depois ela me vestiu e a gente se despediu.
Pra não levantar suspeitas, nem ninguém nos ver, e eu fui pro meu quarto.
Assim a gente passou os dias.
Quando tava no auge do sexo mais quente.
Ela curtia tanto que, durante minha estadia, se recusou a ver o marido. Pediu um tempo pra pensar no que aconteceu.
Por enquanto, ela não perdoava a infidelidade dele.
Enquanto isso, ela aproveitava o lado dela.
Guardando lembrança de tudo.
Ela pedia fotos de tudo.
Do terceiro anal dela, da vida dela.
O primeiro comigo e, segundo ela, o melhor de todos.
Lá estava ela, entregue.
Aguentando a dor que depois vira prazer.
Com seus medos, mas também com vontade de agradar.
Ela curtiu o anal, aquele sexo que às vezes é tão evitado pelas mulheres e até por ela mesma. Agora, por despeito, se animou e aprendeu a aproveitar, não só de quatro, mas em outras posições também.
Ela curtia tanto o sexo anal e todas as minhas loucuras. Que queria ter lembrança de tudo.
Raquel: mmm... não consigo te explicar como eu gostei....
do teu jeito de me foder. da tua ternura como me acaricia.
e da paciência pra me fazer gozar isso mmm....
não esquece das fotos.
Eu realizava todas as fantasias dela. Pra cada foda na buceta suculenta dela.
Outros em outros lugares.
Nem preciso falar o quanto ela adorava chupar e tirar até a última gota de mim. Assim foram os 7 dias de sexo, passeios e segredo.
Mas o que ela mais gostava era ter fotos de tudo que fazia.
Graças a isso, essa história.
Meu último dia foi uma grande festa sexual de despedida.
Mas não terminou por aí.
Continuamos em contato através de massagens.
Sempre grata por tudo que fiz por ela.
Ela me contava da vida dela e o quanto sentia minha falta.
Que sempre se masturbava vendo nossas fotos.
Com o tempo, perdoou o marido.
Mostrou nossas fotos pra ele e garantiu que se ele vacilasse de novo,
ela ia meter chifre nele outra vez.
6 meses depois, ela me mandou uma mensagem que dizia assim:
Raquel: amor, tenho que confessar a verdade.
te amo com toda minha alma.
você é o homem da minha vida.
pensei que você fosse me esquecer assim que saísse da hotelaria.
mas apesar da distância e de todo o tempo que passa,
você ainda se preocupa comigo.
aí vai minha verdade.
nunca me cuidei quando estava com você.
não era necessário, já que meu marido é estéril.
fruto do nosso amor, algo maravilhoso aconteceu.
eu estou feliz e espero que você também.
meus pais estão muito felizes e orgulhosos de mim.
te mando uma foto pra você me ver.
não esquece que te amo.
Eu: caralho... não acredito.Mas seu marido não é estéril?
Raquel: Não é do love, é teu.
Mas não se preocupa com nada.
Meus pais já sabem a verdade e meu marido também.
Só não queria que você soubesse.
Você não precisa se responsabilizar nem ter problemas.
Vamos ficar bem.
Sei que é um menino, vai se chamar Mauro.
Obrigada por essa bênção, te amo.
------------------------CONTINUA.-----------------------
PS: Bom, galera, aqui vai essa história. Se quiserem saber mais, já sabem o que fazer.
Não esqueçam de comentar pra eu continuar melhorando.
Até a próxima.
Abraços: Maury-solo-yo.
7 comentários - Raquel: cordobesa vingativa. com fotos.