Sou a Camila, uma mina de 19 anos, tô no 6º semestre do ensino médio. Todo dia volto pra casa sozinha, mas muitas vezes minhas amigas e amigos me acompanham ou a gente desvia o caminho pra tomar alguma coisa (não é bebida, não). Um dia bem nublado, com cara de chuva e tempestade, decidi ir pra casa sozinha. No fim das contas, na última aula o professor nem apareceu, então todo mundo resolveu vazar de uma vez. A chuva começou e eu moro meio perto da escola, umas cinco quadras, mas nessa distância, óbvio que ia ficar toda ensopada, e ainda por cima com esse uniforme horrível que a gente usa.
Uma saia na altura do joelho, meias que vão até a parte íntima, e uma camisa de manga longa branca. Obviamente, sempre uso um suéter. Naquele dia, eu estava usando umas meias de rede, o que me deixava muito gostosa. Mas nunca imaginei que fosse chover tão forte. Tentei me esconder embaixo dos telhados das casas para não me molhar mais do que eu queria. No fim, cheguei em casa toda ensopada e, claro, estava de mau humor por ter estragado a maquiagem e o alisado que tinha feito. Na minha casa, moram quatro pessoas: minha mãe, uma office girl que quase não fica em casa durante o dia; meu padrasto, um mecânico conhecido na região; minha irmã mais velha, que estuda no exterior; e eu, a irmã mais nova. Minha mãe sempre foi uma mulher muito boa e muito educada com todo mundo. E como eles se conheceram? Meu pai largou minha mãe quando soube que minha irmã não queria mais morar aqui conosco. Meu pai também era office girl, já era diretor da empresa onde trabalhava. Obviamente, isso significa mais responsabilidades e menos tempo com a família. Muitas vezes, eu ouvia minha mãe brigar com meu pai por problemas conjugais, o que, para uma jovem como eu, é estranho ouvir que seu pai não sente mais tesão pela sua mãe. Aí eu pensei: "Acho que você não vai encontrar uma mulher melhor que a minha mãe." Olha só, minha mãe vai fazer 39 anos agora. Mesmo sendo office girl, ela vai à academia comigo. Ela tem um rabo bem empinado, os quadris são largos junto com as coxas, uma cintura fina e uns peitos médios. Ela ainda é uma mulher que você pode olhar e ainda te dá uma ereção.
Minha mãe largou meu pai depois que um dia ela foi até o trabalho dele de surpresa. O que ela não esperava era encontrar meu pai comendo a assistente dele, uma novinha de apenas 18 anos. Isso causou um escândalo na casa e no escritório dele. Minha irmã, minha mãe e eu, claro, fizemos a maior confusão. Minha mãe tava furiosa, não dava pra ver tristeza nela, era só raiva mesmo, e era compreensível. O sexo era um jeito de escapar e aliviar todo o estresse que ela carregava. Meus pais se divorciaram e minha mãe ficou com quase tudo: carro, casa, pensão...
No dia 16 de agosto, minha mãe levou o carro no mecânico por causa de uns problemas. Eu fui com ela. Nessa época, minha irmã já tinha ido estudar no exterior. Foi aí que conheci o Braun. Quando vi o cara, só consegui pensar: "Porra, ele é enorme". Um cara de cabelo castanho, uns 1,80m, forte. Minha mãe nem ligou, só ficou explicando os problemas. "Em quanto tempo o senhor vai ficar com ele?" — "Bom, não posso dar um prazo certo, tenho que fazer uma análise elétrica e depois mecânica do carro pra saber quais são os defeitos. Me deixa o número da senhora que eu ligo pra explicar os problemas e aí a senhora decide se quer deixar. Tudo bem?" O jeito que ele falava e olhava pra ela não tava fazendo efeito nela, mas em mim... me deixou toda excitada. O jeito que os olhos dele fixavam nela me deixou tão molhada que comecei a imaginar coisas que não devia. "Claro, vou deixar. Ouvi dizer que é a primeira vez que venho nesse mecânico, então espero que não me deixe na mão nem tire uma com a minha cara, por favor." — "Haha, claro que não, mocinha. Jamais faria isso. Meu trabalho é honesto." — "Ah, obrigada pelo 'mocinha', mas como pode ver, já tenho uma filha, então não sou mais tão mocinha assim." Eles continuaram conversando. No final, uma ida ao mecânico levou a outra, e eles foram se conhecendo cada vez mais, até que viraram um casal.
"Ah, caramba, olha como você vem. Deixa eu pegar uma toalha." Ele chegou com uma toalha e começou a secar meu rosto, depois o cabelo. Meu pai quase nunca... demonstrava afeto paterno, por isso quando Braun demonstrava isso eu me sentia estranha, por não saber como reagir. — Tira teu uniforme, tuas meias e teus sapatos... — O quê!!! Você tá louco? Na sua frente? — Bom, posso me virar pra não ver nada, só não quero que você fique doente... — Não posso fazer isso, é estranho. — Então o que acha de eu te carregar? E te levar pra sala de secagem. Não soube o que dizer, minhas pupilas se dilataram e quando me dei conta, meus braços estavam estendidos, eu estava toda vermelha porque minha mente vagava demais. — Bom, lá vou eu, se segura bem pra não escorregar. Ele me pegou com tanta delicadeza, um braço na minha cintura e o outro debaixo dos meus joelhos, me senti tão envergonhada que a única coisa que consegui fazer foi segurar no pescoço dele, meu corpo começou a tremer... — Você tá meio pesada, ir pra academia com sua mãe dá pra notar bastante. Bem, vou te abaixar agora, fica à vontade, me chama pra te levar pro teu quarto. Tá? Só consegui balançar a cabeça pra cima e pra baixo, fazendo o gesto de sim... não entendia o que tava acontecendo comigo, me sentia envergonhada, com tesão, querida, não entendia, era um monte de hormônios e sentimentos. Tirei todo meu uniforme, estava encharcado, e minha roupa íntima ainda mais, mas na hora de tirar a calcinha, minha buceta tava molhada. Mas não por causa da chuva, eu tava excitada e tão sensível, só de passar meus dedos eu me arrepiava, enfiei dois dedos e soltei um gemido, meu corpo se dobrou. (Porra, tô com tanto tesão, vou ter que me masturbar no meu quarto.) Não consegui formular mais palavras, só consegui dizer... papai, pode vir? Ele se aproximou de novo e colocou a mão no meu rosto, a mão dele era enorme, literalmente cobria minha cara toda. — Você é tão gostosa quanto sua mãe, tem a pele tão macia, fico me perguntando se sua mãe era igual a você quando era jovem. Não entendi o que ele quis dizer com isso ou o que queria dar a entender, só consegui falar... pode me levar pro meu quarto, por favor? Ele me carregou de novo e me deixou. Na porta do quarto, minha respiração tava ofegante e meu coração batia forte.. — Toma um banho quente e vou preparar algo pra você comer, desce quando tiver pronta, tá? Tá. Ele foi embora, eu entrei no quarto e não conseguia evitar de me sentir tão excitada. Tirei do armário um consolador, passei lubrificante e comecei a me masturbar. Me dei tanto prazer como se ele tivesse me fodendo. Tive que usar um travesseiro pra abafar meus gemidos. Tive um squirt e um orgasmo tão intenso que a toalha que eu tava usando ficou encharcada com os fluidos que eu tinha jorrado..
Eu tinha tomado um banho, me deitei um pouquinho e acabei dormindo, mas já eram 5:30, minha mãe chegava pontualmente às 7:00, eu pensava em jantar com todo mundo, mas pelo visto capotei de vez. Senti uma mão no meu rosto me acariciando com carinho, e pensei que não podia ser o Braun, já que desde que ele mora com a gente nunca deixei ele entrar no meu quarto. Abri os olhos, era minha mãe. — Querida, você não vai jantar com a gente? São 9:15 e seu pai me disse que você não comeu nada desde que voltou da escola. — Ah, sim, já vou descer, desculpa, é que você sabe, tava chovendo e cheguei cansada de correr pra não me molhar. — É, seu pai me disse que você chegou toda ensopada, e também que ele te ajudou. Ele não fez nada de errado, né? Dava pra perceber que minha mãe tava insegura de me deixar sozinha, talvez por causa do que viu com meu pai no escritório dele. — Claro que não, mãe, ele se comportou super bem. Olha, eu entendo que tudo isso é novo pra todo mundo, mas juro que nas vezes que ele ficou sozinho comigo, foi super legal e atencioso... — Tá bom, filha, acredito em você e fico feliz que vocês estejam se dando bem. Não queria que nada de ruim acontecesse com a minha menina... No dia seguinte era sábado, eu tinha combinado com uma amiga de ir pra casa dela cedo. Meu padrasto ia pro trabalho às 9, minha mãe folgava e cuidava do pouco que tinha pra fazer em casa. Não sabia o que vestir, porque tava um clima fresco mas com um calorzinho, então decidi ir confortável..
Um conjunto esportivo não é ruim, suponho. Desci para a sala e fui até a cozinha, onde minha mãe estava. Falei: "Mãe, vou na casa da Epril, volto mais tarde." — "Tá bom, vai com cuidado e volta pra almoçar, sim?" Meu padrasto achou que eu já tinha ido e desceu só de cueca, pelo visto tinha acabado de sair do banho. Não consigo tirar os olhos de nada, nem do corpo dele, nem do pau que marcava na cueca. Minha cara tava vermelha e meus olhos arregalados, não soube o que fazer, só saí quase correndo. — Pra mim não tem beijo? Parei no seco, meu corpo tremeu, me virei e andei até onde ele estava. Fiquei na ponta dos pés e dei um beijo na bochecha dele. Ele me abraçou e disse: "Vai com cuidado, por favor. E se quiser que eu vá te buscar, é só me chamar, pode ficar à vontade." Eu tava tão em branco que só falei: "Sim, pai." Saí de lá, e minha amiga já tava lá fora. — "Cami, você tá bem? Tá toda vermelha." Tenho muita coisa pra te contar... Espero que esse relato chame a atenção de vocês. Se tiver apoio, vou postar as outras partes, onde a intensidade do tesão só aumenta. Comentem e deem muitos pontos ❤️❤️❤️
Uma saia na altura do joelho, meias que vão até a parte íntima, e uma camisa de manga longa branca. Obviamente, sempre uso um suéter. Naquele dia, eu estava usando umas meias de rede, o que me deixava muito gostosa. Mas nunca imaginei que fosse chover tão forte. Tentei me esconder embaixo dos telhados das casas para não me molhar mais do que eu queria. No fim, cheguei em casa toda ensopada e, claro, estava de mau humor por ter estragado a maquiagem e o alisado que tinha feito. Na minha casa, moram quatro pessoas: minha mãe, uma office girl que quase não fica em casa durante o dia; meu padrasto, um mecânico conhecido na região; minha irmã mais velha, que estuda no exterior; e eu, a irmã mais nova. Minha mãe sempre foi uma mulher muito boa e muito educada com todo mundo. E como eles se conheceram? Meu pai largou minha mãe quando soube que minha irmã não queria mais morar aqui conosco. Meu pai também era office girl, já era diretor da empresa onde trabalhava. Obviamente, isso significa mais responsabilidades e menos tempo com a família. Muitas vezes, eu ouvia minha mãe brigar com meu pai por problemas conjugais, o que, para uma jovem como eu, é estranho ouvir que seu pai não sente mais tesão pela sua mãe. Aí eu pensei: "Acho que você não vai encontrar uma mulher melhor que a minha mãe." Olha só, minha mãe vai fazer 39 anos agora. Mesmo sendo office girl, ela vai à academia comigo. Ela tem um rabo bem empinado, os quadris são largos junto com as coxas, uma cintura fina e uns peitos médios. Ela ainda é uma mulher que você pode olhar e ainda te dá uma ereção.
Minha mãe largou meu pai depois que um dia ela foi até o trabalho dele de surpresa. O que ela não esperava era encontrar meu pai comendo a assistente dele, uma novinha de apenas 18 anos. Isso causou um escândalo na casa e no escritório dele. Minha irmã, minha mãe e eu, claro, fizemos a maior confusão. Minha mãe tava furiosa, não dava pra ver tristeza nela, era só raiva mesmo, e era compreensível. O sexo era um jeito de escapar e aliviar todo o estresse que ela carregava. Meus pais se divorciaram e minha mãe ficou com quase tudo: carro, casa, pensão...No dia 16 de agosto, minha mãe levou o carro no mecânico por causa de uns problemas. Eu fui com ela. Nessa época, minha irmã já tinha ido estudar no exterior. Foi aí que conheci o Braun. Quando vi o cara, só consegui pensar: "Porra, ele é enorme". Um cara de cabelo castanho, uns 1,80m, forte. Minha mãe nem ligou, só ficou explicando os problemas. "Em quanto tempo o senhor vai ficar com ele?" — "Bom, não posso dar um prazo certo, tenho que fazer uma análise elétrica e depois mecânica do carro pra saber quais são os defeitos. Me deixa o número da senhora que eu ligo pra explicar os problemas e aí a senhora decide se quer deixar. Tudo bem?" O jeito que ele falava e olhava pra ela não tava fazendo efeito nela, mas em mim... me deixou toda excitada. O jeito que os olhos dele fixavam nela me deixou tão molhada que comecei a imaginar coisas que não devia. "Claro, vou deixar. Ouvi dizer que é a primeira vez que venho nesse mecânico, então espero que não me deixe na mão nem tire uma com a minha cara, por favor." — "Haha, claro que não, mocinha. Jamais faria isso. Meu trabalho é honesto." — "Ah, obrigada pelo 'mocinha', mas como pode ver, já tenho uma filha, então não sou mais tão mocinha assim." Eles continuaram conversando. No final, uma ida ao mecânico levou a outra, e eles foram se conhecendo cada vez mais, até que viraram um casal.
"Ah, caramba, olha como você vem. Deixa eu pegar uma toalha." Ele chegou com uma toalha e começou a secar meu rosto, depois o cabelo. Meu pai quase nunca... demonstrava afeto paterno, por isso quando Braun demonstrava isso eu me sentia estranha, por não saber como reagir. — Tira teu uniforme, tuas meias e teus sapatos... — O quê!!! Você tá louco? Na sua frente? — Bom, posso me virar pra não ver nada, só não quero que você fique doente... — Não posso fazer isso, é estranho. — Então o que acha de eu te carregar? E te levar pra sala de secagem. Não soube o que dizer, minhas pupilas se dilataram e quando me dei conta, meus braços estavam estendidos, eu estava toda vermelha porque minha mente vagava demais. — Bom, lá vou eu, se segura bem pra não escorregar. Ele me pegou com tanta delicadeza, um braço na minha cintura e o outro debaixo dos meus joelhos, me senti tão envergonhada que a única coisa que consegui fazer foi segurar no pescoço dele, meu corpo começou a tremer... — Você tá meio pesada, ir pra academia com sua mãe dá pra notar bastante. Bem, vou te abaixar agora, fica à vontade, me chama pra te levar pro teu quarto. Tá? Só consegui balançar a cabeça pra cima e pra baixo, fazendo o gesto de sim... não entendia o que tava acontecendo comigo, me sentia envergonhada, com tesão, querida, não entendia, era um monte de hormônios e sentimentos. Tirei todo meu uniforme, estava encharcado, e minha roupa íntima ainda mais, mas na hora de tirar a calcinha, minha buceta tava molhada. Mas não por causa da chuva, eu tava excitada e tão sensível, só de passar meus dedos eu me arrepiava, enfiei dois dedos e soltei um gemido, meu corpo se dobrou. (Porra, tô com tanto tesão, vou ter que me masturbar no meu quarto.) Não consegui formular mais palavras, só consegui dizer... papai, pode vir? Ele se aproximou de novo e colocou a mão no meu rosto, a mão dele era enorme, literalmente cobria minha cara toda. — Você é tão gostosa quanto sua mãe, tem a pele tão macia, fico me perguntando se sua mãe era igual a você quando era jovem. Não entendi o que ele quis dizer com isso ou o que queria dar a entender, só consegui falar... pode me levar pro meu quarto, por favor? Ele me carregou de novo e me deixou. Na porta do quarto, minha respiração tava ofegante e meu coração batia forte.. — Toma um banho quente e vou preparar algo pra você comer, desce quando tiver pronta, tá? Tá. Ele foi embora, eu entrei no quarto e não conseguia evitar de me sentir tão excitada. Tirei do armário um consolador, passei lubrificante e comecei a me masturbar. Me dei tanto prazer como se ele tivesse me fodendo. Tive que usar um travesseiro pra abafar meus gemidos. Tive um squirt e um orgasmo tão intenso que a toalha que eu tava usando ficou encharcada com os fluidos que eu tinha jorrado..
Eu tinha tomado um banho, me deitei um pouquinho e acabei dormindo, mas já eram 5:30, minha mãe chegava pontualmente às 7:00, eu pensava em jantar com todo mundo, mas pelo visto capotei de vez. Senti uma mão no meu rosto me acariciando com carinho, e pensei que não podia ser o Braun, já que desde que ele mora com a gente nunca deixei ele entrar no meu quarto. Abri os olhos, era minha mãe. — Querida, você não vai jantar com a gente? São 9:15 e seu pai me disse que você não comeu nada desde que voltou da escola. — Ah, sim, já vou descer, desculpa, é que você sabe, tava chovendo e cheguei cansada de correr pra não me molhar. — É, seu pai me disse que você chegou toda ensopada, e também que ele te ajudou. Ele não fez nada de errado, né? Dava pra perceber que minha mãe tava insegura de me deixar sozinha, talvez por causa do que viu com meu pai no escritório dele. — Claro que não, mãe, ele se comportou super bem. Olha, eu entendo que tudo isso é novo pra todo mundo, mas juro que nas vezes que ele ficou sozinho comigo, foi super legal e atencioso... — Tá bom, filha, acredito em você e fico feliz que vocês estejam se dando bem. Não queria que nada de ruim acontecesse com a minha menina... No dia seguinte era sábado, eu tinha combinado com uma amiga de ir pra casa dela cedo. Meu padrasto ia pro trabalho às 9, minha mãe folgava e cuidava do pouco que tinha pra fazer em casa. Não sabia o que vestir, porque tava um clima fresco mas com um calorzinho, então decidi ir confortável..
Um conjunto esportivo não é ruim, suponho. Desci para a sala e fui até a cozinha, onde minha mãe estava. Falei: "Mãe, vou na casa da Epril, volto mais tarde." — "Tá bom, vai com cuidado e volta pra almoçar, sim?" Meu padrasto achou que eu já tinha ido e desceu só de cueca, pelo visto tinha acabado de sair do banho. Não consigo tirar os olhos de nada, nem do corpo dele, nem do pau que marcava na cueca. Minha cara tava vermelha e meus olhos arregalados, não soube o que fazer, só saí quase correndo. — Pra mim não tem beijo? Parei no seco, meu corpo tremeu, me virei e andei até onde ele estava. Fiquei na ponta dos pés e dei um beijo na bochecha dele. Ele me abraçou e disse: "Vai com cuidado, por favor. E se quiser que eu vá te buscar, é só me chamar, pode ficar à vontade." Eu tava tão em branco que só falei: "Sim, pai." Saí de lá, e minha amiga já tava lá fora. — "Cami, você tá bem? Tá toda vermelha." Tenho muita coisa pra te contar... Espero que esse relato chame a atenção de vocês. Se tiver apoio, vou postar as outras partes, onde a intensidade do tesão só aumenta. Comentem e deem muitos pontos ❤️❤️❤️
6 comentários - Meu padrasto gostoso